Kyouya Ootori

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Esse artigo é totalmente interesseiro e foi escrito para tirar dinheiro de você, Anônimo!.
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Kyouya Ootori é algo que você a-do-ra!

Este é um típico artigo Yaoi, que menciona coisas gays que só gays yaoístas curtem. Se você é cabra omi e odeia Yaoi, NÃO LEIA este artigo, pois ele pode levá-lo para o lado rosa da força, mas se carapuça serve, sente, digo, sinta-se à vontade.


Cquote1.png Você quis dizer: Interesseiro? Cquote2.png
Google sobre Kyouya Ootori
Cquote1.png Experimente também: Egoísta Cquote2.png
Sugestão do Google para Kyouya Ootori

Kyouya Ootori, o tipo indiferente do Clube de Anfitriões.

Cquote1.png Só temos que nos importar com as relações de negócios, nada mais! Cquote2.png
Kyouya Ootori sobre relações humanas
Cquote1.png Ele é interesseiro! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Kyouya Ootori
Cquote1.png Ei, Kyouya, vamos fundar um Clube de Anfitriões? Cquote2.png
Tamaki Suoh fazendo um convite para o Kyouya

Apresentação[editar]

Não se engane com essa carinha de tonto, Kyouya é desumano.

Quatro-olhos, interesseiro, metido a rico e filho de uma família de quatro irmãos (sendo ele o caçulínha e, por isso, não será herdeiro de nada no futuro), Kyouya Ootori é mais um personagem presente no anime/yaoi (mas que insiste em dizer que é um anime exclusivamente shoujo) Ouran High School Host Club, um desenhinho japonês em que os seus personagens principais não são nada mais e nada menos do que um grupo de seis rapazes (e mais tarde entra uma lésbica menina de sexo ainda em completa indefinição) que fingem em ser gays para conseguir tirar dinheiro de mulheres burras e assim poderem pagar as suas faculdades no futuro.

Diferentemente dos outros integrantes que estão lá mais para se divertir, rir um pouco, comer e bancar os gays (literalmente falando), Kyouya Ootori vê nesse bendito "Clube de Anfitriões" um grande negócio financeiro, afinal, não é em todo lugar que se pode tirar dinheiro tão fácil de pessoas sem nem sequer precisar fazer sexo com elas ou coisas do tipo.

Triste fim de Policarpo Quaresma Kyouya Ootori[editar]

O Vice-presidente do Clube de Anfitriões Kyouya Ootori.

Kyouya Ootori sempre foi um excelente aluno em sua turma, estando na Ouran ou em outra escola (sendo estas sempre as mais caras possíveis do Japão, afinal, ele não é nenhum pouco pobre). Sempre com as melhores notas, era mais quem queria sentar do lado dele nas provas escolares, mesmo que soubessem que ele jamais daria uma colinha para quem quer que fosse. Ele nem sequer precisava puxar saco dos professores, já que os mesmos é que viviam pagando pau para a mente nerd desse pequeno prodígio da Escola Ouran. O problema nisso tudo é que na Família Ootori isso não era nenhuma novidade.

Os Ootori sempre foram uma família de nerds, não sendo à toa que comandavam uma empresa do ramo da medicina, que vendia equipamentos médicos para todo o mundo. O Senhor Ootori tem quatro filhos (pelo menos registrados no nome dele) sendo estes três homens e uma mulher, pelo menos biologicamente falando. Kyouya, para o azar dele, acabou sendo o caçula, e nessas famílias tradicionais sempre o mais velho é que manda em tudo, sendo acompanhado pelo segundo e assim sucessivamente, ou seja, se Kyouya quisesse se destacar, ele teria que ser melhor do que qualquer um de seus irmãos.

Kyouya não gosta de ser comparado com um personagem homossexual.

Porém isso sempre foi um problema para Kyouya, já que seu pai nunca lhe deu muita atenção. Os fihos mais velhos (particularmente os dois primeiros homens) acabaram se unindo ao pai em sua grande empresa médica, puxando saco literalmente do velho e lucrando com todos os benefícios de se trabalhar em uma grande empresa. Porém, por Kyouya ainda está no Ensino Médio, seu pai exigia mais do que somente boas notas ou mesmo elogio por parte dos outros, pois isso todos os filhos que tinham vindo antes dele já faziam.

