Jamal

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Jason voorhees.jpg Este artigo é sobre um(a) ASSASSINO(A)!

Este(a) louco(a) sadomasoquista provavelmente esquarteja suas vítimas, sofre de problemas mentais ou foi violentado(a) pelos pais. Se vandalizar o artigo, Dexter virá atrás de você!

250px-Wario WWare.gif Este artigo é sobre um personagem secundário!

Quase ninguém sabe da existência deste zé ruela que só serve pra encher linguiça na trama e provavelmente está morto. Se bobear, nem no Google tá!

Clique aqui para ver gente que só fãs alienados conhecem.


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Google sobre Jamal

Jamal é um zé-ruela qualquer sem relevância, significância e cuja existência ultrapassa todos os limites da mediocridade. É bem provável que você, caro leitor, não faça a menor ideia de quem é esse pobre coitado e até pense que esse artigo é algum tipo de humor privado. E não é surpresa alguma! De todos os personagens de Assassin's Creed, Jamal é de longe o mais ordinário deles, e o único lugar da Internet em que esse infeliz é citado é na wiki oficial de Assassin's Creed, um verdadeiro reduto de desocupados que passam seus dias a decorar os nomes dos infinitos personagens que aparecem ao longo da série. É claro, agora esse figurante terá um pouco mais de 5 minutos de fama, pois ele terá a honra de ser citado também na Desciclopédia, o único lugar da Internet além das wikis oficiais onde o personagens desse calibre possuem seu espaço. Em síntese, Jamal é um membro da Ordem dos Assassinos que foi pro saco assim que descobriram que ele estava virando a casa pro lado dos templários. Você provavelmente deve tê-lo matado caso tenha jogado o primeiro jogo da série, mas por essa criatura ser completamente sem-graça e importância, você nem deve ter percebido.

História[editar]

Esse é Jamal, o honorável zé-ninguém.

Bem, para começo de conversa, vale ressaltar que embora na Desciclopédia tenhamos histórico de encher linguiça para que determinados artigos atinjam certa quantidade de bytes, tal proeza não será muito possível para Jamal, já que esse miserável não tem sequer imagens dele na Internet, o que dificulta nosso serviço. Também vale ressaltar que tudo o que for escrito do próximo parágrafo em diante não passará de especulação, já que ninguém sabe porra nenhuma da vida desse personagem decadente. A única informação comprovada que temos acerca de Jamal é que ele foi um tremendo de um filho da puta, que na primeira oportunidade que teve, traiu a Ordem na qual cresceu, e aparentemente sem qualquer tipo de remorso. Ou seja, não valia o prato que comia.

Jamal nasceu em um beco qualquer de algum lugar aleatório. Ninguém sabe de onde veio, ninguém sabe onde nasceu, e também ninguém se importa, já que esse mané nunca fez muita diferença na sociedade. Seus pais eram dois ilustres desconhecidos, dos quais não se tem informação sequer do nome. Até onde se sabe, Jamal pode muito bem ter sido criado em um laboratório qualquer por algum alquimista doido da época. Na verdade, é mais provável que Jamal não tenha nascido, ele simplesmente sempre existiu, sempre esteve lá, ocupando um espaço no mundo que poderia muito bem pertencer à alguém mais importante. Ou seja, o simples fato de Jamal existir já faz dele um baita de um filho da égua, já que ao invés dele, poderíamos ter alguém que fosse minimamente relevante para a humanidade.

Quando Jamal se deu conta, ele já estava lá, parado no meio do nada, sem qualquer ideia do objetivo de existir (ou ser criado, caso a teoria dos alquimistas esteja correta). Como não tinha muito o que fazer, Jamal, sem noção de porra nenhuma, se cansou de ficar parado filosofando consigo mesmo sobre a possível razão de sua existência. A única coisa que Jamal sabia é que precisava fazer algo. Porém, sem família, sem amigos, sem conhecidos , sem importância , sem muita ideia do que fazer e sem qualquer rumo na vida, ele começa a catar pedregulhos no deserto, achando que aquilo talvez levasse a algum lugar.

Dessa forma, durante seis anos, Jamal dedicou-se a jogar o precioso tempo de sua vida fora colecionando pedras de diversos formatos, cores e sabores (sim, quando batia a fome ele os comia). Porém, se alimentar de pedras era apenas emergência para quando não conseguisse achar mais nada de interessante para se alimentar, pois Jamal aprendera sozinho que tudo no deserto podia ser comestível: cobras, lagartos, cactus e até mesmo a areia (que era mais macia e suculenta do que as pedras).

Assim, durante um bom tempo Jamal viveu como um nômade, caminhando sem rumo, sem objetivos, sem sonhos, sem aspirações, sem razão para continuar existindo. Ou seja, era o protótipo de um típico trabalhador urbano nos dias atuais. A diferença é que pelo menos os trabalhadores das grandes cidades tem importância para a humanidade, enquanto que Jamal era um verdadeiro fragmento ambulante de nada. Na verdade, se a palavra "Nada" tivesse uma personificação, poderíamos dizer que ela seria Jamal. A sua triste realidade só iria mudar quando, certo dia, esperando chegar a lugar nenhum, Jamal acaba batendo com a cara no portão da sede da Ordem dos Assassinos da Síria. Como ele tinha chegado ali, ninguém sabe, só o que se sabe é que com pena daquele pobre diabo, Al Mualim decidiu acolhê-lo e fazer dele alguém com um objetivo na vida.

