Lábrea

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Lábrea é mais uma cidade rondoniense que por acaso faz parte do Amazonas, visto que possui os mesmos maus costumes e falta de educação, ausência de beleza física de seu povo, e apego a música ruim, tudo tão típico dos rondonienses

História[editar]

A inóspita entrada da cidade.

No século XIX o rio Purus era vastamente utilizado por contrabandistas e traficantes, afinal ele fica no caminho para o Acre, território até hoje misterioso, imagine então naquela época que não existia Polícia Federal? Então era muito fácil se esconder ali, e o território rapidamente tornou-se também esconderijo de malfeitores, foragidos e prostitutas baratas, pois nem mesmo índios existiam direito naquela região ignorada pela humanidade.

Uma grande leva de cearenses ali chegou em 1861 para a construção de uma estrada que ligasse o rio Purus ao rio Madeira, a famigerada BR-230, considerada a sexta rodovia federal mais inútil do país.

Posteriormente, engenheiros paulistas, pais-de-santo baianos, fazendeiros paranaenses e ocultistas gaúchos foram chamados em meados do século XX numa desesperada tentativa de encontrar o Acre, com o ousado projeto da construção da BR-317. Infelizmente tal empreitada foi frustrada devido ao calor devastador da região, quantidade massiva de mosquitos e uma barreira de espaço-tempo que teletransportava os construtores de volta à Lábrea caso estes adentrassem demais na selva, assim todos desistiram de chegar ao Acre e ficaram por ali mesmo. Pelo rio Purus também é impossível chegar no Acre, pois o rio sinuoso fica dando voltas em si mesmo impedindo qualquer um de chegar ao suposto Acre.

Geografia[editar]

Lábrea localiza-se às margens do lendário rio Purus, que alguns acreditam ser um caminho para o Acre, fato ainda não comprovado, pois este rio dá tantas voltas que qualquer um desiste no meio do caminho, mas isso pode explicar talvez as propriedades alucinógenas contidas em sua água, capazes de gerar dores de barriga imaginárias em quem dela bebe sem antes ferver. É ainda comum nesta cidade que margens de rios serem denominados "praias"

Economia[editar]

Lábrea é um dos municípios mais ricos do Amazonas (não é grandes coisas, mas para eles é o que dá para perseguir) e tudo isso graças à degradação da floresta amazônica sem dó nem piedade, sendo o município que mais destrói floresta para criar pasto. Como não existe nenhuma missionária chamada Dorothy para encher o saco dos fazendeiros que lá vivem, ninguém precisa assassinar ninguém.

Turismo[editar]

Como toda cidade amazonense, só possui um atrativo turístico, denominada como Festa do Sol que ocorre em todo agosto, um mês totalmente aleatório para não conflitar com datas comemorativas de nenhuma outra cidade amazonense mais interessante. A Festa do Sol é excelente, capaz de exibir atrações de nível internacional como o cantor Latino, respeitado músico e cantor de renome mundial e conhecida por suas lindas e bem trabalhadas músicas.

A Festa do Sol reúne o maior número de piriguetes por metro quadrado de todo Amazonas, e como o evento acontece numa "praia", nenhuma delas tem vergonha em estar usando biquínis para exibir suas gordurinhas salientes. A comemoração é a mesma todo ano, todos ávidos em pegar câncer de pele no calor de 40ºC.