Museu do Louvre

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FrancesAutentico.jpg ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Lembre-se de quem perdeu todas as guerras para a Inglaterra.


O maior depósito internacional de crime de receptação de obras de arte roubadas

O Museu do Louvre (pronuncia-se MUZÉ DU LUVR em língua emo, com biquinho em Muzé e língua enrolada em luvr) é um velho palácio onde os franceses cobram entrada para mostrar todas as obras de arte roubadas ao longo de sua história.

O Museu do Louvre foi construido pelo Rei Francês Luiz Frescon IV, para ser usado como locação cenográfica para o filme O Código Da Vinci. Toda a arquitetura dessa fascinante construção foi projetada tendo como base as descrições no livro de Dan Brown. Enquanto o cinema não era inventado, foi usado como castelo dos reis franceses, iniciando na Idade Média pelo rei Carlos V, por não suportar o vudum da população de Paris. Os reis Henrique IV e Luis XIII embelezaram e transformaram o castelo num palácio. Finalmente, o super-chic Luis XIV cansado de gastar em reformas, troucou pelo palácio Zero quilômetro de Versalhes, bem longe dos fedidos parisienses.

Desde então o Louvre ficou vazio e foi transformado em museu para não pagar IPTU para a prefeitura de Paris.

Napoleão Bonaparte doou metade das obras de arte do museu, roubando tudo o que podia nas invasões da Itália e Egito.

O museu cheira a mofo e peido de turista japonês, o que vem contribuindo para a deterioração das obras de arte.

O que você vai ouvir[editar]

A língua oficial do museu não é francês. É japonês e a versão japonesa do inglês.

Cquote1.png Tan iu toto gi? Cquote2.png
Turista Japonês oferencendo, supostamente em inglês, uma máquina para você para bater uma foto dele em inglês
Cquote1.png Toutá tu dé uca toto a muah? Cquote2.png
Turista Japonês oferencendo, supostamente em francês, uma máquina para você bater uma foto dele
Cquote1.png Yashica! Kodak! Konica! Toshiba! Cquote2.png
Turista Japonês reclamando que você passou na frente dele quando ia tirar foto
Cquote1.png Zeaze! Non Zhotos Zhere! Cquote2.png
Guarda francês reclamando dos japoneses tirando foto onde não deveriam

Golpe de marketing[editar]

Observando a queda na visitação, os administradores do Museu inventaram a história ridícula que Maria Madalena estaria enterrada sob a ridícula pirâmide modernista do Louvre, pirâmide esta criada no século XX por algum artista francês emo que não combina em nada com o Barroco do palácio.

Reformado especialmente para o filme O Código Da Vinci. Toda a arquitetura dessa fascinante construção foi repintada tendo como base as descrições no livro de Dan Brown.

Depois do fracasso de bilheterias do péssimo filme O Código Da Vinci no mundo todo, o governo francês achou um desperdício derrubar tudo aquilo (na verdade, achou trabalhoso demais, poderia quebrar a unha) e resolveu aumentar as entradas do museu que hoje abriga as mais famosas obras de arte dos maiores e mais famosos gays da humanidade. É possível encontrar, em suas galerias, obras de arte gays de todas as épocas, desde a era das bibas faraós egípcias até os mais famosos gays do Império Romano.

Destaques[editar]

Monalisa, atualmente desgastada pelo tempo
Monalisa original, inspirada em um traveco famoso do século XV chamado Mona

Uma das mais famosas peças visitadas no museu é a Monalisa, que até hoje é considerada uma obra de arte única, inspirada em um traveco do século XV chamada Mona, e pintada por Leonardo DaVinci, verdadeiro autor do livro O Código Da Vinci.