Jenson Button

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar

Cquote1.svg Todo dia me confundem com aquele integrante gayzinho do Coldplay... Porém, eu sou muito macho, tanto que como todos os dias uma modelo internacional Cquote2.svg
Jenson Button comentando sobre todas as pessoas que o confundem com o Chris Martin, aquele viadinho do Coldplay
Cquote1.svg Só assisto a Fórmula 1 para ver a namorada do Jenson Button Cquote2.svg
Punheteiro sobre seus reais interesses na transmissão das corridas de Formula 1
Cquote1.svg Na União Soviética, Jenson Button continua andando atrás de Kamui Kobayashi (tem coisas que nunca mudam) Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Jenson Button
Cquote1.svg O Alonso queimou a largada Cquote2.svg
Button, o Cagueta sobre companheiro Alonso
Cquote1.svg Somos companheiros de equipe, mas ele cortou a chicane Cquote2.svg
Button, o Cagueta sobre Perez

Jenson Button é um piloto de Fórmula 1 britânico considerado o único piloto mediano-ruim a já ter sido campeão mundial de Formula 1 (lembrando que o Nico Rosbergo é mediano mediano) notável por sua habilidade em evitar realizar ultrapassagens e sempre optar por esperar uma quebra alheia, ou batida alheia para conquistar alguns pontos. Apesar do trauma em ter sido continuamente superado por um jovem novato, Button se recuperou de um sério caso de hamiltonite ao ganhar o título em 2009 de " Esportista Favorito da Grã-Bretanha além de Ryan Giggs", muito embora ele tenha perdido esse prêmio para Robert Green após a Copa do Mundo de 2010.

Kart[editar]

Como todo piloto habilidoso em derrapar seus carros, Button começou sua carreira no kart, início de carreira turbulento pelo fato de ter um pai equivalente ao pai do Michael Jackson. Ou seja, do mesmo jeito que o pai do Michael Jackson era um músico frustrado que chicoteava uma criança para dançar e cantar 20 horas por dia, o pai de Button era um piloto frustrado que amarrava seu filho no kart e o obrigava ficar correndo o dia inteiro. As torturas feitas pelo pai eram variadas e incluíam fazer Button correr na chuva usando pneus de pista seca, amarrar a cabeça do filho no encosto forçando sua visão periférica para fazer as curvas sem mover o pescoço, sabotar peças do kart do filho para ele aprender a se virar guiando uma porra quebrada, espalhar armadilhas pela pista e várias outras coisas que só o Rocky Balboa faria se quisesse ser piloto ao invés de boxeador.

Formula 1[editar]

Williams (2000)[editar]

Button começou sua carreira na F1 na Williams em 2000, ao lado de um dos nomes mais históricos do automobilismo: Schumacher... Ralf Schumacher. Para um ano de estreia até que se saiu bem ao se tornar o mais jovem-piloto-não-tão-bom-assim a pontuar quando logo em sua segunda corrida ficou em sexto no Brasil. Já desde sua estreia Button demonstrava toda sua capacidade em ser nada arrojado, nada notável e ter talento apenas em andar devagar para não desgastar os pneus e ser paciente em deixar os outros baterem e quebrarem sozinhos.

Benetton (2001)[editar]

O insucesso na Williams levou Button para uma equipe pior no ano seguinte, e assim estreava na Benetton em 2001 onde fez uma temporada despercebida ao lado de Giancarlo Fisichella, conquistados vários resultados inferiores ao medíocre. Como Jenson Button sabia que sua qualidade como piloto estava longe de ser grandes coisas ele decidiu se espelhar em James Hunt para quem sabe ser algum campeão mundial mesmo sem grandes qualidades como piloto, sendo apenas um fanfarrão. Para irritação de todos, Button assumiu a fanfarronice, virou um playboy que só ficava indo em festa e pegando gostosas, e ajudou a falir a Benetton que teve naquele o seu último ano na Formula 1.

Renault (2002)[editar]

Button roubando umas piriguetes do Briatore.

