Jacques Laffite

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O francês Jacques Laffite, durante o Grande Prêmio dos Alpes.

Jacques Laffite foi um piloto francês de Fórmula 1 que, apesar de ter nadado, nadado e nadado, acabou morrendo na praia todas as vezes que tentou conquistar algum título na categoria. Por conta disso, ele é considerado um dos pilotos mais pé-frios da história do automobilismo mundial, perdendo apenas para Rubens Barrichelo.

Apesar de nunca ter ganhado nada na carreira (a não ser milhares e milhares de vaias quando quebrava o carro de maneira idiota e era ultrapassado por pilotos puramente figurantes), Jacques Laffite possui uma grande legião de fãs alienados ao redor do mundo. Isso se deve ao fato de que ele se mostrou extremamente fiel, e defendeu apenas duas equipes ao longo de sua carreira. Isso sim que é fidelidade! (ou falta de opções).

História[editar]

Jacques Laffite, um mestre na arte de estacionar.

Jacques Laffite nasceu na França. Só isso é motivo para o mundo inteiro o odiar mortalmente.

Por conta de todo o ódio que o mundo nutre pelos franceses, quando criança, Jacques Laffite tinha em mente que o seu objetivo principal deveria ser mudar essa má impressão, pois ele queria que todas as nações fossem bem unidas. Porém, como era apenas um pobre fudido, que morava na periferia de Paris e dividia um barraco com uma família de ratos, ele não sabia muito bem o que fazer. Se fosse rico, ele poderia fazer algumas doações para a África, porém, ele mal tinha dinheiro para sustentar a si próprio.

Após muito pensar em que atitude deveria tomar para melhorar a imagem dos franceses, Jacques Laffite resolveu entrar no mundo do automobilismo, pois dessa forma, ele ganharia exposição mundial, o que seria perfeito para ele cumprir os seus objetivos. Porém, antes de mais nada, ele precisaria competir em corridas de kart, para provar que não era simplesmente um barbeiro sonhador.

Após uma longa procura, Jacques Laffite conseguiu encontrar uma equipe em seu país que estava precisando urgentemente conquistar algumas vitórias em competições ionternacionais pois essa era a única maneira de atrair patrocinadores milionários e evitar a falência da equipe. Como Jacques Laffite fez uma boa auto-propaganda, dizendo que era um excelente piloto, e que já tinha dirigido pea França inteira (mesmo nunca tendo dirigido sequer um carro de passeio), Jacques Laffite conseguiu a vaga, e já tinha que se preparar para correr no dia seguinte.

No dia da corrida, como não sabia absolutamente nada sobre pilotagem, Jacques Laffite ficou apenas rezando para que Deus o protegesse (pois ele por si só com certeza não conseguiria). Por incrível que pareça, ao fim dessa corrida, Jacques Laffite conseguiu conquistar uma vitória chorada, até porque metade dos seus adversários tinham quebrado no meio do caminho.

Como a primeira impressão é a que fica, Jacques Laffite ficou muito bem visto aos olhos de todos os diretores da Fórmula 1 que assistiam as competições de kart. Jacques Laffite impressionou tanto que esses diretores achavam que o jovem piloto francês poderia ser um novo talento. Por conta dessa "primeira impressão", apesar de Jacques Laffite ter batido e quebrado o carro de maneiras completamente retardadas, ele recebeu diversas propostas para correr na Fórmula 1.

Após analisar cautelosamente todas as propostas, Jacques Laffite decidiu aceitar a proposta da Williams, que estava lhe oferecendo duas paçocas e um pirulito de chiclete pelos seus serviços por 1 ano. Como essa era uma proposta totalmente excelente, Jacques Laffite aceitou, e tinha certeza que, na categoria mais nobre do automobilismo, iria conseguir conquistar coisas excelentes (ou não), além de melhorar a péssima fama que os franceses possuem.

Carreira na Fórmula 1[editar]

Apesar de ser apenas um noob na Fórmula 1, Jacques Laffite até que não fez feio em sua primeira temporada como profissional. Ele conseguiu segurar os seus instintos de kamikaze e, durante todas as provas do ano, ele conseguiu o feito de manter o carro intacto! Porém, como tinha medo de acelerar e quebrar o carro (a mesma fobia que o Rubinho - Se bem que esse não acelera e quebra o carro do mesmo jeito), Jacques Laffite se manteve lá na zona intermediária, onde fica um grande bolo de pilotos tentando (sem sucesso) conquistar alguma coisa.

Na temporada que se seguiu, estando mais confiante para acelerar, Jacques Laffite até que conseguiu alguns bons resultados, pois sempre entrava na zona de pontuação. Apesar disso, como 1 mísero pontinho ganho por corrida não faz lá grandes diferenças no final da temporada, Jacques Laffite acabou chupando o dedo mesmo, tendo que se contentar em tomar um copinho de cachaça, enquanto assistia os grandes campeões tomando champagne no garrafão, enquanto algumas mulheres gostosas ficavam querendo agarrá-los.

Percebendo que ninguém gosta de perdedores, Jacques Laffite decidiu que, na temporada que se seguiria, iria se esforçar ao máximo, e iria acelerar o seu carro até onde desse, mesmo sabendo que poderia bater e, por conta da falta de segurança, morrer de maneira trágica.

Cumprindo a sua promessa a si mesmo, na temporada que se seguiu, ele acelerou ao máximo, e conseguiu excelentes colocações, inclusive algumas vitórias! Com esse desempenho, no final da temporada, Jacques Laffite estava com tudo para buscar o título, porém, na ultima corrida do ano, por estar muito nervoso, Jacques Laffite fez muitas cagadas, como atropelar os seus próprios mecânicos, enquanto entrava nos boxes, fazer o carro rodar em retas, escapar da pista e ir lá pra grama e, por fim, bater com tudo em um muro de pneus, mandando para o espaço o sonho do título.

Mesmo com esse fiasco, Jacques Laffite não desistiu, e continuou correndo. Porém, nunca mais conseguiu nada. Ele até tentou trocar de equipe, indo para a Ligier (quem?), porém, os resultados foram ainda piores.

Já no final da carreira, enquanto fazia figuração em uma corrida, Jacques Laffite acabou batendo o carro com tudo e quebrou os dois pés. Com isso, ele teve uma desculpa para largar a Fórmula 1 sem precisar terminar de cumprir o seu contrato.

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Pilotos da Fórmula 1