Karen Barclay

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Karen Barclay é a adorável mamãe de Andy Barclay, o pirralho eternamente perseguido por Chucky, o boneco assassino e imortal. Esta doce criatura, que quase deu uma chinelada em seu filho quando ele disse que quem estava matando os figurantes de Brinquedo Assassino 1 era um boneco de pano, quase conseguiu mandar Chucky para os confins do inferno, ao incendiá-lo em sua lareira, desmembrá-lo, degolá-lo e atirar mais de 300 vezes em todos os seus pontos vitais (se é que boneco tem pontos vitais). Sim, eu disse quase, pois ela não conseguiu esse objetivo, pois o boneco de pano mais adorado de Tangamandápio e mais odiado do resto do mundo estava protegido pelo diretor do filme, que já estava planejando colocá-lo como principal antagonista de Brinquedo Assassino 2.

História[editar]

Karen tendo uma crise de meia idade, brincando com bonecos de pano com instintos psicopatas.

Viúva, já que o seu marido se auto-suicidou-se a si mesmo apenas para ganhar a oportunidade de beber com o cão lá no inferno, Karen teve que se virar para sustentar seu filhinho remelento, criado a leite com pera e pão com mortadela. Sozinha, ela teve que aceitar o emprego de vendedora de joias do Medalhão Persa, tendo que aturar um patrão chato pra caramba, praticamente uma versão live-action do Mr. Burns, que dizem as más línguas que é a própria reencarnação do capeta, apesar de muita gente (inclusive eu) duvidar que o tinhoso seja tão chato e bobo, chato, feio e cara de mamão quanto ele.

Enfim, entra ano, sai ano, e Karen conseguiu manter a bodega funcionando, botando comida na mesa, pagando as contas e tocando o barco. Porém, mas, entretanto, todavia, seu salário ainda a deixava a 7 palmos abaixo da linha da miséria, e o seu filhinho estava lhe pressionando para ganhar um boneco esquisito chamado "Cara Legal", que era a principal modinha da época, pois funcionava a base de pilhas, o que muitas pessoas daquele tempo consideravam como bruxaria. Após uma pequena pesquisa nas principais filiais da Ri Happy de sua cidade, Karen percebeu que aquele boneco esquisito trajado de fazendeiro custava os olhos da cara, e que não poderia comprar tão imediatamente, ou seja, o seu filho precisaria esperar que ela conseguisse juntar um dinheiro, coisa que demoraria apenas uns 42 anos, com um pouco de sorte. Mas... Como em filmes de terror as coincidências ocorrem mais frequentemente do que as situações comuns, Karen encontrou aquele boneco em um camelô, que estava vendendo alguns "Caras Legais" de procedência duvidosa. Depois de uma pechincha, Karen fechou negócio, e finalmente tinha em mãos o tal boneco, que ela nem imaginava que era Chucky, o boneco assassino, o brinquedo mais adorado dos sádicos, doidos e nerds que assistem filmes de terror.

Não demoraria muito tempo para Karen arrepender-se da aquisição. No mesmo dia da compra, Chucky, que sabe que tempo é dinheiro, fez a sua primeira vítima, acertando uma martelada na cabeça da melhor amiga de Karen, que desequilibrou e caiu suavemente de 7 andares, fraturando cerca de 78 ossos e fundindo o cérebro. Mas... Karen, ingênua, assim como 99% dos figurantes dos filmes da série Brinquedo Assassino, achou que aquilo tinha sido apenas um acidente, que o martelo tinha batido sozinho na cabeça da defunta. Karen só começou a mudar seu ponto de vista quando o próprio Chucky lhe chamou de vadia, cadela, boba, chata, feia e cara de mamão e lhe mordeu.

Não, Karen Barclay não participou de nenhum filme da série Hellraiser. Isso aí é apenas uma imagem pixelada e tosca que eu encontrei aleatoriamente no Google Imagens.

