Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

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Brasão do Brasil.png
Ministério da falta de Planejamento, Orçamento e Gastão
Esplanada dos Ministérios, Bloco K – Brasília
Portal do gasto desordenado
Criado em 25 de janeiro de 1962
Orçamento R$ 21,4 bilhões (2019)
Ministro interino Dyogo Henrique de Oliveira
Subordinados ENAP
IBGE
IPEA
® Desciclopédia

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é o ministério onde se faz de tudo, menos o benedito do planejamento! No Brasil foi criado com o mesmo fim que todos os outros ministérios: distribuir cargos, dividir ganhos, etc. O primeiro ministro desse ministério (pra você ver...) foi o senhor Furtado[1][2].

Este ministério é um cargo altamente cobiçado, por lidar com altos montantes de dinheiro. Em razão disso, o partido do indicado a assumir esse precioso cargo fica obrigado a vender a alma e jurar fidelidade incondicional ao indicante, normalmente o burro(a) que ocupa o cargo presidencial, mas pode ser indicado por assessores, outros ministros, parlamentares ou até pelo presidente da câmara, como ocorreu recentemente quando um gângster chefiava a casa.

Semelhante ao Ministério da Fazenda, só que um pouco menos importante, para assumir o comando do ministério não requer experiência pública administrativa, noção prévia, habilidade gerencial ou conhecimento técnico nenhum. Basta ser amigo pessoal ou parceiro de cama do presidente.

Atribuições[editar]

1º líder da pasta.

Para explicar melhor a função deste ministério na prática é necessário um pequeno exercício assimilatório (ou parábola, vulgarmente conhecido como pocota): Imagine que você pedisse a sua mãe um trocado pra comprar algumas balas, e que naquele instante ela não tivesse nada a não ser uma nota de R$100,00 que ela ganhou fazendo alguns servicinhos ontem à noite, e que ela então lhe desse esses R$100 para a compra do alimentício artificial. Se você for muito otário, vai gastar 45 centavos e levar os R$ 99,55 restantes pra sua mãe numa boa. Agora, se você tem potencial pra assumir tal ministério, ou nasceu em território brasileiro, dos R$ 100,00 você vai gastar R$15,85 em balas, pegar R$ 40,00 pra você, e levar 22,05 pra sua mãe e inventar a desculpa que foi assaltado no caminho de casa. O ministério trabalha basicamente assim, se da teta da mãe Brasil tem 1 bi pra gastar, porra! pra que você vai usar os 1 bilhão, se você pode ficar milionário e ainda pode gastar 1/16 avos disso que ninguém iria reclamar? É assim que nossos "excelentíssimos" pensam.

Este ministério é estratégico pois é ele quem determina a faixa de dinheiro a ser desviado nas obras, desaplicações em saúde, educação e outros serviços públicos inexistentes no Brasil. Por isso tem de ser assumido por alguém de confiança do déspota no Palácio do Planalto.

Ministros notáveis[editar]

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Dentre os ex-ministros mais irrelevantes a assumirem esse cargo estão o sr. Burns, Canibal Hannibal Teixeira, Pedro Parente (de quem né?) o dragão Yeda Cruzes! cabeça de Guidão Manteiga e por fim e não importante Miriam Belchior. O último a assumir o comando do cabide ministerial foi o indiciado Romero Jucá, o primeiro indicado da lista do presidente Michel Temer e seu "Brasil sem corrupção". Depois de muita reclamação de alguns setores da sociedade brasileira (não todos), Jucá teve de largar o osso e voltar a mamar das tetas do Senado.

Ver também[editar]

Coisas que mexem com planejamento (de verdade):

  • PMBOK - Livro odiado por quem assume a pasta ou trabalha no ministério.


  1. Tá achando que é mentira!? Olhe nesta fonte fiabilíssimamente fiável!
  2. Se você não sabe quem foi seu furtado sugiro que se foda veja acompanhe mais o seriado chaves.