Morte da bezerra

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Concepção original da escultura Gabriel O Pensador, de Auguste Rodin.

A morte da bezerra é considerada o marco inicial da filosofia universal, tendo sido tema de reflexão e debate entre os maiores filósofos da humanidade, desde a antiguidade até os tempos atuais.

A morte[editar]

O tema central da filosofia necrobovina é a morte da bezerra em si.

Muito se especula a respeito da morte da bezerra, que já foi tema de mais de oito mil clássicos da antiguidade.

Segundo Sócrates, cabe ao indivíduo em si determinar a importância da morte da bezerra, afinal de contas a tal bezerra era de fato muuuuito importante mesmo, mas mais importante para ele foi a morte do Bezerra.

Para Platão, o luto pela bezerra nunca será superado pela humanidade. Aliás, afirmava ele, tal luto é o que move a humanidade, todos os seus desejos, ambições e frustrações e amores (amores platônicos, segundo sua definição).

Aristóteles definiu as quatro causas, excência e acidente, e potência, ato e movimento enquanto pensava nas quatro causas da morte da bezerra, sua essência e o acidente que teria causado-a, potência, ato e movimento de tal "acidente". Muitos culpam Aristóteles pela morte da bezerra por isso, utilizando-se do argumento de que o "movimento" e a "potência" não foram acidentais, e por isso Aristóteles estaria tentando encobrir culpa.

Tal afirmação não tem respaldo, uma vez que nada se sabe sobre a morte da bezerra, a não ser a morte em si.

Pitágoras afirmava ser a morte da bezerra uma morte figurativa, cujo simbolismo em si é mais forte do que o fato. É de Pitágoras as célebres frases Cquote1.png bovis mortis regunt mundum Cquote2.png ou ainda Cquote1.png mundum regunt bovis mortis Cquote2.png, e Cquote1.png A bezerra é mortal por seus temores e imortal por seus desejos Cquote2.png.

Santo Agostinho foi o primeiro a questionar: Cquote1.png se você não está lá, a bezerra morre mesmo? Cquote2.png. Em seu livro, "O Livre-arbítrio", Agostinho de Hipona tenta provar de forma filosófica de que Deus não é o responsável pela morte da bezerra.

Para Tomás de Aquino, Cquote1.png a verdade é definida como a conformidade da morte com a bezerra Cquote2.png. O confronto entre a Lei Eterna (os Dez Mandamentos), a Lei Eterna racional e a Lei Positiva, feita pelo homem tem como ponto de intersecção a morte da bezerra. Os Dez Mandamentos proibem fazer ídolos de bezerras de ouro, enquanto a razão afirma não haver poder algum em um cadáver de bezerrra, e para o homem, o churrasco de domingo é lei.

Para Immanuel Kant, a morte da bezerra é a relação do conhecimento finalidade essencial da razão humana, que é a felicidade universal; portanto, a morte da bezerra relaciona tudo com a sabedoria, mas através da ciência.

Para Friedrich Nietzsche, morte da bezerra Cquote1.png É a morte voluntária no meio do gelo e nas altas montanhas – a procura de tudo o que é estranho e problemático no fim de sua existência, de tudo o que até agora foi bramido pela moral. Cquote2.png (Ecce Bovis)

Para Auguste Comte, o entendimento da bezerra morta é a ciência universal que deve unificar num sistema coerente os conhecimentos universais fornecidos pelas ciências particulares.

Para Bertrand Russell, a definição da causa mortis da bezerra variará segundo a filosofia que adotada. A filosofia origina-se de uma tentativa obstinada de atingir o conhecimento real de sua morte. Aquilo que passa por conhecimento, na vida comum, padece de três defeitos: é mujido, escremento e, em si mesmo, abanar do rabo. ("Dúvidas Bezerrófilas", p. 1)

Doutor Roberto define a morte da bezerra de forma clara e sucinta:

Cquote1.png ... Cquote2.png
Doutor Roberto sobre a morte da bezerra

Dentre todos os postulados, porém, é Jeremias José o considerado mais vanguardista, e a mesmo tempo o mais completo: Cquote1.png Se eu pudesse, eu matarra mil! Cquote2.png
Jeremias sobre a morte da bezerra

Filosofia para não filósofos[editar]

Morte da bezerra retratada em Morte e Vida Severina.
Capa de "Anita e a Morte da Bezerra"

Pensar na morte da bezerra, no entanto, não é uma exclusividade de grandes pensadores. Existe uma corrente não-filosófica que analiza de formas mais variadas a morte da bezerra.

No campo espiritual descacam-se:

No campo científico, a teoria mais aceita é a de Charles Darwin, segundo a qual, a morte da bezerra é evidência de seleção natural.

Nas artes, obras literárias como Morte e Vida Severina e o clássico Anita e a Morte da Bezerra tratam da morte da bezerra.

Mesmo na política encontram-se grandes adeptos dessa corrente. O mentiroso, ladrão e cachaceiro Luiz Inácio Lula da Silva considera mais importante pensar na morte da bezerra do que fazer uma faculdade. Ele afirma: Cquote1.png Nunca anteƒ na hisƒtória deƒƒe paíƒ se pensou tanto na morte da bezerra! Cquote2.png
Luiz Inácio Lula da Silva

Na internet[editar]

A internet é povoada de pessoas que abdicam de tempo precioso de seus trabalhos para pensar, e discorrer sobre a morte da bezerra. Dentre os internautas, destacam-se como os maiores pensadores na morte da bezerra os descíclopes, liderados por Anônimo.

Ver também[editar]

Ligações externas[editar]