Mosteiros de Daphni, Hossios Luckas e Nea Moni de Chios

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Mosteiros de Daphni, Hossios Luckas e Nea Moni de Chios são como diz o nome locais onde jovens com toda uma vida pela frente ficam aprisionados rezando e tendo alucinações terríveis com pessoas que andam sobre as águas e que são mães sem terem perdido a virgindade entre outras loucuras.

Daphni[editar]

Um dos mosteiros perdido no meio do mato grego.

Esse é o mosteiro ateniense, destinado aos rapazes afim de uma vida sem os pecados da carne ou que gostem de criancinhas mesmo. Lá eles ficam até que chegue sua hora de ir embora, ou seja morrer, pois uma vez dentro o cara se fudeu, não pode se arrepender ou a inquisição grega os pega.

Daphni aparece para substituir todo aquele papo de vestais da Grécia Antiga, moças que dedicavam a uma deusa e mantinham-se virgens, para... Fazer-se de difícil, nenhum outro motivo, já que a partir do momento que a pessoa tem sistema reprodutor a natureza a obriga a perpetuar seus genes.

Hossios Luckas[editar]

Outro mosteiro, é o da Beócia, está perdido no tortuoso relevo grego que mais parce uma verdadeira montanha-russa, no caso grega. Junto com os outros mosteiros etá incluído na lista dos Patrimônios humanos, ninguém entende o porque desses mosteiros, mas fazer o quê? É o pessoal da UNESCO que manda.

Um dos vários mosaicos mal feitos dos mosteiros.

O mosteiro é lembrado por seus mosaicos, ou seja, lá a parte mais bonita são um punhado de pedrinhas coloridas coladas com super-bonder uma ao lado da outra formando um desenho sacro que provavelmente é extremamente mal delineado e com cores gritantes que não combinam em nada, sendo pior que os desenhos da sua irmã caçula.

Nea Moni[editar]

Mosteiro enfiado na já escondida ilha de Chios, palco do mais completo nada, apenas passaram por lá civilizações irrelevantes o que tornam a história do lugar incrivelmente monótona quanto um livro do Flaubert. O mosteiro é apenas um detalhe da ilha, visto que ele é tão desconhecido quanto o lugar onde está.

O mosteiro de Nea Moni é outro que apresenta mosaicos mal feitos, com cores estranhas. Ele está todo murado por medo de que caia e machuque alguém, daí a proteção, visto que uma parte dele já desabou há tempos e ninguém se arriscou a tentar uma reforminha, com medo do local sequer aguentar uma marretada.

Ver também[editar]