Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo

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MisturebaGeral.jpg Este artigo é relacionado à biologia.

Lembre-se que tem cistos de ameba nas suas unhas.

Cquote1.png Você quis dizer: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo? Cquote2.png
Pai desesperado porque o filho prestou a carreira de biologia
Cquote1.png Já ouvi falar Cquote2.png
Mayana Zatz ao ser entrevistada pela revista Veja
Cquote1.png Você quis dizer: IP? Cquote2.png
Aluno da USP dando informações para alguém que perguntou sobre o IB com o nariz entupido
Cquote1.png Sai ENCOSTO!!!! Cquote2.png
Protestante muito puto sobre o curso de Ciências Biológicas
Cquote1.png Você traiu o movimento ecochato véio !! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre estudantes do IB
Cquote1.png Esse aqui é irmão desse aqui, ó! E esse aqui é irmão desse aqui, ó! TUTUTU na sua cara!!!!!!! Cquote2.png
Theo Becker para estudantes do IB
Cquote1.png Tudo bem que ele faz biologia, mas pelo menos é na USP. Cquote2.png
Pessoas no metrô comentando sobre alguém vestindo uma camiseta da Biologia da USP

O Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo é famoso por se localizar na rua mais movimentada e segura da Cidade Universitária, a Rua do Matão, também conhecida por ser o local da corrida de carrinhos de rolemã da POLI. Fica no meio da Mata Atlântica, é foco da dengue pelas nuvens de pernilongos no período da manhã e tem suas construções sustentadas por teias de aranhas de abdômen compridinho e verde.

O Instituto[editar]

Típica aluna do IB, que uma hora vai ter que fazer algo que não gosta, como ir ao campo ou mexer com coisas que não existem DNA.

Centro Didático[editar]

No Centro Didático está a xerox, a biblioteca e a sala de conversa estudo do Instituto, além de ser lá que ocorrem as aulas práticas. No geral, é bastante ocupado no período que antecede as provas, ficando praticamente às moscas em outros períodos. Pelo mesmo motivo que o Centro Acadêmico foi abreviado para CA, esse prédio é chamado de CD.

A biblioteca está localizada, por razões completamente desconhecidas, no terceiro andar do CD, obrigando todos os alunos a subir dezenas de lances de escada toda a vez que desejam ir para lá. Além disso, devido à brilhante ideia de colocar centenas de milhares de livros lá, o piso do terceiro andar está afundando. Na primeira e segunda estantes à direita, você vai encontrar os 'livros didáticos para universitários', que são o arroz e feijão da bibliografia da graduação. Não é recomendável ir à biblioteca pouco antes das provas, pois só haverão livros escritos em esperanto e, ainda assim, disponíveis apenas para consulta - isso se você tiver sorte. Trate de reservá-los com antecedência.

A xerox, também localizada no terceiro andar, é a salvação de todos aqueles que não mantêm um caderno de anotações e tiram xerox dos poucos que conseguem se manter acordados durante a aula tempo suficiente para anotar algumas coisas. Também é lá que os professores colocam suas caras apostilas e o conjunto de intermináveis textos que esperam que a gente leia antes da prova. Entretanto, a xerox é muito útil quando é preciso xerocar um dos poucos livros em esperanto que sobraram na biblioteca na noite anterior à prova mais importante do semestre.

Não há muito o que falar sobre a sala de estudos. Ela é só um conjunto de mesas pequenas com duas cadeiras desconfortáveis cada uma. Há também algumas velharias e uma Drosophila melanogaster gigante sendo expostas lá, mas ninguém presta muita atenção nelas.

Nos laboratórios, localizados no segundo andar, ocorrem as aulas e as provas práticas, onde você olha um monte de bolinhas no microscópio, tendo que adivinhar o que, para seus professores, elas significam. Alguns professores deixam fotografar as bolinhas. Mas outros não deixam, sob o pretexto de que não se desenha se fotografa e tem que ser obrigado a lembrar, três semanas depois da aula, o que viu.

