Iamamiwhoami

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Indiemo.jpg Let's see any iranian film?

Este é um artigo INDIE!

E se acha culto.

Undersk.jpg


Stockholm(1).jpg STOR SVENSK KUNGARIKE!!

Este artigo é sueco! Foi embalado pela Tetra Pak, dirige um Volvo e tem um Ericsson. O autor deve ser um DJ loiro holmiano que financia a Fundação Nobel e come pyttipanna com mostarda.


Iamamiwhoami ou inhame é o nome do pseudo-projeto musical criado pela artista falcatrua Jonna Lee, uma sueca conhecida pelo seu nariz enorme, cara de perturbada e sua necessidade em fingir ser albina.

História[editar]

2000: Jonna Lee[editar]

Antes de ser conhecida por performar shows mico, Jonna Lee era uma cantora de indie pop com residencia na Suécia. Jonna lançou hits coloridos como "My High", mas nunca foi bem aceita no mercado por conta de seu nariz desproporcional que chamava muita atenção em fotos promocionais, vídeos e até nas entrevistas.

2009: Mandragora[editar]

O projeto iniciou-se em 2008 quando Jonna Lee e sua equipe enviaram para diversos blogs o link de um misterioso vídeo no Youtube. Mais tarde descobriu-se que os vídeos não passavam de uma mera introdução para a palhaçada que viria a seguir: o caso mandrágora.

Alucinada pelo uso constante de crack, Jonna e seu marido Claes Björklund (parente da cantora japonesa de kpop Björk) criaram uma história onde ela interpreta uma mandrágora, um ser metade planta e metade humano. Durante a jornada de Jonna nos vídeos, a mandrágora é perseguida por cachorros negros (pode ser lido como racismo) e toma uma substância leitosa não identificada (e muito suspeita) que sai das árvores. Uma verdadeira balbúrdia de elementos aleatórios aos montes que apenas por questão de probabilidade podem resultar em alguma mensagem.

Passada a fase das mandrágoras, Jonna aposta em um novo personagem, agora uma prostituta. Durante os vídeos ela simula cenas de sexo e deixa claro que não faz questão de lavar suas meias. Na música clump, Jonna deita sobre uma cama de papel higiênico, demonstrando sua total falta de noção.

2012: Kin[editar]

O álbum Kin possui uma proposta mais urbana e mostra Jonna se trancando em seu guarda-roupa (provavelmente para fugir das agressões de Claes) enquanto monstros peludos a perseguem, como uma mensagem sobre as dificuldades de manter uma vulva bem aparada. O nariz de Jonna torna-se mais absurdo ainda nessa fase.

2014: BLUE[editar]

Como a produção dos vídeos era cara e os seus fãs não abrem a mão pra comprar nada, pois são ex-estudantes de arte pobres, Jonna decidiu pedir grana em seu site doações para poder liberar novos trabalhos que formam o álbum Blue.

Já no final, ficando meio sem imaginação Jonna Lee começa a se repetir em seus clipes.

2018: Everyone Afraid to Be Forgotten[editar]

Depois de arrancar cada centavo dos "fãs" desocupados com iamamiwhoami, a cantora albina tem a brilhante ideia de mudar o seu nome legalmente de Joanna Lee para Ionnalee para que assim os fãs passem semanas procurando significados e conceitos no novo nome. Com o novo pseudônimo, lança um novo audiovisual que acabou flopando e sendo esquecido como todos os outros álbuns.

"Faz parte do conceito ser esquecido" diz Jonna.

Inspirações[editar]

A maior parte das inspirações para o projeto falcatrua de Jonna vem do constante abuso de drogas nórdicas. As histórias de seus vídeos se desenrolam numa super realidade onde quase tudo é possível. Jonna Lee e sua trupe utilizam uma infinidade de simbologias para confundir seus fãs e parecer que possuem uma mensagem que precisa ser revelada. O novo álbum de iamamiwhoami é amplamente inspirado em "Vista Pro Mar" do brasileiro SILVA. Rumores dão conta de que Jonna conheceu o trabalho de SILVA através da rede social Last.fm enquanto fazia scrobble de músicas de Marli, rainha brasileira do submundo. Jonna decidiu inspirar seu novo disco e inclusiva homenageou SILVA com a música "vista". Não existem provas de que o brasileiro e a tucana sueca se conheçam pessoalmente.

Fã-base[editar]

Apesar de ser um flop total em vendas, o projeto iamamiwhoami conseguiu atrair a atenção de milhares de desocupados em todo o planeta que assistem seus vídeos e passam horas tentando desvendar as mensagens contidas na simbologia aleatória utilizada por Jonna. Os fãs são conhecidos como treelickers em alusão ao hábito deplorável de Jonna em lamber árvores. A fã-base de Jonna Lee é conhecida por ter pouca ou nenhuma vida social.

Desavenças públicas[editar]

Jonna Lee pode ser uma who para o mundo, mas conseguiu conquistar alguns inimigos. A cantora japonesa Björk é constantemente apontada como principal rival da loira. A briga na verdade surgiu entre os fãs que necessitam estipular qual delas é a mais conceitual. Jonna já deixou claro que não possui nada contra Bjork e que, inclusive, se inspira nela. Bjork nunca comentou nada sobre o caso porque simplesmente não conhece Jonna Lee.

Christina Aguilera e Lady Gaga também não querem suas imagens associadas a Jonna Lee. Durante a fase das preludes, muitos consideraram que elas poderiam ser a face do projeto, mas após o nariz de Jonna aparecer nos vídeos, apenas Lady Gaga continuou como a possível cantora misteriosa.

O brasileiro SILVA move na justiça um processo contra Jonna Lee e seus relativos pelo roubo do conceito de seu álbum "Vista Pro Mar". Segundo ele, Jonna teria utilizado suas canções para criar seu terceiro álbum BLUE. O advogado público de defesa de Jonna afirma que as acusações são falsas e o conceito aquático dos álbuns é uma mera coincidência.

A equipe do site brasileiro Papel Pop também não é bem querida por iamamiwhoami após veicular a notícia sobre o show mico de Jonna que assistiram. Adjetivos como "artista falcatrua" foram utilizados durante toda a matéria. Jonna Lee preferiu não comentar esse ocorrido.