Life Is Strange (jogo)

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Cuidado, este artigo pode conter spoilers que estragarão a experiência do jogo, como o fato de que o Professor Jefferson é o psicopata lunático que dopou a Kate, que Nathan é o responsável pela morte de Rachel e que não importa que decisões tome ao longo do jogo no final só há apenas basicamente 2 finais


Virtualgame.jpg Life Is Strange (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Liu Kang treina para ser campeão do Mortal Kombat.

Cineprosa-viagem-tempo2.jpg

OMG! Avancei no tempo... Malditos sejam!

Este artigo trata de algum indivíduo, bugiganga, energia ou qualquer outra porcaria
com a capacidade de viajar no tempo e transitar entre as realidades

E enquanto você lê, Barry Allen fode mais uma timeline.


Esse Jogo É Estranho
Life Is Strange cover.jpg

A capa do jogo é tosca de propósito, para parecer indie

Informações
Desenvolvedor Dontnod Entertainment
Publicador Square-Enix
Ano de janeiro de 2015 a outubro de 2015
Gênero Filminho
Plataformas PC da Xuxa
Avaliação Overrated
Idade para jogar +16 (cenas de lesbianismo)

Cquote1.png Você quis dizer: Efeito Borboleta Cquote2.png
Google sobre Life is Strange
Cquote1.png Na União Soviética,o jogo joga VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Life Is Strange
Cquote1.png Jogo proibido na Rússia por ir contra os padrões morais e éticos da família soviética Cquote2.png
Deputados Russos sobre Life Is Strange
Cquote1.png COMO ASSIM NÃO TEM NEGROS NO JOGO INTEIRO? Cquote2.png
Movimento Negro sobre Life Is Strange
Cquote1.png Faze-lo-ei e tempo volta-re-ei Cquote2.png
Michel Temer sobre Life Is Strange

Life Is Strange é só um daqueles típicos joguinhos bestas com história genérica, feita por hipsters para hipsters jogarem, embora o jogo tenha se tornado popular entre um público de nerds mais frescos e sensíveis, e algumas gurias retardadas simpatizantes. O jogo tornou-se mais ou menos popular porque seu enredo se passa no ano de 2013 e traz diversas dramas e temas tipicamente adolescentes como bissexualidade, selfies, bullying, treinos de tiro num lixão, drones, WhatsApp, nadar de calcinha e sutiã, nudes, tetraplegia, eutanásia, tinta para cabelo cor azul, amizade e beijo lésbico, tudo enquanto há um psicopata necrófilo solto matando pessoas para ter sexo com seus cadáveres.

O jogo é episódico e dividido em 5 episódios apenas, ou seja, um grande saco de ter que esperar longos meses por uma continuação que durará não mais que umas 2 horas para ser totalmente jogada. Pessoas mais sensatas preferiram aguardar os 5 episódios saírem para jogar tudo de uma vez, exatamente como um jogo normal e decente deve ser jogado, enquanto os mais afoitos gastaram dinheiro comprando episódio por episódio.

Os gráficos do jogo são propositalmente péssimos, as expressões faciais dos personagens são sem vida e a dublagem é monótona, mas tudo proposital para o jogo ficar com um aspecto de ser indie e atrair o público alternativo que gosta desses joguinhos sobre baboseiras.

Jogabilidade[editar]

Tal qual os gráficos são péssimos, a jogabilidade também é péssima, truncada e mal fluída, e o poder de voltar no tempo é apenas uma mera versão mal feita do que é visto no Prince of Persia: Warrior Within. A jogabilidade do jogo é magistralmente focada em ser tediosa, de modo que o jogador concentre-se apenas na história e esqueça todo o resto. Como estamos falando de um público pré-adolescente, este nicho achará a história de Life Is Strange uma das coisas mais fantásticas do mundo, mas se você for um adulto que leu pelo menos dois livros poderá usar Life Is Strange como sonífero.

O jogo é baseado em conversar, conversar e conversar, visto que as crianças da atualidade não conversam com os próprios pais, irmãos e amigos de escola, elas precisam de um jogo de videogame para praticarem conversa, e Life Is Strange oferece muita conversa, com a possibilidade de Max voltar no tempo para refazer decisões, embora ela seja burra e nunca saiba usar seu poder.

