Kōbe

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Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
Todos seus táxis são Lexus.


Cquote1.png Você quis dizer: Kobe Bryant Cquote2.png
Google sobre Kōbe

Cquote1.png Só tem elfo maconheiro e dekasegi sendo escravizado pelos bandidos nessa porra!! Eu fico louco da vida!!! Aaaaaahhhhhhh!!! Cquote2.png
Alborghetti sobre Kōbe

Kōbe ou Kobe (Em japonês: 神戸, literalmente Porta de Madeira; pronuncia-se Koooh-Beh, para o caso de você ser um fã de basquete e pensar que se lê Koub) é um jogador de basquete gringo uma cidade do Japão, localizada na região de Kansai. É a cidade em que se localiza o robô gigante projetado por Yokoyama Mitsuteru, um doutor em robótica que plagiou descaradamente o robô do Parque da Mônica. Kōbe era economicamente insignificante até o dia em que Miyamoto Musashi, um executivo da Sony, decidiu mover toda a corporação para a cidade a fim de economizar no aluguel, porque o preço do aluguel em Sakai, sede anterior, estava na casa de mais de 8 milhões de ienes por hora.

A Cidade de Kōbe[editar]

Prefeito da cidade de Kōbe.

Kōbe é dividida em várias seções, afinal os japoneses adoram dividir seus territórios até não sobrar mais nada, mesmo o Japão já sendo um ovo em tamanho total. As seções são: Cidade de Kōbe (神戸市), Não-Cidade de Kōbe (WTF?) (非都市的な木=戸), Megacidade de Kōbe (メガ神戸市), 13ª Cidade de Kōbe (十三番目の木戸市) e Vamos Parar de Colocar Parênteses em Palavras Japonesas (丸括弧を日本語の単語に入れること止めにしろ). Se juntar tudo, formam a Metrópole de Kōbe (木戸都).

Kōbe é conhecida por suas casas de madeira, que motivaram o nome da cidade, habitada em sua maioria por elfos das florestas, razão pela qual tem uma relativamente pequena população de 5 milhões de habitantes.

Não se sabe por que esses elfos optaram por morar no Japão, uma vez que elfos em geral não gostam de tecnologia e muito menos de receber spams diariamente. Uma vez, a corte de Yamato tentou invadir Kōbe por causa da falta de obediência da cidade ao império. No entanto, Legolas estava lá por algum motivo desconhecido e, com seu arco que consegue ser mais rápido do que uma metralhadora, espantou as forças imperiais e alguns elfos que estavam com ele resolveram ficar por lá.

Assim, Kōbe foi uma das cidades mais evitadas pelos próprios japoneses, até que Frodo contratou os serviços de Legolas para para impedir Mordor (i. e. o oeste do Japão) e sua conspiração para tomar todo o Japão. Esse foi um gesto simbólico de boa vontade entre Kōbe e os japoneses, e então Kōbe finalmente se abriu para a imigração de japoneses. Ainda existe racismo e classismo na cidade; ainda há quem tenha medo de elfos e dekasegis gringos, mas a situação está melhorando bastante.

Dentro da Metrópole de Kōbe, a Cidade de Kōbe se localiza no centro e possui uma larga população de elfos. A Cidade é coberta por árvores e casas em cima das respectivas árvores. Uma substancial população humana reside nesta seção da metrópole, e é também o centro suburbano de Kōbe.

A Não-Cidade[editar]

O grande robô que fica na entrada de Kōbe. Elfos e robôs se misturam nesta cidade.

Esse distrito fica escondido de todo o mundo. O governo metropolitano de Kōbe quer que as pessoas acreditem que ele non ecziste, mas ecziste. A não-cidade fica escondida no subterrâneo para o caso de acontecer algum desastre, como os frequentes terremotos e possíveis invasões de monstros inimigos dos elfos e/ou cansados da concorrência em Tóquio. A construção da não-cidade foi aprovada pela Dieta e pelo Governo Metropolitano e depois financiada pela Mitsubishi, tendo em vista o tsunami que destruiu Sakai, uma cidade não muito longe de Kōbe. E como o Japão é uma terra de monstros, criaturas fantásticas e outras esquisitices, o seguro morreu de velho, portanto é bom ter sempre uma cidade reserva.

Porto de Kōbe[editar]

O Porto de Kōbe.

O Porto de Kōbe, maior porto do Japão, é o coração da cidade, fazendo funcionar a agricultura, a indústria e outras coisas absurdas por lá, como a exportação em massa de imigrantes japoneses para o Brasil no século XX. Dizem que Kōbe tem cinco pontos cardeais: Norte, Sul, Leste, Oeste e o Porto.

O governo já prometeu finalmente fazer uma reforma no porto até 2010, que é ano de eleição mesmo. Humanos, elfos, meio-elfos, youkais e outras criaturas RPGísticas comuns no Japão agradecem.

Megacidade de Kōbe[editar]

Kōbe depois de mais um teremoto.

Sede do Governo Metropolitano, a Megacidade é o maior ponto de concentração de humanos. É um relativamente novo distrito, construído sobretudo pela Sony e agências nacionais do governo. Concentra quase todos os escritórios da Sony, assim como a maioria dos humanos que se mudaram para Kōbe nas últimas seis gerações. Muitos escritórios do governo humano estão na Megacidade, que é um dos maiores centros burocráticos do Japão.

Uma minoria de elfos mora nesta área, em sua maioria para vender sua mão-de-obra barata para a Sony e a Mitsubishi, juntamente com a legião de dekasegis brasileiros que são escravizados vivem em Kōbe. Os elfos mais famosos moram neste distrito, e quase todos já foram assimilados à cultura japonesa. O Porto de Kōbe se localiza na Megacidade e ocupa 20% da área total.

13ª Cidade de Kōbe[editar]

A Cidade Tiradentes 13ª Cidade é o maior de todos os distritos, localizado entre as densas florestas que servem de casa para a maior parte da população élfica de Kōbe. Esses elfos e outros caipiras optaram por viver longe da cultura humana, num estilo de vida bem hippie, e por isso fazem oposição ao Governo Metropolitano e também ao governo japonês como um todo. E não tem negociação que dê certo entre japoneses e elfos dessa região. Não raramente, monstros que invadem Tóquio são criados pelos elfos que vivem na 13ª Cidade, ou seja, há um verdadeiro esquema de criação e manutenção de seres fantásticos no Japão, algo que todo otaku já sabe muito bem.

A 13ª Cidade tem seu próprio governo - um conselho de anciões que decidem sobre tudo - assim como uma monarquia e uma corte próprias. O fato é que o Japão não tem controle sobre essa região, e mesmo tentando uma política de cooperação, os japas sofrem com a xenofobia dos elfos. Apenas caipiras, hippies, RPGistas e otakus lunáticos são bem aceitos pelos elfos.

O nome da 13ª Cidade vem da longa tradição élfica, contada com detalhes pelos otakus especialistas em elfos, incluindo as várias destruições da região por desastres naturais e invasões de inimigos. Infelizmente para os elfos, cada vez que o reduto era reconstruído, seu tamanho diminuía consideravelmente devido à expansão das cidades japonesas. Atualmente o Japão está lotado de cidades e arranha-céus por todo lado, obrigando os elfos a se isolarem cada vez mais junto com seus amigos youkais e outras criaturas. É por isso que os monstros detestam a civilização nipônica e sempre tentam invadir as cidades do país.