Itanhangá

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Nota: Este artigo fala de uma cidade mato-grossense que muito provavelmente você nunca ouviu falar. Se procura pelo bairro do Rio de Janeiro consulte, Itanhangá (Rio de Janeiro).


Itanhangá é um pequeno posto de gasolina no meio da estrada, no meio do nada, um conveniente ponto de parada para quem se aventura a viajar pelo fim do mundo. O vilarejo é um sagaz conjunto de muito barro, mato e toscas choupanas de palha e casas de pau-a-pique.

História[editar]

Uma foto da gloriosa, bela e barrenta tranquila Itanhangá, e todo seu conjunto de barro e mato.

Foi fundado por volta do ano 1210, por um índio escravo fujão, este índio casou-se com uma macaca selvagem e teve filhos, sabe-se que de sua estirpe veio toda a ascendência da atual classe política do vilarejo.

Inicialmente era apenas um pequeno posto de gasolina lá na PQP, mas precisamente onde Judas perdeu as cuecas quando teve caganeira por comer um coxinha de higiene duvidosa servida na estrada local. Aquele posto de gasolina cresceu graças ao combustível batizado que vendia, o suficiente para aqueles 20 habitantes conseguirem se separar de Tapurah, que por sua estava nem aí para aquele fim de mundo.

Torna-se município em 2005... Ninguém se importa.

Para mais informações sobre Itanhangá, conforme-se, elas não existem, um município tosco desses não tem muito o que dizer.

Cultura[editar]

Devido a sua localização no meio do nada, Itanhangá possui algumas lendas locais, a mais famosa afirma que o Mico Azul já foi avistado nas redondezas. Outra lenda diz que o Motoqueiro Fantasma já esteve ali procurando a sagrada caveira de bode de prata.