Personagens[editar]

  • Maxine Caulfield - Protagonista e personagem jogável do jogo, é uma garotinha nerd, chata, sem sal e sem graça, feita assim propositadamente pelos produtores do jogo para gerar mais empatia com o público de nerds derrotados que é o público alvo desse joguinho. "Max" como é melhor conhecida, é apenas uma garota enxerida que entra na casa, no quarto e na garagem dos outros, abre armários, abre gavetas, lê cartas e tudo mais o que se considerar invasão de privacidade (e depois ainda vai achar ruim do David Manson e seu fetiche por observar os outros). É só uma nerd com sérios problemas mentais e que merece sofrer bullying. O número de telefone dela também parece estar escrito em algum lugar público, talvez numa das inúmeras pichações avistadas durante todo o jogo, porque todo mundo consegue enviar mensagens, xingamentos e ameaças no WhatsApp dela. Possui o poder de voltar no tempo, mas ao invés de usá-lo adequadamente, é burra e quase não faz algo de útil com esse poder, especialmente no capítulo 5, quando poderia ter resolvido tudo facilmente.
  • Chloe Price - Espécie de Joseph Climber caso ele fosse uma menina punk de 19 anos de idade, está toda hora morrendo e tendo que ser salva pelos poderes de voltar no tempo de sua amiga Max. Embora seja a primeira vista uma punk, no fundo é só mais uma nerd derrotada que se revoltou com a sociedade e decidiu pichar o próprio quarto. Chloe é a waifu de todas gamers lésbicas do mundo que acreditam que lesbianismo é sempre assim com mulheres magras e femininas sem bigode ou panceps.
  • Warren Graham - O interesse amoroso de Max caso o jogo seja jogado por alguma pessoa normal e heterossexual, o que nunca acontece o que faz o pobre rapaz ser sempre apenas um nerd ignorado largado na friendzone.
  • Rachel Amber - Menina desaparecida que é o grande mistério do enredo do jogo e amor da vida de Chloe, mas que não era lésbica e deixava Chloe só na friendzone, além de ter um bizarro fetiche por mendigos e por isso namorava um. Ela na verdade foi assassinada por Nathan Prescott durante um ensaio masoquista que fazia para o professor psicopata Mark Jefferson.
  • Victoria Chase - Patricinha metida que ninguém gosta, mas faz de tudo para ser a mais popular do colégio, inclusive tentar copiar a apar~encia da Xuxa. É o estereótipo de patricinha que zoa as nerds como Max.
  • Kate Marsh - Mocinha cristã que deixou seus nudes vazarem na internet e agora fica fazendo drama por causa disso e inclusive tenta suicídio. Sem ajuda de dicas na internet é praticamente impossível para o jogador salvá-la e acertar todas questões imbecis que ela faz quando está no telhado tentando se matar. Mas como no final do jogo todo mundo opta por deixar o tornado destruir Arcadia Bay, então foda-se a Kate morrer só unas 2 dias antes de todo mundo morrer mesmo.
  • Mark Jefferson - Professor chato pra cacete que na verdade é um psicopata doente. Ele tem uma grave parafilia que consiste em dopar e amarrar garotas para tirar selfies das mesmas sem que estas façam biquinho ou beicinho, para então manter relação sexuais com seus cadáveres após assassiná-las.
  • Nathan Prescott - O playboy filhinho de papai que acha que porque não teve um pai amoroso pode se tornar um mestre BDSM, amarrar garotas e atirar em outras.
  • David Madsen - Um adulto que combateu no Afeganistão e que agora sofre de graves problemas psicológicos e possui várias parafilias em decorrência disso, como o voyeurismo. Por isso ele frequentemente se masturba para câmeras e tem tesão em espalhá-las pela cidade inteira.
  • Frank Bowers - Traficante de drogas que o jogo tenta romantizar. Vive num furgão imundo, tenta se fazer de durão mas na verdade é só um cara derrotado qualquer que ama cachorrinhos.
  • Dana Ward - Mais uma dentre as tantas putas existentes em Blackwell, engravidou, mas ninguém parece se importar, dá para ignorá-la o jogo inteiro se quiser.
  • Juliet Watson - Outra vadia que sofre bullying nessa escola de marginais, esta talvez por causa de seu sobrenome que remete ao ajudante do Sherlock Holmes, tanto que no primeiro encontro com alguém ela sempre pergunta se sabem seu sobrenome, o que é algo normal a se fazer.
  • Alyssa Anderson - Pobre coitada balofa que só serve para sofrer bullying e tomar pancadas na cabeça.
  • Brooke Scott - Garota nerd viciada em pilotar um drone de bateria infinita. É a namorada do Warren desde que Max o coloque na friendzone.
  • Taylor Christensen - Claramente uma personagem inspirada na Taylor Swift, é apenas a baba-ovo número um da Victoria Chase e nada mais. Há uma opção de tentar ser amiga dela, mas ninguém escolhe isso.
  • Samuel Taylor - Zelador do dormitório dos alunos, é claramente um pedófilo, mas todos preferem fingir que não suspeitam disso.
  • Pompidou - Talvez o único personagem do jogo que é saudável mentalmente, é o cachorro do Frank, o que é possível matá-lo.
  • Lisa - Um arbusto. Sim.
  • Justin - Skatista drogado que só serve para mostrar para as crianças que se drogar não é legal, para não terminar sendo um derrotado como esse carinha.