O local é famoso em toda a Bielorrussia graças ao assassinato acidental de uma garota nas escadarias atrás do edifício.

Edifício Minas Gerais[editar]

O prédio Minas Gerais fica escondido atrás do ponto de ônibus da Rua do Matão e pode ser acessado por meio de um túnel escuro que passa debaixo da rua, onde, no final da tarde, há uma faixa de breu, na qual é possível ouvir alguns barulhos demoníacos.

O prédio possui dois andares. No de cima estão localizados quatro auditórios, o Laboratório de Licenciatura, a Sala Pró-Aluno e os banheiros. Os auditórios são usados apenas para aulas teóricas e, ao contrário de todos os outros auditórios do instituto, eles não possuem ar condicionado, tornando-se verdadeiras fornalhas na época de calor, e lugares excelentes para se dormir nas épocas frias.

O Laboratório de Licenciatura possui equipamentos caros e livros didáticos de ensino médio. Estranho como fazem investimentos tão grandes na formação de professores e gastam tão pouco com as escolas, provavelmente porque esperam que os professores resolvam todos os problemas da educação.

A Sala Pró-Aluno é como uma lanhouse gratuita. Apesar de a primeira coisa que aparecer na tela quando você acessa um computador é um aviso de que aquele espaço é apenas para fins acadêmicos, o que você mais fará ali será ver vídeos no Youtube e acessar o Facebook. Outro fator interessante, é que as senhas dadas aos alunos são imemorizáveis, sendo necessário ter sempre em mãos o papel em que ela se encontra.

No andar de baixo, estão guardadas as coisas caras que o Instituto possui, como microscópios eletrônicos, lâminas de diamante, micrótomos, entre outras coisas. Provavelmente, é por isso que o acesso de estudantes da graduação e suas mãozinhas inábeis só é permitido quando estão acompanhados de adultos responsáveis.

O auditório 4 do edifício serve como base para a Estação Biologia, outrora Comissão de Visitas.

Sobre as Ondas[editar]

O Sobre as Ondas é simplesmente o prédio mais estiloso da bio. Localiza-se dentro do jardim (que contém estufas e até uma versão de jardim japonês), que fica logo ao lado do restaurante Seu Bobó. Ele abriga o herbário, a xiloteca, laboratório de Sistemática Vegetal e algumas salas de professores. Pelo fato de estar sobre um lago, são necessários vários equipamentos para remover a umidade do local, gastando uma quantidade absurda de energia elétrica agravando ainda mais o aquecimento global. Agora você sabe que os biológos também não estão nem aí para isso. Quem é a anta que deu a ideia de construir um lugar para armazenagem de madeira em cima de um lago? Provavelmente a mesma pessoa que colocou a biblioteca no terceiro andar. Em épocas chuvosas, é necessário improvisar uma ponte de tábuas na entrada do prédio, tornando o instituto famoso pela gravação do quadro Ponte do Rio que Cai no programa Domingão do Faustão.

Centro de Estudos do Genoma Humano[editar]

Ninguém sabe o que tem lá dentro, nem o que é feito lá. O acesso ao prédio é proibido aos estudantes de graduação e de pós também. Aliás, é proibido a todo mundo que não tenha um bom motivo para estar lá, seja ele qual for. Entretanto, por ser recoberto pelo lado de fora por azulejos brancos, o que dá a ele um notável aspecto de banheiro, ele é carinhosamente chamado de Banheirão, um despeito dos estudantes que não podem entrar lá.

