O Crime do Padre Amaro

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Graciliano Ramos e Clarice Lispector podem ter fumado este artigo.

Cquote1.png A Soraia Chaves é toda boa Cquote2.png
Punheteiro sobre O Crime do Padre Amaro
Cquote1.png Como assim isso é um livro do século XIX? Cquote2.png
Português sobre O Crime do Padre Amaro


O Crime do Padre Amaro é o segundo livro de Eça de Queirós, escrito em 1875, e considerado como o primeiro livro de Realismo da Literatura portuguesa e um gasto de papel uma das obras-primas do escritor português.

Contudo, essa porra é mais conhecida pelo filme porno-badalhoco que tornou a Soraia Chaves famosa, do que pelo livro em si.

Enredo[editar]

Amaro espiando na Amélia, antes da sua futura actividade favorita com ela.

Após a morte do padre obeso José Miguéis, carinhosamente apelidado de "jibóia" pela população, chega a Leiria um jovem padre chamado Amaro Vieira, que é logo notado pela sua juventude e beleza. Aconselhado pelo Cónego Dias, seu antigo mestre de moral no seminário, Amaro instala-se na casa da D. Joaneira, a Puta paga do cónego, frequentada por todos os beatos da região, alienados devotos cristãos, que passam as noites em jantares, músicas, conversas e jogos. É neste espaço de alienação devoção religiosa, que Amaro conhece a gostosa Amélia, a filha de D. Joaneira. Nestes serões, começam por trocar olhares de como quem já quer levar com ele, despertando dor de corno em João Eduardo, o noivo de Amélia.

Através de um flashback, Você percebe que Amaro foi mandado para o seminário aos 15 anos a mando da sua alienada tia, uma beata. Contudo, Amaro não tinha qualquer vontade de fazer voto de celibato, já que seu desejo era foder mulher, e chegava a fantasiar sexualmente com a Virgem Maria, imaginando a estátua nua, desfolhando a bananeira a pensar nela no seu quartinho no seminário. Ou seja, não foi por “chamamento divino”, mas por comodismo que Amaro se fez padre. Suas ocupações diárias consistem, agora, em dar a missa, ter a vida financiada pelos beatos e empenhar-se na sua tarefa de seduzir Amélia para a santidade da sua alcova, costumando espiar a moça enquanto esta se despe no seu quarto.

Amaro a exorcizar os demônios anais do corpo de Amélia.

Certa noite, junto à lareira e completamente sozinho com Amélia, Amaro se sente especialmente ousado, e beija o pescoço dela, ao que a moça sai correndo da sala, ofegante. Com receio de arrastar Amélia para seu quarto e fodê-la como se não houvesse amanhã e ser descoberto por todo o mundo, Amaro decide deixar a casa de D. Joaneira e procurar outro lugar para morar. Contudo, João Eduardo já sabe que é corno e num xilique de ciúme, publica um artigo no jornal chamado “Os Modernos Fariseus", onde arrasta o nome de todos os padres de Leiria para a lama e diz que o padre Amaro anda envolvido com uma “donzela inexperiente”, que se faz passar por santa mas no fundo é uma piranha da pior espécie. Após esta afronta, Amaro diz a Amélia para romper o noivado, já que João Eduardo não é digno, pois é um ateu que tem o atrevimento de expor os pobres dos padres. João Eduardo fica sem emprego e sem noiva e acaba dando um soco em Amaro, apesar deste estar cagando e andando, já que foi ele que ficou com a gostosa.

Com João Eduardo fora de cena, Amaro volta a frequentar a casa de D. Joaneira e a aproximar-se de Amélia, até que uma noite em que estavam regressando de uma visita à casa do Cónego Dias, que estava doente, param na casa do padre e Amaro seduz Amélia e passa a noite a fodê-la tão desenfreadamente que até a sua criada, Dionísia, ouviu no andar de baixo. A criada, após Amélia sair completamente arregaçada e com um andar novo, aconselha Amaro a ter os seus encontros sexuais noutro lado, já que ali dá muito show, e diz para Amaro falar com o Tio Esguelhas, o sineiro, que tem uma casa discreta e uma filha paralítica que pode usar como desculpa; então , Amaro diz ao Tio Esguelhas que Amélia quer se tornar freira que vai ajudá-la nessa missão, enquanto Amélia diz para sua família que vai ajudar Totó, a filha do sineiro, nas suas lições religiosas. E enquanto isso, fodem à fartazana no andar de cima da casa, enquanto enganam todo o mundo, até que o Cónego Dias consegue subornar a paralítica a lhe contar o que Amaro e Amélia fazem sozinhos, e vai confrontar Amaro com a descoberta, ao que o jovem padre diz que também ele anda a pinocar D. Joaneira, e ambos se riem do assunto. “Como é bom ser padre! ” Quebra geral quando Amélia descobre que está grávida, e Amaro vai pedir ajuda ao Cónego, que diz para a mandar casar de imediato com João Eduardo, mas esse se mandou para o Brasil. Então, a solução é mandar Amélia juntamente com D. Josefa, a irmã do Cónego, que se encontrava doente, para o interior do país até chegar a hora do parto, e depois logo se via. Amaro chegou a ir visitar Amélia algumas vezes e ainda mandaram mais umas fodas. Contudo, quando chegou a hora do nascimento da criança, Amaro seguiu o conselho de Dionísia e entregou a criança a uma mulher que tem fama de matar os bebés que lhe são entregues, uma “tecedeira de anjos. Amélia morre de desgosto por não suportar ficar sem o filho e Amaro se arrepende, mas acaba cagando e andando e muda de cidade. Para comprovar o seu nível de sacana, passados alguns meses, Amaro encontra casualmente o Cónego Dias e diz que “tudo passa”.

