Jaú

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Galinhacaipira.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Capital do capital calçadista
Jaú.jpg
Brasão da Cidade
Hino: A Mulher do Joaquim de Azevedo
Localização Ande bastante, quando você vir 1 trabalhando e 20 olhando, você chegou em Jaú.
Clima Depende: em frente o Tiger é clima de tensão, atrás da Meloso e na avenida Zien Nassif o clima é freeesco e no Royal Dance o clima é quente.
Governo Conservador arcaico. Dirige o município com técnicas de administração de mercado e experiência em Banco Imobiliário. Atendimento ao público das 15:00h às 15:15h.
População Emos, Lerdos, Pessoas com aminésia, manos, Lerdos, baianos, assassinos com CNH, empresários monopolistas, calçadistas e verdinhos.


Cquote1.png Você quis dizer: Peixe Jaú Cquote2.png
Google sobre Jaú
Cquote1.png Você quis dizer: Multas Cquote2.png
Google sobre Jaú
Cquote1.png Você quis dizer: lousas superfaturadas Cquote2.png
Google sobre Jaú
Cquote1.png Você quis dizer: Lego Jaú Cquote2.png
Google sobre Jaú
Cquote1.png Já pesquei vários. Cquote2.png
Pescador amazonense sobre Jaú
Cquote1.png Terra do Esquecimento... Cquote2.png
Turista sobre sobre Jaú
Cquote1.png Metrópole! Cquote2.png
Bocainense sobre Jaú
Cquote1.png Aqueles chatos? Cquote2.png
Centro-Oeste Paulista sobre Jauense
Cquote1.png Quinze de Jaú? Cquote2.png
Viciado em futebol sobre Jaú
Cquote1.png Como a população dos municípios vizinhos é simpática! Cquote2.png
Jauense sobre comentários acima
Cquote1.png Onde tem Baianos com som alto na avenida? Cquote2.png
Qualquer um
Cquote1.png É perto de Bauru?. Cquote2.png
Quando você fala que é de Jaú
Cquote1.png O sanduíche? Cquote2.png
Não bauruense que escuta a pergunta a cima
Cquote1.png Que cidade legal! Há muita coisa interessante para se fazer por aqui! Cquote2.png
Capitão Sarcasmo sobre Jaú
Cquote1.png Essa cidade deveria ser a capital de nosso estado-membro! Cquote2.png
Acre sobre Jaú
Cquote1.png Entra na avenida do Mc'Donalds Cquote2.png
Jauense sobre como chegar em Jaú
Cquote1.png Vou tócar lá e vai lévantar muitcha póeira Cquote2.png
Ivete Sangalo sobre Jaú
Cquote1.png Tem cada sapatos liiiiindus lá. Cquote2.png
Hebe Camargo sobre os calçados de Jaú
Cquote1.png Tem cada sapatos liiiiinduussss Cquote2.png
Francano e Campineiro sobre calçados de Jaú
Cquote1.png Não os conheço, por um acaso é o casal que viajou a Paris e saiu no Psiu anteontem? Cquote2.png
Jauense sobre Franz Kafka e Clarice Lispector
Cquote1.png A cidade do prefeito chique que vai pra França. Cquote2.png
Jauense sobre Jaú
Cquote1.png Jaú é MARAAAAAA!!!!!!!!!!!! Cquote2.png
Seu Ladir sobre Jaú
Cquote1.png Fui él que fiz... Cquote2.png
Paulo Maluf sobre Jaú
Cquote1.png Affe, quanto baiano! Cquote2.png
Patricinha sobre Expo Jaú
Cquote1.png Eu sou chique, tenho até parente lá! Cquote2.png
Bocainense sobre Jaú
Cquote1.png A cidade do Rosa e Rosinha, ta ligado? Cquote2.png
Você tentando mostrar que existem famosos na cidade!
Cquote1.png Sí PáH nÓis cóLa láhH! Cquote2.png
Emo/mano, mescla comum em Jaú sobre Possibilidade de ir a algum dos points da cidade
Cquote1.png Aiiiii fala verdji de novo?! Cquote2.png
Patricinha da Capital sobre Jauense
Cquote1.png Vehrrde! Cquote2.png
Jauense respondendo a pergunta
Cquote1.png Adoro o transito de Jaú, um lugar excelente pra dirigir Cquote2.png
Walterez Macacari sobre Jaú.
Cquote1.png Na União Soviética quem atropela a Walterez Macacari é VOCÊ! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Jaú
Cquote1.png Terra de João Ribeiro de Barros Cquote2.png
Jauense sobre Jaú
Cquote1.png O XV pelo menos já jogou no campeonato nacional Cquote2.png
Jauense sobre Noroeste de Bauru
Cquote1.png Mai quem diabos é João Ribeiro de Barros?? Cquote2.png
Não jauense sobre Jaú
Cquote1.png Ô loco meu!! Cquote2.png
Faustão sobre Jaú
Cquote1.png Jaú é pra Jacú. Cquote2.png
Pica Pau sobre Jaú
Cquote1.png Eu sou de Jaú, vou comer seu... Cquote2.png
Jauense sobre você
Cquote1.png Se eu pudesse eu pescava mil Cquote2.png
Jeremias sobre peixe Jaú
Cquote1.png A cidade que tocam sempre as mesmas bandas de playboys?? Cquote2.png
Qualquer um sobre Jaú

Prefácio[editar]

Jaú foi fundada em 15 de agosto de 1853 e seu crescimento econômico, devido ao imenso plantio do café, tornou a cidade muito importante.

A origem de tudo[editar]

Tudo começou quando o Criador deu origem a Adão e Eva. Plantou no centro do Parque do Rio Jaú a Ciclovia Proibida e disse: "Aquele que ousar pegar sua bike pra dar um rolê na ciclovia proibida vai levar uma puta duma bronca do guardinha!"

Depois de serem expulsos do Parque do Rio Jaú, Adão e Eva cobriram suas partes pudentas com vestimentas negras, mas foram barrados no Jaú Shopping, sendo confundidos com simpatizantes do movimento AT. Já muito depressivos, se atiram no Lago do Silvério, foi quando o Criador compadeceu-se deles e os transformou em capivaras.

Jaú nos dias atuais

Após esse episódio Moisés subiu no monte da Pedreira e recebeu os 10 mandamentos:

  1. Amar o capital sobre todas as coisas
  2. Não adorar saber dirigir
  3. Não pronunciarás em vão o nome de São Criolando
  4. Guardar o sagrado 15 de agosto para ir ao Hopi Hari
  5. Honrarás os cágados e tarugas do Rio Jaú
  6. Não matarás pedestres com Pajero Interceptor V8 à Adamantium próximo à Igreja Matriz (exceto se for a dona da empresa de onibus da cidade)
  7. Não cometerás adultério com os travecos defronte a Meloso
  8. Não virarás um mano assaltante de bolsas de senhoras indefesas no Jardim de Baixo
  9. Não darás falso testemunho de que esta cidade é uma "belezura"
  10. Não cobiçar... (este mandamento foi apagado, pois todos aqui cobiçam tudo, em seu lugar entrou o mandamento: Só trabalharas das 08:00 às 17:00 e terás 2 horas de almoço...)

Então surgiu Noé, com seu diploma da Fatec e seu projeto para a construção de um grande supermercado flutuador, batizado de Jaú Serve. Assim que os animaizinhos subiram de dois em dois e ergueram as mãos para dar glória a Deus, viraram carne do açougue, salaminhos e salsichas. O sacrifício era necessário. E infelizmente o tal do barco não flutuou, já que Noé passava mais tempo no buteco da frente do que frequentando as aulas. (assim como todo Jauense que faz faculdade.)

Caracteristicas[editar]

O nome da cidade tem origem com as viagens dos Bandeirantes paulistas e mineiros às margens do Rio Tietê que desencadeou a descoberta de um ribeirão, chamado de Jaú pelos nativos que alí habitavam conhecidos como Tribo Jah Húúúú. Suas águas barrentas eram o habitat ideal para um peixe chamado (também) de Jaú, é por isso que os moradores da cidade até hoje não sabem quem deu o nome a quem. Porém, existem historiadores que atribuem o nome da cidade a uma palavra do dialeto Guaraniquinzense: JA-HURU onde HURU significa forte e JA significa xulé. A favor desta corrente conta a vocação da cidade em produzir sapatos. Os sapatos de JAÚ são famosos internacionalmente pelo xulé pronunciado e característico que produzem.

