Klaus Barbie

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Klaus sempre sorridente, enquanto assiste um de seus prisioneiros se afogar.

Klaus Barbie (Deusbergue Malvadão, 25 de outubro de 1913 — Um Time Francês, 25 de setembro de 1991) foi um dos torturadores do famoso Holoconto judaico que muitos descreviam como um torturador terrível, pois vivia querendo transformar seus adversários franceses com bonecas da sua primeira filha Serafina forçando os prisioneiros a brincar com ela e virarem gays à força. Assim ele ganhou o apelidinho de Cafetão de Lyon, e talvez tenha sido o grande propagador do homossexualismo na França. Se bem que... lá já era la putarie a muito tempo.

História[editar]

Nikolaus Klaus Barbie nasceu num buraco lá da Alemanha e em 1935 ele entrou na SS, sendo que em 1940 foi mandado pra Haia apenas pra capturar a Anne Frank, que estava dando uma canseira nos nazis. Obersturmführer mandou pra terra dos pés juntos Jean Moulin, o braço-direito do Charles de Gaulle e líder da Resistência Francesa (aquele grupo de terroristas que vivem dizendo que eram os fodões, mas não eram puorra nenhuma).

Outra arte doce do Niko foi tacar fogo num barracão que tinham um monte de supostos cheira-colas que rondavam Paris, mas na verdade eram crianças judias, um equívoco muito complicado de explicar, porque até hoje dizem que essas crianças teriam ganhado um vale-gás pra Auschwitz conhecer a solução final e nenhuma sobreviveu. Se isso é verdade ou não, eu num sei, não encontrei nenhuma até hoje pra me dizer que era só zueira.

Sua técnica de fazer os prisioneiros dizer tudo o que ele queria consistia de técnicas nada convencionais e diabólicas, como forçar eles a tomar banho com biquínis, ouvir discos de música francesa acorrentados à uma cadeira (porque música francesa é uma merda, convenhamos), cortes nas pernas e algumas técnicas que provavelmente não devem ser mais do que alguma fantasia feita pelo cara que criou os sete filmes de Jigsaw.

Astucias e peripécias e seu triste fim[editar]

O boneco que serviu de inspiração pra da sua filha.

Após seus anos de ouro dando banhos com sonífero nos prisioneiros, em 1944 ele pegou gonorreia e pediu licença do exército pra cuidar do seu piru. Usando uma ratline genial pra um hospital nos EUA, lá ele virou agente do Serviço Secreto dos ianques, mandando o julgamento dos franceses pra PQP. Com a autorização dos EUA, ele foi pra Bolívia dar uma forcinha pro Luis García Meza, ditador de lá em 1957 e mudou até de nome pra Klaus Altmann, chegando até a bater um papo firme com o De Gaulle, que nem reconheceu o alemão safadinho.

Só em 1971 ele foi localizado por uma dupla de alemães dedo duros, mas não adiantou muito porque como ele vivia numa ditadura patrocinada pelos caras lá de cima da América, quem ia se meter em mexer por ali? Finalmente, só em 1983, quando o ditador foi conhecer o colo do capeta, ele foi enfim deportado pra França, onde em 1987 foi condenado à prisão perpétua, mesmo sendo um herói e mártir da democracia, tal como José Genoino e José Dirceu no Brasil. Segundo ele mesmo disse no julgamento:

Cquote1.png Vocês deviam me agradecer por impedir que vocês virassem um país de comedores de criancinhas e de croissant! Cquote2.png
Klaus Barbie sobre si mesmo

Barbie morreu em 1991 vítima de doença do pau na boca. É que seu médico nos EUA tinha errado seu diagnóstico achando que era uma simples gonorreia.

Curiosidades[editar]

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  • Klaus Barbie foi o melhor amigo de Hitler nos tempos da escola, até o nazismo.
  • A sua principal aparição foi no filme Hôtel Terminus "Tá Todo Mundo Louco", como o carinha que comandou a corrida.
  • Ele possui um museu só dele: o Museu da Barbie. Digo, digo, do Barbie.
  • Processou várias vezes a Mattel, produtora da boneca de plástico, sob a alegação de ter roubado seu nome e sua ideia.
  • Há indícios de que Klaus era gay, pois dançava ballet e sua amizade com Hitler, pelo qual chamava de "Hitlerzinho", era muito estranha.
  • Também conhecido como "O Carniceiro de Lyon", Klaus matou muitos, com suas incríveis danças sensuais. Dizem que os judeus ao ver suas danças morriam de infarto fulminante.