Johannes Brahms

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Johannes Brahms.
Johannes Brahms! Ou seria Karl Marx? Vai ver é o Papai-Noel...

Cquote1.png Você quis dizer: Brahma, a número 1??? Cquote2.png
Google sobre Johannes Brahms

Cquote1.png Música, cavalheiros? Brahms ou Chopin??? Cquote2.png
Alguma pessoa culta e refinada

Cquote1.png Hum... tem Itaipava??? Cquote2.png
Pessoa ignorante, respondendo o comentário acima

Cquote1.png Eu corria o risco de ganhar uma galhada para enfeite na minha testa, mas ele era trouxa demais pra pegar minha mulher mesmo comigo morto e enterrado. OTÁRIO! aplululululurrrrrsh hihihihihohohoho Cquote2.png
Robert Schumann sobre Johannes Brahms

Cquote1.png HÁ! As pessoas conhecem mais a mim do que você, seu merda! Cquote2.png
Richard Wagner sobre Johannes Brahms

Cquote1.png Eu sou melhor que Beethoven! Cquote2.png
Johannes Brahms sobre Beethoven

Cquote1.png O quê? Quem falou merda aí de mim hein? Se eu não estivesse surdo eu dava um tiro na cara do desgraçado que disse isso! Cquote2.png
Beethoven

Cquote1.png Err, olha Beethoven, fui eu não viu? Deve ter sido o Mozart quem disse isso... Cquote2.png
Brahms, tentando tirar o seu da reta...

Cquote1.png Eu?! EU JÁ TÓ MORTO A MAIS DE 250 ANOS, CARALHO! Cquote2.png
Mozart, fulo da vida sobre os comentários acima

Johannes Brahms (Hamburguer, 7 de maio de 1833 – Vinheta, 3 de abril de 1897) foi um músico, compositor, maestro, mestre-cervejeiro e otário alemão. Seu mestre foi Schumann, seu rival Chopin, seu inimigo mortal Richard Wagner, Karl Marx seu modelo estético na velhice (em especial no quesito “barba, cabelo e bigode”) e Nietzsche é mais um babaca nessa história que puxou muito o saco de Wagner, teve seu tapete puxado filosoficamente falando (segundo ele) e só será citado aqui mesmo.

Origens[editar]

Johann (“João” em alemão) Jacob (“Jacó”, idem em alemão) Brahms (plural para o deus hindu “Brahma” – na verdade eu não sei o que é!) era um zé-mané da Baixa Saxônia que tocava em bandas furrecas do local com uma desafinação gritante. Fugiu para Hamburgo para não ser espancado pelos locais da região onde morava que reclamavam da interrupção dos seus sonos sagrados devidos as serestas desafinadas de Johann e sua trupe e lá chegando, procurou por algum lugar onde pudesse morar mas estava sem grana para comprar algum lugar que prestasse, sendo que então a solução era alugar um quarto de uma pensão (que rimão!). Uma bruaca chamada Christiana Nissen, coroa com 40 e poucos anos, lhe ofereceu um quarto de grátis para ele morar com uma condição – que ele a comesse, já que ninguém mais na cidade tinha coragem de fazer isso. Sem dinheiro no bolso, nosso “guerreiro” topou e foi com esse "edificante" prólogo que se deu o nascimento do nosso herói que dá nome à este artigo até então MÍNIMO!

Continuando: Johannes (“Joanês” em... ah, vocês já entenderam!), que desde criança era tão otário quanto o pai, pelo menos em uma coisa o superava: era um músico muuuuuuuuuuuuito melhor que seu genitor e achou que podia ganhar a vida. De manhã, ele dava aulas para trouxas e recebia para cada lição apenas um marco alemão (outra rima); de noite, ele era músico contratado do bar de Valentino Troca-Tapa (tetravô de Jimmy London do Matanza) da “Turma do Pernalonga” e lá tocava por altas horas em seu piano enquanto que os frequentadores do bar enchiam a cara, davam muita bica e soco na cara um dos outros e vomitavam na sarjeta. Brahms ficava nessa baixaria toda naquela baiúca do início da noite até as duas/três horas da madrugada, tocando piano e lendo ao mesmo tempo (sim, ele conseguia fazer isso – é sério!) e comendo umas prostitutas que tinham no bar pagando apenas cinco marcos só por caridade. Vagabundas seriam as únicas mulheres que teriam misericórdia em dar pra ele, já que ele era muito sério, resmungão, tímido e esquisito, além de feio e pobre que são os únicos fatores principais para qualquer moça de família decente não se interessar por ele. Johannes ficou nessa vida exaustiva dos 12 até os 20 anos, quando ela apenas se tornou menos exaustiva.

