Lufthansa

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö cörredorr polonës.


Boieng da Trans Brasil indo pro brejo.jpg Olha o(a) Lufthansa vindo!
Olha o(a) Lufthansa indo!

Este artigo fala sobre coisas que avuam pro alto.
Clique aqui pra ver quem mais vai pelos ares. Literalmente.


Cquote1.png Você quis dizer: Luftwaffe??? Cquote2.png
Google sobre Lufthansa

Cquote1.png Você quis dizer: Luft-transa??? Cquote2.png
Google sobre Lufthansa

A Lufthansa sendo literalmente enrabada pela concorrência

Lufthansa, em alemão de pedreiro Liga de Voo (e desde quando pedreiro fala alemão?), é a grande e gloriosa companhia aérea da Alemanha, famosa por seu uniforme e balcões cor de gema de ovo choca. Excluindo todas as outras empresas aéreas, é a mais importante do mundo, com mais espaço entre os assentos (cerca de 53 centímetros) e com melhores condições para a classe de pobre econômica.

Origem[editar]

Não sei para onde vai este avião. Só sei que quero embarcar nela nele

A Lutfansa Pluftansa Lufhthansa empresa de que trata este artigo teve sua origem logo após a Segunda Guerra Mundial, que, como se sabe, deixou o povo alemão sem nem cinco real pra fazer caridade. Assim, como forma de conseguir uns trocados para pagar as contas no fim do mês, o governo começou a vender tudo o que não lhe tinha mais utilidade, como fuscas falantes, fantasias eróticas nazistas e bigodes falsos de Adolf Hitler.

Havia, no entanto, uma coisa que os alemãos se recusavam terminantemente a vender a preço de banana, mesmo que houvesse muita gente interessada em meter os dedos nela. Uma coisa tão importante para a cultura do país, motivo de muito tabu e pela qual os cidadãos tinham tanto apreço, que só deixavam alguém entrar depois de terem muita confiança: os aviões da Luftwafer, a finada força aérea nazista (pensou que falava de quê?).

AUSGANG!!! Desde o golpe de Munique em 1929, todo aeroporto alemão avisa sobre a presença de gangues austríacas na área

Os aviões ainda estavam em bom estado, mas o orgulho alemão não permitia que um estranho qualquer os adquirisse. Tanto os ocidentais quanto os orientais concordavam nesse ponto: se era para fazer alguma coisa com as máquinas da Luftwaffle (que eram orgulhosamente conhecidas no país como fuscas voadores), que fosse algum cidadão alemão, não um alemão de outro lugar.

Hans Heinz, o milionário[editar]

Depois de uns dois anos nesse impasse, o grande produtor de chucrute e mostarda apimentada Hans Heinz teve uma ideia que seria fundamental para o surgimento da Lufthansa e o desenvolvimento do turismo interno: como o Muro de Berlim já havia sido construído, e não haviam deixado nenhuma porta, janela ou outra greta qualquer, por mais apertada, úmida e raspadinha que fosse, para que os capitalistas neoliberais pudessem penetrar no paraíso comunista que era a Alemanha Oriental, a única maneira era o avião. Assim, em março de 1947, Heinz promoveu o primeiro voo da empresa: Berlim Oriental-Berlim Ocidental Expresso (Via Muro).

Os aleminos, acostumados a esperar ver bombas caindo de coisas que voavam, no início ficaram apavorados. Depois, como viram que os aviões eram usados apenas para transporte entre os dois lados, gostaram da ideia e passaram a usar com frequência a frota de Heinz, que aproveitou para rebatizá-la com seu próprio nome. Aliás, não com seu próprio nome, mas o de Hansa, sua mulher, que na verdade era sua segunda personalidade e que promovia grandes escândalos em Monique, Sofia e outras cidades com nome de mulher.

A Empresa hoje[editar]

Passageiro típico perdido no sagüão: Poxa, disseram para ir num balcão amarelo... Só to vendo esse cor de gema ai...

Com a queda do Muro de Berlim, promovida pelo uso de argamassa de má qualidade e uma campanha realizada pela Rede Globo, à Lufthansa não restou outra alternativa senão criar outros itinerários. Assim, expandiu suas operações para diversas outras cidades alemenses e, depois, para outros países do mundo. A empresa se expandia na velocidade de um estômago após consumir chucrute com cerveja quente, até chegar ao Limiar da Flatulência, ponto definido pelos psicoeconomistas empresariais como o máximo antes de se começar a regressão rápida da empresa, o que normalmente provoca demissões em massa e gases intoxicantes.

Com essa abertura, a Lufthansa teve que se modernizar.[1] Assim, abandonou as fardas velhas que sua tripulação usava, trocou as suásticas por um amarelinho canário e passou a usar oxigênio na pressurização dos aviões, aposentando definitivamente o Zyklon B. Por causa disso, foi eleita a Empresa Simpatia 1991 pelo SEBRAE e começou a tornar a Alemanha um destino turístico mais procurado (já que até então o país só recebia mais turistas estrangeiros que a Albânia e Tuvalu).

Commander Fritz!!! Eu dizerr pra non tomarr cervejein in der kabin der avión!!!

Além de levar a cultura e os serviços alemitas para todos os cantos do mundo -- o que prova de uma vez por todas que o mundo é plano, e não redondo, pois não teria cantos se assim fosse -- , a Lufthansa é também responsável pela maior quantidade de chucrute e cerveja quente consumidos a grandes altitudes. Por isso, a empresa não precisa gastar fortunas com sistemas de pressurização interna, já que os próprios passageiros, depois de ingerir esse lanchinho, liberam gases em quantidade equivalente a cinco atmosferas, o suficiente para voos internacionais. Um efeito colateral, no entanto, é que as máscaras de oxigênio não estão disponíveis apenas em caso de emergência, mas durante todo o voo.

  1. O que leva à grande questão: por que todo mundo que gosta de se abrir é considerado moderno?

Ver também[editar]