Marcelândia

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Marcelândia é uma pequena desgraça, um erro da humanidade, localizada em algum lugar oculto no norte de Mato Grosso. É mais uma dessas pequenas cidades brasileiras pobres de dar dó, sem o mínimo de infra-estrutura e investimento em saúde, educação e cultura, mas apenas uma típica cidade do faroeste governada por pistoleiros.

História[editar]

Um típico habitante de Marcelândia.

Lugarejo que surgiu em 1980, fundado por Marcelo, um filho de vaqueiro que se perdeu na floresta enquanto perseguia o que acreditava ser a lendária capivara de três cabeças, após pisar numa bosta mole de boi, ele recebeu aquilo como um sinal divino para iniciar naquele marco zero o que viria a ser um dos maiores erros da humanidade, o vilarejo de Marcelândia.

Já em 1986 aquela corrutela era considerada um município, quando o governo mato-grossense em Cuiabá decidiu o mais rápido possível desmembrar cidades fudidas como Marcelândia para não gerar problemas.

Atualmente orgulha-se de ser uma das piores cidades do mundo. Sem infra-estrutura, sem educação, sem asfalto, sem esgoto, sem energia elétrica, nada além de botecos cheios de baratas e prostíbulos repletos de menores de idade.

Economia[editar]

Passeie pela rua Domingos Martins de madrugada e você vai ver a economia de Marcelândia girando. O povo local acha até normal que garotinhas de 12 anos troquem sexo por pedaços de chocolate, sapatos ou bonecas.

Outra grande fonte da renda marcelandense é a exportação de CO2. Muito madeireiros queimam vastas áreas de floresta com o único objetivo de desmatá-las e assim contribuir com o aquecimento global, destruição do habitat natural de centenas de espécies, extinção de espécies animais e vegetais nativas e erosão permanente do solo.

Política[editar]

Coisas como prefeito e delegado não existem em Marcelândia. Quem manda na cidade é uma liga de fazendeiros, pistoleiros e cafetões pedófilos. A conhecida máfia de Marcelândia.

População[editar]

A cidade já teve mais de 15.000 habitantes, mas esse número vem caindo rapidamente, pois, ou é gente que é assassinada pelos posseiros, ou é gente que consegue fugir desse antro (mas provavelmente acaba devorado por alguma anaconda no caminho).

Cultura[editar]

Para os marcelandeses, a prática da prostituição infantil é tida como comum, já sendo uma prática muito enraizada nas famílias locais, que não conseguem ganhar mais que R$ 1,99 por mês trabalhando iguais burros na roça e cortando madeiras nas serrarias, e tem que vender suas filhas na noite para ganhar um extra.

O povo é muito sem noção anda sem documento nos departamentos públicos, perdendo até pra botijão de gás que possui pelo menos o registro.

Localizar um endereço em Marcelandia é como procurar um quimquim no saco do micuin, a numeração das ruas é mais confusa do que resultado de bicheiro. Nos comprovantes de endereços estão escrito: rua sem denominação, sem número, bairro indefinido, sem contar que a própria secretaria de obras é endereçada num número do lado errado da rua.