De Gaulle disse, ao visitar Jaú pela oitava vez: "como se pode governar uma cidade onde cada cidadão tem sua própria fábrica de sapato, no fundo do quintal...". Ecologistas dizem que a JAÚ está reservado um papel muito importante na preservação do planeta pelo fim da produção de sapatos fedorentos que aumentam o efeito estufa.

Prefeitura Municipal de Jau.

Seu morador mais ilustre foi João Ribeiro de Barros (na verdade ele perde pra D. Cleomar, o visionário Perlatti e o Senhor Silvério, dono do lago), que era um vagabundo sem nada pra fazer e se tornou um aviador ousado que atravessou o Oceano Atlantico a bordo de um hidroavião (que tinha esse nome porque entrava água dentro), sem fazer escala. Assim dizendo, o atlântico pode parecer se resumir a aquele pedacinho entre o Senegal e Natal, mas este oceano na verdade é bem maior. Uma escultura coberta de bosta de pombo do aviador se encontra no centro da cidade. Repousam nessa escultura seu restos mortais. São guardados com vigilância extrema por centenas de pombos, (sinistro né?) daí o esquecimento da população com João Ribeiro, só dá para ver os pombos.

Outro importante acontecimento foi a implantação do grande polo produtor de neve preta (conhecido também como carvãozinho), produto gerador de sujeira nas residencias e asma em crianças e idosos.

Dizem também que é a Capital do Calçado Feminino mas uma só fábrica grande produz mais sapatos do que todas as de Jaú juntas.

Outro orgulho da cidade de Jaú é o seu time natal, o XV de Jahu, que já trouxe muitos títulos de grande nobreza para a cidade como campeão da 57º Divisão.

Jaú também vai entrar para o Guinness Book como a maior compradora de brinquedos Lego do mundo. Para o que vai servir ninguém sabe.

Outro motivo para ir para o Guinness Book é que Jaú com certeza é o único lugar do planeta que quando chove muito, como nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, falta água nas casas na metade da cidade.

É uma cidade de sobrenomes bem variados, porém apenas os "importantes" participam do Censo, saem no jornal, no rádio, na revista Etapa, etc. A palavra IMPORTANTES foi grafada entre aspas por que Jaú realmente não tem ninguem importante de verdade. Um figurão de Jaú fora de seu feudo é apenas mais um playboy metido um pouco mais chato que os playboys de outros lugares.

Geografia e Trânsito[editar]

Jaú está localizada no coração, ou talvez um pouco mais abaixo, no umbigo, do Estado de São Paulo. Sua população é constituída por caboclos, negros, brancos, menininhas ti-ti-ti, enfermeiras, japoneses jogadores do XV de Jaú, manos, emos, calçadistas, calçadistas manos, calçadistas emos e calçadistas com som de R$ 3000,00 no carro. Uma parcela significativa e influente é formada por maconheiros. Existem os novos maconheiros, e os maconheiros quatrocentões. O fumo pode ser o mesmo, mas eles não se misturam. Digo, os maconheiros.

Sua área urbana é grande e conta com várias províncias: Airosa Galvão, Airosa Morumbi, Airosa York (esta dividida em Airosa Soho, Airosa Village, Airosa Italy e Airosa Central Park), Jardim Padre Augusto Sani ou Afegani-Sani, Jardim Pedro Ometto (vulgo "Lagoínha"), Jardim Orlando Ometto ou Orlando-gueto ou ainda Orlandão (Giria comum dos quatrocentões maconheiros que andam de Audi velho rebaixado ouvindo Funk achando que são novinhos) e Pouso Alegre de Baixo (e tem também o de Cima, mas este menos conhecido).

Sua distribuição de renda é bem justa e apertada, levando em consideração que a parte mais carente da população, utiliza do espaço e condições geográfica para descolar um troco, como é o caso do Jardim São José, bairro de uma única entrada e saída, onde alguns moradores adotaram o pedágio do "ninguém entra ninguém sai sem pagá, tá ligado?".

Seu relevo é extremamente acidentado em forma de vale, por isso andar de bicicleta é um pé no saco. Como a cidade foi planejada com critérios inovadores, o número de acidentes é muito pequeno, pois fica impossível bater com o carro parado no trânsito, a única exceção a essa regra é Walterez Macacari, que tem imunidade judiciária e sai atropelando de forma brutal pedestres inocentes sempre que está entediada ao volante. Ícone do esporte local, capitã do time de boliche de velhinhos.

Outra curiosidade, ainda no trânsito, são os "verdinhos". São Guardas Municipais de Trânsito dotados de poderes surpreendentes, como aparecer do nada, sem fazer nenhum barulho e visão de super-mega-hiper-blaster-plus-advanced alcance, que pode ver você sem cinto de segurança a uma distância de 4 quarteirões. Quando surgiu o boato sobre a "onda verde" todos achavam que seria uma nova forma de operação dos semáforos. Ledo engano. Inexplicavelmente nenhum verdinho estava por perto quando a Walterez Macacari assassinou metade dos pedestres de Jaú em um treino para sua participação no X-Games.

Esqueça tudo o que você aprendeu na autoescola. Em Jaú tem preferência quem vem da esquerda. Além disso, nas rotatórias, onde está escrito PARE no chão, não acredite muito: dependendo da sua via, o PARE significa "acelere para cruzar" ou então "espere até que todos os carros da cidade passem na tua frente". Desobedecendo essa imbecil tradição, a porrada é certa. Se não souber qual atitude tomar, pergunte ao verdinho em cima da árvore. Seta é artigo de luxo!

Jaú também pode ser conhecida como a Londres brasileira, afinal em ruas como a 13 de Maio, Marechal Bitencourt, entre outras, não importa a velocidade, o condutor do automóvel de 4 ou mais rodas sempre se mantém à esquerda fazendo com que os motoqueiros ultrapassem pela direita e levando multas pelos verdinhos escondidos por entre as árvores. Esses mesmos motoristas quando enfileirados numa rua ficam um a direita e outro a esquerda impedindo a passagem dos motoqueiros transformando o trânsito em algo ainda mais caótico do que o habitual, só abrem passagem quando avistam a Walterez Macacari pilotando sua Pajero Interceptor V8.

Há rumores de que nos próximos meses, haverá uma corrida para definir o maior motorista-assassino de Jaú. O percurso já está definido, começa na Avenida Ana Claudina, passando pela Avenida Zezinho Magalhães e rua 13 de maio, chegando a avenida do Shopping, e terminando dentro do kartodromo (onde há uma grande quantidade de pedestres perdendo peso). Aquele que conseguir matar o maior número de pedestres em menos tempo, levará o caneco. Os ingressos para o certame (se você tiver coragem) custaram por volta de 15 reais e a renda será revertida para a polícia, custeando as respectivas fianças dos meliantes!

Vida cultural[editar]

A vida cultural em Jaú tem uma ampla opção de escolha, que chama públicos de todas as idades e de todos os gostos musicais: Pode-se ouvir desde um caipinha até um som emo. O principal gosto musical é o rock representados por 93 bandas covers e sem sucesso.

Arte: Inváriaveis obras podem ser contempladas tendo autores renomadíssimos que vivem entre nós, mas nunca hemos de conhece-los, pois são os vandalos que enfeitam nossa cidade de cabo a rabo, outra opção de arte visual é em época de eleição tendo aqueles digamos... aqueles lindos rostos estapados naqueles cartazes fabulosos. Ainda em artes visuais, podemos comtemplar dos prédios históricos que ficam no centro estando em perfeitas condições e sem nenhuma modificação moderna.

Dança: Mais voltado para o público jovem (pois quem é velho em Jaú fica no portão contando da vida alheia), há invariavéis e pomposos passos.

Cinema: Com muitas opções e estréias fantásticas, os cinemas de Jaú aindam valorizam o jeito pacato e terno da cidadizinha do interior que podemos chamar de Peter Pan (pois nunca cresce). Estes são os nossos cinemas, dignos de serem como os cinemas de antigamente! (Ainda temos reprises de filmes do Charles Chaplin e lançamentos como Rambo II e O Vento Levou). Um detalhe interessante dos cinemas de Jaú, é que todos os filmes sem exceção entram em cartaz com suas versões dubladas. O motivo desta imbecilidade é que segundo os gestores destes cinemas, a grande maioria dos jauenses tem preguiça de ler as legendas,ou são analfabetos, tornando ainda mais agradável ir ao cinema em Jáu, o que muitas vezes obriga ao Jauense não analfabeto, espécie em extinção, a ter que se dirigir para outras metrópoles, para só assim, conseguir assistir aos filmes em suas versões legendadas.