Traição[editar]

Assim que entrou para a Ordem, Al Mualim tratou de ensinar tudo o que sabia para Jamal. Porém, como Jamal não sabia de bosta nenhuma sobre nada, podemos dizer que Al Mualim passou um sufoco do cão. Começou ensinando para Jamal que ele pertencia a uma espécie denominada de "ser humano" e que por mais que não pudesse parecer, ele tinha (ou pelo menos devia ter), uma função no ciclo da vida. Depois, ele ensinou a Jamal o nome dos objetos. O próximo passou foi ensinar Jamal que ele podia mover as cordas vocais e produzir sons para repetir reproduzir os nomes aprendidos, já que o incompetente nem falar sabia.

Durante os próximos cinco anos, Al Mualim dedicou cada dia de sua vida a ensinar Jamal a ser gente. Quando ele aprendeu as noções básicas de civilidade, Al Mualim levou mais uma porrada de anos para ensinar o imbecil a ler, escrever e aprender usar seu cérebro para pensar. Acredita-se que Al Mualim era o único que conseguia aturar Jamal, pois nenhum dos outros assassinos ia com a cara dele por conta de ele ser um completo peso-morto no Universo. Porém, anos e mais anos de trabalho duro deram algum resultado, e Jamal finalmente aprendeu tudo o que era preciso para ser uma pessoa decente de verdade. Finalmente, Jamal poderia tornar-se oficialmente um assassino, e após mais uma penca de décadas de treinamento, ele finalmente se forma na Escolinha Assassino Feliz, e passa finalmente a atuar como assassino.

Suposta outra imagem de Jamal encontrada na Internet. Jamal estaria com a barba feita para não ser reconhecido pelas autoridades e ser indiciado pelo crime grave de traição aos brothers. Entretanto, ninguém sabe se esse é realmente Jamal, dada a sua falta de importância. Esse aí da foto pode muito bem ser qualquer um daqueles assassinos aleatórios que ficam vagabundeando pelos cenários do jogo, já que Jamal é tão mal trabalhado que nem uma caracterização decente para diferenciá-lo dos demais assassinos ele teve.

Tendo uma vez tornado-se assassino, Jamal agora estava oficialmente apto a ser um dos paus-mandados de primeiro escalão de Al-Mualim. Por conta de sua incapacidade de raciocinar como outro ser humano normal, Al-Mualim sempre fazia questão de dar a Jamal as missões que ninguém mais queria, como limpar os banheiros, catar lixo, limpar o chiqueiro dos porcos entre outras atividades que eram na verdade a mais pura humilhação. Além do mais, Jamal era um verdadeiro pateta, e os demais assassinos da Ordem sempre o tapeavam, persuadindo-o e fazendo com que o cabeça-oca se oferecesse para realizar os trabalho entediantes que eles deveriam fazer. Assim, enquanto esse bocó do Jamal trabalhava mais que burro de carga e fazia o serviço de todo mundo, os demais assassinos iam jogar videogame ou se reuniam nos botecos dos arredores para rir da cara do trouxa.

Entretanto, Jamal costumava parar muito tempo na biblioteca, mesmo que seu cérebro tivesse dificuldade em ler o que estava escrito no livro. Com o tempo, Jamal foi desenvolvendo alguma habilidade de raciocínio, e passou a se dar conta de que talvez, ele estivesse todo esse tempo sendo tratado como o bobo-da-corte da ordem, sempre fazendo tudo pelos outros e recebendo como gratidão zombarias e piadinhas de mau gosto pelas costas. Dessa forma, passou a ficar cada vez mais puto com seus companheiros de ordem, e em dado momento, começou a questioná-los.

Vendo o poço de ódio e rancor no qual Jamal estava se tornando, um pilantra local, Masun, que já estava há algum tempo puxando o tapete dos assassinos e ajudando os Templários, nem perdeu tempo. Vendo naquela a oportunidade perfeita de corromper mais alguém para o seu lado, Masun procura Jamal e lhe explica em detalhes o que Jamal era aos olhos dos demais assassinos: um otário que eles viviam passando a perna para realizar o seu serviço sujo enquanto eles caiam na gandaia. Jamal explode de vez, e chega a conclusão de que a Ordem nunca foi o seu lar, e que Al-Mualim era apenas um velho reumático que não dava a mínima para sua medíocre existência.

Jamal então alia-se aso templários, e passa a trabalhar para os mesmos em segredo. Certo dia, Robert de Sablé toma todas e decide invadir o cafofo dos assassinos. Como Jamal não servia pra nada aos olhos dos assassinos, aquela era a oportunidade perfeita para mostrar utilidade aos templários. Com a ajuda de Masun, Jamal batiza a água dos guarda-costas com óleo de rícino, fazendo-os saírem as pressas em busca de uma moita enquanto os portões da sede dos assassinos ficava livre. Por fim, Jamal e Masun abrem o portão daquele buraco, deixando com que os templários invadissem e fizessem a festa. Mais tarde, porém, Altaïr ibn-La'Ahad descobre que o pilantra estava envolvido com a maracutaia toda e o assassina silenciosamente.

Mesmo na morte, Jamal faz jus a toda sua insignificância. Quando seu corpo cai feito um monte de lixo no chão, os demais assassinos que estavam ao seu redor não dão um foda para sua carcaça sem vida, agindo como se sua existência ali não fizesse a menor diferença. Na verdade, Jamal é tão irrelevante que os demais assassinos nem perceberam que ele tinha ido pro saco, mesmo que o corpo do defunto estivesse sob seus pés, o que só prova que Jamal é um personagem completamente descartável e que não faz diferença em enredo algum.

Ver também[editar]