Kyouya, mais necessariamente, deveria trazer aliados para o lado do pai, conseguir clientes, fazer amigos importantes, ter do lado dele toda a classe poderosa da Escola Ouran, mesmo que a pessoa fosse insuportável ou um total idiota. Em outras palavras, o pai de Kyouya não queria nada mais e nada menos que o filho se tornasse um verdadeiro interesseiro, só estivesse do lado dos outros para conseguir crédito e, se possível, mais clientes para a empresa do pai, sendo que isso acabava sendo o que Kyouya realmente fazia, tudo para ser reconhecido pelo pai. Triste, não?

Investigando o passado de todos[editar]

O rico rapaz analisa tudo o que está escrito nesse artigo.

Como ele tinha que se destacar de qualquer forma acima dos seus irmãos, Kyouya acabou sendo mais do que somente um estudante do Ensino Médio de uma escola podre de rica, ele acabou virando um mini-detetive, investigando todas as pessoas com a qual pudesse ter alguma "relação". Primeiramente ele conhecia o indivíduo, gravava um pouco o seu nome e suas feições, depois de um tempo pegava o seu computador e ia pesquisar o passado de tal criatura (de preferência ele fazia isso no Google, ou mesmo na Wikipédia Desciclopédia), o passado de seus pais e quais os meios (lícitos e ilícitos) que a família em questão utilizou para chegar ao topo do poder, seja sendo um sortudo que ganhou na Mega Sena, ou algum chefão da Yakuza.

O mais incrível é que nada que acontecia na escola passava despercebido aos olhos ferinos de Kyouya Ootori, tudo o que acontecia por alí ele era um dos primeiros a saber (senão o primeiro), bem antes até que os repórteres da Globo ou mesmo os fofoqueiros do TV Fama (incluíndo o Ok, Ok! Veeeeeeeeeja! Nelson Rubens). Esses caras eram amadores perto do Kyouya.

Kyouya tentando inutilmente mostrar que é do Lado Azul da Força.

Se tinha o filho do dono de uma rede bancária na mesma sala em que Kyouya estudasse, é claro que ele não poderia deixar de fazer amizade com o rapaz; se fosse com o filho do presidente, a amizade tinha que ser maior ainda; se fosse com a filha de uma dona de um puteiro famoso no Japão, o negócia tinha que ser ainda mais a fundo, afinal, se ela estuda em Ouran, o puteiro não deve ser nada comparado com aqueles casebres que você frequenta, mas sim um bordel de luxo, alto nível.

Porém, o maior problema de Kyouya era muitas vezes ter que aturar exatamente essa sua tarefa árdua de interesseiro, já que tinha que fazer as vontades de todos os seus "amiguinhos", tudo isso para conseguir mais e mais clientes para o seu pai, sendo que nem sempre isso acontecia, mas o que valia era a tentativa no final (ou não). Se em algum final de semana ele não aceitasse sair com o filho de algum empresário para um rancho na Brokeback Mountain, mais tarde ele teria que se ver com o pai dele, afinal, valia de tudo, contanto que tivesse entrando (ui!) dinheiro no bolso da família.

Tamaki Suoh[editar]

"Papai"? E depois ele quer que não chamem ele de gay.

Essa vida de interesseiro estava indo muito bem, obrigado, para Kyouya, até o dia em que apareceu mais um novo aluno na Escola Ouran, tratava-se do então único filho homem do Diretor Suoh, Tamaki Suoh, um típico francês metido a conquistador (como se todo francês assim não o fosse além de fedido). Eles começaram a estudar juntos na mesma sala e sempre os olhares dos dois se cruzavam à um canto ou mesmo nos corredores, mas nenhum teve coragem de falar com o outro no começo (claro que a qualquer momento que Tamaki conversasse com ele, Kyouya jamais deixaria de responder).

Foi então que, do nada, Tamaki resolveu conversar com Kyouya, para a sorte deste, que não estava mais aguentando em fazer logo essa "amizade". Primeiramente Tamaki queria conhecer toda a vida dos japoneses, seus costumes, pontos turísticos e tudo que fosse possível, já que nunca havia estado no Japão e, agora, iria morar alí para sempre. É claro que como um bom "amigo", Kyouya fazia todas as vontades do rapaz, chegando até mesmo a chupar lamber os seus pés se assim Tamaki o pedisse (ainda bem que ele não pediu).

O belíssimo Clube de Anfitriões que foi criado por Kyouya e Tamaki.