Em suma a cultura jauense é vasta e dignificante. Para o cidadão jauense ser influente na sociedade e ter uma bagagem cultural, basta ter um carro novo, mesmo que financiado à prestações de perder de vista... Na periferia, a onda é fazer churrasco na calçada, de preferência na frente de bares, impedindo o pedestre de passar por ali, ao som dos sertanojos tocados num aparelho de última geração adquirido em 36 prestações nas Casas Bahia. E tome cerveja, das mais baratas.

Gastronomia[editar]

Jaú tem inúmeras opções para os gourmet's que alí vivem. Claro, desde que o nível de exigência seja bem baixinho. Pizza, por exemplo: Temos desde as nojentas até as horríveis, as que lembram sola de sapato (a cidade recicla), e as que tem textura de papelão. Também temos vários Tempero Manero's que atraem muitos turistas a um restaurante que existe em todo o mundo. McDonalds idem.

De diversas partes do país e do mundo, podemos degustar das mais deliciosas e maravilhosas iguarias e pratos que vão desde o arroz e feijão que vem das cestas básicas dos trabalhadores de calçados, até ao churrasco da lage de domingo que dura até o outro domingo. Para quem trabalha o dia todo pode, ainda, degustar desde churros até aqueles deliciosos hamburgueres que são vendidos em diversos pontos bem localizados e com agradável aroma à beira do Rio Jaú. De sobremesa, ainda ali no centro, podemos ir na Sorveteria do Pereira ou se estiver sem dinheiro, pode ficar ali mesmo no Jardim de Baixo até dar o horário de voltar pra loja.

Esportes[editar]

Cidade do grande, enorme, fabuloso, XV de Jaú, que ja chegou a disputar campeonatos consagrados e muito importantes no cenário nacional como o... enfim, é um time com uma grande história e que não se prende somente ao seu passado.

A cada ano que se passa mostra-se um time muito forte e competitivo para disputar a conhecida internacionalmente série A2 A3 B1 do Campeonato Paulista ao lado de grandes times conhecidos mundialmente por seu nivel técnico como o Catanduvense, Comercial e Monte Azul.

O XV é um time que mantem raízes muito fortes com a cidade, tanto que de todo seu elenco apenas 85% do jogadores vieram do Japão, 12% são nordestinos que tentam a vida no estruturado estado de São Paulo, 2,8% são jogadores com 42 anos ou mais de idade com um passado muito glorioso e por opção resolvem depois de algum tempo encerrarem suas carreiras no " grande " XV de Jaú, e o 0,2% dos jogadores restantes são Jauenses filhinhos de papai que não tem oque fazer da vida e acabam indo brincar de jogar futebol no famoso estádio Zezinho Magalhães.

Destaca-se também a minuscula e chata Torcida Galo Mania que tem como presidente uma pessoa de "pulso firme" que abaiana todos os jogos no Zezinho Magalhães entoando o saudoso grito de guerra da torcida "Caixara de forfo, cigarro de paia, carganha de grilo, três veiz cinco é quinze, quinze de Jaú".

Temos a Galunáticos que apóia o XV de Jaú em todas as partidas em Jaú e fora. Com sua sede anexa ao Célio Sports Bar realiza todo sabado a tarde a venda de espetinhos, o ESPETOG.

Economia[editar]

Possui uma economia diversificada, baseada na produção de cana, sapatos, cana, sapatos, cana, materiais para fabricação de sapatos e cooperativas sucro-canavieiras-calçadistas.

Todas essas atividades tem em comum o uso de trabalhadores sem direitos. Os trabalhadores do setor de calçados são divididos da seguinte forma: 80% manos e 20% minas. Já no corte da cana são utilizados paraíbas, baianos cearenses e outras variedades de cabeças chatas. A única diversão desses trabalhadores é parar nos botecos pra encher a cara de cachaça, quando estão retornando do serviço. Por conta disso são fatos comuns esfaqueamentos, esfolamentos e outros tipos de confronto, nos arredores dos botecos.

Funcionários públicos atenciosos, de mentalidade servidora mesmo, são também comuns na cidade (você não acreditou mesmo nisso, né?).

Leitoa à passarinho e frango frito são importantes na economia da cidade, mais precisamente na província progressista de Pouso Alegre de Baixo, que representa 154% do PIB local. Há também, na cidade, uma grande concentração de trabalhadores noturnos. Principalmente atrás da Meloso e na avenida Zien Nassif, onde achamos grande quantidade de travestis, transexuais e mulheres de vida fácil (fácil?). As mães de alguns moradores ilustres começaram sua difícil vida fácil nessa ocupação, motivo pelo qual as atuais não são reprimidas no seu 'trotoir' diário.

Os donos de lojas de vestuário arrecadam a maior parte de seu rico dinheirinho com os boys e patys que comandam a cidade, comprando roupas de "marca" adquiridas na 25 de Março e revendidas aqui com suas etiquetas trocadas e preços triplicados. E para você ser bem quisto, são necessárias roupas equiparadas a Fashion Week, compradas é claro, nas lojas mais badaladas do centro. O estilo é bem básico, micro saia, salto agulha, top e aquele cabelo que levou meses pra ficar pronto.

Política[editar]

A política em Jaú é dividida em a turma dos contra e a turma dos a favor. Quando a turma dos a favor está no poder a turma dos contra vive metendo o pau neles e certa emissora de rádio também. Quando muda e a turma dos contra vira turma dos a favor, aí metem o pau na que se tornou a nova turma dos contra, a rádio também. Só tem um empresário que está sempre a favor, desde que isso renda alguma coisa para a sua empresa. Nesse campo a vida jauense é bemmmmmm monótona.

O grande problema do político Jauense é que ele pensa que é importante, sem se dar conta entretanto de que ele nada faz para melhorar a cidade.

O político Jauense em suma é um morador de feudo que sonha ser importante e poderoso mas nunca vai ser levado a serio por aqueles que são realmente poderosos.

Não podemos nos esquecer de que em Jaú o coronelismo ainda vigora. Temos um velho sapo gordo, que sempre se intromete na política e admite que não tem vergonha de ser chamado de coronel!!!! Ele diz que sente orgulho de ser chamado assim, porque (segundo ele) foi o prefeito que realizou as MAIORES OBRAS de Jaú. Coitado! Já morreu, que Deus o tenha e que o diabo o mantenha.

Temos também a Tucanada, que há um tempo já estava no poder, aquela turma que realiza obras com a empresa do empresário que sempre está a favor, que desenvolve, constrói pontes, rotatórias, alças de ligação, arboriza e embeleza a cidade (mas só pelos arredores do maior supermercado da cidade hehehe). Sem falar, no recape das ruas do centro e as que ligam os bairros ao supermercado. Ótima obra, porém em lugar errado, no Jardim Cila Bauab era possível praticar Rali off-road 4x4, um local propício para as peripécias de Walterez Macacari com sua Pajero Interceptor V8.

Temos um estranho jovem estudante de Direito, dono do Big Foot, carinhosamente apelidado de Chupa-Cabra. Vereador mais votado da penúltima eleição, e desbancado nas últimas eleições para prefeito pelo repugnante prefeito que adora uma propaganda do seu governo por volta de 280 votos!

Agora temos o prefeito que gosta de brincar de Lego e adora uma propaganda do seu governo. Mesmo não fazendo nada, a publicidade está por todo lugar. Alguns já ousam em dizer que a intenção dele é colocar propaganda em todos os outdoors da cidade, em todos os meios de comunicação; alguns dizem que ele é primo do Hugo Chavez. A verdade é que brevemente será erguido um monumento em homenagem aos 20.000.000.000.000 quilos de "sarchicha" jogados às pobres e poluídas margens do velho de guerra Rio Jaú. Ativistas de movimentos ambientais protestaram para que, antes do descarte dessa enorme quantidade de carne, tais linguiças servissem de coleiras naturais a cães de camadas carentes da cidade, mas suas reivindicações não foram ouvidas. E o que dizer do carnaval? Dizem que as notas fiscais saíram voando pela janela da prefeitura, em forma de aviõezinhos, num dia em que São Pedro estava temperamental e decidiu providencar grandes lufadas de vento naquelas proximidades. Ninguém se feriu, mas as notas até hoje, ninguém viu.

Índice de Mortalidade[editar]

Ganhando disparado de gripes, resfriados,dengue, cancer de próstata, aids e assassinatos brutais estão os playboys que se matam tirando racha com o carro do pai. Atropelamento é um esporte em alta na cidade.