Restaurante Rainha das Saladas[editar]

Conhecido pelos alunos da Bio como Seu Bobó ou por alguns outros como Seu Bosta Costa, é um espaço que faz concorrência com o CA e que, por ironia, está bem acima dele (fisicamente falando, claro). Provavelmente, eles se aproveitam do fato de serem o único restaurante com condições sanitárias mínimas em quilômetros (isso não significa que um rato ou outro não seja avistado lá com alguma frequência e com total passividade dos funcionários). Seus preços são muito um pouquinho caros. Você só precisa deixar suas roupas e vender seu corpo na P1 por uns dias, quiçá até vender um rim no mercado negro para pagar parte de um almoço decente lá e esvaziar a carteira se quiser um suco e um salgado. Como contrapartida à comunidade do Instituto de Biociências, o Seu Bobó cumpre a função de despejar seu esgoto no meio da laje que o separa do CA. As fétidas goteiras assim geradas colaboram com a manutenção da tradicional insalubridade do espaço dos estudantes.

Tia das Massas[editar]

Chamado também de Diatomáceas, na verdade o espaço está em frente ao ICB, mas é um dos locais mais freqüentados pelo pessoal da bio, sobretudo em tempos de greve. Lá são vendidas pequenas (e quando digo pequenas, são REALMENTE pequenas) porções de massas, tortas, sanduíches, cachorro-quentes entre outros a preços absurdos mais acessíveis do que os oferecidos pelo Restaurante Rainha da Saladas. A comida é relativamente boa, mas vezes ou outras encontramos algum pêlo na comida que os simpáticos atendentes relatam ser do saco do feijão. Como no local não há comidas que levem feijão na receita, supomos imediatamente que Feijão deve ser o cozinheiro. Almoçando no local, você corre grande risco de levar uma voadora de um chinês, sendo que o páteo em frente à barraca vem sendo palco de uma batalha milenar entre antigos clãs.

Centro Acadêmico[editar]

O CA da Biologia é o CA da Biologia. Se você ainda não o conhece, certamente assim que o conhecer entenderá que “CA da Biologia” é um adjetivo. O CA da bio encerra dentro de suas fronteiras um pequeno “bar” – o bar da Ana – responsável pelo agradável cheiro de fritura do local.

A fantástica mesa de sinuca da biologia desafia os atuais paradigmas da física. Ela é provavelmente a única mesa de sinuca da Cidade Universitária em que ocorre o fenômeno que chamamos de “Distorção da geometria euclidiana e pitagórica” – se a bola segue em uma trajetória em direção à parede da mesa formando um ângulo de 30 graus, assim que ela bate na parede, ela volta exatamente pela mesma trajetória que fez no caminho de ida. Em outras palavras, ela volta em direção ao seu taco. Fantástico. Merece destaque também o fato de que a mesa não é propriedade do CA da bio e sim da Ana. A ficha é 1 real (preço corrigido, graças à inflação).

O pebolim, por outro lado, é propriedade do CA. Infelizmente as mesas de pebolim do CA da bio são que nem cueca: a gente troca todo dia. Com certeza, no decorrer da leitura desse texto, a mesa de pebolim está sendo destruída por algum bicho retardado que nunca jogou pebolas na vida para em breve ser trocada novamente (Ah, e ela será queimada no canteirinho ao lado do CA para contribuirmos com o efeito estufa). Estima-se por decaimento radioativo que o período de meia-vida das mesas é de aproximadamente uma tarde.

Entrada do Instituto.

Como identidade marcante, o CA da bio tem uma imensa lagartixa pregada em uma parede grafitada (vejam bem: PREGADA!) – e é por esse simples motivo que graduandos da FAU, Geo e do IO não conseguem roubá-la. Tá vai, o outro motivo é que eles são frouxos mesmo. E menos preparados intelectualmente do que os biólogos. Se algum dia você tiver curiosidade, olhe na barriga da lagartixa e você verá um desenho do autor de Níquel Náusea, que por sinal é formado no IB.

O banheiro do CA é um nojo. Ele não é um banheiro, ele é uma câmara com uma pia funcionante e mais nada (nota, de 2012: as torneiras foram tiradas). Os mictórios vivem lotados de chicletes e bitucas de cigarro nos buraquinhos por onde deveria escorrer o xixi. É impossível entender por que as chapas do CA não arrumam o banheiro. O Sol irá se expandir, engolir Mercúrio, Vênus, Terra e possivelmente Marte, se tornará uma gigante vermelha e posteriormente transformar-se-á em uma anã branca e depois de todo esse tempo, o banheiro do CA da bio continuará lá, firme, forte e PODRE, PORRA!!!!!!!!!!

