Metroid Prime 3: Corruption

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Virtualgame.jpg Metroid Prime 3: Corruption é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um n00b faz um teleport pra Falador.


Metroid Prime 3: Currompida
Metroid Prime 3 capa.png

Uma capa de adoração a Samus. Podemos ver três delas.

Informações
Desenvolvedor Retro Studios
Publicador Nintendo
Ano 56XX7Y.35 do calendário Chozo
Gênero Tiro e Pulo
Plataformas Wii
Avaliação 89%
Idade para jogar Não recomendado para menores de 18 anos de idade.

Cquote1.png Cagão sem exceção! Cquote2.png
Sargento Fahur sobre Spare Pirate traficando Phazon

Metroid Prime 3: Corruption é um jogo de atire em tudo o que se mover no cenário com elementos de plataforma, ação-aventura e fuga de estupro que se passa no universo sci-fi hentai da série Metroid. Desenvolvido pela Retrô Studios, o jogo matou de raiva vários nerds que compraram o inútil do GameCube a preços absurdos para jogar Metroid Prime 1 e Metroid Prime 2, e agora teriam que comprar todo um novo console a preços mais absurdos ainda (mas ainda bem que o Wii pelo menos tem versão pirata).

Nessa nova aventura a protagonista Samus Aran, como sempre, após perder seus upgrades de alguma maneira burra, continua vagando por salas, atirando em portas para abri-las e fazendo nada além de atirar em fezes alienígenas. Dessa vez, porém, ela pode cheirar LSD e aumentar seu poder de fogo absurdamente, embora o abuso desse droga possa te matar de overdose, câncer ou até AIDS.

Jogabilidade[editar]

Com a jogabilidade do controle do Wii, Samus Aran tem vários interativos movimentos novos!

Com uma jogabilidade inovadora, Metroid Prime 3 é para ser jogado com o esquisito controle do Wii, onde as duzentas opções dos acessórios de Samus podem ser acessados com apenas a combinação de dois botões dos controles Wii Remote e Nunchuk, e os inúmeros movimentos da protagonista podem ser realizados através de malabarismos na sala onde está seu videogame, chacoalhando ambos os controles. Um botão atira, outro pula e o outro aciona a "Morph Ball" (os outros botões não servem para nada, só confundem), a grande novidade é a movimentação de Samus que deve ser reproduzida pelo jogador através dos movimentos das mãos, reproduzindo assim chicotadas, a mira dos tiros, recarregamento de bateria, pulos, uso dos instrumentos de tortura e até mesmo masturbação com consolos e vibradores. Tudo respondendo ao comando do controle do Wii.

Por falta de botões no controle, Samus não possui variedades de tipos de tiros nessa versão, possuindo apenas s bolotas do Megaman para atirar. Em determinado momento ela consegue o Nova Beam, um canhão que atira um vômito verde e mal cheiroso, ideal para corroer objetos.

A grande novidade em relação aos jogos anteriores é a opção de consumir LSD, no jogo um sintético fictício chamado "Phazon", substância refinada através da pasta base do LSD puro, uma porcaria segundo o Sargento Fahur, e que deixa Samus hiperativa (o Hypermodo), permitindo que ela solte potentes tiros de substâncias lícitas em cima de seus adversários, drogando-os e facilmente matando-os de overdose. essa técnica, todavia, deve ser usada com cuidado, caso contrário a própria Samus se torna uma drogada dependente e o jogador toma um belo de um Game Over no meio da cara.

Enredo[editar]

Com o controle do Wii, as aventuras de Samus estão muito mais realistas.

Metroid Prime 3 é uma sequência dos eventos de Metroid Prime 2: Echoes[carece de fontes]. Após salvar Aether, Samus decide ir descansar numa balada gay, indo portanto visitar uma grande espaçonave chamada GLBT Olympus onde uma festança estava para começar. Infelizmente a Samus não consegue ganhar o seu gang-bang que tanto estava esperando, porque aquele local pelo visto tinha uma porcaria de segurança, já que foi invadida facilmente por Space Pirates, eles de novo, cagando por onde passam e empatando todas fodas de Samus. Para impedir que sua boate gay predileta fosse conquistada, Samus desce no planeta Norion, onde fica essa nave, onde encontra o seu amante Ridley mais uma vez, já que o cara é ciumento e não aceita as estripulias de Samus pelo universo, então os dois tem uma DR e caem no buraco infinito onde Gandalf e Balrog já brigaram.

É no meio dessa briga toda que Samus encontra amigos de profissão, como a drag queen Gandrayda e sua maquiagem fabulosa que a permite se disfarçar de qualquer coisa, um brinquedo sexual enorme e senciente chamado Ghor e o ex-namorado e atualmente go-go-boy Rundas e seu poder de surfar no gelo.