Certo dia, ao voltar para casa após uma estafante jornada de trabalho em uma noite chuvosa e fria pra dedeu, Brahms contraiu uma inflamação na garganta que não fora tratada adequadamente e que fez com que sua voz ficasse com um timbre parecido – pra pior – com a de Detonator do Massacration. Isso aliado à sua juba ruiva de Rei Leão, fez com que ele fosse zoado por um longo tempo por parecer um pivete bobão (mais uma rima!)

O casal Schumann e outros puxa-sacos[editar]

Brahms, quando ainda garoto, já havia escrito algumas obras, mas por sua severa autocrítica (e por naquela época ainda se achar um merda) ele destruiu tudo. Querendo tentar ser mais fodão nas composições eruditas, Brahms foi sem avisar pra ninguém para a região do Reno, na mesma Alemanha, para aprender truques com Robert Schumann, o louco, um dos líderes do movimento romântico do Romantismo. Chegando lá, Brahms bateu na porta num domingão qualquer e ouviu um resmungo do dono da casa dizendo que já estava de saco cheio dos crentes locais que viviam lhe distribuindo folhetos com suas chatices. Ao abrir a porta pra falar umas poucas e boas, Schumann se deparou com o fedelho que mal foi dizendo “ensina eu tio!” e já foi entrando todo folgado pra dentro da sua casa. Schumann, impressionado com toda aquela atitude cara-de-pau, escreveu no seu diário cor de rosa dizendo sobre a chegada de Brahms: “um chato gênio!” e sem ter outra opção o ensinou técnicas musicais melhores. Foi lá também que Brahms conheceu a patroa de Robert Schumann, a senhora Clara Schumann, de quem falaremos mais adiante. Schumman, vale mencionar, era comprovadamente maluco. Doido de pedra Rasgava dinheiro, gostava de comida inglesa, nadava no rio Reno durante o inverno e ouvia a nota lá em todos os cantos, até nos flatos da senhora Schumman depois de um bom chucrute de Domingo. Diz-se que a sua 6º sinfonia foi inspirada em Clara. Faz sentido, por que é realmente uma merda em lá maior. Mas continuemos com o nosso truculento homem de Hamburgo.

Ele também como amigos da onça Eduard Marxsen (seu primeiro professor), Eduard Remela Remenyi e Eduard Hanslick (um puxa-saco de marca maior que se tornaria um grande desocupado teórico das obras de Brahms) além de Edward Mãos-de-Tesoura, criando-se assim um quarteto trio de três Eduards em sua vida inútil. Além desses, Brahms teria como chapa Hans Von Bürlow a lei, maestro de muitas de suas sinfonias e que criaria a sigla dos três BBBs alemães da música clássica: Bach, Beethoven e Brahms (E não esse BBB que você pensou, seu fútil alienado sem cultura!).

Clara Schumann e Johannes Brahms – ou: uma bela história de amor platônico[editar]

Quando Brahms passou à morar com o casal Schumann, em pouco tempo se tornaram grandes amigos. Clara, que apesar de amar muito seu marido Robert, se apaixonou também por aquele rapaz em seu íntimo. Só que enquanto o encosto amado Schumann de ambos ainda estava vivo (apesar de estar nas últimas e com a sanidade já nos cafundós de Judas, tentando de novo nadar no Reno durante o inverno ), não rolou nada entre os dois.

