Juína

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O Mico Azul passou por aqui em 1979!!!



Cquote1.png Isto, non ecxiste Cquote2.png
Padre Quevedo sobre exportadora lícita de diamantes de Juína
Cquote1.png Todo ano eu danço nas festa juína Cquote2.png
Carla Perez sobre Juína
Cquote1.png Depoihrri díiz qui uhrru bahianu é qui é priguiçôuz Cquote2.png
Baiano sobre Juína
Cquote1.png Que gestão transparente... 2 Milhões em salários para funcionários públicos de uma prefeitura de uma cidadezinha de 40 Mil habitantes Cquote2.png
Radialista juinense sobre prefeitura de Juína

Juína (também conhecida carinhosamente como "esgoto a céu aberto") é uma colônia de imigrantes nordestinos e de paus rodados localizada em algum lugar incerto do Mato Grosso.

Juína pode ser conhecida pelos desmatamentos ilegais, pelo alto número de suicídios entre os cidadãos e as formas de enriquecimentos ilícitos praticados por alguns emigrantes do sul do país durante o processo de colonização do município. Não se impressione com as caminhonetes que alguns fazendeiros ostentam por Juína, pois são todas financiadas com o dinheiro do fundo rural que deveria ser empregado na agricultura, mas não foi.

Mas para quem gostaria de saber como é uma aldeia africana, Juína pode ser tomada como referência. Suas ruas sem asfalto, a total ausência de rede de esgoto e a falta de cultura de seus cidadão beiram o caos. E pior, os habitantes tem coragem de dizer que lá é um bom lugar pra se viver. Isso se deve ao fato de que poucos cidadãos conseguem sair da cidade devido ao baixo poder aquisitivo e a precariedade de sua malha rodoviária, e por isso não sabem o que realmente é uma cidade boa.

História[editar]

Os nativos dali são o povo ena-wenê-nawê, mas estes após os séculos de exploração, hoje não passam de um monte de índios folgados cujos homens ficam na estrada cobrando pedágios extorsivos e as mulheres em barracos ganhando dinheiro e troca de favores sexuais.

O vilarejo em si só foi ser criado por volta de 1978, quando alguém acho que seria interessante construir uma rodovia interligando Vilhena em Rondônia a Aripuanã em Mato Grosso. Como a região tinha o apelido de "Terra Esquecida", não haviam operários loucos o bastante para aceitar a empreitada de criar essa rodovia, então gaúchos desempregados foram importados e levados para o local seduzidos pela oferta de putas limpas e baratas (as índias), então acabaram se estabelecendo naquele meio e criando o vilarejo, que de tão recheado de vagabundos e prostitutas, foi forçado a ser emancipado a um município em 1982.

Embora orgulham-ase de seu urbanismo planejado, na prática a cidade foi projetada por um engenheiro que copiou um labirinto do jogo tíbia como projeto da cidade, pois em Juína você pode se perder em uma quadra.

Geografia[editar]

Juína existe! Bom, se você nunca foi a Juína, não sabe como ir pra Juína, não conhece ninguém que já tenha ido a Juína, não se lembra de ter visto esta cidade no mapa de Mato Grosso e nunca viu uma foto, filme, reportagem ou música sobre Juína, e até o Google forneça pouca ou quase nenhuma informação, fica difícil provar que ela existe, então acredite se quiser. Juína não fica no Acre, porém.

O clima de Juína é bem exótico com seis meses de chuva e seis meses de seca, conhecido como época da lama e época da poeira respectivamente.

Economia[editar]

Os índios fazendo seu dinheirinho em Juína.

Em Juína não existe pagamento a vista, 28% dos pagamentos por serviços e produtos são negociados na base da troca, 22% são pagamentos feitos por prestações, 20% são para pagar outras negociações atrasadas a base de troca, 10% por transferência direto da conta bancária (empregados não chegam a ver a cor de todo o seu dinheiro), 9% pagam a vista (chorando) e 1% paga a vista sem chorar.

Os maiores comerciantes procuram empregados para regime semi-escravo onde o empregado tem de produzir no mínimo 3 vezes o valor do seu salário para garantir o emprego. Emprego com patrão que assina carteira de trabalho representam 10% dos trabalhadores de Juína, o resto negocia porcentagem de lucros como sócio, onde o empregador entra com os bens e o empregado com a mão de obra (faz todo o trabalho e entrega metade da renda para o sócio-Empreendedor-tirano). Sendo você um "sócio", jamais reclame, pois correrá o risco de nunca mais ser sócio de ninguém na província, pois caso contrarie um chefe, todos os outros chefes da cidade ficarão sabendo e jamais contratarão.

Horas-extras não significam renda extra, é comum trabalhar antes, depois, durante o expediente e fora dele, horas a mais são apenas para demonstrar sua devoção a colônia juinense, com muito orgulho, e não por dinheiro.

Mas fique atento: Juína é rota de frentes frias (ônibus cheio de gaúchos portando talão de cheques do Bradesco), o que torna a cidade mais perigosa para negócios do que fazer concorrência para vender drogas com o pessoal do Terceiro Comando no Rio.

Resumindo: As chances de sucesso econômico em Juína são quase nulas.

População[editar]

Opulente ponte da BR-174 na entrada de Juína.

Os habitantes dessa colônia (que ninguém nunca ouviu falar) são responsáveis por 99,23% do desmatamento da floresta amazônica. Não existe um cidadão (se assim podemos chamar) juinense que ao chegar em outra cidade e ao dizer de onde veio ouviu a seguinte indagação "Você é doido ou veio de Juína com motosserra nas costa".

