Johnny Herbert

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Johnny Herbert é um ex-piloto secundário de Fórmula 1, desses que passou mais de 10 anos frequentando só posições medíocres, sempre ficando de 4º lugar à 13º. É, todavia, o único piloto da história que quase morreu tanto na primeira corrida como na sua última, sendo bastante relembrado por este fato.

Formula 1[editar]

Estreia na Benetton e Tyrrell[editar]

Johnny Herbert era um piloto audacioso, que conhecia bem os seus limites e sua ruindade mas que muitas vezes passava a acreditar que era realmente alguém bom de corrida e superava seus limites, sempre batendo seus carros quando mais precisavam dele, gostava de bater e quase morrer e já mostrava esse talento na F-3000, categoria de base onde correu bastante antes da Formula 1 e onde aprendeu como executar batidas fantásticas e quase morrer fazendo essas coisas, ficando já famoso em 1988 quando foi o responsável por aplicar um strike em Brands Hatch onde bateu e levou outros 10 pilotos junto com ele, e as duas pernas dele também que se quebraram na batida frontal. Mesmo com o trauma da batida, no ano seguinte em 1989 foi para a Formula 1 onde tornou-se o primeiro piloto da história a estrear usando muletas ao invés das pernas. Na sua estreia pegou uma Benetton e mesmo com as pernas em frangalhos teve uma excelente atuação e terminou a corrida do Rio de Janeiro em 4º lugar, e logo todos começaram a dizer "esse é o novo Nigel Mansel" e essas histerias infundamentadas que os jornalistas fazem sempre que um piloto novo faz algo de útil. Mas era ruim como tantos outros, e só se saiu bem porque com as muletas era mais fácil pisar no pedal do acelerador, e quando ele perdeu as muletas seus resultados decaíram e nem terminou a temporada, foi demitido e substituído por Emanuelle Pirro (quem?).

Lotus[editar]

Em 1990 ficou sem equipe, porque ainda existiam muitos bons pilotos vivos e ativos, ficando na reserva da Lotus, onde "disputou" só as duas últimas corridas, mas ninguém nem o viu lá nessas corridas, só as estatísticas que dizem que ele ficou em último. Em 1991 continuaria na reserva da Lotus e imperceptível.

Só em 1992 e 1993 faria uma estreia decente e correria o ano todo, especializando-se em terminar corridas em 4º lugar, posição pela qual a Lotus era projetada a conquistar. Mas em 1994 nem mais em 4º Herbert conseguia ficar, e assim ele ajudou a falir a Lotus e teve que correr as últimas corridas pela Ligier, uma equipe fodida da época.

Benetton, a grande chance[editar]

Herbert se exaltando na comemoração de uma grande raridade. Uma vitória dele na Formula 1.

Até Heikki Kovalainen já teve sua chance de fazer algo útil quando pilotou a McLaren em 2008 e 2009, e volta e meia esses pilotos medianos-pra-ruim tem a sua única de fazer algo que preste na Formula 1, e para Johnny Herbert essa chance foi em 1995, quando pegou a Benetton recém-campeã mundial. Mas como era só o Johnny Herbert, em nenhum momento chegou perto de disputar um título, ganhou lá duas corridas, mas sempre longe do companheiro e então campeão Michael Schumacher, ficando Herbert apenas na 4º posição geral, então obviamente terminou o ano desempregado e fazendo mimimi que o alemão recebia privilégios (já escutamos isso em outro lugar).

Sauber[editar]

Após 1995 frustrante, aí vem só a decadência, foi pra Sauber e em 1997 e 1998 ficou um monte de vezes em último, e se ganhou 1 pontinho ou outro já foi muito.

Stewart[editar]

Decaindo cada vez mais, foi para a Stewart Grand Prix em 1999, momento em que a ruindade de Herbert ficou clara, cristalina e evidente para todos quando ele conseguiu ser o segundo piloto do Rubens Barrichello, algo que não se imaginava ser possível. Até venceu 1 corrida, mas foi só um daqueles acasos, não a toa a corrida que Herbert venceu ficou conhecida como "O Caos de Nurburgring de 1999", onde só 9 de 22 carros terminaram a corrida e Herbert venceu largando em último e não precisando fazer nenhuma ultrapassagem, apenas observando líder por líder derrapando e abanadonando a prova, Frentzen, Coulthard, Fisichella e Ralf Schumacher (detalhe que Rubinho mal conseguiu ultrapassar Jarno Trulli da Prost e ficou só em terceiro).

Jaguar[editar]

E para finalizar essa carreira de merda e esquecível, teve seu último ano na Jaguar (que era a mesma merda da Stewart mas pintada de verde) em 2000 onde não fez nada de memorável. Como se já não bastasse continuar sendo segundo piloto do Rubinho, ficou marcado só pela sua última corrida no GP da Malásia, onde bateu e quase morreu, exatamente como havia começado sua carreira lá em 1989. Ficou melhor se aposentar mesmo, que já estava ficando feio.

v d e h
Pilotos da Fórmula 1