Manicoré

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Manicoré é a capital do rio Madeira, uma província subalterna de Manaus, auto-considerada a maior e mais avançada cidade do Amazonas.

História[editar]

Entrada de Manicoré e toda a hospitalidade de dúzias de pirralhos ávidos a pedir esmolas, ou até mesmo resgate daquela aldeia, para visitantes.

A pequena aldeia foi criada em 1637 quando um sujeito chamado Pedro Teixeira construiu ali a primeira casa de palafita de todo rio Madeira. O aventureiro em questão estava atrás do mítico Acre, mas no meio de sua aventura um jacaré atacou sua jangada no meio do rio madeira, decepando sua perna direita e seu órgão sexual, e sendo assim, sem mais condições nem de prosseguir sua aventura e nem de retornar para sua civilização, aquele navegador português se firmou na região. Obviamente não deixou descendentes, mas deixou um rico registro do que observou nos índios que habitavam a região narrando como todos conviviam harmonicamente com micos-azuis e utilizavam onças como montaria e meio de transporte.

Em 1716 houve um grande mau entendido, o então estado do Grão-Pará envia uma expedição ao rio Madeira para punir aqueles índios por acharem que eles devoraram a perna e o órgão genital daquele primeiro explorador Pedro Teixeira. Ao chegarem na casa de palafita dele, não encontraram aldeia alguma, já estavam todos mortos, vítimas da peste negra que Teixeira havia levado com ele. Estes soldados nunca mais encontraram o caminho de volta para Belém, precisando eles se estabelecer ali e criar uma pequena vila.

Com o Ciclo da Borracha no final do século XIX, centenas de nordestinos desafortunados que não tinham onde caírem mortos migraram em massa ao rio Madeira, e como a única suposta habitação existente era aquela meia-dúzia de palafitas a qual chamavam de Manicoré, rapidamente uma enorme favela em formato de cidade ergueu-se na região.

Com o fim da borracha, sobrou aquele povo, e assim a cidade permaneceu até hoje.

Geografia[editar]

Manicoré está na margem do rio Madeira, que possui esse nome dado sua coloração amarronzada que lembra madeira, devido à grande quantidade de fezes depositada em seu leito. Mesmo assim há quem goste de mergulhar nele.

Economia[editar]

Manicoré é o maior produtor amazonense de melancia e banana, tal que o que é orgulho para eles de nada interessa ao restante do Brasil, pois plantação de melancia e banana não surpreende ninguém.

Transportes[editar]

O único modo de chegar ou sair de Manicoré é pelo rio Madeira visto que seu suposto aeroporto é mais deserto que a cidade em si.

Turismo[editar]

Não há turismo, afinal não há absolutamente nada que se possa fazer em Manicoré. Graças às festas bem sucedidas de cidades amazonenses bem sucedidas como Maués, Coari e Parintins, a aldeia de Manicoré tenta a todo custo ser bem sucedida em seu próprio festival, a Festa da Melancia, realizada todo setembro. Mas como o local é mau frequentado, só tem pobre, o cheiro de melancia é enjoativo e até o concurso de beleza não exibe uma mulher que não seja uma baranga, a festa é sempre um fiasco para qualquer turista, só gostando dela os habitantes mesmo.