Kobayashi-san Chi no Maid Dragon

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Kobayashi e as Dragoas Putas
小林さんちのメイドラゴン
Dragoas putas.jpg
Primeiro volume do mangá
Gênero Ecchi disfarçado de comédia com muitos elementos yuri
Mangá
Autor Kussuado
Divulgação Futanari Corp.
Onde sai Monty Python Action
Primeira publicação 25 de maio 2013
N° de volumes 7
Anime
Dirigido por Yasuhiro Ta Sem Moto
Estúdio Sushi Animation
Onde passa Tokyo XXX
Primeira exibição 11 de janeiro de 2017
N° de episódios 13 episódios e já tá bom disso
Filmes -
OVAs 1

Kobayashi-san Chi no Maid Dragon (小林さんちのメイドラゴン, que numa tradução livre fica algo como "Kobayashi e as Dragoas Putas") é um anime do gênero GIFCI (Garotas Idiotas Fazendo Coisas Idiotas) com elementos de yuri, ecchi casual e muita bobagem sem sentido. Por ser povoado com uma boa variedade de hentai girls, obteve relativo bom sucesso.

No Japão não existem limites, absolutamente tudo pode ser sexualizado e idiotizado, mas é bem verdade que nos idos de 2017 já haviam se esgotado praticamente todas as coisas, objetos e temas existentes no mundo para serem respectivamente sexualizados e idiotizados, mas então o visionário mangaká Kussuado Ninja pensou brilhantemente "espere aí, até hoje não existe nenhum anime de dragoas empregadas, putas e lésbicas" e assim não perdeu tempo e escreveu 7 volumes absolutamente medíocres de mangá merda, que depois virariam anime devido ao altíssimo potencial de gerar novos hentais.

Enredo[editar]

Tooru ensina Kobayashi como dragões lavam suas partes íntimas.

Trata-se de um anime tão profundo quanto uma piscina de 1000 litros e tão complexo quanto uma letra de alguma música da Valesca Popozuda. É a história de uma dragão fêmea que decide ser uma empregada para uma humana sem sal só porque teve uma noite divertida com a mesma no meio do mato. Neste anime você deve esquecer tudo o que já aprendeu sobre dragões pois são todos uns completos idiotas que não sabem interpretar simples frases sem levá-las ao pé-da-letra. Essas situações eram para teoricamente ser comédia, mas a única sensação que geram no espectador comum é pura vergonha alheia e um certo desgosto pela apatia da protagonista Kobayashi.

Os dragões são entidades que podem se transformar em gostosas que podem variar de lolicons como a Kanna até as altament epeitudas como a Lucoa, ou mesmo os viadinhos como o Fafnir, e a protagonista Tooru que é a dragão-empregada.

Os episódios então se resumem em dragões jogando queimada, dragão indo na feira, dragão-loli comendo gicarra, dragão cozinhando Omurice, dragão indo em evento de anime, dragão fazendo cosplay e a insistência diária em a dragoa Tooru querer ficar com a humana Kobayashi. Claro que numa porcaria de anime desses não pode faltar também o famigerado episódio da praia, mesmo ele fazendo sentido nenhum, está ali no enredo apenas para a Lucoa ter a desculpa de usar mais um biquíni altamente indecente.

Apesar de ser apática a maior parte do tempo, quando Kobayashi fica bebada ela fica bem desinibida.

O que se percebe é que esses dragões todos que cercam Kobayashi são verdadeiros vagabundos, que no seu mundo de origem aparentemente não tem nada pra fazer, nem emprego, mas que agora na Terra mesmo a rotina absurdamente entediante do Japão pode ser divertida para esses seres de longevidade milenar.

Só no final do anime que conhecemos o primeiro personagem sensato dessa história toda, provavelmente porque ele é o único estrangeiro e não compactua com esse modo de vida horroroso existente no Japão, é o pai da Tooru que aparece para tentar botar um pouco de juízo na cabeça da filha retardada, dizendo apenas o óbvio, que um dragão que vive 10 mil anos não pode namorar uma humana que vive apenas 100 anos. Kobayashi não entende esse ponto muito bem, ela acha que aquele cara está sendo apenas homofóbico, e então declara seu amor pela Tooru e tudo termina idiotamente bem.

