Manacapuru

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Manacapuru é só uma dentre a meia-dúzia de favelas de palafitas que circundam Manaus. Cidadezinha de relevância nula, senão quase nula.

História[editar]

Monumento de boas vindas de Manacapuru, eleita uma das obras de arte mais lamentáveis dentre todas obras de arte lamentáveis de placas de boas vindas do Brasil.

Tudo começou quando os portugueses no século XVII foram seduzidos pela lenda da existência do Acre. Muitos aventureiros começaram a subir o Rio Amazonas em busca dessa mítica terra, e uma dessas comitivas se deparou com uma tribo indígena denominada Muras, que eram assim chamados devido aos seus grandes narizes (muringas, ou muras) e era um grupo totalmente selvagem e canibal, mas não canibais comuns, mas seletivamente canibais, esta tribo só se alimentava das genitais daqueles a quem capturavam.

Como estamos falando de amazonenses, eles tinham preguiça demais para guerrear, ainda mais sob o forte calor do local, eles tinham que navegar quilômetros para se enfrentar e sempre desistiam no meio do caminho... e este "meio do caminho" foi onde começou a se desenvolver o povoado de Manacapuru. Tanto índios como portugueses começaram a fazer trocar naquele entrepostos, desde espelhos, pó mágico, índias, calças da Nike, flechas, farinha.

Da vila foi dado o nome de Manacapuru, que no idioma Mura quer dizer "mano capado", em homenagem ao hábito ancestral de seus antepassados de emascular os outros.

Em 2008 foi oficializado como parte integrante de uma suposta Região Metropolitana de Manaus, mesmo que a distância para a capital fosse de 100Km de canoa, e só para oficializar tal fato, construíram uma rodovia de qualquer jeito ligando a cidade à Manaus, só para que a capital do Amazonas pudesse tentar dizer que também possuía uma zona metropolitana como a sua rival Belém.

Geografia[editar]

A cidade está localizada no final rio Manacapuru em sua chegada ao Rio Solimões, um local cheio de vitórias-régias, sapos, barcos flutuantes e a típica água barrenta deste grande rio.

Economia[editar]

A economia desta cidade é baseada apenas em vender coisas para Manaus e comprar coisas para Manaus, pesca e plantar coisas que não morrem caso forem completamente alagadas, sempre para sustento próprio.

Turismo[editar]

Turista em Manacapuru, somente aqueles que se perderam no caminho para Manaus, viram uma dúzia de palafitas e casas flutuantes na beira do Rio Solimões, e acharam ser Manaus, mas perdidos chegaram em Manacapuru

Todavia, o ponto do rio em Manacapuru é bastante visitado por ser o último ponto do Rio Solimões antes de receber o esgoto de Manaus alguns quilômetros adiante, num fenômeno chamado Encontro das Águas que também atrai muita atenção e visitas.

O único monumento dessa cidade é o seu lamentável cartão de boas vindas. É até difícil de descrever a feiura das estátuas que supostamente deveriam decorar a entrada da cidade. Lá estão retratados a figura de seis bonecos, sendo três homens e três mulheres, todos parecendo um trabalho de escultura de algum aprendiz de estagiário dado seus corpos que parecem mais um Playmobil gigante e suas faces que chegam a dar arrepios de tão feios. E para finalizar, os homens ainda se vestem como pagodeiros e as mulheres estão com uma saia de puta exibindo as calcinhas, mas o que deveria ser sensual é apenas deplorável de vergonhoso. Ainda tem ali uma estátua de uma cabeça decapitada de índio, como símbolo da morte dos aborígenes.