As festas do CA são legalzinhas, mas meio chorumentas. Vez por outra um bando de politécnicos vão pra lá só pra encher o saco e tentar pegar mulher. É óbvio que não conseguem, porque são um bando de machistas escrotos. Uma das festas mais conhecidas foi a do episódio do “Bigodinho escarlate”. Perguntem a alguém da Biologia que já tenha se formado que ela te contará a história com prazer.


Reforma

Porém esse inimaginável CA agora é passado. No dia em que foi anunciada a demolição para a reforma, Oscar Niemeyer morreu, tornando isso uma forte evidência de que o CA era um de seus horcruxes. A mesma tinha um prazo máximo de 90 dias, porém por um erro de digitação, os construtores se prepararam para terminar a reforma em 900 dias, o que atrasou as coisas um semestre um pouquinho.

Os Villas da Bio continuam acontecendo, mas um fenômeno se destacou nos outros dias: após a recente dissolução forçada da Cracolândia, crackudos se estabeleceram na mesinha de xadrez, um ambiente escuro e isolado próximo ao CA para poderem conversar e usar seus tóchicos sem serem incomodados. A aglomeração ganhou um nome carinhoso de "Mesinha dos noias". SPOILER - Meu cu que o CA foi reformado. Continua a mesma coisa.

O "povo" da Bio[editar]

Parte das características que os alunos do Instituto devem adquirir ao longo de sua formação.

Integrantes do CA[editar]

São os mais envolvidos com politicagem e normalmente influenciados por ideias de esquerda. Carregam no semblante a luta de classes e a insurgência camponesa. Se sentem particularmente felizes quando falam em público e leem Richard Lewontin antes de dormir.

Moradores do CA[editar]

O povo do CA é normalmente aquele que simboliza a Biologia para os que não a conhecem. Vivem no CA e são responsáveis pelo cheiro vegetal do ambiente. Seu uniforme consiste de uma lata de cerveja na mão direita, um cigarro na mão esquerda e uma aparência meio amarelada. São despretensiosos, não têm pressa e não se preocupam muito com o dia de amanhã. Não perdem um Interbio por nada no mundo.

Vagabundos[editar]

Vagabundos chegam atrasados, dormem nas aulas e/ou conversam atrapalhando os demais. Alguns desmerecem os carreiristas (ver abaixo), enquanto outros deixam quieto e vão dormir. Nem todos têm a consciência limpa por serem vagabundos, mas uma vez vagabundo, sempre vagabundo.

Carreiristas[editar]

O termo "carreirista" foi provavelmente cunhado por um vagabundo invejoso e é usado de forma depreciativa. Carreiristas se preocupam bastante com sua carreira, como o próprio nome já diz. Não gostam de chegar atrasados, fazem caderno, são neuróticos por nota e pegam estágio no primeiro ano. Competem entre si embora não gostem de admitir isso e tiram um sarrinho dos que vão mal. O termo carreirista normalmente é usado de forma depreciativa pelos vagabundos. Em geral, tentam sincronizar a conclusão de suas N pós graduações para que, ao chegarem aos 50 anos de vida sem nunca ter trabalhado de verdade, o professor orientador morra e estes possam herdar seu cargo mediante um ritual burocrático chamado "concurso público". Neste ritual estarão presentes outros aspirantes ao cargo sob forma figurativa, já que toda encenação já foi previamente ensaiada, para que o carreirista tenha do que se vangloriar. Alguns carreiristas enfrentam o insucesso, se vendo aos 40 anos com um curriculum gigante e uma carga de conhecimento que não interessa a absolutamente ninguém no mundo real, resta a esse tipo implorar por vagas em universidades particulares sem prestígio e longe do ideal inicial, dar aulas no ensino médio, ou ainda, aos menores de 35 anos, prestar um concurso público para o Metrô, INSS e afins

Aproveitadores[editar]

São os que pedem o caderno dos carreiristas na última hora pra xerocar e os importunam com perguntas de quem não estudou. O que, claro, não os impede de ir bem nas provas.