História[editar]

Capítulo 1

Episódio de abertura do jogo que por algum motivo muito oculto chamou atenção de um público de emos, nerds, hipsters e simpatizantes. Absolutamente nada de interessante acontece, como em todo jogo nada de interessante acontece, mas neste episódio em especial nada acontece mesmo, só uma baboseira escolar que as pessoas deveriam estar de saco cheio de assistir e ir frequentar na própria escola da vida real falar com os amigos ao invés de ficar só no celular jogando porcarias que simulam um ambiente escolar. No início do jogo Max é só uma nerd que precisa entregar uma fotografia para seu professor de fotografia numa competição de fotografia, mas como ela é uma derrotada, prefere não fazer isto. Nesse ínterim, decide que a melhor fotografia para a competição seria fotografar uma borboleta azul em cima de uma lata de lixo (se isso é arte, até a selfie ficaria melhor), mas então descobre que adquiriu um pode mutante de voltar no tempo, e começa a utilizar este poder para coisas imbecis e triviais ao invés de utilizá-lo para coisas realmente interessantes (como chutar a cara da Victoria e depois voltar no tempo, ou cagar no escritório do diretor e depois voltar no tempo). Nisso, Max testemunha um garoto hiper-ativo que assassina uma punk de cabelos azuis no banheiro feminino, e então volta no tempo para salvá-la. Após essa situação Max se depara com a primeira decisão difícil do jogo, ser uma X9 ou não para o diretor da escola, e embora nesses casos sempre surja uma borboletinha no topo da tela dizendo que aquilo afetará a história do jogo, apenas ignore isto, o zeramento só existem dois. Blackwell é uma escola interna onde os estudantes são permitidos fazerem a putaria que bem quiserem, e um breve passeio no campus da universidade revela que todos estudantes são uns drogados, fidelizando que o jogo realmente aconteceu em 2013, exatamente como qualquer universidade da época. Neste momento Max tem suas primeiras trocas de WhatsApp, e como ela é uma guria retardada, sempre usa vários emoticons. A grande missão do episódio é então revelada, que é... pegar um pendrive, isso mesmo, esta é a missão do episódio, e para tal Max deve primeiro passar por um confronto com Victoria, uma patricinha metida que deve tomar um banho de tinta branca, quando o jogador poderá escolher novamente entre duas opções difíceis, que seria tentar ser amigável, ou tirar uma foto e postar no instagram com a legenda "bukkake da Victoria". Ao entrar no dormitório o jogador conhece o quarto de Max que é um típico quarto de uma pessoa derrotada na vida, onde há a possibilidade de molhar sua planta. O próximo difícil e intrincado puzzle é resolver uma confusão entre Juliet e Dana. Então, antes de devolver o pendrive para o namoradinho, Max flagra o bedel da escola incomodando Kate, e precisa novamente optar uma nova decisão importante, interferir ou só tirar uma foto. Após devolver um pendrive (isso sim um grande anacronismo, pois ninguém usava mais pendrives em 2013) para Warren, o playboy aparece e a punk aparece para resgatar Max, elas então se reconhecem que são as amigas de infância, e Chloe a punk de cabelos azuis, leva Max para sua casa para fumar maconha, pois é isso que meninas de 19 anos fazem. Como a câmera fotográfica de Max quebrou, a próxima grande missão é encontrar chaves-de-fenda, e para tal nada melhor do que bisbilhotar a casa da melhor amiga inteira, vasculhar contas, deixar um pássaro entrar no quarto, ver o painel de armas, para no final das contas ter que apenas ganhar uma câmera fotográfica nova.

