Kritter

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Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

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Kritter é o nome dado ao mais clássico dos jacarés crocodilos conhecidos como Kremlings, que aparecem ao longo da série DK. É o primeiro Kremling que deu as caras na história, fazendo sua aparição em Donkey Kong Country, e desde então aparecendo em várias outros games, seja como figurante, seja como inimigo fajuto. Sua principal característica é ser um fracote de carteirinha, que você pode matar facilmente com míseros pulos na cabeça, virando estrelinhas ou usando técnicas plagiadas da Mileena.

História[editar]

Atualmente, Kritter detém o recorde mundial de salto em altura.

Kritter nasceu e cresceu em uma floresta no interior do Congo. Já na infância, a vida era difícil, pois o simples fato de nascer na África, já torna sua vida uma constante briga pela sobrevivência. No primeiro minuto de sua vida, Kritter já quase foi pro saco, já que sua mãe cismou em enterrar seus ovos embaixo de quilos de areia, e por pouco ele não morre sufocado, fazendo de seu próprio berço o seu túmulo. Sua mãe o criou durante alguns meses, antes de entrar em depressão pós-parto e lançá-lo junto de seus irmãos rumo a sorte do destino, o que para crocodilos filhotes em geral costuma ser uma espécie de sentença de morte.

Após ver cada um de seus irmãos sendo brutalmente devorados por peixes assassinos, aves psicóticas e crocodilos canibais, Kritter consegue ser o único de sua linhagem a chegar a vida adulta (o que levou aproximadamente... alguns meses). Assim que atingiu essa idade, seus predadores naturais, que tentavam se aproveitar dele porque antigamente ele era um nanico fracote, passaram a deixá-lo em paz, e Kritter finalmente se juntou com outros de sua espécie num lago próximo. Mesmo depois de adulto, a vida não continuava sendo fácil: como se já não fosse suficiente ter que disputar o almoço com centenas de outros indivíduos aleatórios de sua mesma espécie, ele ainda tinha que disputar com guepardos, leões e outros predadores com quem muitas vezes tinha que disputar a comida em partidas de Mario Kart.

Kritter também tentou frequentar a escola, mas as instituições educacionais de sua região não permitiam crocodilos, por considerar estes seres criaturas traiçoeiras e agressivas demais, o que o obrigou a se tornar um verdadeiro autodidata, aprendendo a ler e escrever sozinho com videoaulas do Youtube, que seus alguns amigos letrados acessavam para ele. Apesar das dificuldades da vida, nem tudo era desgraça. Todas as sextas de noite, todos os habitantes do lago se reuniam em raves bastante agitadas, que deixavam todos os demais animais africanos mortos de inveja, já que só era permitida a entrada de crocodilos (volta e meia outros animais eram permitidos a participar, principalmente quando acabavam os aperitivos).

Kritter durante os tempos em que atuou como goleiro oficial da Seleção Congolesa de Futebol.

De todo o reino animal, sem sombra de dúvidas, o indivíduo que mais odiava aquelas raves era Cranky Kong, um macaco ancião que morava em uma casinha feita de cipós e troncos secos nas árvores dos arredores. Cranky afirmava que toda aquela algazarra atrapalhava sua sagrada soneca, além de fazer mal para sua audição já minada pela ação do tempo. Certo dia, puto com aquilo, Cranky decidiu dar um basta naquela barulheira toda: enviou dois de seus comparsas, Diddy Kong e Donkey Kong, para fazer o seu serviço sujo, sob alegação de que o reumatismo e a dor nas costas o impossibilitavam disso. Assim, na noite seguinte, Diddy e Donkey ficam sorrateiramente posicionados num arbusto próximo ao lago, e assim que a casa fica cheia, lançam um barril de dinamites no meio do povo, explodindo com tudo e destruindo com a felicidade dos crocodilos.

Vendo o único momento de lazer e felicidade que tinha e sua vida se esvaindo, Kritter declara seu ódio a todos os macacos do mundo, e passa a persegui-los obsessivamente. Fazendo da vingança sua nova meta de vida, Kritter treina artes marciais com cangurus, técnicas de camuflagem e mudança de cor com os camaleões, e se junta a uma sociedade secreta que pregava a superioridade crocodiliana, liderada por um crocodilo nazista conhecido como King K. Rool, a quem jura lealdade em troca de ajuda para poder dar o troco aos macacos miseráveis que desgraçaram sua vida.

