Interplanetary Voyage

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Interplanetary Voyage é da época da Velha Guarda dos Games

provavelmente foi um dos motivos para a crise de 1983


Interplanetary Voyage
Odyssey-game-inter overlay.jpg
O nem tão famoso primo pobre do Space Invaders.
Desenvolvedor Magnavox
Ano 1971
Gênero Shotter
Plataformas Odyssey
Avaliação (Dr. Roberto) 1,0 Idade para jogar Livre para todos os públicos

Interplanetary voyage é um lindo joguinho de Odyssey e um dos poucos jogos do console desenvolvidos para uma pessoa prova que a magnavox ficou com preguiça de criar algo complexo. Segundo o manual do jogo, a 'emocionante' história dele conta sobre uma nave que se encontra na puta que pariu do espaço, a casa da mãe joana, no cu galático, enfim, no meio do nada espacial. Pra piorar, uns etês bêbados confundiram a nave dele com um inimigo, e, porque etês não perdoam rivais, agora querem transformar a nave do protagonista em pó, capturar ele e comer seu [[fiofó], provavelmente até a morte. O protagonista, como não é uma bicha que se joga de joelhos pedindo piedade, decide enfrentar as naves inimigas, usando equipamentos de 10000 anos atrás. É claro, como ele está enfrentando mais de 8000 inimigos, uma hora ou outra ele irá ter a nave explodida, mas ei, é melhor morrer comendo o cu dos aliens do que morrer com eles comendo o seu, certo?

Gameplay[editar]

Bem, aposto que você está MORRENDO de curiosidade pra saber o fantástico gameplay de um jogo da época que a Dercy Gonsalves era virgem. Bem, seremos honestos com você: O jogo é tão bosta quanto você pensa que é. Basicamente, se mete a fita empoeirada lá no console, de preferência depois de dar aquela assoprada básica pra tirar os virus de ebola dela, e o jogo começa, sem menu nem nada. Você vai ver um pixel de formato falico vermelho na tela. Esse pixel é nada mais e nada menos do que tu, ou mais especificamente, a sua nave que irá controlar no jogo.

Além da sua nave, haverá pixels verdes na tela também. Esses são os tais aliens sanguinárias do qual falamos no prologo, e sim, eles soam mais perigosos do que eles são na realidade. Não se deixe enganar, porém: Eles NÃO vão desistir até conseguirem violar o seu fiofó. Seu objjetivo é atirar nessas naves inimigas enquanto move sua nave pela tela desviando dos tiros que os etês usam em você. Além das navinhas normais que são praticamente cagadas em cima de você, de vez em quando uma nave chefão gigante irá te atacar. Ao contrário do que você está pensando, isso NÃO será um daqueles chefões de shotters gigantes com barre de vida do tamanho da tela que dão mais de 1000 tiros de uma vez e ficam utilizando uma risada diabólica pra zoar da tua cara o tempo inteiro. Pelo contrário: Já que o jogo é antigão e mal possui gráficos dos inimigos, o chefão é apenas uma bolota que fica no meio da tela que dá uns 3 tiros mais lentos que o Rubinho e que você pode desviar só com um toque nas setas. Oh, e quando você finalmente morrer, vai aparecer um ranking mostrando quem perdeu mais tempo jogando o jogo até agora.

Criticas[editar]

O interplanetary voyage foi parabenizado mundialmente por não só providenciar o gameplay mais sexualmente focado do mundo inteiro, mas também por ser um dos poucos jogos do odyssey que os gráficos não fazem os seus olhos queimarem. Além disso, os críticos babaram sobre o gameplay hiper emocionante capaz de fazer até as crianças mais endemoniadas do mundo a ficarem quietas e obedecerem qualquer comando que você dê pra elas. Ele também recebeu um prêmio pela IGN de jogo com mais chance de te passar problemas na formação muscular do ano. A seguir, algumas das pontuações dadas ao jogo por críticos famosíssimos do mundo inteiro:

  • Alguém: 10/10
  • Outro alguém: 9/10
  • Um ser humano: 9/10
  • Um homem: 10/10
  • Uma mulher: 9/10
  • Um eunuco: 8/10

Ver também[editar]