Kryst the Conqueror

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Os caras da banda. Pelo sorrisinho sacana nas caras deles, já dá pra perceber que não passavam de zoeiros com os crentelhos.

Kryst the Conqueror foi uma banda de white metal bizonha nascida em 1987, quando o Misfits deu uma paradinha no inferno para alguns integrantes beberem com U CÃO e formarem o Danzig, mas dois deles sem motivo algum ao invés de tomarem o hidromel do capetúncio, preferiram ir pra Igreja Universal para expurgarem seus pecados, e se juntando a um cantor metido a gospel chamado Jeff Scott Soto, eles formariam uma banda a lá Manowel Manowar, só que ruim pra cacete, isso porque eles não conheciam Manowar. A banda não deu tão certo assim, tanto é que gravaram um disco completo, mas só conseguiram lançar a EP com 5 músicas (o resto só os dementes de plantão baixam a anos via Shareazza e similares, saiba Deus - ou o diabo - onde eles encontraram essas músicas). Depois cada um voltou pras suas vidinhas em 1994, quando o Misfits voltou da escuridão para a glória de Baphomet e daí pra frente o nome "Kryst the Conqueror" passou a ser um... heim?

História[editar]

Deprimidos com o fim de sua bandinha e com o sucesso diabólico conseguido pelo ex-parceiro Glenn Danzig após ele ter feito um pacto cabuloso com o Tio Chico (não o da Família Addams, mas aquele pai-de-santo que matava dezenas de crianças para consagrar uma novela da Globo e ninguém descobria como ele fabricava tanto pirralho pra isso), Guaraná Dolly e Camundongo Solitário decidiram mudar de vida e assim se converteram na igreja de Inri Cristo nos EUA. Após o que foram inquiridos por MEL PÁY para criarem uma banda em louvor honra glória e pódeeeeeeer ao filhotinho dele. Surgiria então uma ideia de fazer covers de Manowar, só que colocando Inri Cristo no lugar do Conan e do Kull dos bárbaros e assim surgiu a ideia da Kryst the Conqueror. Além disso, a banda ganharia em parte um lado meio teatral, meio metal opera e essas frescurites que até hoje tem donzelo que tenta fazer (vide Avantasia). Assim Camundongo mudou seu nome para o pomposo Mocavious Kryst, The Great, enquanto que o cantor escolhido por eles, Jéferson Escorte Solto, mudou para assumir o nome Kryst the Conqueror (ou seja, a banda era pro Kryst the Conqueror, mas tinha um outro Kryst the Conqueror dentro da Kryst the Conqueror, que também fazia os guest vocals e tinha um Mocavious Kryst na banda. Se te parece confuso, na verdade é uma homenagem à Teoria dos Múltiplos Jesuses, nada mais). Já o Doyle, prevendo que tudo isso daria em merda com anos de antecedência, preferiu continuar com seu nomezinho, esse negócio de mudar de nome pra tocar em banda com pseudônimo malassombrado é coisa de black emo bichinha que pinta a carinha de cor de panda.

Chamando um baterista de buteco chamado "The Murp" (olha o nome do sujeito) para completar a fudeção, ops, formação, eles enfim gravaram 13 faixas, mas só cinco acabaram saindo no único EP deles de 1990, homônimo e com uma capa que graças a Kryst the Conqueror não tinha imagens deles fazendo cosplay do Manowar. Imaginem o bucho monstrengo do Jerry Only com óleo de cozinha recobrindo ele... desculpem-me, esqueci de fornecer junto com essa imagem mental lamentável o saquinho de vômito e... perai... já volto, vou ali rapidã...

Cquote1.png BLUUUUUUUUUUUUUEEEEEEEEEEERGGGGGGGG!!! BLUUUUUURBGHT, Bluuuurg... Cquote2.png
O autor desta merda de artigo, ou seja eu, alguns segundos atrás, na pia do banheiro, espero que minha mãe não volte pra casa nem tão cedo, porque pra limpar essa porra vai ser foda.

Uma capa dessas já diz o porquê esse troço ficou ó, uma bosta!

Ok, já estamos restabelecidos enfim. Bem, o caso é que numa época em que já tinham uma caralhada de bandas cópias como Cosplay de Cinderella, Cosplay do Cosplay de Cinderella, Falso Iron Maiden, Ratt de mentirinha e similares, mais uma banda-cópia-carbono-versão-gospel obviamente não faria porra de sucesso alguma. Ainda assim, insistindo nessa bosta, em 1992 ainda convenceram o Dr. Chud (outro ex-Misfits) a entrar nessa barca furada no lugar do The Murp (que apesar de ser o único completo desconhecido nessa resenha - até hoje, diga-se de passagem - não era imbecil de continuar bebendo água de fossa a vida toda), até que em 1994 o Danzig reconverte todo mundo pro satanismo (exceto o Jeff, que tava ganhando mais dinheiro cantando sobre dragões com o Yngwie J. Malmsteen e continuou servindo ao cristianismo medieval) e com o retorno do Misfits em 1994, oficialmente no ano seguinte a banda acaba e assim Inri Cristo decide convidar aquelas irmãzinhas vestidas de véu (mas sem calcinha... só MEL PÁI e o Pastor Com Saudades dos Rabos devem explicar o porquê) para formarem sua nova banda, Inri the Konqueror e fazendo versões de artistas famosos. O resto é história e todos sabem que é Old, but Gold.

Formação[editar]

  • Cristo Mocávio, o Grandão - Baixo
  • Dolly, Dolly Guaraná Dolly - Guitarras e Harpas
  • Cristo, o Mulherengo - Cantor das Minas. Entrou só dois anos depois do início da banda, pra ver se conquistava fãs e groupies gostosas pro "evangelho".
  • The Murp - Bateria, mas em 1992, cansado de ninguém lembrar quem porra ele é, deu o fora antes do fim. Há boatos que ele era o Ringo Starr disfarçado, isso explicaria sua insignificância.
  • Doutor Baterista Humanoide Canibal do Subterrâneo - Bateria a partir de 1992, mas como já tava no fim do fim da banda, ninguém lembrou que ele apareceu por essas bandas podres (ainda bem pra ele).

Discos[editar]

  • Livre-nos do Mao Tsé Tung (EP) de 1990 - Narra a saga de Inri Cristo como o maior comedor do Brasil, utilizando seus poderes de grande jogador de sinuca, em especial relatado suas habilidades com o taco sem giz nenhum pra ajudar (e por favor, mentes poluídas, sem duplo sentido, ou mandarei MÉL PÁI trazer o vosso câncer). Além de relatar a luta deste na China comunista e sua máfia junto com seu parceiro de hospício, o também rei King Size do Rio de Janeiro.
  • Cristo, o Fodedor, também gravado em 1990, devia ter sido lançado nessa época com 13 faixas e com esse nome, mas ae com medinho de o filho do produtor desta merda nascer bugado, preferiram cortar as faixas mais pornográficas e lançar só as 5 bonitinhas, com um novo título.

Ver também[editar]

  • Satan on Fire, outra tentativa de um artista endiabrado tentar virar crentelho, sem sucesso.
v d e h
Como parte da Teoria dos Múltiplos Jesuses, aqui estão listados todos os Jesuses conhecidos.
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