Maria Teresa de Filippis

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Mafiapre.jpg PORCA PUTTANA!!

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

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Maria Teresa de Filippis
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Essa simpática vovozinha é mais corajosa que você, que pede penico quando põem 50 km/h num carro na Dutra
Nascimento 11 de novembro de 1926
Nápoles, Bandeira da Itália Itália
Nacionalidade Bandeira da Itália Itália
Ocupação Ex-Piloto e ex-tremamente incentivadora de carreiras de outras mulheres no Automobilismo

Cquote1.png O único esporte que só homem pode disputar é a Fórmula 1! Cquote2.png
Alguém desavisado (e muito burro) falando merda
Cquote1.png Oh my God, I can’t believe! Cquote2.png
Integrantes do Kaiser Chiefs após saberem que mulheres já pilotaram na F1
Cquote1.png Mulher tem que dirigir é fogão! Cquote2.png
Machista sobre Maria Teresa de Filippis
Cquote1.png Mulher no volante, perigo constante! Cquote2.png
Rivais de Maria Teresa de Filippis nos grids
Cquote1.png Pelo menos se classificou pra alguma corrida! Cquote2.png
Bernie Ecclestone sobre Maria Teresa de Filippis
Cquote1.png Miss independent! Cquote2.png
Ne-Yo sobre Maria Teresa de Filippis

Você, no auge da sua ignorância falta de conhecimento automobilístico, deve estar pensando: só homem que corre nessa bagaça que chamam de F1? E as mulheres? Se resumem a só serem Pit Babes e a diversão-mor dos pilotos? Se enganou! MARIA TERESA DE FILIPPIS foi a pioneira com a missão de fazer as donas de casa também sonharem com as pistas e pra mostrarem que elas pilotam muito mais do que só o fogão. Nascida em Nápoles (o que ajudou um pouco na busca por respeito, pois ela poderia dar um telefonema pra sua Famiglia que mora na Sicília em caso de apertos assim), em 11 de novembro de 1926 e, ao contrário de outros aí, não ficou gagá, mercenária e obsessiva pela Ásia.

Começando:[editar]

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Maria Teresa de Filippis.
No trampo

Maria Teresa de Filippis viu que tinha um nome lendário: Maria Teresa, e, resolve começar desde cedo a fazer diferença no mundo, não querendo ser mais um fardo e uma pessoa inútil pra sociedade, então, começou a ir a corridas pra ver o que poderia fazer num futuro próximo, resolvendo ser mecânica, após desmontar um DKW sem que os pilotos percebessem, ela monta uma oficina ainda cedo, quando revendeu as peças pra pilotos que estavam sem condições de comprar novas, e porque todo mundo queria um pedacinho do melhor carro do momento. Mas, o trabalho começou a lhe causar problemas: começou quando umas pessoas vandalizaram sua oficina, pichando frases como “Mulher Macho”, “Vai pilotar um fogão” , e frases machistas assim, já que a mesquinha sociedade pós-2ª Guerra não permitia mulheres que pusessem as mãos na massa, já que achavam que elas tinham que “garantir a diversão” dos caras que voltavam baleados (literal e metaforicamente), machucados, mutilados e com as mães xingadas pelos soldados dos exércitos inimigos. E até dos irmãos ela encarava essas piadinhas infames, dizendo que ela jamais seria piloto porque mulheres e carros só combinam se a mulher for Maria Gasolina, o que não era o caso dela, então, rouba o Fiat 500 com 40hp de pura emoção dos seus pais e faz a aposta com os irmãos: ir a pizzaria ao lado do Coliseu comprar pizza e voltar em 5 horas. Se vencesse a aposta, os irmãos teriam que bancá-la no automobilismo e serem obrigados a fazerem trabalho escravo na oficina dela, já que o dinheiro pra contratar funcionários sendo economizado, serviria pra ajudar a bancar sua carreira nas pistas. 3 horas após ela sair, ela volta com uma pizza de mussarela, que seria seu jantar e o de seus irmãos, já que, se os pais soubessem da aposta envolvendo o carro deles, ela tava muito ferrada. Mas, o que eles não esperavam é que os pais sentiram o cheiro da pizza e foram saber de tudo. Maria não teve como inventar uma resposta e falou a verdade na cara dos pais, sabendo das consequências, já que, ao contrário de outras famílias multimilionárias, eles faziam questão de fazer os filhos viverem num mundo com consequências , só que nada aconteceu. Os pais dela lhe explicaram que ela tem o nome que tem porque sabiam que ela faria diferença, e viram que o Automobilismo foi o lugar escolhido pra isso, até porque o pai dela estava de saco cheio de ver só homem correndo, e queria ver como seria uma mulher veloz, e lhe deu o 500 e mais 500 Liras pra começar a carreira automobilística.

