Humaitá (Amazonas)

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Humaitá é mais uma cidade na beira do rio Madeira, atualmente como parte integrante do Reino de Manicoré, que embora seja considera oficialmente cidade amazonense, comporta-se mais como cidade rondoniense, porque para chegar em Manaus são 500 quilômetros de canoa, mais 100 quilômetros de barco, mais 100 quilômetros saltando de árvore em árvore em cipós e mais 25 quilômetros de avião ultraleve, enquanto a distância para Porto Velho são apenas 50 quilômetros de caminhonete numa estrada precária..

História[editar]

Moderna zona portuária de Humaitá, contribuindo para o assoreamento do rio.

A primeira exploração da região se deu em 1693 com a chegada de jesuítas que não duraram muito por ali. Por muitos anos viveu na região apenas índios e seus hábitos de pescar, caças e ficar na selva fazendo porra nenhuma quando não estão dançando ou se comendo.

No ano de 1890 o município de Humaitá foi criado oficialmente pelo governador de Amazonas mesmo que na época nada houvesse por lá, ele apenas queria gerar uma falsa sensação de que seu estado recém-criado tivesse muitos municípios e parecesse tão grande quanto o rival Pará, tanto que só depois de criado, que madeireiros e estelionatários rondonienses foram importados para colonizar e construir a cidade.

Ninguém na cidade sabe o que significa "humaitá", sendo este apenas um nome copiado de um município gaúcho, que lá no desenvolvido Rio Grande do Sul sim todos devem saber o significado desse nome que deve fazer algum sentido.

Geografia[editar]

Humaitá localiza-se na margem do rio Madeira, sendo esta cidade a principal contribuidora para seu assoreamento e sua coloração de barro.

Qualquer foto de satélite desse município revela como o local é uma verdadeira clareira desmatada, mas mesmo assim o povo local gosta de se fingir preocupado com a natureza, quando na verdade só por não cagarem diretamente no rio já se acham ecologicamente corretos o bastante.

Economia[editar]

A principal atividade econômica de Humaitá é o de desmatar a floresta. Por ter ligação com Rondônia pela BR-319, a cidade de Humaitá assimilou diversos hábitos do povo rondoniense, entre eles o hábito piromaníaco de queimar mata nativa e derrubar árvores aos montes, o que estranhamente gera renda, porque é assim que o mundo capitalista funciona.

Há uma eterna perspectiva de que o município melhore algum dia e se torne algum tipo de polo econômico de sua região, por décadas todos repetem "Humaitá ainda será grande", mas o fato é que Humaitá é polo apenas para a pequena aldeia de Apuí e nada mais.

Turismo[editar]

A cidade não tem qualquer atrativo turístico, no máximo uma festa anual que ocorre todo junho, o Festival Folclórico de Humaitá, que é só uma mal feita imitação tediosa do Festival Folclórico de Novo Aripuanã que por sua vez é uma imitação da Festa de Maués que por sua vez é uma imitação da Festa de Parintins.

A proximidade com Rondônia influenciou negativamente a feiura da população humaitaense. É extremamente difícil encontrar algum homem bonito ou mulher bonita, então nem para turismo sexual a cidade serve.