Em Juína, indígena algum trabalha e mesmo assim fazem greves, protestos e bloqueiam as saídas da cidade querendo mais recursos federais. 99,9% dos habitantes de Juína são de outros estados. A festa de rodeio tem mais pessoas que o total de habitantes da cidade e Juína fica no estado brasileiro com a capital mais próxima do Inferno, "Cuiabá - Mato Grosso".

Os habitantes de Juína são divididos da seguinte forma: Gaúchos, sem-terra, mendigos, prostitutas, travestis, gaúchos oriundos da Argentina do Norte, tuberculosos, aidéticos, madeireiros (a maioria já foi preso pela PF), pedófilos, pecuaristas falidos, traficantes, viciados, fugitivos da justiça, jagunços, índios, evangélicos, petistas, mais gaúchos e funkeiros.

Cultura[editar]

Em Juína você pode ver pessoas que mesmo em sã consciência gastam o único real do bolso em qualquer inutilidade sem retorno mesmo sabendo que amanhã vencem as contas de luz, água e etc.

Por ser a cidade de maior índice de motos per capta do país tem-se anualmente competições de moto-cross e acrobacias em motos grandes, fato que influencia os jovens a praticarem "BOBs de cara no chão" ou "Empinando e se ralando no asfalto" e o mais praticado "R$200,00 por afogar a moto acelerando e ouvir um pipoco saindo no escape". Em Juína você pode fazer esportes radicais como rali nas estradas esburacadas e mal pavimentadas da cidade totalmente de graça.

Também você pode ir na praça e ver muitas índias pessoas andando sem um real no bolso e rodeando a bolsinha praça só para verem alguns comendo cachorro quente ou tomando um mísero sorvete italiano de R$ 1,00, e tendo que dividir com os colegas.

Musicalmente, Juína produz os CDs dos DJs locais. Estas obras-de-arte são propaganda do próprio DJ com pequenos trechos de músicas. Depois de comprar o CD (que vem de brinde em qualquer marca de detergente de 3ª categoria) você irá perceber que nenhuma das músicas tem começo, meio, fim, ritmo próprio, ou algum acorde original, mas tem sempre uma frase do tipo "dddddDJ (apelido) só toca as melhores" a cada 30 segundos de som.

Idioma[editar]

A língua dos juinenses (espécie rara de macaco pelado) é o juinês, sendo este muito parecido com uma mistura de português com tupi-guarani, sendo que algumas expressões locais típicas as flexões verbais: "ponhá" e "ponhô".

O plural foi abolido neste dialeto, sendo gramaticalmente aceitável as frases "nóis vai", "nóis armoçamo", "nóis véve", "nóis vai ponhá as coisa no lugá", "se eu sesse de sum paulo", e por ai vai...

A taxa de analfabetismo em língua portuguesa, portanto, alcança os 98% da população.

Lazer[editar]

Em Juína não existe boate ou danceteria decente o suficiente para se divertir com música boa, oxigênio fresco e pessoas legais, pelo menos não tudo junto. As jovens as vezes chegam nesses pontos depois da 01:00 da madrugada e já bêbadas e nem por isso estão grávidas porque ninguém tem coragem de comer aquilo não há ninguém perdendo o sono esperando-as.

A cidade possui várias mini e micro lan houses de 1 a 15 computadores que são muito úteis a viciados em Facebook, Skype e jogos como CS, WAR, GTA TIBIA entre outros.

Os finais de semana em Juína são passados na cidade bebendo-se até cair em qualquer bar disponível. Todos os jovens da cidade vão para o rio, comer putas com AIDS peixe frito, andar de canoa Jet-ski e ficar dançando forró ou que for. Se seu filho for a esse lugar, ele voltará bêbado, ou terá sido jantado por índios canibais, no mínimo.

Nos bares o pessoal se reúne para beber, beber e beber, ao som muito alto de músicas ruins. É lá que alguns representantes da sociedade bajulam algumas autoridades de forma enjoativa. Os botecos de Juína são famosos por serem o ponto de traição conjugal dos homens casados com as Kengas - indígenas do sexo feminino que ficam no meio das pedras quase nuas arrebitando a bunda para os incautos.

Existem contudo, alguns bailes no famigerado Juína Clube. O lugar pode até ser agradável para um membro de uma aldeia indígena pois (acreditem se quiser) o "clube" é feito de pau-a-pique.

Turismo[editar]

Não há absolutamente nada de notável em Juína, mas lá existe o Rodeio que pode ser considerado por alguns como o melhor rodeio do mundo, onde existe uma pequena aglomeração de crianças nos precários brinquedos do evento onde sempre tem um médico pedófilo ali por perto vendendo inúmeras vacinas anti-tetânicas, onde as crianças correm após se machucarem nos brinquedos velhos ou por questão de levar uma facada psicológica ao ver o preço dos ingressos. Há nesse evento aind ao tiozinho da espingarda, que ao pagar 5 reais da galera devolve em alçgumas balinhas, além de um misterioso litro de Red Label que faz mais de 50 anos que está ali, sendo talvez uma macumba.

A única coisa boa do rodeio são as índias prostitutas gatas, que na verdade são travecos, e que ficam ali andando pelo recinto enquanto os play-índios playboys lá de cima dos seus camarotes só ficam observando o movimento, e apreciando a galera tombando uma caminhoneta após um cavalinho-de-pau.