Vegetarianos[editar]

Na biologia também há vegetarianos. A maioria deles é mulher e elas sentem dó dos animais, principalmente dos mais parecidos com seres humanos. Se tem exoesqueleto, não tem tanto problema.

Os mais extremistas lutam contra o uso de animais em experimentação. Eles falam para "usar modelos computacionais" sem pensar muito no que isso significa. Como um computador pode prever uma resposta biológica complexa e desconhecida se isso não está incluído na modelagem, meu deus?

Alternativos[editar]

Há dois tipos de alternativos: aqueles que gostam de conforto e aqueles que veneram a imagem pública. Para os do segundo tipo é legal ser diferente. Não obrigatoriamente, mas a maioria destrata o próprio cabelo. Moças usam saiões e arte indígena e rapazes camisetas desbotadas e tênis all-star. Escolhem criteriosamente com quem andar. Podem se incluir em qualquer grupo acima, embora não gostem de ser vistos como carreiristas, porque ser "nerd" não é legal.

Departamentos[editar]

Ecologia[editar]

O Departamento de Ecologia se divide em Ecologia Humana, Ecologia Vegetal e Ecologia Animal. Junto com o Departamento de Zoologia, concentram as mulheres mais gostosas da Biologia (o que não te impede de trombar com uma gordinha de vez em quando nos corredores). A mais entediante de todas as ecologias é a humana. Ninguém quer saber de EIAs, RIMAs, ou qualquer coisa do tipo. Ainda bem que tem gosto pra tudo e há loucos que se divertem com isso, afinal, o mundo precisa disso. Ou não.

Esse departamento é conhecido por avaliar os graduandos com o famoso "método da escada". Os professores amassam todas as provas e fazem pequenas bolas com elas, arremessando-as escada acima. Dependendo do degrau que a bolinha de papel parar, eles atribuem uma nota. As notas obviamente são completamente paradoxais: não existe correlação linear NENHUMA entre o quanto você estuda e o quão bem você vai. Tem gente que sempre vai bem nas matérias da ecologia; essa aptidão é inexplicável - possivelmente se deve a alguma grande capacidade de enrolação associada a um discurso vago que consiga associar os seguintes termos: ecologia de paisagens, mosaicos, Índice de Shannon, biodiversdade, aquecimento global e salvar o mundo.

As matérias da ecologia são características por atribuírem maiores notas aos vagabundos do que aos carreiristas.

Zoologia[editar]

Zoologia é sinônimo de “Aqui há mulheres gostosas pra caralh*”. Sério. Apesar disso, elas são meio sujas e fedidas por causa do trabalho de campo... e possivelmente são mais machos do que você. De qualquer forma são gostosas e aquelas perneiras de couro para picadas de cobra acrescentam um “quê” de “me pega de jeito”. Os homens da zoologia e da ecologia são os que geralmente apresentam uma personalidade mais “capitão caverna”. Costumeiramente cabeludos, barbudos, altos, desengonçados e vivem de botinas. Se você é da zoo e não usa botinas de couro, você não é da zoo, você é um nada. Volte para casa, ridículo. Isso mesmo. *Ptuuu* (cuspindo). Trouxa.

A pesquisa do Departamento de Zoologia normalmente se resume a revisar a taxonomia de animais inúteis. Você provavelmente vai parar em algum museu e se isso acontecer, antes de começar a fazer qualquer coisa que preste, vai ter que reorganizar todas as gavetas daquele inferno de naftalina e etiquetar tudo de novo. Muito provavelmente você realizará algumas viagens de campo, nos quais trabalhará como um condenado, chafurdará na lama, entrará em cavernas subterrâneas fedorentas, ficará sem tomar banho e, mesmo se arrependendo amargamente durante todo esse processo, voltará com um sorriso falso no rosto dizendo que gostou e que valeu a pena.