Mas como a Walterez Macacari está solta pelas ruas o número de pedestres inocentes brutalmente assassinados por sua Pajero Interceptor V8 usinada em titânio com pontas e laminas de adamantium saindo da frente e das laterais, tem aumentado muito e logo vai passar o de playboys que morrem em meros rachas.

Agora com Paulo Eduardo Veratti Diz e seu Civic Cruiser torpedo a cidade não pode mais se gabar de ter somente uma matadora em série no transito. E com a ajuda do (dinheiro) pai dele ele ainda vai ficar de folga da cadeia.

Vestuário[editar]

Veículo comum nas ruas de Jaú

Com pouquíssimas exceções o traje masculino predominante na noite Jauense é sapato, calça e camisa social. Pode estar rolando um show do MOTÖRHEAD que os caras vão aparecer desse jeito lá! Mesmo porque o Jauense típico que é um "playboy wanna be" nem faz ideia do que é Motörhead, então pra ele tanto faz.

Já as fêmeas Jauenses se vestem em toda sua elegância e exuberância para atividades sociais raras como ir na padaria, na locadora, ao supermercado, ao shopping ou à igreja aos domingos.


Jaú Shopping[editar]

A alegria da criançada, dos emos e dos manos nas noites de domingo. É sem dúvida nenhuma o prédio mais antigo da cidade tendo em vista que a sua construção se iniciou no período pré-cambriano e a pedra fundamental foi colocada pelo próprio Noé da bíblia.

Sua construção é de uma simplicidade complexa tão genial que demorou eras pra se chegar a um consenso sobre como deveria ser sua arquitetura, Arquimedes e o próprio Pitágoras deram sugestões para a planta. No ímpeto desesperado de terminar o shopping antes da próxima era glacial eles decidiram construir de qualquer jeito mesmo. As escadas rolantes exitentes em toda a cidade se encontram no Jaú Shopping.

Sua maior atração é a Disciplina Shoppiniana. Trata-se de regras que divertem a quem visita, como "É proibido parar nas rampas", "É proibido sentar com as pernas abertas", "É proibido parar pra conversar na rampa", É proibido parar pra conversar nos corredores", "É proibido andar de mãos dadas e/ou abraçado", "É proibido rir alto", "É proibido segurar-se no corrimão da escada rolante", "É proibido andar em turma", "É proibido andar em turma que se veste de camiseta preta", "É proibido conversar em rodinha", "É proibido olhar para os seguranças" ou "Você só pode usar a escada rolante uma vez a cada 10 minutos!". O horário de funcionamento é das 10:00h às 22:00h, mas às 21:00h os seguranças pedem pra você sair, principalmente se você estiver só passeando (hã?). Mesmo porque quase todas as lojas fecharam ou faliram, já que jauense com dinheiro vai nos shoppings de São Paulo.

Devido ao seleto grupo de frequentadores do local, o Hospital Amaral Carvalho faz planos para a construção de um novo hemonúcleo nas dependências do recinto.

Também, próximo ao local, existe uma micro praça, perto da ponte inaugurada só pra dar mais movimento no super-mercado Jaú Serve. Essa praça, é geralmente freqüentada pelas crianças da Eq Karma, uma equipe de vitimas de convulsão, que se contorcem dançam ao som de pa-panamericano. a Eq Karma, é comandada pelos TeletubiesCebolny (pessoa cujo nome inteiro seja desconhecido). Lá também tem emos, manos, minas, depressivos, pedófilos azaradores, cheiradores de gatinho, bebedores de balalaika, otakus viciados em naruto, e meninas no cío.

Lual dos Emos[editar]

Geralmente realizado na praça do museu ou ao lado do posto São João (perto da rodoviária) todos os sábados, o luau conta com jauenses e barrabonitenses emos que se juntam para beber, cantar NX Zero, cheirar pó e subaco alheio, chorar e fumar narguile com essência de cereja.

Lago do Silvério[editar]

Um lago lindo, construído por Waldemar Bauab durante um arranca-rabo eleitoral contra seu eterno arquiinimigo Sigefredo Griso, suas águas têm uma coloração feijão cozido, dos 98 postes de iluminação, apenas 2 possuem lâmpadas, os bancos de concreto foram cuidadosamente pintados de rosa, azul, amarelo e branco (parece fachada de escola pública infantil), não é permitido nadar, andar de bicileta, pescar, não pode alimentar os gansos e as marmotas, não pode correr, aliás, não pode nada, porque se bobear, vai tomar mordida das 19 capivaras selvagens que habitam o lago. Você pode, entretanto, tomar um delicioso caldo de cana já que cana é o que não falta nessa cidade e comer um churros (aquele mesmo, que você sabe que o óleo tá estragado, mas come porque o Jornal de um senhor feudal de Jaú, ainda não públicou nenhum registro de morte por essa causa). Você pode observar os manos, as minas, e algum emo de cabeça baixa andando rápido (com medo dos manos).

Cogitaram-se projetos para esvaziar aquela joça e fazer um estacionamento, mas manter um buracão gigante cheio de água suja sai bem mais barato. A única serventia que encontraram pra essa desgraça foi usar as redondezas como drive-in grátis. Quem ta a fim de dar uns pegas na namorada ou em alguma vagabunda qualquer que saiu com você só por causa do seu carro, pode estacionar ao lado dos Fiats 147 de luxo que sempre estão por ali e mandar ver.

Um fato trágico relativo ao lago deve ser mencionado: Uma semana antes de sua inauguração um morador de um bairro abastado das redondezas decidiu nadar ali e morreu afogado, o fato teve ampla exposição na midia local (saiu ate no horário político). Desde então o local é assombrado pelo espírito vingativo do pobre mancebo, as capivaras do lago são na verdade guardiãs infernais de seu espírito inquieto. Esse infeliz acontecimento conferiu o apelido de "Cristal Lake Jauense" para o Lago do Silvério.

Kartódromo[editar]

Desativado após vários acidentes de filhinhos de papai que sonhavam em ser Airton Senna um dia mas só esbugalhavam seus karts capotando numa curva que até a minha avó seria capaz de fazer e devido ao asfalto ficar pior que o das ruas de Bauru ou da superfície de Marte devido às várias edições da EXPOJAU realizadas naquele recinto, se transformou num Passeódromo.

Ali é comum encontrar pretensos membros da geração saúde, velhos com andador, gordinhos(as) de plantão e gente que não tem o que fazer, 'se exercitando', e se coloca como um dos únicos pontos dos planos da cidade, o que é propício para se andar de bicicleta, mas esse ato é proibido. E muita atenção! Tome cuidado! Walterez Macacari ainda pode aparecer lá pra dar uma voltinha dirigindo sua Pajero Interceptor V8 assassina!.

Em ocasiões específicas, vira palco de grandes shows, atraindo milhões de manos. Ás vezes ocorre o evento mais esperado do ano, ou seja, a Competição de Porta Malas de Carro, muitos caras por aqui depois de passar nescessidade e fome por um ano inteiro equipam o porta-malas com caixas de som de fazer as danceterias ficarem com uma pontinha de inveja e botam uma luz neon ridícula embaixo do carro pra dar aquela aparência modernosa "Velozes e Baianosos".

Parque do Rio Jaú[editar]

O local conta com um incrível telefone público com formato do peixe jaú. Tem apensas uma ciclovia, mas não pode andar de bicicleta nela, ou seja, quem tem bicicleta em Jaú só se fode, tendo em vista que metade da cidade é subida e a outra também! É palco de enchentes nas épocas chuvosas que acaba com a fauna e a flora do parque. O Greenpeace ja até invadiu o local com seu navio, pelo Rio Jaú, protestando por melhores condiçõe




Jardim de baixo ou Praça da República[editar]

Praça bonita e muito frequentada no horário do almoço. Geralmente os frequentadores se dividem em loucos, mendigos, pedintes, andarilhos, pedintes, programadores frustrados, administradores de sistema frustrados e trabalhadores do comércio em geral. Destes os mais assíduos são:

  • Irmão do Mussum (ele fica de olho na sua latinha de refrigerante. Quando você a descarta ele vai pegar)
  • Mano carioca (fala mal da cidade do dia inteiro mas não vai embora nunca. Talvez pra não perder seu super salario de 600 reais que ganha passando cola em sapato)
  • Mano cantor (mendigo lesado que fica entoando canticos que vão de Zezé de Camargo e Luciano até Raul Seixas. Curiosidade: ele anda com seu proprio copinho de plástico sujo de coco. Não deixe-o ver bebendo qualquer coisa se não ele bota o copinho na sua cara e pede um golinho.)
  • Mano que pede 50 centavos (todo dia mesma historia "me arruma 50 centavos senhor? Na humildade." ou "Me arruma um cigarro desse ai então, senhor?")
  • Jardineiros (jardineiros da prefeitura que passam 20 minutos do dia varrendo a praça e o resto do tempo eles dormem em cima do coreto)
  • Mocinhas feinhas contratadas da Tanger ou Pernambucanas (tentam te empurrar a qualquer custo um fantastico cartão da loja que da direito a descontos incrives de 0,0000568%)

Noves fora, ainda assim é uma boa pedida comparada com a praça da matriz que abriga em suas arvores trilhões de pombos prontos para cagar em você a qualquer momento.