Agora acreditando em bonecos que se movem sozinhos e em coelhos que botam ovos de chocolate, Karen foi pedir ajuda ao detetive Mike Norris, primo de 78° grau de Chuck Norris, mas a autoridade, que era cética, apenas riu de sua cara, dizendo que bonecos que se movem sozinhos eram frutos de su psiquê, pura manifestación de ectoplasma, e que isso nón ecisistia. Porém, Karen não estava muito a fim de ser a próxima vítima do filho do boneco de olinda, e pediu o endereço de Charles Lee Ray, para investigar a casa desse sujeito, que aparentemente estava confinado no corpo mirrado de Chucky. Para evitar mimimis, Mike Norris lhe deu o endereço, e encucado com esse caso, também foi pesquisar algumas coisas sobre Charles. Ele se arrependeu amargamente disso, pois logo após sair da delegacia com os arquivos, ele caiu em uma cilada armada por Chucky, que estava escondido no banco de trás de seu carro, armado com uma peixeira. Não vou contar como foi a batalha entre Norris e Chucky, pois este artigo é sobre a Karen Barclay, porém, posso assegurar que Norris não morreu, pois ainda precisava ajudar Karen e Andy a se livrarem do boneco do mal.

Investigando o apartamento de Charles Lee Ray, Karen encontrou diversas obras de macumba e um pôster em que o Imperador Motumbo abençoava os seus servos, mostrando-lhes como superar as broxadas através de um líquido mágico que levantava até defunto. Enquanto aprecisava estas obras artísticas, Karen foi surpreendida por Norris, que após ser atacado por Chucky, começou a acreditar na história absurda de que bonecos de pano se movem sozinhos e possuem instintos psicopatas. Investigando os arquivos, Norris descobriu que, antes de ser morto e ter a alma transferida para o corpo de Chucky, Charles estava tendo encontros amorosos com o pai-de-santo Pai Pelintre, famoso pelas suas obras de magia afrodescendente. Agora, Karen e Norris apenas tinham que encontrar o pai-de-santo antes de Chucky, o que não era muito fácil, já que, assim como qualquer serial killer de filme slasher, Chucky possui a habilidade de teletransporte.

Demorando mais de 3 cenas para chegarem na casa de Pelintre, Karen e Norris perceberam que Chucky já tinha passado por ali, pois o pai-de-santo estava segurando as próprias tripas com as mãos. Já enxergando a luz vermelha do inferno no fim do túnel, Pelintre apenas teve tempo de dizer para Karen que Chucky estava indo atrás de Andy Barclay, para roubar a sua alma. Sem pensar muito, Karen largou o pai-de-santo ali e foi correndo para tentar salvar o seu filho, que provavelmente estava no hospício, onde tinha sido colocado para tentar esquecer-se das loucuras de que bonecos de pano falam e matam pessoas. Mas... O moleque não estava lá, ele já tinha dado no pé, pois Chucky já tinha lhe feito uma visitinha.

Após raciocinar rapidamente, Karen presumiu que o seu filho tinha ido para casa, pois o pirralho tinha apenas 5 anos, e não tinha mais para onde ir. Então, após mais uma corrida, Karen e Norris chegaram no apartamento, e conseguiram interromper o ritual satânico de Chucky, que precisava de apenas mais 2 segundos para terminar a transferência de alma. Depois disso, começou a batalha entre Chucky, armado com uma peixeira, e Norris, que estava armado com uma Colt Python com munição infinita. Os dois travaram uma intensa batalha, mas Chucky acabou sagrando-se vitorioso, pois acertou o calcanhar de Norris, que era o seu ponto fraco. Agora com o detetive semi-fora de combate, Chucky foi caçar Andy Barclay, pois precisava urgentemente completar o ritual. O único problema é que tanto Karen quanto Andy estavam protegidos pela imortalidade de protagonista e, além de não morrerem, conseguiram tacar fogo em Chucky, jogando-o na lareira. Apesar de ter virado churrasco, Chucky continuou vivo, e estava pronto para matar todo mundo que ali estava, porém, foi desmembrado e degolado quando Karen lhe acertou mais de 300 tiros. Na verdade, mesmo após ter virado apenas poeira, Chucky continuou se movendo, apenas parando definitivamente, ou não, quando Norris, já recuperado, acertou um tiro em seu coração.

Após estes eventos, Karen foi jogada em um hospício, pois apenas pessoas com problemas mentais graves acreditam que bonecos de pano se movem, falam palavrões e possuem instintos psicopatas. Depois disso, Karen só aparece de novo fazendo uma participação pífia em A Maldição de Chucky, nas cenas finais, conversando com Andy no telefone.


v d e h
Olá, eu sou o Chucky, vamos brincar?
Chucky-boneco-assassino.jpg