O Diário de Anne Frank

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Nazista sobre Diário de Anne Frank
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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: O Diário de Anne Frank.

O Diário de Anne Frank se trata de um livro escrito por uma criança prodígio, e que só foi descoberto pouco depois de sua morte muito precoce em 1945. Nascida na Alemanha, Anne passou sua infância em Amsterdã, ela escreveu seus diários porque a vida dela era uma enorme chatice.

Sua fixação em seu colega Klaus e seu relacionamento com ele é apaixonante, agindo como um pano de fundo a violência da Segunda Guerra Mundial que estava explodindo ao seu redor.

Além do seu diário famoso, Anne Frank também expandiu seu trabalho para o mercado de fabricação de cartões postais.

Diário de uma rapariga[editar]

Anne decidiu começar um projeto a fim de criar uma vasta reserva de propaganda para combater a Segunda Guerra Mundial. Durante os próximos quatro anos, o seu diário iria se tornar mais grosso do que Guerra e Paz, mas com uma importância menor do que o clássico russo.

Em 1958, o livro foi republicado em países gringos sob o título Anne Frank - Diário de uma Garotinha. Devido a um enorme mal-entendido, o livro tornou-se o livro mais vendido entre homens gordos de meia-idade que passam o dia no computador.

O sucesso trouxe ganho material à jovem Anne, mas pouca felicidade. Ela e sua família passaram os anos restantes da guerra residindo em um triplex, e ainda por cima morreu dentro de um campo de concentração depois do grupo em que ela estava ter sido caguetado por um X9 filho da puta. O livro tornou-se um clássico emocionante para crianças do ensino médio em todo o mundo, embora eles tenham lido apenas para fazer trabalho de escola. A maioria das crianças dizem que é "meio triste" mas também "chato", mas no geral, só chato mesmo. Claramente, as tentativas de humanizar crianças modernas falharam.

Resumo do diário[editar]

Um pequeno resumo do que Anne escreveu no diário.

12 de junho de 1941: Eu vi o Klaus me olhando novamente na aula. Eu acho que ele gosta de mim.

3 de setembro de 1941: Klaus estava contando na aula sobre uma super raça de que ele faz parte. Ele parece tão atlético que tenho certeza de que ele vai ganhar. Ele diz que é um Ashkenazi, pelo menos é o que eu acho que ele disse.

11 de agosto de 1941: O tio do Klaus queria fazer uma sessão de fotos de mim. Estou tão nervosa!

21 de março de 1942: Todos nós recebemos uma estrela de ouro (papai diz que é porque estamos trabalhando duro) que temos que usar sempre que saímos. Eu acho que prefiro a estrela rosa bonita que o tio Wilhelm usa.

6 de julho de 1942: Estamos jogando esconde-esconde. Papai disse que precisamos ficar quietos. Eu acho que temos de esconder dos caras de preto. Espero que o papai tenha dinheiro suficiente para me comprar alguns sapatos novos.

7 de agosto de 1944: Papai disse que um dos colegas de trabalho organizou uma viagem para nós. Eu ouvi falar sobre "acampar" em algum lugar da Saxônia. Aqueles garotos loiros da Alemanha são muito fofos.

14 de agosto de 1944: O acampamento é uma desgraça, eles estão claramente lotados. Os chuveiros não parecem estar funcionando.

O futuro de Anne Frank[editar]

Tal foi o sucesso do livro, que, em 1960, o governo holandês, com a ajuda da família de Anne Frank, fundou um museu localizado no edifício da casa de Anne Frank, para que a Holanda pudesse ter um lugar cheio de terroristas, e turistas a visitar, localizados nas proximidades de Amsterdã.

O museu atualmente gera mais de 30% da renda do turismo da Holanda, ultrapassando a produção de tulipas e dos puteiros da Holanda, se tornando então a principal fonte de renda para todo o país.

O vocalista da banda Neutral Milk Hotel, Jeff Mangum, leu, chorou por 3 dias e fez um álbum inteiro sobre como ele queria salvar Anne e o quanto ele a ama. In the Aeroplane Over the Seas é considerado por muitos críticos o melhor álbum já feito. Mas se fosse o melhor álbum já feito todo mundo conheceria!

Ver também[editar]