It - A Coisa

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Nota: Este artigo fala do livro que ninguém leu porque é mais grosso que um tijolo, se procura algo sobre o filme consulte
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Night creature.JPG It - A Coisa surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

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Cquote1.png Alô criançada, o Pennywise chegou! Cquote2.png
Pennywise sobre IT
Cquote1.png Ué, cadê a putaria? Cquote2.png
Leitor tarado de Stephen King sobre cena da orgia de crianças nos esgotos retirada do filme.

It - A Coisa, conhecido em traduções anteriores apenas como A Coisa, é um livro de terror escrito pelo escritor satânico Stephen King, conhecido por ser uma divindade dentro do panteão nerd. O livro trata-se na verdade de uma obra de caráter biográfico, que narra a história de vida de Bozo (referido no livro como Pennywise) antes do mesmo ser contratado pelo SBT para tocar o terror na criançada em seu programa de auditório. O livro fez razoável sucesso entre nerds, CDF's, pivetinhos de fliperama e crianças rejeitadas pela sociedade padrãozinho em geral, criticando todo tipo de preconceito e discriminação e chamando de cuzões todos os tipos de bullies, valentões e normies que empesteam o planeta com sua existência.

Introdução[editar]

Choque de gerações: o novo e o velho Bozo apavorando juntos uma criancinha nos corredores do SBT.

A principal característica do livro é ter mais páginas que uma Bíblia, sendo capaz de causar cegueira em que se arrisque a lê-lo até o fim. Portanto, se você é um preguiçoso desses que se custam até mesmo para ler um conto de duas páginas do H.P. Lovecraft, desista, pois você não vai aguentar ler nem o primeiro capítulo dessa joça. Inclusive, reza a lenda que o verdadeiro final do livro é desconhecido, pois ninguém teve saco para lê-lo até o fim, a não ser o próprio Stephen King (que inclusive só leu uma vez na vida - quando o estava escrevendo). O livro rendeu ainda duas adaptações para o cinema, uma grande demanda de fantasias de palhaço para o Halloween, um brusco aumento de surtos de coulrofobia pelo mundo e uma quantidade interminável de memes no Facebook.

A primeira adaptação para o cinema foi feita em 1990, e recebeu o nome It - Uma Obra-Prima do Medo. O início da década de 90 foi uma fase de transição para o cinema de Horror. Os anos 80 conseguiram transformar o gênero Horror numa verdadeira piada com seus filmes Trash pra lá de podrões, cheios de histórias lisérgicas repletas de zumbis falantes toscos, aberrações deformadas dentro de cestos de roupa suja, plantas carnívoras cantoras de Ópera, mutantes maconheiros e seres gosmentos e pegajosos vindos de Plutão. Assim, de forma a recuperar um pouco do status de prestígio do gênero horror, muitos diretores decidiram optar por fazer obras realmente assustadoras, e assim surgiu a ideia de adaptar um livro de Stephen King, afinal de contas, não existe nada mais aterrorizante do que um palhaço psicopata colorido com cara de pedófilo.

A segunda adaptação para os cinemas, It - A Coisa, surgiu dentro do mesmo contexto. Em todas as ocasiões em que o terror entra em decadência, alguém cedo ou tarde sempre acaba apelando para uma obra de Stephen King, já que por mais bosta que o filme seja, os fãs do escritor sempre baterão palmas para qualquer porcaria que leve o nome dele (a menos que estejamos falando do filme A Torre Negra, que conseguiu ser tão medíocre e porco que nem mesmo os fãs conseguiram engolir). Como era de se esperar, esse filme foi um verdadeiro sucesso também, não apenas por ter sido baseado em uma obra de Stephen King, mas também por ser uma grande referência a Ronald McDonald ( a principal inspiração para a criação de Pennywise), fazendo alusão direta aos malefícios do fast food para a saúde, o verdadeiro maior assassino de vidas humanas dos dias atuais.

Enredo[editar]

Início[editar]

Pennywise prestando serviço comunitário e limpando os esgotos de Derry. Por mais sujo e asqueroso que seja o trabalho, o nobre palhaço nunca perde o sorriso. Um verdadeiro exemplo a ser seguido.