Cquote1.svg Playboy preguiçoso Cquote2.svg
Flavio Briatore enquanto estava numa boata de strip com três supermodelos dançando em seu colo sobre Jenson Button

A Benetton virou a Renault e passou a ser comandada Flavio Briatore qem 2002, chefão que a contragosto precisou aceitar Button em sua equipe por questões contratuais herdadas da época da Benetton. Apesar de ter um excelente carro não conseguia competir nem com o companheiro Jarno Trulli, até que ele foi demitido de vez, com direito a Briatore citando Button como playboyzinho de merda preguiçoso como motivo para sua saída do time. Button, por sua vez, alegou que cansou de competir pela atenção das prostitutas com o gerente de equipe Flavio Briatore e que buscaria uma farra independente em alguma outra equipe.

BAR (2003-2005)[editar]

O problema de ter saído da Renault daquela forma era que agora Button não tinha onde correr e a última opção restante foi uma vaga na Lucky Strike BAR. Foi então a partir de 2003 que começou a saga particular de Button com os motores Honda e ele que lançou essa modinha hoje em dia tão comum em criticar motores japoneses como desculpa para seus maus resultados. O nível de fanfarronice de Button era tão alto que ele mal chegou na equipe e a primeira coisa que ele teve que escutar do companheiro de equipe Jacques Villeneuve é que ele "deveria estar numa boy band e não dirigindo um carro", e isso quem falou foi o Villeneuve com aquela baita cara de dançarino do NSYNC.

Com Villeneuve e Button recebendo agora Takuma Sato como companheiro de equipe, aí ele voltou a deitar e rolar nas fanfarronices dele, sabendo muito bem que japoneses são educados demais, nos anos de 2004 e 2005 Button ganhou um bi-campeonato com sua BAR, mas não foi o título de pilotos, ele ganhou o bi-campeonato de piloto mais cuzão da temporada. Isso aconteceu porque ao invés de se preocupar em se dedicar à sua equipe, ele passava a temporada inteira assinando contratos unilaterais de se mudar para Williams, e isso por 2 anos consecutivos.

Honda (2006-2008)[editar]

A BAR faliu graças aos seus péssimos motores Honda, mas o que aconteceu? Ela virou a equipe "Honda", e como Button ainda estava sob a maldição japonesa, não conseguiu se livrar daquilo e por mais que estivesse louco pra ir pra Williams e parar de usar motor Honda, ele continuou guiando os carros da equipe de motor japonês. Foi nessa época que Button conheceu o maior parceiro de sua carreira, piloto que foi como uma mãe para ele, o nosso Rubinho Barrichello, pilotando lado a lado com o brasileiro as três primeiras e últimas temporadas da Honda. Foi nessa época que Button descobriu que para se dar bem na Formula 1 tudo o que você precisa é de um companheiro leal como Rubens que vai fazer de tudo para te fazer chegar na frente. O carro ser ruim atrapalhou os planos, mas o destino aguardava um memorável 2009 para Button.

Brawn GP (2009)[editar]

Mesmo com o melhor carro disparado, é um problema para Button quando ele precisa executar uma ultrapassagem.

Cquote1.svg YOU SHALL NOT PASSSSSSS!!! Cquote2.svg
Kamui Kobayashi, em seu momento Gandalf sobre Jenson Button, durante o Grande Prêmio de Interlagos
Cquote1.svg Depois daquela corrida em Interlagos no ano de 2009, eu tive que consultar um psicólogo durante um ano inteiro, pois estava tendo pesadelos constantes, em que um japonês me deixava para trás e me chamava de bundão incompetente Cquote2.svg
Jenson Button sobre a famosa corrida em Interlagos, em que ele comeu a poeira deixada por Kamui Kobayashi

A carreira de Button na F1 consistia em ser uma merda, até que o grande anjo Brawn apareceu e ofereceu esperança e salvação a ele. Desde aquele dia celestial, Button recebeu os poderes de Ayrton Senna e Schumacher (Michael) combinados e fez da F1 um esporte dominado por apenas um homem novamente graças a um carro café com leite e roubado todo cheio de cheat que é amplamente melhor que os adversários. A FIA de Max Mosley ainda trazia novas regras que proibiam ultrapassagens e que todas as corridas deveriam simular 70 voltas em bandeira amarela.