Porém, chegou o tempo em que Tamaki começou a apelar com a boa vontade de Kyouya, pedindo a ele as coisas mais absurdas possíveis: como ver ao vivo uma lenda japonesa, pedir uma decoração para a casa de Kyouya de inverno em pleno verão, obter uma foto pelada da irmã de Kyouya, entre outros absurdos. Mesmo assim, Kyouya sempre respirou até dez antes de partir para cima do rapaz e o estrangulá-lo da melhor forma. Até um dia em que Tamaki chegou com a ideia mais absurda de todas, fundar um Host Club na Escola Ouran.

Tal Host Club nada mais era do que um espaço para fazer as meninas da escola, com tempo de sobra disponível, se distraírem um pouco com um bando de machos com jeito de gay e, assim, conseguir arrecadar dinheiro sem nenhum esforço, somente ouvindo um monte de baboseiras de mulher o dia inteiro. Isso foi o cúmulo para Kyouya, que não se via administrando uma Boate Gay dentro da escola, se bem que nem era necessário pedir permissão para isso, já que o filho do diretor era quem comandaria tudo no final das contas. Mesmo assim a ideia, por mais absurda que fosse, acabou sendo realizada (ele tinha que fazer amizade de qualquer forma, esqueceu?).

O Host Club[editar]

A promessa de Kyouya para Haruhi, a de que ela sempre será a escrava sexual cachorrinha do Clube.

O espaço da escola seria cedido pelo próprio Tamaki (claro!), sendo escolhida então a Terceira Sala de Música, que tinha de tudo, menos instrumentos musicais, além de ser o local mais abandonado da escola, um espaço ideal para umas boas festinhas. Kyouya, por ser um grande nerd, seria responsável por todo o orçamento do Clube, gastos e ganhos, já que mexer com dinheiro números era o forte dele, pois Tamaki não passava de um loiro burro. Além disso, Kyouya seria o responsável também por conseguir tudo o que o Clube precisasse para as suas festas, comitê de recepção, os lanches da tarde, as vestimentas típicas das comemorações, almoço a alguns jantares.

Por esses motivos, o de cuidar de toda a "casa", Kyouya acabou ganhando de Tamaki o carinhoso apelido de Mamãe (coisa mais gay), sendo que Kyouya, carinhosamente, chama para Tamaki de Papai (coisa mais gay²), só para que eles combinem no final. Depois disso, o trabalho de Tamaki seria somente o de conseguir mais integrantes para o time, coisa que Tamaki faria com muito prazer.

Mesmo que a situação seja a pior de todas, Kyouya nunca larga o seu Death Note Livro Ata.

E não demorou muito para ele conseguir. Não se sabe direito a ordem se bem que isso realmente nem importa, mas os seus escolhidos foram os gêmeos revoltados Hikaru e Kaoru Hitachiin e o comedor de bolos anão Mitsukuni Haninozuka (que trouxe "de brinde", Takashi Morinozuka, seu fiel namorado empregado).

Depois disso, o clube estava oficialmente aberto para o público feminino que, fogosas do jeito que eram, logo lotaram o local. Kyouya ficou com a característica do "tipo indiferente", ou seja, topa tudo o que lhe proporem.

Porém, mais tarde acabou chegando, acidentalmente, por alí Haruhi Fujioka, uma menina que parece menino e que acabou adquirindo uma dívida que tinha que pagar com o próprio corpo trabalho. Kyouya, que odiava perder qualquer coisa que fosse causar um grande prejuízo em seu orçamento, decidiu que a mocinha teria que ficar travestido de homem e conseguir clientes para o clube, até o final dos seus estudos, onde acabaria por pagar os seus débitos (e isso se conseguisse).

Curiosidades[editar]

Ele não gosta de acordar cedo.
  • Kyouya passa os episódios todos com o seu Livro Ata, anotando as despezas e entradas de verbas para o Clube, chegando até mesmo a dormir com esse caderno;
  • Mitsukuni Haninozuka é o que mais causa despezas no clube depois de Tamaki Suoh, já que ele come mais do que qualquer um por alí;
  • Acredita-se que, na verdade, esse caderno que ele carregue pra cima e para baixo é um Death Note, onde ele ainda está a decidir se mata ou não os seus irmãos;
  • A irmã dele é a única que parece gostar do rapaz, já que ela também não está na disputa pela herança dos Ootori, já que ela é a Terceira Filha;
  • Kyouya é o único do anime que não parece ter uma queda por Haruhi, mostrando assim que ainda é o mais gay macho dalí (ou não).

Ver também[editar]