Fisiologia[editar]

Se você quer conhecer o maravilhoso mundo da cronobiologia ou mesmo das intricadas relações entre os córtex sensoriais primários e os de associação na formação de memórias esse é seu lugar. Mas essa sua vontade vai ficar só no papel. Se você começar a trabalhar na fisiologia, indubitavelmente você vai se ver pesquisando os mecanismos de reparação de estresse oxidativo. Não adianta lutar contra isso. Fisiologia é sinônimo de radicais livres.

Vale lembrar que há um certo mal-estar entre alguns professores da fisiologia e assim que você escolher um lado, comece a se armar até os dentes. A trégua aparente em breve será rompida e então teremos mais uma grande extinção em massa.

A fisiologia também possui alunos que trabalham no ICB. As moças do ICB são gostosas, mas meio cabecinhas. Isso também vale para algumas moças da genética.

Genética e Biologia Evolutiva[editar]

Famosa graças a alguns pesquisadores desse departamento que vivem no Fantástico e na Revista Veja. Mas não é tudo isso. As moças são regulares em termos de beleza e os caras são nerds. Nerds porque na genética tem computação, blast, essas coisas que ninguém entende direito como usar e pra que funciona... no fundo é uma pesquisa completamente redundante. O mais interessante desse departamento NÃO é o prédio do genoma. Todo mundo está mais do que cansado de distrofia muscular. Chega disso, dessa vaca não sai mais leite!

Na genética e evolução você encontrará também os "magníficos" biólogos que trabalham SÓ com o DNA dos animais e plantas e por isso não sabem até hoje como uma preguiça-real ou um jequitiba se pareceriam na vida real.

A genética é, geralmente, o reduto dos chamados "médicos frustrados" da Biologia. Esse grupo é representado pelos estudantes de biologia que, incrivelmente, morrem de medo de insetos ou de qualquer coisa que voe ou que ande; enfim, não possuem afinidade por nada vivo.

Botânica[editar]

Esse é o Departamente para aqueles que procuram um dia a dia mais calmo. O trabalho de botânico, no geral, é bastante tranquilo: você coloca alguma coisa na terra, rega e espera crescer. Se você for um fisiologista vegetal, deverá explicar o que acontece com cada molécula que adentra as folhas e as raízes de sua plantinha, bem como ter a velha mentalidade de criança: "Se eu colocar isso aqui na terra, o que vai acontecer?". Se você for um anatomista, deverá pegar a planta que você cultivou com tanto amor e carinho, matar, cortar e por numa lâmina. Nem é preciso dizer que você não poderá criar carinho por nenhum tipo de vegetal se resolver virar um botânico.

Há também o Laboratório de Protoplantas Algas Marinhas, no qual estuda-se coisas que não são tão plantas e contrariando todas as normas de laboratório, os integrantes usam apenas sandalhas havaianas e bermudas.

Diferentemente da profissão de botânico, as provas práticas da botânica são conhecidas por serem as mais desesperadoras de toda a graduação. Isso porque as lâminas de vegetais possuem mais bolinhas que um nível aceitável. E você deverá, entre todas aquelas bolinhas, identificar, no curto tempo que lhe é dado, o que é parênquima, esclerênquima, colênquima, xilema...

Se você gosta de biologia, você tem 50% de gostar de homem e 50% de gostar de mulher. Se você gosta de plantas, suas chances de gostar de mulher caem para 30%. Se você começa uma iniciação científica na botânica, caem para 20%. Se entrou na pós-graduação, caem para 10%. E se você resolve trabalhar com isso pro resto da sua vida, você com certeza gosta de homem. Não há nada mais certo no mundo do que você gostar de homem se for um botânico de profissão – N-A-D-A.