No princípio do ano de 2009 Button até já confessou ter sentido medo em não ser o campeão da temporada mesmo tempo o melhor carro disparado, pois o meu companheiro de equipe possuía um carro exatamente igual, era mais experiente e ainda era considerado o primeiro piloto da equipe. Porém, quem nasce com azar como Rubinho nunca deixará de ser um tremendo de um pé-frio, e assim Jenson Button facilmente foi campeão mundial naquela oportunidade.

O título foi definido quando Button venceu 6 das 7 primeiras corridas, afinal após subornar Max Mosley com um suprimento de 5 anos de prostitutas alemãs, a polêmica sobre o difusor ilegal da Brawn GP foi jogada para debaixo do tapete sob a alegação de que ninguém realmente se importava.

É bem verdade que Jenson Button, mesmo com o carro mais rápido, mais roubado e mais bem-estruturado de toda a Fórmula 1 em 2009 não conseguiu ultrapassar o Kamui Kobayashi que estava correndo com o carrinho de rolimã montado pela Toyota... Realmente, ele é um excelente piloto, e mereceu ganhar o título da temporada de 2009.

McLaren (2010-2017)[editar]

Cquote1.svg Idiota! Cquote2.svg
Button sobre Kobayashi voando por cima dele em Spa

Uma vez extinta a Brawn GP por ser roubada demais, Button foi finalizar sua carreira na McLaren onde foi completamente dominado e superado por um novato chamado Lewis Hamilton. Isso acontecia porque enquanto Hamilton estava se dedicando à carreira, Button estava visitando a favela e sendo assaltado a mão armada no Brasil. Button foi contratado para ser o experiente piloto da McLaren e liderar a equipe, mas o que se viu foi um marmanjo criando bira com um novato que insistia em ser mais rápido que ele. Button só aguentou ficar mais porque Hamilton saiu e foi ser feliz em outra equipe de ponta muito melhor.

Com a saída de Hamilton, Button fez apenas uma exigência para permanecer na McLaren, que trouxesse um piloto ruim para ser seu parceiro e assim evitar humilhações. Assim, em 2013 foi Sergio Perez que correu junto com Button, e em 2014 foi a vez de criar uma parceria com Kevin Magnunsen, e o resultado disso? Dois anos de péssimos resultados e decadência da McLaren.

Então a partir de 2015 foi a vez de fechar parceria com Fernando Alonso que vinha de um histórico de já ter tretado com 152 companheiros de equipe diferente. Mas como Button era um playboy marrento, a dupla na verdade se deu muito bem, foram continuamente superestimados pelo Galvão Bueno, é claro, enquanto tranquilamente só decepcionavam e jogavam a McLaren cada vez mais no ralo, deixando Mikka Hakkinen e Ayrton Senna como longínquas lembranças.

De saco cheio, o seu último ano de carreira em 2016 foi feito na maior má vontade, a disposição de Button estava igual a de um idoso quando você tenta convencê-lo ir tomar um banho, tipo aquele Guarani no meio de tabela com 7 rodadas de antecedência sem possibilidade nem de rebaixar e nem de se classificar para uma Libertadores.

Embora tenha oficialmente encerrado a carreira em 2016, ainda correu uma corrida em Mônaco em 2017 quando Alonso mandou todos ali tomarem no cu e simplesmente foi correr a Indy 500. A única coisa que Button fez foi mijar no assento do carro do Alonso e não terminar a corrida. Ele nem precisava ter perdido tempo se fosse pra ter essa melancólica última corrida, chamasse o Pedro de la Rosa.

Após aposentadoria[editar]

Button se aposentou das pistas mas não ficou parado. Criou uma banda semi-emo de rock de corno chamada Coldplay. Cantando baladinhas sobre tristeza a sua banda alcançou sucesso mundial com vários hits e Button nunca mais precisou se preocupar com Formula 1. Para promover seus shows Button passou a participar de maratonas, Super GT e DTM.

v d e h
Pilotos da Fórmula 1