Personagens[editar]

Cónego Dias falando para D.Joaneira sobre analidades.
  • Amaro: É o personagem principal e que dá nome ao título do livro. O RLY? Quando completa 15 anos, é obrigado a ir para o seminário pela sua tia, mas presta mais atenção aos peitos baloiçantes da vizinha do lado do que aos textos da Bíblia. Graças à cunha da Condessa de Ribamar, torna-se padre em Leiria. Habitua-se à vida de padre pelas mordomias, vida fácil e pelo status social. Come Amélia à força toda enquanto mantém a aparência de celibatário.
  • Amélia: Beata e Suposta moça de família de 24 anos que esconde a sua queda para a Putaria por detrás de um rosto de Boazinha. Noiva de João Eduardo, mas apaixona-se pelo padre Amaro, com quem manda umas pinocadas às escondidas de todos. Hipócrita, quebra o noivado porque João Eduardo não se confessava há dois anos.
  • Cônego Dias: "Mestre de moral" de Amaro no seminário e na vida, uma vez que o cónego tem D. Joaneira como Amante faz anos, e Amaro faz o mesmo com a filha.
  • D. Josefa: Irmã do cônego Dias. Faz Amélia desistir do casamento com João Eduardo, dizendo que ele é um herege que não se confessa há 2 anos.
  • João Eduardo: Noivo de Amélia, é a única personagem inteligente nessa porra, que vê os padres pelos sanguessugas que eles verdadeiramente são. Ninguém gosta dele só porque ele é ateu e fazem de tudo para destruir o seu noivado com Amélia.
  • Ruça: Burra que nem uma porta, era criada em casa da D. Joaneira, e sua única ocupação na vida era ser beata.
  • Libaninho: Beato com tendênciais gays e xiliques, que é o maior fofoqueiro.
  • Dionísia: Criada de Amaro, descobre as fodas deste com Amélia e ajuda a abafar o caso.
  • Tio Esgelhas: É o sineiro lá do sítio e pai de Totó, sendo o dono da casa onde Amaro e Amélia se encontram.
  • Totó: Paralítica de quem Amélia se fingia de professora.

Qual a importância histórica dessa porra?[editar]

O Crime do Padre Amaro é uma crítica à burguesia provinciana portuguesa e ao clero, que vive uma vida de mentira, hipocrisia e falsidade; por causa desse livro, Eça de Queirós foi perseguido pela Igreja católica e só não foi mandado pra fogueira ou para o desterro porque a Inquisição já tinha falido, um bocado à semelhança do seu percursor José Saramago. Esse foi o primeiro livro do Realismo português, pelo que tudo o que está escrito nele é verídico e qualquer semelhança com a realidade não é pura coincidência.

Nesse livro, Eça explorou as questões da vida do sacerdócio, como a incrível coincidência dos padres terem sempre irmãs ou empregadas domésticas, serem militantes contra o Aborto mas matarem seus filhos a sangue frio, levarem uma vida de luxos financiada pelos beatos que se deixam enganar por eles, os pecados da gula, da luxúria, etc.

Mas, afinal, qual foi o crime do Padre Amaro?[editar]

Como é mania dos escritores, esses desocupados, que adoram complicar o óbvio, o crime do padre Amaro não foi pinocar a Amélia e quebrar seu voto de celibato, mas sim levar o filho de ambos para a "tecedeira de anjos", para este ser assassinado.

Nos Media: o Filme de 2005 (versão Porno)[editar]

Amaro, muito atento, a escutar a confissão de Amélia.