Uma obra de arte centenária e imperdivel é o chafariz do menininho mijando, cobiçada até pelo museu do Louvre em Paris- "Eu sempre ouvi falar de chafarizes de menininho mijando, mas nunca achei que existisse um de verdade! Nunca achei que alguem teria o mau gosto nescessário!" Disse o diretor do museu.

O Novo Jaú Serve[editar]

Único supermercado do planeta em que as pessoas põem a melhor roupa que possuem para ir fazer compras. Muito moderno, com tecnologias buscadas no Zimbábue e Angola, o novo supermercado é atração não só municipal, como também regional.

Pessoas que não estejam bem vestidas e que não pertençam a burguesia da cidade não podem aparecer por lá, até porque os seguranças do local impediriam a entrada delas. O mega hiper supermercado trouxe muito desenvolvimento àquela região. Não pelo fato de ele ser de propriedade do ex-prefeito municipal, coincidentemente todo o arredor do supermercado foi melhorado e reformado, pouco tempo antes de o mesmo ser inaugurado. Nessas reformas, Jaú entrou para o livro dos recordes como a região que mais possui rotatórias inuteis por metro quadrado do globo terrestre.

O novo mercado também tem uma ligação do com Jau Shopping, por uma incrível passarela blindada. Eles a fizeram blindado, porque ja está confirmado que, na próxima vinda do Papa ao Brasil, ele ficará acenando ao público bem daquela passarela, onde estará protegido de ataques terroristas, ataques de emos e ataques de manos.

Igreja Matriz[editar]

Padre Chiquinho

Patrimônio tombado, descascado, empoeirado e todo ano o pessoal faz buracos em frente a igreja para montar barraquinhas da Festa das Nações. A parte de dentro do recinto é muito bonita, mas se estiver afim de visitar é bom entrar correndo feito um louco pois a chance de tomar uma cagada de um dos 800 milhões de pombos que habitam o local é muito grande.

Durante muitos anos a Igreja Matriz foi controlada com punho de ferro pelo impiedoso Padre Chiquinho, que usava de seu poder político como líder do clero Jauense, persuasão e chantagem ameaçando tornar públicos segredos bizarros ouvidos no confessionário, para impedir peças de teatro, shows e eventos que ele considerava impróprios ou imorais.

Fazenda Mandaguahy[editar]

Fazenda Colonial da época de ouro do café. Dá medo se hospedar lá, pois dá a impressão que a qualquer momento da madrugada, um daqueles velhinhos nada simpáticos dos quadros, poderá aparecer e cobrar todos seus pecados. Marque uma horinha para visitação se não quiser tomar tiro de sal. O problema é que ninguém sabe como marcar a visitação.

Estádio Zezinho Magalhães[editar]

O grande monumental do XV de Jahu, é onde ocorre as mais emocionantes partidas da região. Contando sempre com 90% de seus jogadores sendo japoneses, é a maior diversão ir ao estádio com a família e ver o XV, como sempre, tomando uma lavada. Sem contar a narração emocionante via rádio sempre oferecendo um gole gelado de Soda XV a cada gol, na maioria das vezes, do adversário se nao for contra dos zagueiros .

Cemitério Municipal[editar]

No cemitério, o único da cidade e que está com a capacidade esgotada, tem o túmulo do Criolando. Visita obrigatória para quem tem causas impossíveis a serem resolvidas. Só que tem que levar um cavalinho de pau para colocar lá no túmulo, porque o falecido andava assim pelas ruas.

Tem também o túmulo da caveirinha: coloque seus dedos nos dois orifícios dos olhos e faça um pedido. Até hoje ninguém alcançou graça nenhuma e, tampouco, acha graça nisso, mas faz. Tem também o túmulo da noiva, que ninguém sabe direito onde é ou quem foi, mas só para não perder o costume de contar aqueles causos tããão medonhos com loiras de cemitério.

Em Jaú há a grande possibilidade de você se tornar imortal. É que pela falta de espaço no cemitério, vai ser proibido morrer. E ai de quem descumprir!

Há também a possibilidade de encontrar mendigos se reproduzindo ao adentrar o território do Cemitério, claro que se você não tomar uma picada de escorpião primeiro

Barra Bonita[editar]

Cidade vizinha. Lugar para homens casados passearem de domingo a tarde e sexta a noite quando dizem para as mulheres que estão jogando futebol com os amigos e para as mulheres casadas nos sábados a tarde quando dizem pros maridos que vão no Território do Calçado. Conta com um enorme xopi centi com mais de 3 lojas e 2 fliperamas quebrados, um delicioso aroma proveniente do Rio Tietê. Lá não tem cinema, não tem nada, mas é otima para enganar a patroa de fim de semana apesar do nome barra bonita nao tem nenhuma mulher bonita no local

O Kit bobão do sapateiro emergente Jauíno[editar]

Todo calçadista jauense emergente, o famoso novo rico mas na versão sapateiro, para entrar pra tchurminha dos bons tem que adquirir um kit bobão. E esse kit é constituído por:

  • Amante loira ao estilo expressionista da Escola Parisiense. São mulheres que de longe chamam a atenção e até há quem diga que são admiradas, não pela beleza, é claro, mas pelas formas desconexas, de quadril extra largo e rosto judiado. Quando observadas de perto, destacam-se as imperfeições cutâneas (celulites aos montes, estrias e pelancas espremidas dentro de calças muito justas compradas nas lojas chiquérrimas do centro da cidade). Normalmente são secretárias de meia idade, encalhadas, mal sucedidas e que usam calça cintura alta posicionada de 3 a 7 cm (no máximo) abaixo da linha limítrofe do peito caído.
  • Sítio na beira do rio. Item obrigatório no kit bobão. É normalmente usado para reunir outros sapateiros também detentores do kit bobão e seus familiares. Por vezes também frequentado por colunistas sociais (boca livre, não é?) e muito raramente pelas amantes.
  • SUV importada financiada em 180 meses pela BV. Quanto maior, melhor. Esse é o lema. A SUV é essencial ao kit, pois é com ela que o sapateiro emergente leva a amante no Dream’s Motel. É tipicamente financiada pela BV, a mesma financeira na qual financiou todos os 72 Gols velhos com motor AP inquebrável usados para passear no Bobódromo (Av. Ana Claudina ou Av. Do McDonalds, como é conhecida pelos jauínos). E por falar em SUV, quem dos jauínos, pedestres, meros mortais, nunca se deparou com uma vadia loira de óculos de mosca ou um bombadinho de regata apertadinha (mamãe olha como eu sou forte), o típico Johnny Bravo, que compraram o veículo, a carteira de motorista, mas não as setas? Aliás, nos utilitários importados, as setas são opcionais geralmente ninguem usa.

Etec Jau[editar]

2% de toda a população ja cursou informatica na etec jau, com isso a cidade tem um potencial em programação muito grande, tendo conquistado medalha de ferro em programar páginas na web, e medalha de papel em Microsoft Word nas olimpiadas de computação com windows vista. Os outros 98% estão divididos entre enfermagem e nutrição que por sua vez não serve pra p*rra nenhuma.

Revoluções[editar]

Revolução Chiquinhoniana[editar]

Esta revolução iniciou-se com a construção do primeiro motel da cidade, o Dream’s Motel. No período pré-Revolução Chiquinhoniana, o sexo, na cidade, só era permitido para casados. O sexo entre solteiros/namorados/noivos era absolutamente proibido, mesmo que fosse feito em segredo. A fiscalização era feita pelas beatas de plantão e as farmácias tinham que relatar, detalhadamente, a venda de preservativos, em livro próprio, a ser entregue semanalmente, na secretaria da Igreja Matriz. O único lugar em que o sexo de não casados era permitido era nas casas de meretrizes freqüentadas pelos coronéis (hahaha!!) do café, nos arredores da rodoviária. Caso solteiros fossem pegos fazendo sexo ou descobrisse-se que fizeram sexo, os participantes eram condenados a pena máxima: sair no Psiu, coluna social local. A evolução da sociedade jauense (agora eu ri alto) levou à Revolução Chiquinhoniana, que rompeu com as amarras impostas pelo Padre Chiquinho e seu exército de beatas. Um dos momentos mais marcantes dessa revolução, para além da construção do primeiro motel na periferia da cidade, se deu com a publicação, pelo Jornal Local (o mesmo que publica o Psiu), de uma reportagem sobre a prostituição no município, com a bombástica entrevista de uma Senhora Meretriz. Com a saída do Padre Chiquinho da cidade, a sociedade jauina seguiu para uma nova era, mercada pela inauguração do Dream’s Motel, acompanhada pela TVS, que transmitiu ao vivo para todo o Centro Oeste Paulista, a movimentação nos quartos... sem cortes.

