Jochen Rindt

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Jochen Rindt, piloto alemão austríaco que Emerson Fittipaldi matou sem querer querendo em 1970, é até hoje o único piloto da história a ser considerado campeão mundial por dó, já que foi condecorado só depois de morto enterrado, tipo a Chapecoense, só que pelo menos Rindt venceu bastante corrida para merecer o título, e contou com a falta de capacidade de Jacky Ickx (o que esperar de alguém que nem dá pra saber como se pronuncia o nome?).

Juventude[editar]

Embora nascido em Mainz na Alemanha, isso foi em 1942 e o país estava sendo completamente estuprada por nações homofóbicas que desejavam exterminar os emos da face da Terra. Rindt pagou ao ver sua família dizimada quando uma bomba caiu em sua sala de estar e tragicamente matou seus pais. Assim mudou para a Áustria com 1 ano de idade, onde passou a ser criado pela avó a base de leite com pera cortadinha e ovomolatino, tornando-se o tipo de almofadinha ideal para compor a Formula 1 da década de 60, conhecida por pilotos mulherengos e de infância fácil.

Apesar de ter passado a vida inteira na Áustria, Rindt sempre foi consciente que aquele país é um tanto quando inexpressivo e por isso sempre desejou seguir a carreira do automobilismo como alemão, mas foi negado pela FIA que era muito racista na época, então só o sueco Nico Rosberg conseguiria muitos anos depois esse artifício de fingir ser alemão.

Carreira[editar]

Anos 60 na Formula 1[editar]

Jochen Rindt quebrando a cara no GP da Espanha de 1969.

Na Formula 1 começou sua carreira nos clássicos carros da Cooper Car Company que chamavam atenção não apenas pela sua ruindade e precariedade de resultados, mas também pelo carro similar a um pepino, o que dava um ar de "corrida maluca" ao campeonato. Pilotou esse carro merda nos anos de 1965 à 1967 conseguindo resultados inexpressivos, já nessa época demonstrando seu maior talento: bater, quebrar seus carros e abandonar corridas. Em apenas 3 anos foram 17 abandonos, isso deixou os donos da Cooper com raiva, nem o dono do ferro-velho sabia quebrar carros tão bem quanto Rindt, que foi demitido.

Em 1968 a Brabham Racing cometeu o maior erro de sua história ao contratar Jochen Rindt, pois naquele ano e usando o carro da Brabham, ele bateria o recorde mundial de piloto que mais quebrou um carro numa mesma temporada, abandonando 10 corridas numa única temporada. Tanto dado contribuiria para que a Brabham nunca mais fosse campeã mundial e decretasse a falência em 1992, por não conseguir pagar os danos feitos por Jochen, e nem conseguir cobrá-lo, já que morreu.

Lotus e o título póstumo[editar]

Para a temporada de 1969 assinaria com a Team Lotus, equipe conhecida desde Jim Clark por não se incomodar que seus pilotos fiquem batendo, quebrando e morrendo, e Jochen não decepcionou, estreando com quatro abandonos consecutivos, incluindo o icônico acidente do GP da Espanha de 1969, quando quebrou a cara e teve parte do cérebro removido.

A sua grande temporada vitoriosa, porém, seria a temporada de 1970, quando ganharia 5 corridas e dispararia na tabela do campeonato (sem esquecer de eventualmente bater e quebrar (como nos GP da Espanha - de novo, e Bélgica). Mas na penúltima corrida do campeonato, em Monza, bateria o carro e morreria semi-decapitado por um guard rail, e a razão de tudo isso está em Emerson Fittipaldi, na época um novato.

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Pilotos da Fórmula 1