Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

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Ministério da pouca Ciência, Tecnologia obsoleta, falta de Inovações e de Comunicações"
Esplanada dos Ministérios, Bloco E – Brasília
http://www.mcti.gov.br/
Criado em 15 de março de 1985
Orçamento R$ 9,736 bilhões (2019)
Ministro Marcos Pontes, o fabricante de travesseiros da NASA
Subordinados CNPq
INPE
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
IMPA
® Desciclopédia

Cquote1.png Eu pedi ajuda pra minha pesquisa mas eles não puderam me ajudar... Cquote2.png
Qualquer pesquisador sério sobre o cabideiro ministérial

Logo Gov Brazil 2014.PNG

Cabidão Ministerial da "Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)" na bananolândia é um órgão brasileiro que teoricamente teria como objetivo o patrocínio em pesquisas cientógicas e tecnolíficas, mas que no caso do brasil, assim como todo o cabidão do executivo do país, incluindo a presidência, não serve para absolutamente nada.

Recentemente, o ministério ainda ganhou as funções do antigo Ministério das Comunicações e com isso passou a ter um textão como nome: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Origens[editar]

Assim que foi reestabelecida a ditadura democrática brasileira, em oposição a antiga democracia da dita dura militar, o então presidente José Sarney precisava bolar um plano audacioso para garantir o controle de sua população por pelo menos mais 30 anos. O feudo maranhense não o teria como representante até 1990, durante o período que estaria tomando as rédeas do povo brasileiro em mãos e Sarney tinha medo que sua população se rebelasse contra o seu líder, assim como os Ucranianos fizeram no mesmo período. Foi então que José Sarney pensou pela primeira vez na utilidade que teria a ciência, já que poderia criar pequenos lava-cérebros mais eficientes que a televisão brasileira usando artimanhas nanotecnológicas.

Depois de estabelecido o ministério, a intenção do dono do Maranhão era ter um microrrobô lava neurônios em no máximo dez anos, mas a verba que ele disponibilizou para o ministério foi tão pouca que não deu nem para pagar a conta de luz da sede do ministério. A falta de recursos dura até os dias de hoje.

Atribuições[editar]

Aldo Rebelo já mamou nessa teta.

Ironicamente, quem investe em bolsas de pesquisas cientificas e tecnológicas no brasil é o ministério português, através de bolsas em instituições públicas lá fora. Aqui os poucos cientistas que são financiados com bolsas de pesquisas estão mais preocupados em debater se "Carl Maxista" acolheria ou não os milhares de terroristas islâmicos que arribaram da síria pra Europa, enquanto nossos engenheiros tecnológicos vivem de orgias particulares nos campus de pesquisa, quando o melhor que sabem fazer é um programa de padaria no NetBeans, usando Java.

Ministros[editar]

O ministério desde que foi concebido pelo monarca do maranhão, tem como meta principal ajudar a espalhar as mazelas do seu feudo brazil afora, o que vem dando certo segundo a lista de ex-ministros a ocupar este cargo, que incluem nomes como do Ronaldo Sardenberg (ex-pau-mandado do presidente dos Estados Unidos do Brasil, Fernado privatenrique Cardoso), Belchior Mercadinho e até o Audo Rabelo, que provavelmente não sabe sequer ligar o computador (se é que ele tem um) ou o que seria H2O. Em geral, os nomes que assumem este cargo são de tudo, desempregados, sociólogos, filósofos, parceiros de guerrilha desempregados, ex-membro do MST, zé ninguém da base aliada, tudo quanto é porcaria, menos cientistas. No máximo, um sujeito que levou uma bola de futebol (murcha) pro espaço.

Ver também[editar]