Samus e seus três amigos descobrem que uma pica de 40 quilômetros chamada Leviathan estava vindo rumo ao planeta literalmente fodê-lo, sendo essas picas alienígenas a origem de todo o LSD encontrado nas festinhas mais ilícitas da galáxia. É claro que Samus e seus amigos decidem ir defender o planeta dessa destruição, mas ao chegarem na sala de ativar o canhão intergalático, a Dark Samus aparece como se já não tivesse sido derrotada em vários jogos anteriores, dessa vez ainda mais overpower, a versão maligna de Samus solta um peido azul gigante, pois ela ingere LSD em quantidades brutais, e bota Samus e seus três amigos para dormir, embora Samus, acostumada com as dorgas, consegue se erguer para pelo menos ativar o canhão e salvar Norion.

Após 1 mês numa clínica de reabilitação, totalmente corrompida pela consumo exagerado de LSD, Samus descobre que seus três amigos saíram da clínica alguns há alguns dias antes dela, mas agora haviam se perdido em três cracolândias diferentes. Samus é então ordenada para procurar e destruir cada uma dessas três cracolândias, pois além de estar fazendo um bem para o seu chefe, o Leão do PROERD, também estaria provando para a sociedade que ela não era mais uma drogada.

Samus em seu pior momento, virando crackuda e ficando viciada no LSD do jogo.

A primeira cracolândia que Samus visita é um planeta chamado Bryyo, antigo lar de uma raça de sábios seres (os "Bryyonians") que foram extintos pelo consumo excessivo de McDonald's, vendo então seu planeta ser dominado por crackudos da raça Reptilicus, uns animais que agora estão numa larica eterna e sempre que avistam Samus a tentam comer de todas as formas. É nesse planeta que Samus reencontra seu ex-namorado Rundas, que virou crackudo e sucumbiu ao vício nas drogas, e como Samus está numa missão sob comando do Leão do PROERD, precisa lutar e matar seu ex numa emocionante e triste batalha. Aprendendo a atirar gelo, Samus consegue entrar no salão principal onde aquela pica gigante de LSD estava corrompendo o planeta, precisando enfrentar um golem chamado Mogenar, um inimigo difícil porque possui três clitoris gigantes em seu corpo que sofre clitoridectomia apenas com tiros de LSD. Samus então extermina a natureza nativa de mais um planeta, destroi sua primeira crackolândia e parte para o novo objetivo.

A próxima parada é o planeta gasoso de Elysia, onde os Chozo construíram um enorme cassino flutuante que acabou sendo desativado por sonegação de impostos. Abandonado, tornou-se mais uma crackolândia regida por aquela pica gigante chamada Leviathan. É ali que Samus encontra penicilina e usa o remédio para salvar um pâncreas gigante chamado Aurora Unit 217, uma espécie de inteligência artificial orgânica que em agradecimento transformará Samus em sua bitch, passando a enviá-la para diversos locais escrotos de Elysia. Em determinado momento, aquele brinquedo sexual senciente chamado Ghor aparece, com ciúmes da nave de Samus que possui um assento vibrável bem agradável, Ghor também está corrompido pelo crack, e Samus finda por matá-lo para dar fim ao seu sofrimento. No final de tudo, o grande chefão dessa crackolândia é um plug-anal com tentáculos chamado Helios, a inteligência artificial que controla a porra toda, obviamente ele fica maluco de tesão ao avistar Samus, que precisando se defender o destrói, destruindo junto a pica gigante fincada no planeta, libertando mais uma crackolândia.

O último alvo é um país do planeta Terra chamado Somália (a Terra Natal dos Piratas do Espaço) onde os altos índices de pobreza afetam a saúde de Samus que tem alergia a pobres, precisando ela antes adquirir uma armadura anti-pobre, mas então Samus é atacada pela drag queen Gandrayda, aquela invejosa que tenta em vão estuprar Samus, terminando Gandrayda morta com vários tiros no meio do cu. Agora com uma armadura anti-pobre e um canhão que atirar vômito, Samus começa a propagar a destruição na Somália, desativando certos escudos e permitindo um ataque em massa da PM que então findam por limpar a maior crackolândia da galáxia, um verdadeiro sucesso! E advinha quem aparece? O antigo cafetão da Samus, o Omega Ridley, oferecendo novas propostas para que Samus volte a ser sua escrava sexual, sendo recusado e ficando irritado, precisando Ridley ser morto pela quinquagésima vez.

Com todas as maiores crackolândias da galáxia limpas, agora é hora de visitar a origem de tudo, o planeta Phaaze de onde vem as picas gigantes de LSD que tem atormentado a galáxia desde Metroid Prime 1. O grande problema é que chegando lá, Samus tem uma grave crise de abstinência de sexo, afinal saiu antes do previsto da clínica de reabilitação onde tentava tratar seu problema com drogas e ninfomania, então ela entra na TPM com hiperatividade contínua, ficando tão furiosa que passa a matar drogados com um tiro só. Tudo para no final descobrir que o principal traficante de LSD do universo é justamente a Dark Samus, controlando a produção da droga, e também viciadíssima consumindo aquela parada, ela ainda se fundiu com um enorme pâncreas gigante, tudo para ser derrotada mais uma vez. No final de tudo, Samus Aran descobre que Dark Samus não passava de uma fantasia erótica lésbica e bizarra que existia apenas em sua imaginação de drogada, e agora curada de seu vício nas drogas, Samus some no espaço sideral depois de pegar a sua recompensa que ninguém viu.

v d e h
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