Tá, parabéns para eles. Foram fiéis à pessoa que significava muito para eles (se fossem outros vagabundos, sem-vergonha e imorais filhos-da-puta, já teriam pulado a cerca) e etc, etc e tal. Mas, tempos depois, Robert Schumann bateria a caxuleta, dando assim passagem livre ao desejo de sexo selvagem que ambos almejavam belo amor que um sentia pelo outro. Mas você sabe como são essas historinhas para boi dormir né: platonismo, medo, enfado, muito nhénhénhé e frescuras à mil! E nesse caso entre os dois não era diferente não. Há quem diga que eles tinham um relacionamento sim, mas destruíram todas as provas... Mas, sejamos francos, vocês acham mesmo que dois rebentos de uma época tão cheia de fru-frus como aquela iriam mesmo se pegar? Uma pinóia que iam! A verdade é que os dois ficaram de cu doce, não confessando nada um pro outro e tentando disfarçar de várias maneiras, até que Clara Schumann um dia bateria as botas e pouco tempo depois Brahms, todo deprê, faria o mesmo. Se fuderam enfim – e no mal sentido! Eles que se danem...

Inimigos[editar]

Err... Mas deixando o espancamento de cachorro morto de lado, Brahms, que não era muito de criar intriga e caçar briga, causou uma e gerou outra. Tudo começou quando ele em 1860 ele participa de um manifesto assinando um Liszt contra lista... Quer dizer! Assina uma lista contra Franz Liszt, Richard Wagner e a escola neo-alemã de música, que fica fazendo grandes circos pirotécnicos e outras atrocidades durante os seus concertos enquanto que a turma de Brahms só causava sonolência brutal na plateia em seus shows mesmo. Os efeitos de salão de Liszt e as alegorias carnavalescas das óperas de Richard Wagner acabariam ganhando com facilidade dos seus adversários no quesito popularidade, já que o público pagante desses shows queria bem mais uma farra micareteira erudita esdrúxula que um entediante som bem feito para causar cansaço. Outro inimigo de Brahms foi Bruckner, um velinho carola que compunha sinfonias escandalosas do tamanho de sucuris e venerava o arqui-rival Wagner. Mas contra Bruckner, Brahms não teve maiores dificuldades de esculachá-lo. Bruckner era burro, tosco e chorão, que ficava na aba da saia de Wagner. Brahms e seus cupinchas Eduard Hanslick e Hans von Burlow perderam a conta de surrá-los nas vielas de Viena.

Outro grande rival seria Chopin, mas esse foi bem mais fácil de enfrentar já que o polonês era mais boboca que o alemão, mais fresco, mais patético... . O golpe de misericórdia foi quando Brahms conseguiu fazer a linha do chopp Brahma, onde desbancou o rival genérico que passou a trabalhar para a Itaipava. Afinal, a diferença era meramente a pasteurização. Com isso, Brahms se tornou o presidente presidente da Ambev, visando assim obter o monopólio mundial de música e cerveja. Só não conseguiu no quesito musical porque Chimbinha destronou eles e seus similares musicais nerds e no quesito cervejeiro ele foi derrubado por um complô mundial da Budweiser e Heinenken. Que peninha...

Obras mais conhecidas por gente que acha coisas como Inimigos da HP uma desgraça[editar]

Concertos para Piano, n°s 1 & 2: Na verdade, qualquer paspalho compositor com dotes no piano tem um concerto famoso desse tipo! O Mozart tem, o Beethoven também, o Chopin idem, Liszt nem se fala, Elton John então, e não nos esqueçamos do Kenny G... Peraí, ele não era saxofonista?

Um Réquiem Alemão: Obra musical religiosa fúnebre que fez com que Brahms ganhasse alguns bons trocados. Foi encomendada por Hegel para comemorar a morte de Schopenhauer, o que explica em muito o sucesso dessa obra por causa da morte do irritante alemão n°1!

Sinfonias n°s 1, 2, 3 e 4: Outra coisa que quase todo mundo envolvido com música clássica tem também. A primeira é só uma cópia de Beethoven, a segunda e terceira eu não faço ideia de qual comentário se falou sobre elas já que todos que as escutaram dormiram e a quarta mereceu uma singela mensagem de Hans Von Burlöw as regras após tê-la tocado em um concerto: “Porra Brahms, tinha como escrever uma sinfonia mais fácil não ô caralho?!”

Quinteto para Clarinete: Um Concerto para Clarinete de Mozart melhorado. Só.

Concerto para Violino Opus 42 à Bullshit’s Restoring Manufaturation Annihilation Corporation: Concerto que Brahms dedicou à empresa que aumento o artigo referente a ele aqui na Desciclopédia. Achamos uma merda, diga-se de passagem.

v d e h
Bach shades.jpg ♫♫♫ Compositores da Música Erudita ♫♫♫

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