Cquote1.png Eles flutuam... Tudo aqui embaixo flutua!( ͡° ͜ʖ ͡°) MWAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Cquote2.png
Pennywise sobre balões.

A história do livro começa com um pivetinho chato chamado Georgie Denbrough correndo na chuva feito um animal de zoológico atrás de um barquinho de papel boiando na poça da água. Sua mãe estava chapada com um chá de cogumelos que ela havia tomado para a gripe, e como Georgie adorava desobedecer seus pais, aproveitou a distração de sua mãe, que estava ocupada demais tocando Beethoven e contando os unicórnios da sala de estar, para sair para brincar na rua.

Como toda criança chata, Georgie adorava brincar na chuva e se molhar, já que criança que não dá trabalho para os pais não pode ser considerada criança. Sua mãe nunca o deixava sair em dias chuvoso, alegando que a água da chuva era tóxica e poluída, sobretudo num país como os Estados Unidos, onde só o cheiro de qualquer fumacinha emitida por uma indústria qualquer (sobretudo as do setor alimentício) pode te colocar num coma de 10 anos. Obviamente a mãe de Georgie só falava aquilo porque não queria perder tempo em cima de uma máquina de lavar tirando lama e sujeira impregnadas na roupa do moleque.

Porém, como Georgie tinha apenas 6 anos, ele estava pouco se lixando para os sentimentos de sua família, típico de crianças nessa faixa etária, que são egoístas, só querem saber delas mesmas e não estão nem aí para a dor de cabeça que podem estar causando aos pobres coitados de seus pais. Dessa forma, mesmo sabendo que aquela água podre podia transmitir leptospirose, peste negra e gripe suína, Georgie não parava um minuto de correr feito um retardado pelas ruas atrás do barquinho de papel, rindo irritantemente e enchendo o saco dos ratos que corriam próximos as bocas de lobo imundas da região.

O barquinho de papel[editar]

Cquote1.png Voar voar, subir subir... Cquote2.png
Byafra sobre Georgie Denbrough

O barquinho de papel foi confeccionado por seu irmão, Bill Denbrough, um nerd gago que era piada na escola. Bill era especialista na criação de barquinhos de papel, já que tinha adquirido no Mercado Livre o curso profissionalizante ministrado pelo renomadíssimo Dr. Madruga, referência mundial na arte do origami. Como Georgie sabia ser insuportável quando queria, para o guri parar de encher o saco, Bill decidiu fazer aquele barco de uma vez para despistá-lo, já que estava querendo assistir ao Grey's Anatomy na Netflix em paz.

As coisas iam muito bem, até que o barquinho cai num bueiro ali perto. Eis então que um simpático e sorridente palhaço, que estava feliz da vida dando uma volta pelos esgotos, apreciando a bela visão da imundície, o doce aroma da água podre e o majestoso ritual de acasalamento das baratas; acaba encontrando o barquinho, e em toda gentileza, decide pegar aquele curioso artefato de papel e entregar para seu legítimo dono.

O alegre e gentil palhaço, cujos olhos eram amarelos radiantes (uma cor bem chamativa que traduzia a sua benéfica e generosa natureza), leva um susto ao olhar para fora do boeiro e ver uns minúsculos olhos assustadores olhando para dentro do esgoto.

Por um momento o pobre palhaço até pensou em fugir, mas acabou ficando mais calmo quando percebeu que era apenas uma criança (apesar de tudo, ainda era um pouco assustador). Com um alegre sorriso estampado em sua face, o palhaço decide puxar conversa com a criança, que era Georgie, para quebrar o gelo.

A revolta do palhaço[editar]

Pennywise, com seu sorriso cativante, apreciando a beleza da lua de dentro de seu aconchegante bueiro.

Entretanto, ao invés de retribuir seu sorriso e simpatia, Georgie apenas olhou para sua direção de forma mal encarada, na maior falta de educação. Como o palhaço (cujo nome era Pennywise) tinha recebido educação do seus pais, ele tenta ignorar tamanha grosseria, e faz o que tinha que fazer: pergunta se Georgie não queria seu barco novamente. Pennywise foi ainda mais gentil, e além do barco, também ofereceu a Georgie um balão, inclusive, deixando que ele escolhesse a cor.

