LaserDisc

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LaserDisc foi uma invenção que fracassou.
E provavelmente era de má qualidade.


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Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 80's!
E vivia vendo preço ser remarcado por conta da inflação.

LaserDisc e seu filhotinho, o DVD.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: LP versão espelhada Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de LaserDisc

LaserDisc, Laser Disc ou DVD Gigante, também chamado de MCA DiscoVision ou DiscoVision ou seja lá o que era isso, foi uma tentativa fracassada de mudar o tipo de mídia de gravação e exibição de filmes e jogos de analógico pra digital, ao invés de ficar em trilhas de fitas ou de cartuchos ficar tudo impresso via laser. Surgiu em 1978 e pela década de 80 até chegou a fazer um relativo sucesso e até gerando um filho bastardo chamado CD, e foi justamente quando o CD nasceu que o LD acabou cavando a própria cova, já que todo mundo começou a substituir seus vinis gigantes pelos CDs, mas o VHS e o Betamax, apesar de terem uma qualidade menor, eram menores em tamanho que o trambolho do LD, o mesmo se aplicando aos cartuchos de jogos, e logo o LD acabou se destruindo sozinho. Todos reproduziam em NTSC, o que ferrava mais ainda, porque quem usava TV em PAL-M e similares queriam seu dinheiro de volta.

Funcionalidade[editar]

O gigantão usava a tecnologia de vídeo analógico, só que com um cheat esse vídeo ficava um vídeo digital, sendo tecnicamente apenas uma coisa do gênero Atari Jaguar ou Denorex: parece, mas não é. Com isso, ele ficava uma bagunça terrível, mas ainda assim ele começou a ser o primeiro caso de utilização de multissetor da história. Uma curiosidade mórbida é que ele tinha mídia dos dois lados, igual um LP mesmo, só que ao menos não precisava de agulha nem de ficarmos trocando o lado feito os LPs e as fitas K7. O áudio era em FM, e não em digital, portanto era meio como se tivéssemos colocado um filme num LP espelhado mesmo, uma bela bosta no fim de tudo. Teve 3 formatos básicos:

  • CAV, que conseguia congelar perfeitamente a imagem num pause e câmera lenta. Foi a técnica utilizada por muitos desses críticos de cinema pra achar erros de filmagem e ficar trollando com os diretores;
  • CLV, era mais longo e conseguia fazer finalmente a troca de cenas, como no futuro o DVD faria;
  • CAA, versão turbinada do último, mas que ninguém comprava por ser caro pra caralho.

Leitores[editar]

Houveram vários de 1978 em diante. Alguns dos mais notáveis foram o Auto-reverse, que conseguia trocar o lado do LD sem precisar de tirar o trambolho de dentro do aparelho e por de novo; O CLD, que foi o primeiro a ler também CDs, o DVL, que conseguia ler também DVDs (tipo uma radiola das mais modernas que toca de LP à MP3 de boa) e o Pioneer LaserActive, que foi um fracasso completo, tentava ser uma mistura de um console próprio pra jogos em formato LaserDisc (que inclusive já operavam em alguns arcades como o Dragon's Lair), além de rodar CDs, LPs, LV-ROMs (pra Karaokê), K7s, cartão de memória, cartão perfurado, fita perfurada, ficha de orelhão, cartão telefônico e mais de oito mil diferentes tipos de mídias de leitura. Era caro pra cacete e foi um fracasso ao tentar ser o primeiro home theater central multimídia da história. Tinham também as criações da American Laser Games, que também não deu muito certo no fim das contas, com aqueles jogos de Full Motion Video que eram um saco.

Ver também[editar]