Capítulo 2

O jogo é marcado por várias decisões difíceis, e até mesmo filosóficas e existenciais, a se fazer.
Cientistas ainda estão estudando o motivo de alguém comprar este capítulo número 2, pois absolutamente porra nenhuma acontece em todo este capítulo além do pequeno drama de Kate que teve seus nudes vazados na internet e agora está sendo culpada pela sociedade por isto, exatamente como a Jennifer Lawrence e Carolina Dieckmann, então cabe ao jogador uma importante decisão sobre defender a piranha, ou se convencer que ela que foi a idiota que foi numa festa cheia de pervertidos. Outra decisão muito importante é feita neste episódio, onde o jogador deve decidir a sexualidade de Max entre optar ir ao cinema com Warren, ou ir brincar no lixão com Chloe, dependendo da decisão fica definido se Max é heterossexual ou homossexual, embora Chloe tenha sonhos molhados apenas com a falecida Rachel (sim, aquela porra morreu). Então, como quase todos ignoram a ida ao cinema, o episódio prossegue com Max indo à bodega onde a mãe de Chloe trabalha onde deve fazer a decisão mais importante do jogo, escolher entre bacon com ovos ou waffles belgas, algo que pode determinar se uma pessoa sofrerá de ataque cardíaco ou não em alguns anos no futuro. Então, depois de encontrar a amiga Chloe e adivinhar as porcarias e lixos que ela guarda no bolso, o episódio termina com uma ida de Max a um lixão para tentar contrair doenças, pois é isso que punks fazem, então a próxima grande missão oferecida pelo game é encontrar garrafas de 7 Up velhas, sendo que garrafas de outras marcas não vale, para que Max e sua antiga amiga agora contraventora Chloe, pudessem cheirar essas garrafas e ficarem doidonas, e claro praticar um pouco de tiro ao alvo inconsequente. Então você pode estar se perguntando o que seria mais sensato a se fazer após brincar com uma arma num lixão? Claro, deitar no meio de um trilho de trem e enfiar o pé entre as vigas do trilho se prendendo ali. Se no último capítulo é preciso sacrificar a Chloe para salvar a porra da cidade, ainda não se sabe porque diabos Max teve que fazer tanto caso para salvar a amiga de ser estraçalhada por um trem, mas em todo caso, basta solucionar um puzzle que qualquer criança de 8 anos consegue desvendar e salvar a amiguinha punk. No final do capítulo a Kate tenta se suicidar pulando do terraço do dormitório, incluindo assim todos tipos de estereótipos escolares ao colocar também uma emo dramática que tenta se suicidar. Mais uma vez, como no final você irá deixar um furacão varrer toda Arcadia Bay, faça o favor de deixar essa vadia se suicidar.

Capítulo 3

Episódio noturno onde Max e Chloe invadem a escola de noite, afinal o único segurança da escola é um merda. Além de conseguirem tranquilamente perambular por aí a noite, fazendo a única coisa que Max sabe fazer de bom, que não é manipular o tempo (algo que ela faz terrivelmente mal) mas sim bisbilhotar mundo. O escritório do diretor não tem nada de interessante, apenas uma estátua de bronze de um papagaio e muito dinheiro para ser roubado. Depois a melhor coisa a se fazer numa situação dessas, é claro, nadar de calcinha e sutiã numa piscina gelada e estragar toda a discrição da missão. Após a fuga, Max decide dormir junto com Chloe, e nesse momento deve decidir entre beijá-la ou não, seja qual for a situação a cena é bem lamentável. Para prosseguir no capítulo, Max se veste como uma redneck, e todos na cidade passam a achar que ela na verdade é a Rachel. Após tantas missões difíceis proporcionadas por este jogo, destaque para a missão de achar leite e ovos para a mãe de Chloe na cozinha. A próxima missão proporcionada pelo jogo é ir na bodega, conversar com um montão de gente e roubar as chaves do traficante de drogas para assim descobrir que a finada Rachel tinha um estranho fetiche por mendigos. Até então o jogo estava o maior tédio, mas então finalmente Max deve fazer uma missão realmente legal, que é deixar Chloe tetraplégica, e como não existem esquis para serem oferecidos à Chloe tal qual alguém fez com a Lais Souza, o único modo de deixá-la tetraplégica é voltando 5 anos no passado, salvando o pai morto de Chloe, de modo que esse pai morto compre para ela um SUV que definitivamente não é carro para quem acabou de tirar a habilitação, e assim Chloe vai bater, quebrar a espinha e ficar tetraplégica.

