Guiné

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Guinea
Império de Guiné
Guiné (não Bissau, nem Equatorial)
Bandeira da Guiné
Brasão de Armas da Guiné
Bandeira Brasão
Lema: Se não juntam-se a nós então nós os venceremos
Hino nacional: Bohemian Rhapsody

Localização de Guiné (não Bissau, nem Equatorial)

Capital Conakry
Cidade mais populosa Conakry
Língua Fula
Religião oficial Qualquer uma que envolva muita idolatria
Governo Opressão Ditatorial Imperial
 - Ditador Ahmed Sékou Touré
Heróis Nacionais Lansana Conté Éder
Área  
 - Total Até onde vai a cerca de arame farpado km² 
 - Água (%) 15
Analfabetismo 80 
População 7.000.000 de soldados 
PIB per Capita 1.000 
IDH 35 
Moeda Bazucas
Fuso horário -1
Clima Árido pra porra
Website governamental O servidor da Guiné foi explodido recentemente


Guiné é o país líder do Conselho de Dominação Mundial de Guiné, formado pelos irmãos Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e sua prima distante Papua Nova Guiné. Guiné é uma região na costa extrema oeste africana que sempre foi povoada por cangaceiros originais e constantemente se envolvia em confusões guerrilheiras.

História[editar]

Império Mali[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Império Mali

No início dos tempos a região fazia parte do Império Glorioso e Magnífico Deserto de Mali, um pedaço bem inútil é verdade... tão inútil que nem tem o que se comentar.

Colonização[editar]

A Guiné foi inicialmente colonizada pelos portugueses, mas que por serem menos burros do que aparentam, em 1890 venderam a Guiné para a França, país que tinha no século XIX uma mania quase inexplicável de colonizar os territórios mais inúteis do planeta, dentre eles a Guiné, a qual fez parte da Federação Francesa dos Territórios Irrelevantes da África Ocidental.

Independência[editar]

Em 1947 um movimento ncionalista pela luta independência surge na Guiné oportunamente na época que a França estava devastada pelos eventos da Segunda Guerra Mundial. Depois de muita guerrilha e assaltos, a Guiné conseguiu a independência e conquistou, depois de mais guerrilha, os territórios conhecidos hoje como Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Papua-Nova Guiné.

Sekou Touré assume a presidência no mesmo ano de independência, em 1958, e como ele começou o programa nuclear de mafagafos correndo em cilindros, o perigo forçou até a 2 milhões de guineanos a se refugiarem (ilegalmente) no exterior.

Com parte da África e da Oceania conquistados, o exército da União Abençoada de Guiné passou a concentrar esforços no plano de conquista de Gibraltar e do Alasca sob a carismática liderança de Sekou Touré.

Regime militar[editar]

Lansana Conté prestes afazer um churrasquinho de pomba da paz.

Touré morre em 1984 e infelizmente não consegue fazer uma ditadura muito duradoura para os padrões africanos (só 30 anos) por causa do imprevisto de ter morrido.

Como ninguém esperava essa morte, não havia sucessores e ninguém sabia o que fazer. Foi então que o coronel Lansana Conté subiu num barril, botou a mão no peito, e disse sua lendária frase épica: "Deixem comigo! Eu sei como levar um país para a miséria" e assume o poder do país do qual é reeleito mil vezes.

Fatos recentes[editar]

Tensões armadas entre a Libéria e Serra Leoa para descobrir quem é mais fodido trazem para a Guiné 500.000 refugiados liberianos e leoneses que passam por discrminação étnica (como se houvesse diferença entre guineanos, liberianos e leonenses). Mas os guineanos queriam apenas ter alguma coisa para fazer naquele país tedioso.

Conté é reeleito 2007 pela milhionésima vez, mas infelizmente não consegue manter uma ditadura muito longa (só 28 anos) pois foi atingido pelo imprevisto da morte em 2008. O general Mussum até tenta liderar um golpe militar, mas como suas armas foram trocads por vassouras pelos opositores o golpe falha e a Corte Guineana anuncia a realização das primeiras eleições democráticas da história do país.

Mas Lansana Conté não foi sepultado, e seu corpo levado a laboratório recebeu partes de cyborg e renasceu como Alpha Conté que concorreu nas eleições e obviamente venceu, já que na Guiné há uma lei que qualquer um que tenha o sobrenome "Conté" é eleito presidente caso se candidate.

Subdivisões[editar]


Política[editar]

Partido único e hereditário, o Império da Guiné vai ser governado para sempre pela família de cangaceiros/guerrilheiros pseudo-terroristas Conté.

A democracia no país é simples: o povo pode escolher e votar em um dos candidatos a presidente, mas quem não votar nos Conté, morre misteriosamente.

A liberdade de expressão é negada, e a Guiné apoia a política de opressão aos direitos-humanos. Se você não gosta desse tipo de vida de macho e prefere uma vida de viadagem, então mude-se para a Europa e viva em seus subúrbios!

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