Nápoles

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Cquote1.png Napule è na carta sporca e nisciuno se ne importa Cquote2.png
Pino Daniele, cantor napolitano
Cquote1.png Va fa' Napoli! Cquote2.png
Joey, do seriado Friends, quando quer xingar alguém
Cquote1.png Não sou daqui Cquote2.png
Napolitano sobre Nápoles
Cquote1.png Todos os vulcanólogos, mesmos os aposentados e mortos, sabem que uma hora ou outra o Vesúvio vai acordar do seu descanso Cquote2.png
Wikipedia sobre Esperança
Cquote1.png Veja Nápoles depois morra! Cquote2.png
Campanha pelo turismo em Nápoles
Cquote1.png Ma quando cazzo erutta il Vesuvio? Cquote2.png
Italiano do norte sobre Nápoles
Cquote1.png Você quis dizer: Camorra Cquote2.png
Google sobre Nápoles
Cquote1.png Tirandos os Napolitanos, o trânsito, a sujeira, o cheiro e a ignorância Nápoles seria uma cidade estupenda Cquote2.png
Qualquer um sobre Nápoles

Nápoles é uma cidade caótica, suja e relativamente bonita do Sul da Itália, que os italianos do Norte odeiam, mas vão pra lá quando querem comer bem (com direito a trocadilhos) e passar férias nas ilhas entorno.

Breve história[editar]

Nápoles está indo de mau a pior. Pancadaria nas ruas tem se tornado frequentes

Nápoles (do grego Neapolis (port. “Cidade Nova"), do inglês Napalm e do português Rio de Janeiro), passou pela mão de muita gente. Já foi dominada por romanos, bizantinos, Bourbons, Aragãos... e hoje quem manda é a Camorra. Como toda cidade portuária, Nápoles foi historicamente habitada por putas, ladrões e marinheiros safados. Seu passado de guerras também faz com que se acrescentem à lista soldados sanguinários. Dessa mistura, a qual se adiciona gregos e espanhóis, nasce o napolitano.

Migração[editar]

Os napolitanos, que tem fama (além de tantas outras) de preguiçosos na Itália, comparado a outros povos itálicos praticamente não fizeram parte da leva migratória que saiu do país no século XIX. Dava muito trabalho cruzar o Atlântico. O máximo que fizeram então foi migrar para o Norte da Itália, especialmente Milão, o que se deve também ao fato de serem muito provincianos e incapazes de ficarem longe da cidade natal.

Cultura[editar]

Nápoles não tem aonde colocar seu lixo e agora amontoa-o pela cidade

Enquanto que no Rio de Janeiro a tradição de assalto a mão armada seguida de morte vem de longe, em Nápoles a especialidade é o furto motorizado. Napolitanos em lambretas, ao avistar de longe algo dourado, já vão acelerando pra arrancá-lo de algum pescoço. Destaque para o roubo de Rolex. É a cidade onde mais se roubam Rolex em todo o mundo, a ponto da prefeitura, num ato de desespero, lançar em 2006 relógios de plástico com a pizza e o Vesúvio desenhados para distribuir aos turistas, recomendando que deixassem seus Rolex no hotel, ou melhor, no país de origem, porque periga ele sumir no hotel também.

Muitos dos estereótipos italianos têm sua origem e seu ápice em Nápoles. É o caso da grosseira mania de falar com as mãos, que atinge níveis insuportáveis nessa cidade. Um não-napolitano, ou seja, uma pessoa normal, pode até se sentir ameaçado quando deve dirigir-se a um napolitano, que antes de falar, levanta a mão.

Outros legados culturais de Nápoles para o mundo são:

  • A pizza;
  • O mais expresso dos cafés (aquele de dar úlcera);
  • O mandolino (o bandolim italiano);
  • A máfia.

Culinária[editar]

Camorrista Napolitano na praia. Provavelmente cercado pelos seus 12 filhos e 24 seguranças

Os séculos de guerra e fome obrigaram os napolitanos a inventarem receitas que nada mais são que uma mistureba do que sobrava da comida do dia anterior. É o caso de pasta e fagioli, macarrão de todos os formatos (sobras do mês) misturado com feijão. Também tem o típico casatiello, servido na Páscoa. Um pão com restos de queijo, presunto e banha de porco (que nos tempos duros era fácil de achar no mercadinho). Muitas das pastas cozinhadas “a napolitana” são feitas com menos água do que o habitual, porque evidentemente nos tempos difíceis água também era raridade.

Outros destaques são um pão doce molhado no álcool, chamado babà, e o limoncello, casca de limão velho que dorme no álcool, produzindo um líquido esverdeado brilhante.

O dialeto[editar]

O dialeto napolitano é um dos mais preservados e irritantes da Itália. De nada adiantam os seus estudos de italiano quando você pisa nessa cidade. Seus habitantes praticamente só falam (ou melhor, gritam) napolitano, principalmente quando querem passar a perna nos turistas.