Ainda hoje, em alguns pontos isolados da praça da Matriz, por volta das 15:30, após a reza do terço, é possível encontrar pequenos focos de manifestantes formados por antigos oficiais do exército de beatas do Padre Chiquinho.

Points e Eventos[editar]

Bar do Português[editar]

Esse bar botecão está causando: causando esvaziamento da Shed, Jardim e outros; causando multas por estacionamento proibido aos frequentadores; causando sérios tumultos no trânsito; causando barulheira infernal à vizinhança; causando aparecimento de candidato fazendo propaganda política tocando jingle no úúúrrrrrrrtimo; causando circulação de babacas com sonzão de R$30.000 para chocar as minas; causando divórcios, pois é só a mulher de um calçadista saber que ele foi lá e pronto! Deve ser pela quantidade de mulheres oferecidas que lá frequentam...

Bom, temos o chopp. O estranho é que por mais que voce tome, não fica bêbado e nem dá ressaca. Por que será? O segredo está na camada de espuma de sabão colocada na metade do copo de chopp. É como se você bebesse água de tão levinho. O bar está inovando pela venda antecipada de chopp. Uma espécie de caderneta de poupança etílica. Você chega lá, sóbrio, compra 50 chopps com desconto, recebe uns "vale-chopp" e vai trocando pela bebida. Faturamento garantido e antecipado, inclusive evitando filas, o que vai contra a lei do drive-thru do povo jauíno. Desconfie se um guardador de carro na porta estiver oferecendo vales-chopp pela metade do preço: podem ser falsos!

Se você precisa ser visto, não deixe de ir. Vá lá e fique na porta mesmo, na rua, é de graça, você não consome porra nenhuma e tá dando pinta num lugar novo. Vai ter um MONTE de gente igual a você fazendo isso, sem constrangimento. Estão lá as garotas "kit-balada" comprovando o fato. São figurinhas que se destacam na multidão. Estão sempre nos lugares enquanto ainda são novidade, mas se de repente elas desaparecerem, cai fora que o lugar micou. Em seguida, provavelmente o bar será invadido por emos e manos (não necessariamente nessa ordem).

O bolinho de bacalhau é uma iguaria muito pedida no botecão. Caso seja seu intento provar um, leve uma bela lente de aumento para poder encontrar o danado do peixe. É como mulher virgem, existe sim, mas ninguém nunca viu. O molho de pimenta com alho é muito bom. Só não tente roubá-lo, pois já existe um cachorro dedo-duro treinado pela equipe do bar que é PEIDO-GUIADO: nos dias seguintes o cachorro vai te achar pelo faro, esteja onde estiver, num raio de 10 km.

PRECAUÇÂO! Caso vá com sua esposa ou namorada, saiba que devido a quantidade de putas e assemelhadas que lá frequentam, sua mulher pode ser confundida com uma dessas e, eventualmente, pode levar uma mão na bunda ou coisa pior. NÂO VÀ FICAR NERVOSINHO! Caso aconteça, casque a mão numa outra pra descontar.

Pista de Skate (ao lado do Ginásio)[editar]

Lugar onde todo os emos de Jaú se reúnem. Emos e góticos revoltadinhos se reúnem lá para chorar e tirar "FoTtENHaaS FoFuUxXAXx". Como a pista de skate fica em frente ao Shopping, você sempre vai ver um gótico vestido de preto com um fone de ouvido rondando por aquela parte da cidade.

Pista de skate? Tem que ter mano, porra! Eles também aparecem fazendo pixações do tipo: "Maria Luiza 4, Vida Loka é nóis que tá!", "Magalhães Comparecendo, é tudo nosso sangue bão".

Avenida Ana Claudina[editar]

Localizada na entrada de Jaú e saida um dos unicos jeitos de escapar da cidade conhecido como Bobódromo (um lugar onde todo mundo fica parado, com cara de bobo, vendo os outros carros (que passam pra tirar sarro com os que estão com cara de bobo), é um lugar onde os jovens se reúnem nas noites de sexta-feira. Nesse dia, o público faz um festival de quem tem os altofalantes do carro mais rachados, escapamento de moto mais estourado e namorada com mais pneus/estrias/celulite. Você pode adquir lembrancinhas da Avenida para se lembrar da cidade como um olho roxo, um braço quebrado ou até uma ingresso bônus para visitação na Santa Casa da cidade. É o unico local onde você ve a polícia trabalhando, ficam pegando meninas e travestis para fazerem chupeta pra eles enquanto a populaçao fica sem segurança. e a avenida do mc donalds

Choperia Jardim[editar]

Bar que está em desuso, meio caído, mas ainda é um lugar onde você pode mostrar que tem um tenis da hora, camiseta apertadinha, relógio quadrado, essas coisas. É onde se localiza a maior concentração de Playboys, Patricinhas e Cuzões por metro quadrado na cidade.

Se você não se enquadra nesses requisitos e ainda quer visitar o local fique tranquilo, 53,4% das pessoas que frequentam a Choperia Jardim também não se enquadram nisso, são calçadistas frustrados que depois de passarem cola em sapato o dia inteiro, vão para casa, tomam banho e aderem ao traje padrão do local, eles dificilmente são descobertos quando bem fantasiados de Playboy. Além do que eles tomam toda a calçada e fecham o trânsito do cruzamento das ruas, deixando os que não frequentam o local bastante irados.

Companhia, Shopping e Território do Calçado[editar]

Locais aonde os produtos vendidos são: Sapatos, calçados, vestimentos para pés, sapatos, calçados...

A Cia. do calçado é um estabelecimento que contribui com mais da metade do orçamento da cidade, jauenses adoram ir lá, tanto que precisam pegar senha para conseguir um lugar no mega estacionamento coberto e climatizado do local, sem falar das lojas que já estão com os estoques vazios (você não pensou que o estoque está vazio porque ele foi todo vendido né?). Ah, pessoas importantes já passaram por lá, como a Carla Perez. Com certeza muita gente estava pensando que o shopping que está no título é o Jaú Shopping, mas não é, este é o Shopping do Calçado. Bom, o Shopping do Calçado é... ...e isso é tudo sobre ele.

O Território do Calçado é frequentado por coroas (aquelas com estilo da Hebe), mulheres loucas para comprar sapatos com o cartão de crédito do marido e pelos maridos, que ocupam todos os bancos que lá existem e ficam com aquela cara de paisagem, querendo passar para esposa a sensação de estar feliz por estar lá... sem sucesso, além das funcionárias, que são a maioria. Obs: Jauense lá, só as funcionárias mesmo.

Habib´s[editar]

Todo mundo ouve falar, mas ninguém nunca viu. É o verdadeiro elefante branco, ou cinza, ou até rosa se virar ponto de emos.

A primeira noticia que se tem sobre a abertura da franquia marroquina de kibes e bananas de dinamite, nos remete nos anos 80, quando a revolução islâmica tomou proporções explosivas na atualidade mundial. Diversos visuais e locais já foram escolhidos para instalação.

A última notícia diz que será erguido ao lado do Jau Shopping para ajudar no estacionamento insuficiente e um totem de 30 metros de altura com giroflex na ponta para atrair mais clientes e manos migrantes da Av. Ana Claudina nas noites de sexta e sábado, para dançar funk sem camisa e tomar vodka Luksusowa com kisuco.

A esfirra mais cara do planeta você encontra no Habib´s Jaú.

Santo e General Bar[editar]

Dois estabelecimentos de um mesmo dono, alternam o dia de funcionamento, pra dar a impressão que Jaú tem uma noite movimentada. É pra enganar os desavisados. Os avisos de fechamento por reforma são frequentes. Mas é mais pra dar férias e cursos de reciclagens para quem trabalha no bar, de como abrir uma latinha de cerveja ou de matemática basica pra que não confundam uma cerveja com duas na hora de marcar seu cartão de consumo. Na volta, da pra notar que trocaram uma lâmpada ou um azulejo quebrado na "reforma".

