Livro do peixe que voa

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Letras2.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

Este artigo louva Machado de Assis.

Livro da mesma autora que criou o livro que inspirou um outro livro que inspirou o filme O Garoto que Podia Voar, sucesso que vendeu 5 VHS na época em que somente uns 30 tinha vídeo cassete, reexibida 183728 vezes a tarde no SBT.

Sinopse[editar]

Peixe que voa voando pelo grande mar celestial azul. Bolinhas em branco, caindo em direção a Terra, são o resultado de sua imensa felicidade e orgasmo por estar voando.

O livro conta a história de um peixe, que se apaixonou a primeira vista por uma gaivota pescadora. A gaivota não o pescará, pois havia um peixe mais gordo, próximo a ele no momento do apaixonamento, um peixe gordo de tanto comer petróleo derramado pelo P-36 da Petrobras no mar (petróleo tem muito óleo, e óleo é puro colesterol!).

A ave logo se distanciará dele rumo ao grande céu azul. Desesperado, o peixe foi então pedir uma macumba de sarava negra preta para a Bruxa de Ariel (a pequena sereia) lhe dar asas.

Mas haviam duas condições. Primeiro, em troca ele teria de dar, literalmente, o cu para ela e passar a cagar pela boca. E segundo, ele nunca mais poderia voltar à água, se o fizesse, ele poderia morrer afogado, e perderia a habilidade de voar (mas não recuperaria seu cu). Ele aceitou imediatamente pois um homem é capaz de tudo pela mulher ama (palavras do livro).

Ele finalmente realizava seu grande sonho de voar. Naquele momento ele se percebeu que o céu era imenso e que seria difícil encontrar a gaivota. Mas ele se lembrou do antigo provérbio que dizia que quem tinha boca ia a Atlantis. Ele perguntou então sobre a gaivota para uma andorinha. Esta lhe informou que as gaivotas estavam em rota migratória nessa época do ano, se dirigindo ao Sul.

Com tamanha braveza, o peixe voador se dirigiu ao Sul guiado pelo mapa que ganhará da andorinha após dar umas escamas para ela poder nadar (confira no próximo episódio: livro da andorinha que nada). Ao chegar aqui no Brasil, mais especificamente em Brasília, ele conseguiu alcançar o bando da gaivota pela qual estava apaixonado.

O encontro[editar]

Espécie de peixe que inspirou a autora a criar o livro e se tornar a primeira brasileira a ganhar um IgNobel de Literatura.

Narremos esse encontro diretamente com um trecho do livro:

Cquote1.png Chegara lá em uma sala escura e fechada, abafada, com várias gaivotas vestindo roupa preta. Uma delas lhe disse: eu lhe devoraria, peixe, nesse momento, mas devo guardar luto pelo minha amiga hoje falecida, ela morreu intoxicada por ter comido um peixe gordo recheado de petróleo do pré-sal da Petrobras.
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Desfecho[editar]

O peixe enfrentava então um grande problema, amargurado e amaldiçoado por Deus[1] e pelos políticos que acabavam de criar uma lei contra os peixes voadores e sem coragem para habitar novamente os céus ele precisava voltar a viver no mar. Ele se jogou no primeiro aglomerado de água de viu no chão, nesse momento ele perdia sua habilidade de voar e só então percebeu que tinha caído na piscina do presidente!

Como se a situação não pudesse ficar pior, ficou. Veio mais uma daquelas malditas secas em Brasília, a umidade do ar caiu de novo para 0,5% e a piscina secou rapidamente e o caminhão pipa que a abastecia furou o pneu numa taxinha jogada por manifestantes comunistas que protestavam contra privatização dos Correios em frente ao Palácio do Planalto. E o peixe morreu desidratado.

Moral da história[editar]

Bem feito bicho tosco filho da puta não tem nada que voar, fica no fundo do mar e não me atenta que você ganha mais.

Se você for um grande nadador, não tente ser aviador!


  1. por ter recorrido a macumba de sarava negra preta