Trata-se de uma mistura bizarra de latim, espanhol, árabe e carioquês que troca o “o” pelo “u” e xia o “s” no final das sílabas.

O governo[editar]

Desde a década de 40, Nápoles está sob o governo da Camorra. Máfia que nasceu e cresceu nessa cidade, amparada por uma série de fatores, como o clientelismo aplicado por políticos supostamente eleitos pelo voto. Nos últimos anos o governo camorrista atua em paz, graças à tática de aparecer o menos possível no noticiário, evitando o assassinato de nomes conhecidos, limitando-se somente a apagar pés de chinelo e roubar junto aos altos escalões do Governo italiano.

O famoso filme "Gomorra" (2008) retrata não só a realidade da atuação da Camorra, mas também a breguice napolitana, claramente expressa no vestuário, nas músicas hits locais e no hábito de cantar mulheres a partir de carros com som alto. "Gomorra" é baseado no best seller de mesmo nome (2006), escrito por um napolitano maluco que se infiltrou na máfia e resolveu contar os podres da organização em detalhes. O cara agora só anda com escolta e talvez se mude para o Brasil, já que italianos de todos os tipos conseguem asilo por aqui.

Redondezas[editar]

Capri – A mais chique e rica das ilhas italianas, freqüentada por milionários que gostam de aparecer e por turistas americanos. Só a elite napolitana (0,0001% da população local) consegue botar os pés lá. No passado, Capri foi a sede do governdo do Imperador Tibério e suas surubas. Calígula passou a infância lá. Atenção: As marcas brancas nas rochas NÃO SÃO líquens! Dominada pela máfia.

Sophia Loren para salvar a cidade, ameaçou fazer um filme pornô se a cidade de Nápoles entrar nos trilhos

Costa Amalfitana – Refúgio de ricos e famosos de todo o mundo, que pra ficarem bem longe de Nápoles e dos napolitanos escolheram essas vilas (as mais famosas são Positano e Amalfi) pra morar, por serem escondidas entre pedras e isoladas por uma estrada costeira com 12.345 curvas. Dominada pela máfia.

Pompéia - A famosa cidade devastada pelas lavas do Vesúvio em 79dC, que hoje é um monte de ruínas com algumas casas ao redor. Deus nunca mais fez o Vesúvio explodir daquela maneira, pois viu que seus planos de acabar com napolitanos não funcionaram, visto que a maior parte dos habitantes conseguiu fugir de Pompéia antes de serem tostados. Dominada pela máfia.

Ischia e Proscita – Ilhas menos elitistas, onde, com sorte, alguns napolitanos farofeiros conseguem chegar. Dominadas pela máfia.

Pozzuoli – Área com praias e termas que antes da década de 50 fazia a alegria do povão. Até que resolveram entupi-la de indústrias poluidoras. Mas mesmo assim ainda é freqüentada pela escória napolitana, e por isso seu nome lembra “pozzo” (poço). Dominada pela máfia.

Similaridades com Rio de Janeiro[editar]

Rio de Janeiro é uma das cidades irmãs de Nápoles. A comparação é comum na Itália, e feita principalmente por italianos do Norte. São muitas as semelhanças entre as duas cidades:

  • A geografia - Nápoles é uma imensa favela entorno de um Golfo (a diferença para o Rio de Janeiro é que em Nápoles os prédios são coloridos);
  • Os governantes - traficantes e camorristas;
  • Os altíssimos e mais variados índices de violência urbana do mundo;
  • Pode-se fumar maconha tranqüilamente nos pontos mais movimentados da cidade;
  • A polícia é corrupta e finge que trabalha;
  • Seus habitantes acham que são malandros e simpáticos;
  • O desrespeito às leis de trânsito - tanto os napolitanos quanto os cariocas não gostam de sinal fechado e, assim como nas favelas cariocas, é normal ver dez pessoas em cima de uma moto.
Típico dia de trabalho de um Napolitano

Enquanto que no Rio de Janeiro a tradição de assalto a mão armada seguida de morte vem de longe, em Nápoles a especialidade é o furto motorizado. Napolitanos em lambretas, ao avistar de longe algo dourado, já vão acelerando pra arrancá-lo de algum pescoço. Destaque para o roubo de Rolex. É a cidade onde mais se roubam Rolex em todo o mundo, a ponto da prefeitura, num ato de desespero, lançar em 2006 relógios de plástico com a pizza e o Vesúvio desenhados para distribuir aos turistas, recomendando que deixassem seus Rolex no hotel, ou melhor, no país de origem, porque periga ele sumir no hotel também.

Conquistas[editar]

Os feitos alcançados pelos Napolitanos são inúmeros, dentre os mais importantes vale ressaltar:

Napolitanos famosos[editar]