Missile Command

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Missile Command é da época da Velha Guarda dos Games

Mobile é o caralho! Portátil de verdade é Game Boy, porra!


Comando Errôneo
Missile Command cover.png

Capa do jogo lançado no auge da Guerra Fria

Informações
Desenvolvedor Atari
Publicador Atari
Ano 1980 a.C.
Gênero pong com tiro
Plataformas Atari 2600
Avaliação 10%
Idade para jogar Livre

Missile Command é considerado até hoje um dos jogos mais violentos já lançados para um videogame, pelo menos até o DEFCON ter sido inventado. Lançado pela Atari, Missile Command retrata uma visão rígida e aterradora do que poderia ser a guerra nuclear no auge da paranoia da Guerra Fria. Sabemos que apenas um ano depois (1982), uma sequela para dois jogadores se destruírem foi criada e testada, mas infelizmente nunca foi lançado, embora a Blizzard tenha se apropriado desse projeto vários anos depois e lançado Overwatch com essa mesma premissa.

Enredo[editar]

Em Missile Command controlamos um soldado raso que recebe a solene missão de salvar o mundo de um hecatombe nuclear. Na pele desse soldado devemos vivenciar a tensão de lutar uma guerra perdida contra o Armageddon, onde devemos a bordo de uma bateria anti-aérea evitar o inevitável, fadado a para sempre atirar para o alto até o fim dos tempos cair sobre nós.

O realismo é incrível e retrata bem como seria um desastre nuclear. Não importa quantos mísseis atômicos você destrua, estes mísseis apenas continuarão caindo e chegando até você perder. A tela de Game Over vem junto com um dramático som de explosão que ainda nos revela as palavras "THE END" - não apenas o fim do jogo, mas o fim da própria civilização. Estamos ali submetidos a uma guerra sem esperança, não há esperança de vitória contra o inimigo, tudo o que você pode fazer é interceptar bombas nucleares até a civilização ser inevitavelmente destruída.

As cidades que você protegerá serão destruídas, e todos os que moram nelas morrerão. É uma questão de quanto tempo você pode evitar o inevitável.

Jogabilidade[editar]

O jogo atraiu a todos por seu realismo impecável.

Neste maravilhoso jogo você controle livremente uma raquete do Pong constituída de um paralelepípedo branco. Com este aparato deve interceptar bombas nucleares que caem do céu e proteger os cidadãos inocentes dessas localidades. Não importa o quão bom você é, e não importa quanto tempo você consegue aguentar, eventualmente você vai perder. Não há como ganhar o jogo. Ele prima pelo realismo, no qual a humanidade encontra seu fim.

O jogador recebe o comando de três bases de mísseis anti-balísticos com as quais deve defender seis cidades indefesas contra onda após a onda de ICBMs carregados com ogivas nucleares. O jogo nos apresenta animações simples mas convincentes e realistas das nuvens de cogumelo a cada ogiva adequadamente interceptada, mas caso falhe em interceptar esses mísseis, eles eliminam cidades inteiras até que todo o seu país esteja tomado por gogo e radioatividade e você finalmente perca o jogo.

Controlamos, aliás, um pacifista radical, visto que você só pode atirar em auto-defesa, são havendo qualquer possibilidade disponível de atacar seja qual for o país filho da puta que esteja atirando mísseis infinitos em cima de você.

Recepção[editar]

Este jogo foi amplamente elogiado e apreciado pelos nerds fãs do Atari. Mas sejamos honestos, um jogo que se concentra na prevenção do Armagedom Nuclear nunca teria sido tão popular se tivesse sido lançado no período pós-Guerra Fria. Por isso só jogos como Fallout fazem sucesso após 1991.