Ao se deparar com tamanha generosidade vinda de um palhaço com sorriso de assassino de dentro do esgoto, Georgie diz que não deveria aceitar coisas de estranhos, com tanta rispidez que até o sorriso do pobre Pennywise acabou murchando. Como se não bastasse, Georgie pisa ainda mais nos sentimentos do coitado do palhaço, dizendo que balão era coisa de gente brega, e que os palhaços legais de verdade deveriam oferecer Big Mac's para a crianças, e não uma coisa tão sem-graça quanto um balão, que ele podia comprar por 10 centavos na esquina e ele mesmo encher.

Aquela foi a gota da água, pois até mesmo Buda perde a paciência quando insultado pela terceira vez. Pennywise decide que não iria levar desaforo para casa, sobretudo de um pirralho sem educação como aquele. Assim, puto da cara, Pennywise decide se vingar, agarrando o fedelho pelo braço e aplicando um fatality no mesmo, arrancando seu braço como se fosse um pedaço de pano velho e provavelmente devorando-o na janta. Vendo que ninguém mais tinha respeito por porcaria nenhuma, Pennywise declara seu ódio pela humanidade, e a partir daquele dia veria as pessoas apenas como a ceia de domingo, sobretudo as crianças, os seres mais detestáveis e amaldiçoados que existiam.

O Festival[editar]

Cquote1.png Pelo ronco do motor... Cquote2.png
Você e qualquer outra pessoa que leu o livro sobre os três homofóbicos da história.

Garton, Steve e Chris, os homofóbicos que perseguiram os gays por terem ficado com invejinha do modelito fashion de seu chapéu.

O segundo capítulo se inicia com um homossexual aos prantos após um trio de homofóbicos pra lá de suspeitos matarem seu amante ao jogarem-no de uma ponte. Tudo começou quando o homossexual em questão, Don Hagarty, e seu namorado, Adrian Mellon, ganharam um chapéu desses de tia de Whatsapp numa brincadeira de tiro ao alvo no Festival do Canal. O tal Festival do Canal nada mais era do que uma tentativa frustrada de arrecadar alguma grana para movimentar os cofres da miserável cidadezinha de Derry, que em geral não recebia turistas por se localizar no cu do mundo.

Assim que viram aquele chapéu todo espalhafatoso e esquisito, os três homofóbicos - John Webber Garton, Steven Dubay e Christopher Unwin - ficaram fascinados, e decidiram que queriam um igual, pois era um luxo. Entretanto, para ganhar um, eles deveriam acertar no mínimo cinco tiros em uma série de patinhos com a cara de George Bush, coisa da qual não foram capazes. Assim, putos da cara por não conseguirem o chapéu, eles decidem fazer o que todo homofóbico dando piti resolve fazer: pagar de macho e ir encher o saco daqueles que escorregam no tomate.

Entretanto, o casal colorido tava cagando e andando para as provocações dos homofóbicos, e Adrian Mellon teve a brilhante ideia de ainda provocar um dos três (mais especificamente Garton), dizendo que se quisesse ele poderia gravar uma versão caseira da superprodução Pai de Família com ele, já que ele tinha cara de quem era chegado na fruta. Isso emputeceu Garton a ponto de até o guarda da festa estranhar o estranho medo que o garoto tanto tinha de que aquilo que o gay disse fosse verdade.

Como o guarda não gostava de barraco, ele meteu um Madruga's Crush-A-Head's Obliteraition nos três baderneiros, dizendo que ali não era a Casa da Mãe Joana para eles ficarem fazendo bagunça. Os três homofóbicos saíram, entretanto, Garton ainda estava puteado da cara por um dos gays dar a entender que ele era chegado numa mangueira. Dessa forma, decidiram seguir os dois gays para aplicar-lhes um especial de porrada, numa curiosa e estranha necessidade de provarem que eram verdadeiramente heterossexuais.

O crime[editar]

Pennywise, um exemplo de empoderamento e desconstrução: para ele não importa se é homem ou mulher, gay ou hétero. Todos são devorados com a mesma satisfação e tem o seu próprio espaço garantido no bucho.