Capítulo 4

Após 2 meses aguardando o lançamento deste quarto episódio, qualquer pessoa com saúde mental e capacidade seletiva de informação vai ter já esquecido o que houve nos três episódios anteriores, afinal porra nenhuma aconteceu. Este episódio começa com Max no futuro alternativo onde Chloe está tetraplégica, caminhando numa praia conversando sobre a cor do céu, porque ninguém de Arcadia Bay parece se importar sobre fenômenos como dezenas de baleias encalhadas na praia, eclipses solares inesperados e neve em dias ensolarados. O jogador então experimenta uma dessas cenas que fazem pessoas emotivas chorarem, sobre a amizade entre uma tetraplégica e uma geek que assistem Blade Runner (e claro, dormem, esse filme é impossível de assistir acordado até o final) quando Max precisa tomar uma nova decisão, aplicar eutanásia na amiga ou recusar... e obviamente esta decisão não afeta em absolutamente nada o enredo da história pois Max irá voltar no tempo outra vez, a opção da eutanásia só foi colocada ali pela NSA para espionar a ideologia dos emos e hipsters norte-americanos. O resto do capítulo se resume numa investigação tão besta que deixaria qualquer fã de CSI com vergonha (e olha que em CSI acontecem altas erros), primeiro uma investigação no porão da própria casa da Chloe, fazendo o jogador se perguntar o que essa punk faz da vida que ela não sabe o que tem na garagem da própria casa, depois uma invasão a domicílio como se isso fosse algo totalmente aceitável quando invadem o quarto de Nathan e por último uma conversa com um traficante de drogas (crianças, traficantes de drogas não são gente boa românticos como mostrado nesse joguinho). Toda essa investigação leva a parte mais chata do jogo, que é o momento em que Max deve unir as pistas num quadro, e como nada faz sentido, é só uma questão de probabilidade. Com as pistas reunidas, Max e Chloe descobrem um armazém abandonado onde em seu subsolo há um estúdio macabro onde psicopatas tiram fotos de gente morta, e claro que a primeira coisa que se faz ao encontrar um local sinistro desses é espalhar suas impressões digitais por toda parte e depois simplesmente ir embora e descobrir o corpo de Rachel enterrada no lixão. Sedentas por vingança, Chloe e Max vão a festa rave da escola, e a essa altura do jogo a idiota da Max ainda não sabe usar seus poderes de maneira criativa e a única coisa que sabe fazer é jogar um amplificador na piscina e matar eletrocutado umas 200 pessoas (uma pena que isso não aconteceu na verdade). O sinal de que estavam todos completamente bêbados é o fato de todos estarem vendo duas Luas e achando isso normal. No final da festa acontece o grande plot-twist da trama quando o professor Jefferson assassina Chloe e injeta calmante no pescoço de Max. Ninguém sabe explicar que calmante é esse que tem efeito instantâneo, talvez seja o famoso Lico de Cair Pinto, mas é assim que o episódio termina, fazendo com que a meia-dúzia de fãs do jogo (sapatões e gayzinhos) ficassem alguns meses se cortando os pulsos esperando o episódio final.

Capítulo 5

O último episódio, e talvez o mais legal em termos de história (lembrando que jogabilidade e gráficos nunca melhoram do primeiro ao último episódio). Este episódio também basicamente joga na lata de lixo tudo o que foi feito até aqui, o que não tem problema, pois quando este episódio saiu todo mundo já havia esquecido o que havia feito ou acontecido nos episódios anteriores. Basicamente o episódio gira em torno de Max drogada. Depois de andar tanto com traficantes, se o jogador assumiu a culpa de estar com maconha no episódio 1, Max estará totalmente drogada no episódio 5 e coisas absurdas começarão a acontecer. Primeiro, Max entra num looping temporal de regressos no tempo e sangramentos nasais sem parar, demonstrando grandes tendencias ao masoquismo já que ela sempre acaba amarrada numa cadeira com o nariz sangrando, até começar a usar drogas mais pesadas como heroína e entrar em viagens muito mais loucas com alucinações pesadas como pessoas andando para trás. Tudo isso para simplesmente escolher no final que todo mundo na cidade morra para um tornado para salvar a namorada lésbica Chloe. Ou ainda uma segunda possibilidade, que seria sacrificar Chloe e então salvar a cidade. Momento em que o jogador descobre que todas decisões feitas até então só servem para definir se Max e Chloe se beijam ou não no segundo final, e só.
v d e h
Life Is Strange logo.png