Personagens[editar]

Se Kobayashi fosse caçadora de dragão talvez esse anime fosse menos tedioso.
Kobayashi
Virjona encalhada e protagonista do anime. Parece um menino, se veste como menino, se comporta como menino, tem gostos de menino, mas se considera heterossexual e não vai dar a mínima chance para a Tooru, mas por isso também vai se manter eternamente encalhada e o anime é sobre esse seu drama de não ter nenhum homem no Japão que se interesse por seu corpo sem graça e nada chamativo, o que reflete em sua personalidade apática e insensível. Como ela está ali para representar o espectador, que é um otaku fedido e virgem, o enredo faz com que diversas dragoas fêmeas do nada fiquem extremamente atraídas por Kobatashi, mesmo que ela não se esforce nem um pouco em ser o minimamente legal com todas essas pessoas de bom astral. Sua rotina é sempre a mesma merda: Tratar mal as dragoas gentis que apenas estão tentando ser legal com ela, ir para um trabalho extremamente merda passar horas digitando num computador sei lá o que e voltar pra casa pra comer a refeição feita pela empregada dragão e ainda reclamar. Nem no último episódio assume o lesbianismo, na verdade nem sente falta quando Tooru vai embora por uns dias.
Tooru
Uma dragão lésbica e altamente retardada que apesar de possuir o poder de dizimar cidades inteiras com apenas um sopro decidiu que simplesmente queria ser a empregada de uma japonesa apática e insensível chamada Kobayashi. Ao contrário de sua patroa, que até o final insistirá ser hetero, Tooru é assumidamente sapatona e vai passar o anime inteiro tentando dar o rabo para Kobayashi comer (nos dois sentidos, gastronômicos e bíblicos da palavra "comer"). Mas apesar de ser um dragão milenar, ela visivelmente ainda é virgem e por isso ainda não entende muito bem sobre como se comportar em sociedade e tentar achar um parceiro, por isso decidiu virar lésbica e colocou esse objetivo em mente que quer que a Kobayashi coma seu rabo custe o que custar.
Kanna
Uma dragão-loli fofinha que mesmo tendo milhares de anos de idade quer ir pra escola como se fosse uma garotinha fofa e inocente de apenas 9 anos de idade. Apesar de toda sua sabedoria vasta e milenar, prefere comportar-se como uma garotinha inocente, pura, fofa, gentil e que permitirá que qualquer pedófilo cretino se masturbe para ela sem sentir peso na consciência, afinal ela na verdade tem uns 2000 anos. Podia viver onde bem quisesse, mas preferiu fazer de conta ser uma filha adotiva de Kobayashi e passou a viver na casa junto com Tooru também.
Saikawa Rika
Amiga de Kanna no jardim de infância, é mais uma lésbica no anime, mas ainda é muito jovem e não entende ainda as transformações que tomaram conta de seu corpo, por isso ainda está naquela fase jovial em que é capaz de ter um orgasmo só de Kanna encostar o ombro nela. É graças a esses surtos que muitos podem sonhar com uma cena yuri loli x loli, que aliás quase aconteceu em um dos episódios. Em outras palavras, ela é apenas uma psicopata precoce que se finge de fofinha.
Fafnir
Dragão gótico cujo único conhecimento prévio acerca de humanos é que todos merecem morrer miseravelmente. Ele era par a teoricamente ser um personagem sinistro, medonho, ameaçador e possivelmente até o vilão da história, mas um dia conhece League of Legends e o vício no jogo revela que Fafnir na verdade sempre foi apenas um viadinho carente.
Lucoa
A hentai girl oficial do anime, sempre que aparece está se vestindo feito uma atriz pornô. É uma pedófila cujo maior fetiche e sonho de consumo é o de ser algum dia estuprada por um pau pequeno de shotacon, por isso se mudou para a casa de um garotinho pré-juvenil e a partir de então se comportará mais como uma súcubus do que Quetzalcoatl.
Elma
Uma dragão do bem que aparece já na metade final do anime. Como ela decide adaptar-se ao mundo dos humanos ela logo descobre que precisa pagar boletos, aluguel e conta de luz e água, o que significa que ela não pode ficar de vadiagem como as outras personagens e por isso pouco aparece, porque está trabalhando pra tentar pagar sua comida.