Caçada em Kongo Jungle[editar]

Após jurar lealdade a King K. Rool, Kritter passa a ter acesso aos documentos oficiais da sociedade, e assim descobre o endereço daqueles que jurou matar. Enquanto caminhava para sua vingança, Kritter imaginava mil e uma formas de torturar seu inimigo, além de pensar em qual prato exótico faria com os restos mortais dos Kongs. Após decidir que faria uma deliciosa sopa de gorila acompanhada de um saboroso churrasquinho de chimpanzé hiperativo, Kritter se posiciona para atacar seus inimigos, e decide que iria esperá-los na frente de sua própria casa e humilhá-los em público, aos olhos de todos os seus conhecidos. Num primeiro momento, Kritter se posiciona em cima de um pedaço comprido de terra sobre o solo. Entretanto, como seus inimigos eram covardes, eles só atacam em dois, e Kritter falha miseravelmente após ser golpeado por poderosos pulões na cabeça.

Kritter esperando o jantar passar.

Kritter decide recuar um pouco até o próximo pedaço de terra, pois ele só estava se aquecendo. Novamente Kritter parte para a porrada, tentando se apropriar de suas habilidades crocodilianas, e novamente, leva uns belos murros no meio da cara. Kritter recua mais um pouco, mas não pretendia desistir tão cedo. Dessa vez, ele decide que iria emboscar seus inimigos em cima de um morro ali perto, o que seria a oportunidade perfeita para dar cabo dos dois. Entretanto, para sua surpresa, assim que seus inimigos o veem, escapam como galinhas assustadas, ao usar um rinoceronte como escavador e fugir para dentro de uma caverna feita no pé do morro. Como Kritter não era burro, ele se dá conta de que perseguir o inimigo por um lugar tão escuro o deixaria em clara desvantagem. Assim, Kritter decide por hora deixá-los em paz, para que eles tenham a falsa esperança de ter fugido.

Kritter persegue seus inimigos até uma das regiões mais obscuras do Congo: Ropey Rampage. Ropey Rampage servia como base de operações para uma outra organização secreta, a Akatsuki. Essa área teria sido dominada há muito tempo atrás por Pain e Konan, e tornou-se uma parte da vila de Amegakure no Sato. Essa área, pela ação de um jutsu secreto, era caracterizada por sua chuva eterna, chovendo para todo o sempre. Em geral, intrusos costumavam ser aniquilados, mas Pain mantinha uma rígida política de conservação da fauna e da flora local, o que explica porque crocodilos, abelhas gigantes, tatus-bola e macacos podiam andar livremente pela região sem serem incomodados.

Kritter decide esperar atacar inimigos por uma plataforma de areia no alto, certo de que não seria avistado. Porém, ele não contava com um barril de dinamite ali perto, que é pego pelos seus inimigos e lançado diretamente em sua direção, colocando-o em coma momentaneamente. Assim que volta a si, Kritter decide apelar para a ignorância: com a ajuda de um pergaminho ninja que achara pelas redondezas, ele se apropria da milenar técnica dos Clones da Sombra, fazendo duas cópias de si mesmo e avançando contra seus oponentes. Entretanto, Diddy Kong, que era mestre em Taijutsu, acaba com todos eles suando sua estrelinha mortal. Posteriormente, Kritter tenta emboscar novamente seus adversários, dessa vez, se posicionando em cima de coqueiros e esperando por eles. Infelizmente, existiam vários cipós mágicos ao longo do local, e com o ajuda delas, Diddy e DK frustram novamente seus planos ao jogarem-no em buracos infinitos incontáveis vezes.

Retomando a perseguição[editar]

Kritter prestes a fracassar miseravelmente... Mais uma vez.

Na última vez que é arremessado, Kritter acaba batendo com a cabeça no chão e fica inconsciente durante alguns dias. Assim que acorda, após tomar um chá de hortelã e beber um xarope, Kritter recupera as energias, e novamente sai à caça dos odiados macacos. Coletando informação com vários fofoqueiros e outros desocupados ao longo do caminho, Kritter rastreia seus oponentes até uma caverna infestada por cobras e abelhas assassinas no meio de Kongo Jungle. Kritter imediatamente treina a fauna do local para atacar os macacos, mas como era de se esperar, eles novamente falham miseravelmente. Kritter novamente parte por tudo, dessa vez se apropriando de suas técnicas avançadas de salto, além é claro de usar mais alguns de seus clones para atacar os macacos, mas vai novamente de encontro ao fracasso.

Novamente, o crocodilo se vê obrigado a rever seus planos, pois servir de saco de saco de pancadas para macacos não estava sendo algo lá muito divertido. Após calcular fria e minuciosamente seu próximo passo, para impedir o avanço dos macacos para onde sabe-se lá Deus eles estavam se dirigindo, Kritter decide emboscá-los num Canyon próximo. Chegando lá, o crocodilo tem a brilhante ideia de derrubar uma colmeia de abelhas africanas assassinas, na esperança de que pudesse treiná-las contra os Kongs. No lugar disso, tudo que consegue são alguns ferrões no traseiro. Já debilitado pelo excesso do veneno em seu corpo, Kritter mais uma vez acaba sendo miseravelmente derrotado pelos macacos. Cansado da turbulenta semana de pulões na cabeça, barris na fuça e reações alérgicas a veneno de artrópodes, Kritter finalmente dá uma trégua a si mesmo, e chega a conclusão de que estaria na hora de se aposentar e arrumar um novo emprego, já que a carreira de perseguidor de macacos não estava dando muito certo.