O ingresso de pessoas do sexo masculino na carreira docente tem como pré-requisito fundamental para o candidato a existência de calvície.

A Biologia: o ENCOSTO da sociedade[editar]

Religião[editar]

Não é segredo que há vários ateus na biologia. Nada de estranho, já que a figura mais importante da História Natural foi Charles Darwin - a maior jeba biológica da história - cujas ideias eliminariam a necessidade do pai bondoso, pelo menos na hora de criar os bichinhos.

Os ateus da biologia são pessoas bem nojentas doces. São ásperos sinceros, intolerantes e com certeza vão te zoar muito brincar respeitosamente com seus amados valores religiosos. Eles são costumeiramente intelijentesgentes e a leitura lhes apetece. Seus argumentos são tão antigos quanto a própria mitologia e com certeza não vale a pena discutir com eles. Até porque tudo certamente acabará na fé e você perderá a discussão. Bobinho(a).

Também há os que se intitulam agnósticos(as). Acreditam piamente que existe tal estado de "dúvida" e evitam magoar os entes queridos (principalmente aquela tia testemunha de Jeová lá do Mato Grosso). São ateus de puberdade atrasada, mas cujo dia certamente vai chegar.

Extensões do IB[editar]

Extensão é toda a atividade realizada pela universidade que tem como objetivo mostrar para a sociedade que o dinheiro que ela perde desembolsa com os impostos está sendo aplicado em festas, bebidas e drogas em educação de primeira qualidade. Desse modo, os estudantes ajudam a sociedade, em troca dela continuar mandando dinheiro para a gente. O IB possui as seguintes atividades de extensão:

Estação Biologia[editar]

Monitor digitando texto no computador da CV em foto recém-tirada.

A Estação de bixas Biologia, outrora, Comissão de Viados Visitas, CV, é um grupo de desocupados simpáticos alunos de graduação que pensam que podem buscam melhorar a educação básica complementando-a com atividades divertidas e educativas, que certamente eles esquecerão. Eles organizam e monitoram visitas escolares, desde pestes incontroláveis crianças de pré escola, até jovens de barba na cara que não querem nada com a vida colegial.

Também são eles que desenvolvem as atividades que são aplicadas, que vão desde de um vergonhoso faz de conta em que as crianças simulam serem uma colméia de abelhas, até uma atividade de genética em que há sexo esplícito entre dois cachorros de pelúcia e a manipulação de genitálias de biscuit. Vale lembrar, que a capacidade dos monitores de criarem essas atividades a partir de lixo materiais recicláveis beira o infinito. E o principal local onde eles conseguem os materiais é, claro, o aterro sanitário a 25 de março. De vez em quando as visitas são realizadas no jardim ao redor do Sobre as Ondas, onde os monitores ficam correndo atrás das crianças para evitar que o Xano elas caiam nos profundos lagos lá existentes.

A sala da EB fica no auditório 4 do prédio Minas Gerais e é lá que quase tudo acontece. Outro fato extremamente relevante, é que a EB (até 2011) possuía um computador de nte, a coordenadora é a professora Beatriz Pacheco Jordão, mais conhecida pelos seus lanchinhos intermináveis.

Empresa Júnior[editar]

A Empresa Júnior da Biologia renasceu, após anos fechada devido a um calote federal e irrestrito em toda e qualquer instância, por um sonho: dar uma alternativa de vida àqueles que entraram no IB e ficaram com preguiça de recomeçar sua vida em outra faculdade que lhe desse um emprego. Apesar de avisados pelo Cumpadi Uóshington, com seu profético "SABE DE NADA, INOCENTE", os refundadores não esperavam que ela se tornaria rapidamente uma única coisa: Um lugar onde as pessoas podem se reunir para xingar "esse povo do CA", adotar uma estética burocrática da qual todo mundo que trabalhar quer fugir e não produzir nada... de útil? Não, nada mesmo. O número de filhos da puta nesse lugar é MAIOR QUE 8000!