Maués

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Maués é uma cidade indígena localizada na borda do estado do Amazonas, quase no Pará ou no chifre do Mato Grosso. A cidade é famosa por já ter sido visitada por Caio Castro que confirmou a sua existência, pelo seu guaraná, por suas belas paisagens e pelas belas índias que foram inclusive o motivo dos portugueses terem decidido ficar no Brasil há vários séculos atrás.

História[editar]

A cidade foi fundada em 1798, ainda com o singelo nome de Lusea, um nome aleatório e sem significa aparente, num local secreto entre os rio Amazonas e rio Madeira, os portugueses que ali se firmaram haviam encontrado uma pequena e misteriosa fruta em forma de hemorroida estourada (o guaraná) que ao ser ingerido lhes provocavam uma ereção duradoura. Para descarregar suas vontades sexuais, começaram a atacar pequenas tribos indígenas da região, encantados pelas índias que tomavam banho todo dia e eram cheirosas, algo impossível para uma mulher europeia. Claro que os maridos dessas índias não gostaram nem um pouco dessa aproximação, e deram flechadas no órgão sexual ereto de cada português que ali habitava.

Sendo assim, em 1833 foi conquistada por uma tribo indígena local e mudou de nome para Maués, que no dialeto maué significa "Minha pica dura", em homenagem ao santo guaraná lá produzido. O local jamais foi colonizado novamente, e os índios permaneceram ali sem serem conquistados por diversos séculos, dando flechadas nos outros, usando pó de guaraná como maquiagem, nadando no rio e todas essas coisas de índio.

Em 1896 foi oficializado pelo governo brasileiro como o primeiro município indígena do Brasil, e com a crescente globalização, a tribo maués saiu de seu isolamento e todos foram comprados e escravizados pela AmBev que criou em Maués a sede do Guaraná Antártica e ao município governa até hoje.

Economia[editar]

Índia maué representando na Festa do Guaraná a típica Dança do Acasalamento da tribo maué.

O guaraná é o grande e único produto produzido em Maués. Poucos sabem, mas foi em Maués que o guaraná foi inclusive inventado pelos índios que lá habitam. Séculos atrás na região só existiam seriguelas uma frutinha de caldo enjoativo e que ninguém sinceramente gosta (senão seria mais famosa). Enjoados daquela porcaria, os índios maués começaram a cultivar seriguela regando-as com urina e sêmen além de espancar os troncos dessas árvores, cagar em cima e até mesmo ofender dizendo que café é muito melhor. Tal modo de cultivar gerou uma mutação na planta, cujo fruto desenvolveu uma espécie de ferida nojenta, assim surgindo o guaraná.

Atualmente é em Maués que está a fazenda do Guaraná Dolly onde vive o Dollynho.

Transportes[editar]

A cidade está localizada na beira do rio Maués-Açu, que na verdade mais parece um lago se visto do alto, totalmente escondido no sul da selva amazônica, sendo impossível transporte por carro ou avião, sendo o transporte fluvial a única alternativa. Como bússolas e GPS não existem ali, é necessário pegar uma série de labirintos aquáticos no rio Amazonas e chegar em Parintins ou Itacoatiara.

Lazer[editar]

Além de passar o dia vagabundeando criando artesanatos baratos e vivendo sob às custas do governo e da plantação de guaraná, o maueense gosta de desfrutar de sua famosa Praia da Maresia, uma enorme ponta de areia que frequentemente é coberta pela água do rio. A prefeitura proíbe farofeiros nessa praia, mandando os farofeiros para as praias secundárias do município.

Turismo[editar]

O turista é sempre bem vindo em Maués, sendo que este pode conviver com os índios e aprender de seus hábitos.

O grande atrativo da cidade sem dúvida é a Festa do Guaraná realizada todo final de ano. O povo da cidade e os turistas se reúnem no local da festa para se esbaldarem na única festa rave da Amazônia, pois todos bebem e cheiram tanto guaraná e de tantos modos e tipos diferentes que ficam pelo menos 3 dias consecutivos acordados sem conseguir dormir. O movimentado festival conta com apresentações folclóricas dos índios e índias que por sua cultura nudista não tem vergonha de estarem seminus dançando e provocando vontades sexuais numa plateia já entupida de guaraná na veia.

O Carnaval de Maués também é muito visado, este só uma cópia do carnaval carioca, popular na cidade pois é a única época do ano em que os índios se vestem como brasileiros para ir dançar feito brasileiros no meio da rua.