Trabalho em Monkey Mines[editar]

Devido a exposição constante e sem proteção a grande quantidade de prata nas minas, Kritter acabou desenvolvendo argiria, resultando na brusca mudança da coloração de sua pele.

Depois de se recuperar das feridas, machucados e traumatismos cranianos, Kritter tenta a nova vida como trabalhador honesto. Como já tinha assinado um contrato vitalício com King. K. Rool, ele não poderia se desvirtuar da organização, entretanto, conseguiu arrumar um emprego com carteira assinada em Monkey Mines, recebendo um salário razoável. A principal função de Kritter lá era trocar as lâmpadas queimadas do subterrâneo e capturar animais invasores, que costumavam ficar em cativeiro até irem para a panela na hora do intervalo. Certo dia, em uma de suas rondas noturnas, as minas acabam sendo invadidas por uma rã selvagem gigante, derrubando latões de minérios tóxicos e quebrando lâmpadas por aí, gerando um prejuízo enorme. Se recebessem mais uma multa do órgão ambiental local, K. Rool os transformaria em bolsa de couro. Logo, Kritter enjaula o anfíbio, unindo o útil ao agradável: além de salvar sua carreira, ainda descola um almoço farto, já que dizem que carne de rã tem gosto parecido com carne de frango.

Entretanto, o que Kritter não contava é com o fato de que aquela rã nada mais era do que Winky the Frog, a rã de estimação da família Kong. Logo, não demora muito para que Donkey Kong e Diddy Kong apareçam em Monkey Mines procurando pelo sapo anfíbio. Não satisfeitos em simplesmente libertar o bicho e se mandar dali, os macacos espancam o coitado mais uma vez, e de sobra, ainda cometem atos ilícitos de vandalismo, pichando as paredes das minas e quebrando as lâmpadas propositalmente. Todo machucado e com mais alguns hematomas, Kritter acaba levando uma bronca daquelas do chefe, que para puni-lo pela derrota, desconta 20% deu seu salário no fim do mês.

Kritter acaba voltando para as minas, onde passou a exercer o entediante trabalho de organizar pneus voadores em Bouncy Bonanza. Apesar de humilhante, o trabalho não exigia muito esforço físico e em geral poderia ser terminado em menos de três horas, o que dava tempo de sobra para ele poder vagabundear por aí ou chegar cedo em casa para assistir The Walking Dead na Netflix,ou ver a TV Globo. Certo dia porém, eis que a terrível família Kong novamente lidera uma nova investida contra as minas, dessa vez visando cortar todo o estoque de pneus dos Kremlings com tachinhas e pregos. Kritter novamente leva uma coça, e graças as constantes pancadas na cabeça, desenvolve agorafobia e acaba se isolando em seu quarto durante dias. Após meses de terapia no psiquiatra, Kritter volta a ativa, e acaba sendo transferido do trabalho nas minas para a construção de um templo em homenagem ao deus Sobek, o patrono dos Kremlings. Quando finalmente Kritter achou que teria sua merecida paz e sossego em um emprego digno e honesto, os malvados Kongs atacam novamente, destruindo tudo, quebrando as estátuas sagradas em honra ao seu Deus, e pra variar, novamente enchendo o pobre coitado de porrada. Kritter acaba ficando traumatizado, e dessa vez acaba internado de vez num hospício.

Surgimento da esquizofrenia[editar]

Após longo período de recuperação psicológica, Kritter chega a conclusão de que já estava recuperado completamente. Ele então arruma suas coisas e dirige-se calmamente até a recepção, exigindo sua alta. Como estava internado num manicômio, a enfermeira recepcionista conclui que ele era apenas mais um doido varrido achando que tinha sido curado milagrosamente, e naturalmente nega. Kritter fica puto da cara, e começa a xingá-la dos nomes mais feios possíveis. Vendo que o louco em questão estava ficando fora de controle, ela lhe aplica sonífero de cavalo para evitar o prolongamento daquele aparente surto psicótico. Entretanto, a jumenta se esqueceu por um momento que estamos falando de um crocodilo, o qual tem couro duro por natureza, e a injeção não tinha perfurado sua pele suficiente. Sentindo-se ultrajado com o ataque e aproveitando-se do fato de que não tinha almoçado, Kritter devora a enfermeira em uma só bocada, e em seguida foge daquela espelunca. Kritter nunca mais teria sido visto pelas redondezas desde então.