Ali (tanto em um quanto em outro) você poderá encontrar patricinhas que ligam pro pai vir buscar, "mauricinho" que na sexta vão embora cedo, pois tem que trabalhar em alguma fábrica de sapato no sábado, solteirões pra lá da casa dos 30 anos cantando as patricinhas, patricinhas se embebedando e passando mal e seguranças que, quando não estão trabalhando, se divertem na avenida Ana Claudina, afinal, são manos.

Lotus, Mercedez, Banawá, Villa Country e Montana[editar]

Também são estabelecimentos de um mesmo dono, um macumbeiro que fez pacto para conseguir fama e sucesso com seus salões de festa, obviamente não é o mesmo dono do General e Santo Bar. É lá que todos os manos, pré-adolescentes, pedreiros, emos, alunos da Fundação filhos de calçadistas que se vestem como mendigos e os seguranças de outras casas noturnas (quando estão de folga) se divertem às sextas e sábados. De vez em quando acontece algo do tipo "cerveja de graça até a 1h". E olhe que maravilha, é Bohemia! Na segunda você descobre rótulos sobrepostos. Embaixo, Kaiser no melhor estilo "urina": quente e sem gás. Fora as baladas "open bar" onde no flyer, ao lado das garrafais letras escrito "open bar", há escrito em letras minúsculas (praticamente nanoletras que nem o Telescópio Espacial Hubble indetificaria) "só de vodka". Além disso a diversão começa na fila, três horas e quarenta e oito minutos depois de você ter chegado à porta da balada. Recomenda-se que as pessoas vão preparadas: colchões, barracas e mantimentos são uma boa dica.

Quanto ao Villa Country e Montana, não fogem à regra. Também do mesmo dono, mas em parceria com terceiro para disfarçar. Nesses, o rapaz com maior chapéu e mais ridículo é o que vai pegar dançar com mais meninas de família que lá vão.

Cervejaria 682[editar]

Localizada no coração de Jaú em frente à Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio, e próximo da Prefeitura, a White House Cervejaria 682 já ocupou o posto de Rainha da Noite Jauense com as festas mais descoladas da região. Os frequentadores se dividiam em patricinhas sedentas por cheiro de macho, e mauricinhos figurões que usufruiam do dinheiro do papai atrás de calcinha pra passar a noite. A galera do 'é nóis que tá' não adentrava o recinto, pois se sentiam isolados com a diferença de renda deles para os patricinhos e mauricinhas!

Porém, o quadro mudou... Com a falência da ZERO3, e a implantação de um ambiente pró-pagode, a galera do 'é nóis que tá', estudantes do Magalhães, Tolentino, Major Prado, Túlio e Instituto, moradores do Afegani-sani, São José e Vila XV, migraram para a balada no centro da cidade.

Após uma reforminha, a casa retornou com novo nome, mas com as mesmas caras. Se você tem mais de 18 anos, ja está muito velho pra ir la. Procure um biribinha ou dominó num bar mais próximo.

El Fuego e Cult Music Hall[editar]

Jaú, muito conhecida pela monopolização das casas noturnas, continua com as peripécias de donos das casas de diversão. Na Avenida Dr. Quinzinho, situa-se o Jahu Pub El Fuego, local de propriedade dos mesmos donos da choperia Jardim e da White House Cervejaria 682. Esse bar foi planejado para ser um reduto de gays e lésbicas. Mas o dono na última hora resolveu copiar uma casa noturna que ele viu numa revista na sala de espera de seu dentista. O slogan do original era: 'Todo cliente tem direito a um murro'. É uma casa onde bandas da região se apresentam regularmente as sextas e sábados. Se você quer uma festa com a maior concentração de playboy briguento por metro quadrado, casais moscando nas mesas, e patricinhas que se escondem no banheiro para fumar, esse é o lugar perfeito. Vale salientar que o Jahu Pub El Fuego é a casa recordistas em número de brigas (devido ao grande número de playboys briguentos supra-citados frequentadores da casa). Se você gosta de um bom festival de pancadarias com direito a gritos e choros femininos, um bom soco no olho disferido por um segurança brutamontes, ou uma bela garrafada na testa, você estará no lugar mais apropriado!

Já a Cult (ironicamente edificado nas vizinhaças do Jahu Pub El Fuego) nasceu da sociedade do irmão do dono do Woodstock, com um jovem de 13 anos. Nem sempre a casa abre. Possui a promoção de 'mulheres não pagam até meia noite' e por isso foi carinhosamente apelidado de 'Bar da Ana' por razões conhecidas dos habitantes da cidade. Essa vizinhança baladesca, é muito útil para as pessoas que adoram torrar as verdinhas, ou para quem conhece os seguranças, furam filas e entram de graça. Virou uma camaradagem, quem entra na Cult e não gosta, vai pro Jahu Pub El Fuego e vice-versa.

Expó Jaú[editar]

Feira Agropecuária anual realizada no Recinto de Exposições Sebastiao Ferraz de Camargo, onde você paga 20 reais pra entrar e curtir incríveis brinquedos montados em cima de carroceria de caminhão, ficar com sua calça embarrentada até os joelhos, comer sanduíche de linguiça pendurada, ver cu de vaca e assistir ao show dos Patrões, banda que faz apresentações na cidade fim de semana sim, outro também.

Tem também um rodeio onde os touros nunca derrubam os peões, ja que os touros bons estão no rodeio de Boracéia.

Ivete Sangalo já deu o ar de sua graça (duas vezes, por incrível que pareça) no mesmo lugar onde é realizada a Expó Jaú e garantiu que nunca mais na vida ela cantará a música "Poeira", tamanho o trauma que ela pegou. Mas também, quem mandou pedir poeira?

Existem fortes rumores de que em 2010 haverá uma apresentação de habilidade no volante com Walterez Macacari dirigindo sua Pajero Interceptor V8, o público pode ficar tranquilo pois Reginão vai descarregar sua fúria em prisioneiros chineses condenados à morte, importados especialmente para a ocasião!

Baile do Havaí[editar]

Tradicional baile anual ocorrido durante o mês de novembro no magistral Caiçara Clube de Jaú, clube de campo onde a pseudo-elite falida (classe dominante em Jacu... digo... Jaú City) paga uma mensalidade exorbitante de R$ 100,00 e fica sem dinheiro algum durante o resto do mês para abastecer o (único) veículo da família, o que os impede de visitar o maravilhoso e humilde (bem... fisicamente é humilde mesmo, agora, moralmente...) lugar com certa regularidade.

Pessoas alegres no Baile do Havaí

O Baile do Havaí caiçarense é muito conhecido em face de sua incongruência, já que é o único Baile do Havaí no mundo onde você paga uma quantia exorbitante para ingressar e, ao adentrar o local, dá de cara somente com tipos que não condizem com o preço da entrada, pois todos (sem exceção) são burgueses falidos, pobretões tentando se passar por membros da classe média alta (esse, aliás, é o público alvo do clube), políticos e ex-políticos corruptos (que até tem bastante dinheiro, mas gastam tudo com advogados, prostitutas e amantes, o que acaba sobrando muito pouca verba para investir no baile), coladores de sola de sapato e, mormente, os inúmeros filhos dos pobretões tentando se passar por membros da classe média alta, dos políticos e ex-políticos corruptos e dos coladores de sola de sapato. Aliás, o excessivo número de crianças irritantes e mimadas que frequentam a festa proporcionou a esta o título de "Show da Xuxa Versão Terra Roxa", em sua forma formal, e "Show da Xuxa Versão Bosta de Vaca" (já que bosta de vaca está para Jaú - São Paulo assim como homossexuais estão para São Francisco - Califórnia), em sua forma original.

O evento é muito conhecido também por se mostrar a perfeita transposição de "Metropolis" (filme cult expressionista alemão de 1926, dirigido por Fritz Lang e... oras... por que estou dizendo tudo isso?! Em Jaú pessoa alguma sabe quem foi Fritz Lang! Bem como não sabem o que é Cinema cult, o que é Cinema expressionista alemão e, se bobear, nem ao menos sabem o que é Cinema!) das telonas à vida real, uma vez que o mesmo é dividido em: cidade de baixo (arredores da piscina, frequentados pelos já citados filhos de coladores de sola de sapato que são constantemente esnobados e insultados pelos também supracitados filhos dos pobretões tentando se passar por membros da classe média alta e dos políticos e ex-políticos corruptos) e cidade de cima (salão onde a velha pseudo-elite, formada por velhos broxas pedófilos que não tem um orgasmo há duas décadas ficam "secando" as pivetinhas que frequentam a cidade de baixo e, após frustrantes tentativas de cópula carnal, retiram-se do local com uma sacola repleta de frutas batidas, amassadas, estragadas, catarradas e mijadas que levam para casa a fim de fazer valer a pena o custo/benefício da festa, levando em consideração o já comentado abusivo valor do ingresso).