Assim que o casal de gays andava alegremente pela ponte da cidade, os homofóbicos os abordam, e começam a enchê-los de sopapos. Como os três filhos da puta já tinham enchido a cara de pinga e cocaína, eles não estavam mais raciocinando direito, e tem a ideia de jerico de arremessar Adrian Mellon da ponte. Segundo o que falaram para a polícia mais tarde, eles estavam apenas sendo gentis e fazendo um favor a vítima, favor esse que tinha como nobre e bondoso objetivo ensinar Adrian a nadar.

Enquanto o coitado estava servindo como saco de pancadas para os homofóbicos, Don Hagarty, que rastejava em busca de ajuda, escuta uma estranha risadinha sádica, e quando olha para baixo ele vê nada mais nada menos que Pennywise, a personificação de Satã Derry, rindo e contando piadas sobre a desgraça alheia. Segundo Pennywise, Don podia ficar tranquilo, que em breve seu amante estaria tocando harpa ao lado dos arcanjos.

Assim que Adrian cai da ponte, Christopher Unwin, um dos valentões, vê a merda que tinham feito e corre inutilmente para tentar achar Adrian, que talvez ainda não estivesse nadando com os peixes. Entretanto, assim que chega lá, ele se depara com um mendigo fantasiado de Bozo, que chega primeiro e começa a arrastar Adrian com ele. Ao fitar os olhos demoníacos da coisa e ver que o cosplay de Bozo tinha arrancado um pedaço das axilas de Adrian à dentadas, Christopher toca o foda-se, dá meia volta e pernas pra quem te quero.

Como nos anos 80 não existiam muito açougues especializados em carne humana, o preço dela era muito alto, e Pennywise estava por ali só de tocaia em busca de um rango fácil. Porém, como o palhaço era uma cria do Diabo, ele esperou que Don Hagarty chegasse para aplicar um chute quádruplo na coluna de Adrian bem em sua frente. Para caçoar ainda mais do coitado, ele ainda fez uma macumba e invocou para debaixo da ponte uma grande quantidade de balões com o formato da cara de Jair Bolsonaro.

Mais tarde, no interrogatório, Don e Chris descreveram a aparição da criatura, mas os policiais não mencionaram Pennywise no julgamento dos homofóbicos. Afinal de contas, ninguém em sã consciência acreditaria que um palhaço canibal devorador de sovacos teria dado o golpe final em Adrian. Dois dos homofóbicos, Garton e Steve, foram encaminhados para o Asilo Arkham por homicídio culposo, onde ficaram sob os cuidados do carcereiro Paulo Guina, especialista em deixar ocos em homofóbicos metidos a machões. Christopher Unwin, que era de menor, não foi deixado sob os cuidados de Guina, porém, teve um destino tão cruel quanto: foi encaminhado para o Conselho Tutelar, onde dia e noite era torturado, sendo obrigado a assistir maratonas dos Backyardigans e a programas de culinária em canais de TV por assinatura.

Perseguição[editar]

Após os acontecimentos iniciais retratados unicamente como encheção de linguiça da mais clássica (marca registrada dos livros de Stephen King, o que explica o tamanho deles), inicia-se a parte mais interessante do livro. A partir do terceiro capítulo a obra procura retratar em seus mínimos detalhes um grupo de pré-adolescentes sendo atormentados por Pennywise, outrora um gentil palhaço, mas que agora virou uma cria de satanás devoradora de criancinhas.

Esses pré-adolescentes viviam sofrendo bullying dos valentões, e acabaram se tornando amigos e formando o Clube dos Perdedores, já que todos sofriam algum tipo de preconceito (típica crítica social das obras de King) e foram unidos pela falta de perspectiva, sonhos e felicidade na vida. Eles então se dedicam cada dia de suas existências a derrotar o palhaço psicopata. Após alguns anos Pennywise novamente dá o ar da desgraça, revelando-se na batalha final ser na verdade uma cria dos Infernos: uma aranha gigante surgida de um jogo do Resident Evil.

Após algumas mortes ao longo do livro, eles acabam derrotando o monstro, mas este acaba voltando alguns anos depois, dessa vez, na forma de um apresentador infantil de um programa do SBT, onde tentava conquistar a confiança de suas vítimas para depois devorá-las em um delicioso ensopado.

Ver também[editar]