Na Fórmula 1:[editar]

Na oficina, onde começou fazendo a linmpa em outros carros

Após alguns anos correndo em ligas de pilotos de fundo de garagem, aproveita a liquidação que Jean Behra e a Maserati estavam fazendo pra ver quem seria parceiro do piloto na F1 e veem que seria interessante uma mulher estar lá, e lhe dão preferência na compra do carro. Ela compra pra poder correr em casa, em Monza, mas, todo mundo estava olhando torto pra ela, alguns por preconceito, outros por não aceitarem mulheres resolvidas e outros com medo de serem mal-educados com ela, o que atrapalharia futuras paqueras. Num tempo onde tinha que ser muito macho pra correr na F1, machos a ponto de até disputarem debaixo d’Água posições, ela mostrou que era mais macho que muitos pilotos da atualidade, apesar de não conseguir concluir sua 1ª corrida, por causa de acidentes na rebimboca da parafuseta do carro, que ela sabe onde fica. Volta pra casa com todas as honrarias, aliás, é a 1ª mulher a pilotar por lá. As honrarias incluíam: Fanfarra, fogos de artifício, uma estátyua no meio da praça e todas as pizzas que quisesse comer na pizzaria do bairro. A vontade de comer bacalhau e beber vinho portuga cresceu, e, aproveitou pra correr no GP de lá também, mas, seu carro foi sabotado por alguns machistas extremistas horas antes da corrida e ela não passou da 6ª volta da corrida. Antes de saber que tinha sido vítima de sabotagem, ela perdeu meses tentando arrumar o carro, enquanto a corrida em Nürbürgring estava rolando, e, como estava impossibilitada de correr e inacessível, a mídia inglesa sensacionalista disse que ela só não correu o GP alemão porque ficou com medo da pista, a mais difícil do mundo na época. Behra falava tanto de Spa pra ela: que era isso, aquilo, a 8ª maravilha do mundo e tudo aquilo que ouvimos atualmente, e resolve correr por lá também pra ver se era tudo isso ou só mais uma história de pescador. Gostou tanto que terminou a corrida em 10º, achou a experiência única, e, como manda a praxe se tratando de Bélgica, sua participação foi marcada por teóricos da conspiração, que diziam que na verdade, era um homem disfarçado dela que correu, o que explica o fato de ela ter concluído a corrida, não aceitando que uma mulher conseguiu fazer isso na 2ª pista mais difícil da época, e calando a boca de quem a sacaneava por não ter corrido na Alemanha. Depois, ela só voltou em Mônaco, onde deu o azar de conhecer Bernie Ecclestone, e, após se conhecerem, ela não mais conseguiu se classificar pras corridas. Uma coincidência trágica. Após não se classificar de novo em Mônaco no ano seguinte, culpou Bernie por isso, já que, só foi conhecê-lo que ela não se classificou mais pra corridas, e disse que de um jeito ou de outro, uns 40 anos no futuro, ele foderia com a categoria.

Vida Pós-F1:[editar]

Resolveu não se envolver muito, já que a putaria e a pouca vergonha estavam consolidadas na categoria graças ao Tio Bernie. Atualmente, ela é uma dos Fuckin’ Bosses da Maserati. Ou seja, você que tem uma (Duvido!), saiba que está dirigindo carro de mulherzinha. (Foda-se se for o Quattroporte, o Gran Turismo ou o MC12) Sim, eu sei que você que não tem uma gostaria de ter mesmo assim.


v d e h
Pilotos da Fórmula 1