Kritter em meio a uma batalha de vida ou morte contra a família Kong. Bem, é óbvio que isso aí é uma árvore, mas quem sou eu para discutir com um doido varrido?

Após mudar todos os seus documentos em cartório e transferir sua conta bancária, Kritter finalmente dá um adeus à sua vida antiga, longe das pancadas e do trabalho escravo em minas de carvão. Ele se torna um aventureiro, realizando seu sonho de infância, e decide explorar o mundo afora. Sua primeira parada é Vine Valley, um dos lugares mais inóspitos e incivilizados de Donkey Kong Island; caracterizado pela presença de grande quantidade de colmeias de abelhas assassinas em todo seu território, cipós voadores e estranhas casas suspensas entre as árvores que dizem ser habitadas por uma estranha tribo de ratos canibais nanicos. Seu principal objetivo seria visitar as alegadas plantações de uva que cresciam na região (mas que nunca foram vistas por qualquer criatura) e provar sua existência por meio de fotografias digitais. Porém, algo de errado começa a acontecer: em virtude de anos e mais anos de golpes na cabeça, o cérebro do crocodilo tinha ficado com danos irreparáveis, e não demorou muito tempo para que Kritter começasse a ter alucinações da família Kong por todo o lugar.

Kritter entra em desespero, pois ainda estava traumatizado pelos acontecimentos do passado, e aquilo indicava o desenvolvimento de um grave caso de esquizofrenia. Ele então opta por mais uma vez se isolar do mundo. Inicialmente, tenta se esconder numa caverna comum nas redondezas, se alimentando de morcegos e escorpiões para sobreviver. Por um tempo, funciona, mas não demora muito para que Kritter começasse a ter visões dos malignos macacos também dentro da caverna. Angustiado, ele decide se afastar ainda mais, e se dirige até uma região ainda mais inóspita que Vine Valley: Gorilla Glacier, uma localidade no interior do Pólo Norte, um lugar onde jamais seria pego pelos gorilas imaginários novamente. Lá Kritter daria um fim na sua vida de uma vez por todas: como era uma criatura de sangue frio e precisava do calor, ele decide se jogar num lago gelado e acabar com aquele tormento de uma vez por todas.

Posteriormente, Kritter teria sido encontrado por uma expedição de cientistas e levado até uma fábrica ilegal, onde teria sido revivido com ácido de bateria. Kritter aprende ioga e técnicas de relaxamento com um dos cientistas, o que o teriam ajudado a controlar seu problema mental. Novamente apto a levar uma vida tranquila, ele se muda para uma modesta caverna em Chimps Caverns, e com ajuda de livros de medicina natural comprados no Buscapé, teria reprimido por completo seu transtorno, raramente tendo novos surtos.

Carreira esportiva[editar]

Se preparando para trapacear um arremesso. Assim que ingressou no mundo dos esportes, Kritter tornou-se um consumidor compulsivo de anabolizantes.

Embora sua moradia se encontre num lugar calmo e onde jamais seria encontrado novamente pela família Kong, o lugar era tremendamente entediante, sem nada para fazer a não ser assistir o Chaves pela televisão. A situação ficava ainda mais insuportável nos domingos, onde a programação televisiva vai de péssima a decadente. Aquilo não era vida. Dessa forma, Kritter decide viajar e conhecer coisas novas. Após algum tempo guardando toneladas e mais toneladas de bananas, Kritter consegue negociar uma passagem clandestina para a América com Funky Kong, um conhecido traficante local especialista em vender mercadoria ilegal. Chegando nos Estados Unidos, Kritter decide acompanhar os eventos esportivos tão famosos mundo afora. Para conseguir dinheiro, ele arranja um emprego no McDonald's, e acaba indo assistir a uma competição de tênis. Para sua surpresa, Kritter se depara com seus antigos inimigos: os Kongs, dessa vez os reais.

Como já havia se recuperado de seus ataques, ele não entra em pânico, pelo contrário. Ao saber que os Kongs realizavam diversas competições esportivas ao redor do mundo junto a um grupo de encanadores bigodudos, ele vê naquilo uma oportunidade perfeita para se vingar de seus inimigos, humilhando-os em público e na frente do mundo todo. Assim, ele também decide ingressar na carreira esportiva, e passou a competir em torneios de baseball e corridas de bongôs turbinados. Entretanto, o principal esporte em que Kritter se destacou foi no futebol, e até hoje é detentor do título de melhor goleiro do mundo, ao mostrar ser capaz de resistir a pauladas, bombas, bicudas, pancadas, lambadas e chutes sem nunca precisar ter ido a um hospital.

Variações[editar]