Frutas do Baile do Havaí

Mas voltando às curiosidades (eufemismo para desconexidades), o Baile do Havaí do Caiçara Clube de Jaú destaca-se, acima de tudo, por não ter PORRA NENHUMA a ver com o 50° estado estadunidense. As pessoas, ao invés de vestirem trajes típicamente havaianos, enroupam fatos que mais as fazem parecer freqüentadoras do Carnaval baiano. Os conjuntos musicais, ao invés de optarem por tocar tradicionalidades havaianas do naipe de Israel Kamakawiwo'ole (que os músicos jauenses certamente não conhecem), contam com um repertório única e exclusivamente brasileiro (eufemismo para baiano) e que se mostra "bastante variado", começando com um cover de Cláudia Leite, passando por um cover de Ivete Sangalo, voltando a tocar Cláudia Leite, passando novamente por Ivete Sangalo e terminando, finalmente (e "imprevisivelmente", diga-se), com Cláudia Leite. Mas o melhor mesmo fica com as tão comentadas frutas, que o povo muquirana e oportunista faz questão de levar tudo embora para casa ao final do evento. Ao contrário do Havaí, onde o abacaxi predomina, aqui vemos um ou dois abacaxis e o restante das mesas é complementado com bananas, uvas, melancias e uma infinidade de frutos que não mantém quaisquer ligações com a terra do hula (dança típica do local que nem sequer é comentada no baile em questão).

Em suma, o tradicionalíssimo Baile do Havaí do Caiçara Clube de Jaú é tão excepcional que, uma vez que você o frequenta, jamais apetecerá retornar ao mesmo em uma outra ocasião, a não ser que você seja um alienado mental, contenha um QI abaixo de 90 ou tenha uma barraca de frutas no popular "Varejão" e opte por abastecer o seu estoque para o domingo seguinte à festa.

Domingo[editar]

Nesse dia Jaú é uma excelente cidade pra se dormir. O pessoal procura algo pra fazer em outras cidades, pois as atrações de domingo são tão poucas em Jaú que você é obrigado a ficar em casa assistindo Domingo Legal, Faustão ou jogo do Corinthians. Outras opções para o domingo são ir ao Varejão, logo pela manhã, ou à barganha na esquina do Mercadão, onde se troca rádio portátil por bicicleta ou gaiola. E, ainda, ouvir o Beto Martins no rádio.

Também é o dia de ir ao coreto, à noite, para curtir o grande evento que é ouvir aquela banda, que toca umas músicas que quase ninguem conhece, e tem que aguentar aquelas crianças sedentárias e obesas que ficam babando em cima de suas motos eletricas (sacou o obesas?), passeando no meio da praça e atropelando quem esta la, e seus pais orgulhosos ao verem seus filhos atropelando as pessoas, afinal sem isso não seria Jaú né... Conhece o TATU??

Beko[editar]

Local onde além de matar um lanche, você pode queimar as calorias ingeridas jogando um baskete à beira rio com uns manos bem da pesada e um cheiro do famoso rio Jahu, cujas águas límpidas deixam transparecer alguns cágados e tilápias que ali vivem. Como se não bastasse tanto lazer ainda podemos observar uma coleção de carros importados que vão desde um Fusca com faról de Corsa até um Chevette com rodas de Audi ambos com colante dizendo "ARRANCADA", mas cuidado, ao cair da noite um garoto conhecido como Meio-Kilo, vulgo "Meiota" ronda o local com seu amigo Deivid, e se você for abordado com as seguintes perguntas: "Ei cara, tem uma Berma?... Ou doizz real pa compra um Ambúrgue" imediatamente diga NÃO abaixe a cabeça e va para casa. Esse é o famoso Beko um bom local para jantar em família (ou não).

Vip Lanches[editar]

Também há o "famoso" Chico Lanches Vip Lanches, onde o "chef" Chico, que sempre está bem apresentável com seus cabelos alisados com a chapinha "Entorta Arame 2000", prepara os tira-gostos mais "deliciosos" e "higiênicos" de todo o município, sempre acompanahdo do jovem (e virgem) Bruce Lee.

Vale lembrar que Chico, como empresário capitalista inovador do setor alimentício que é, passou um período difícil ao mudar sua requintada lancheteria para a Rua Quintino Bocaiúva. Esperava aumentar seu ganhos e rivalizar com o McDonald's, porém, foi um sério erro de cálculo, pois instalou-se ao lado da maior multiregional de fast-food, a Aladin Lanches, conhecida por manter um monópolio do enchimento de bucho de casais de classe média baixa, pseudo-playboys, pseudo-patys e manos (todos também de classe média baixa). Sentindo que seu negócio corria sérios riscos, por ser a unidade de Jaú a maior de sua rede de uma única lachonete, Chico retornou ao Beko, lugar de onde nunca deveria ter saído.

Drive-Thru[editar]

Irrestível placa para formar fila

O bom jauense adotou, nos últimos meses, uma nova modalidade de diversão que está sendo discutida nas altas rodas sociais e entre os colunáveis do Psiu. É o drive-thru: A onda é entrar no drive-thru de alguma loja de fast food e formar a maior fila possível. No final, compra-se um refrigerante pra não ficar chato.

O campeão absoluto até pouco tempo atrás era o McDonalds, que fecha o estacionamento mais cedo pra ganhar na força essa briga, mas com a nova pizzaria Ops inaugurada (sem estacionamento, óbvio) nos altos da colina jauense, a disputa ganhou uma nova cara e com luta direta pra ver quem faz a maior fila de drive-thru de Jaú, procurando bater recordes do Guinness Book.

O objetivo é formar a maior fila possível de carros e esperar horas pra comprar um "forra-estômago", divertindo-se vendo os carros passarem ao lado e cheirando uma agradável fumaça de queimada dos terrenos ou canaviais vizinhos. Se vc ainda não fez, não fique ai parado e vá correndo pra fila de drive-thru mais perto de você!

Motéis[editar]

Jaú conta com 05 motéis, dos quais 04 acreditamos serem legalmente constituídos. Um é de origem duvidosa.

Temos o Dream's Motel, o primeiro a ser construído e marco inicial da Revolução Chiquinhoniana. Este motel fica ao lado da velha, muito velha, extremamente velha Venda Seca, na autobahn que liga Jaú ao Distrito de Potunduva. O Dream's é conhecido como um motel frequentado, em sua maioria, por calçadistas que estão a fim de brincar com seus kits bobão (dar um role com a SUV financiada em 180 meses e dar uma rapidinha com a amante loira fajuta/morena vira lata mal cuidada que ele “caçou” na choperia Shed.

Ao lado do Dream’s, há o motel La Passion. Do mesmo dono do Dream’s, é um pouco melhor mas não menos ruim que o inaugural da era pós-chiquinhoniana. Esse é frequentado pelos filhos dos sapateiros donos dos kits bobão que levam as estragadinhas que ficam no bobódromo, digo, Av. Ana Claudina, a procura de donos de Golf financiado pela BV, novo ou velho.

Lado oposto da cidade, há o Fenix. Motel inicialmente considerado de Luxo, com quartos bem modelados. Era a coqueluche dos sapateiros endinheirados que ainda não tinham se rendido a moda do kit bobão. Com o tempo, o motel foi se tornando tão estragado quando as mulheres que compõe o kit bobão. A palavra qualidade não faz mais parte do ideal do Fenix.

Na entrada da cidade, pouco antes da “Avenida do McDonald’s”, há o Star Inn Motel. Esse não é frequentado, em maioria, pelos sapateiros porque, essencialmente, preza pela qualidade e limpeza, coisas diametralmente opostas aos sapateiros e as mulheres que compõe o kit bobão.

Finalmente, não tão muito conhecido, o Motel. Sim, só isso. MOTEL! Esse é o nome do motel. Ou será que ele não tem nome? Enfim, trata-se de um “estabelecimento” comercial fajuto montado num lugar desconhecido pelo Google, frequentado por donos de Gol com motor AP, CGzeiros (“pilotos” de CG 125/150 sem filtro), favelados em geral e alguns mãos-de-vaca.