Em 2002, o México já havia arruinado o livro do Eça quando resolveu fazer uma adaptação cinematográfica e botou Gael García Bernal no papel do padre. Mas, como Portugal tem a necessidade incontrolável de ser o pior país em quase tudo nesse mundo, em 2005 é lançada a adaptação portuguesa da estória, com Jorge Corrula no papel do padre, ainda que a única coisa relevante sejam os seios da Soraia Chaves a pinocar o padre, na personagem de Amélia. Este filme fez Eça de Queirós andar aos tombos na tumba. Claro que como o típico português adora putaria e tudo o que é mau, este filme bateu todos os recordes de bilheteira.

Tal como a adaptação ridícula do clássico de Shakespeare aos dias de hoje, em Romeo e Julieta, o filme de 2005 coloca a estória num bairro social problemático, um antro de tráfico de drogas e armas, e transforma a personagem de Amélia numa puta que quer dar a todo o custo, não tendo um pintelho sequer à ver com a estória original de Eça de Queirós. O filme pode resumir-se a cenas de sexo, às mamas da Soraia Chaves, à bunda do Jorge Corrula e a uns mitras do tráfico, que estão em cena só para encher chouriços e dar intervalo entre as pinocadas do padre com a Amélia, isto tudo ao som de Sam The Kid e Da Weasel (só porque a estória se passa no bairro, a banda sonora tem de ser obrigatoriamente Hip-hop).

Sinopse[editar]

Amélia a confessar os seus pecados ao padre Amaro.

Amaro (Jorge Corrula), um jovem padre recém saído do seminário, chega a um bairro problemático de Lisboa para substituir o antigo padre da paróquia, que bateu as botas. Quando chega é apadrinhado pelo seu antigo professor, o Cónego Dias (Nicolau Breyner), que o põe a morar na casa da beata Joaneira (Glória Férias), que tem uma filha pobre de gostosa, que gosta de exibir os peitões, de tocar siririca para Amaro ouvir no quarto ao lado e de andar nua pela casa, chamada Amélia (Soraia Chaves). Mas, Amélia namora com João Eduardo (Nuno Melo), o cabecilha, o chefão, dos gangs de tráfico lá do bairro, do qual faz parte Quimbé (Hugo Sequeira) que namora e engravida uma mulata chamada Carolina (Cláudia Semedo), e mais uma data de personagens sem qualquer relevância.

O jovem padre é logo acarinhado pelas gentes do bairro. Vá, estamos a falar em 2005, isto já não tem credibilidade. Sobretudo pelas velhas e pelos cabeleireiros gays, Libaninho (Diogo Morgado) e Alex (Rui Unas), que revistam o quarto do padre e encontram uma revista da Playboy, demonstra a safadeza do pároco. Existem também uma quantidade abusiva de padres que gastam tempo de ecrã em jantares e a beber vinho, a gabar-se da "boa vida" dos membros da Igreja. Amélia inicia a sua perseguição sexual a Amaro, provocando o padre com o seu corpo, mas este resiste, fazendo justiça com as próprias mãos na intimidade do seu quarto. O padre descobre que o Cónego Dias anda a pinocar Joaneira há uns bons anos, enquanto esta grita "ai, meu Deus!".

O Crime do Padre Sócrates: uma nova adaptação do clássico de Eça de Queirós, brevemente num cinema perto de si.

Amaro começa uma demanda para chamar mais jovens para a Igreja, promovendo actividades no centro associativo do bairro com a ajuda de Beatriz (Margarida Miranda), uma gostosa pobre de rica que quer financiar o padre só porque o acha sexy e tem segundas intenções. Certa noite, à chuva, Amélia e Amaro beijam-se ao som dos The Gift. Mais tarde, o padre cede à tentação e fode Amélia no confessionário da Igreja, o que acaba por se tornar rotina. Entretanto, João Eduardo desconfia de Amaro o que está a tornar corno, e paga a Daniel (Pedro Granger), um jornalista que está a fazer uma reportagem sobre a Igreja, para difamar Amaro. Depois de muita merda sem interesse e mil cenas de sexo desnecessárias à estória, Amélia acaba por engravidar e Amaro quer que ela faça um aborto, o que a gostosa recusa. Descobre-se que o Cónego Dias também tem tendências pedófilas (como todos os padres) e que violou Amélia quando esta era criança, e que atirou Gertrudes (Ana Bustorff), a tia da guria, de umas escadas abaixo, fazendo que com esta tenha ficado paralítica. Depois de perceber que Amaro só a queria para o Sexo e achar que João Eduardo tinha assassinado o padre, Amélia suicida-se, atirando-se da Ponte 25 de Abril. Após a morte da gostosa, Amaro continua com a sua vida e encontra uma nova presa, outra gostosa chamada Leonor (Sylvie Dias).

Afiliados[editar]