O Guarani

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Peri e Ceci
O Guarani livro.png
Peri precisando ir até pra África matar um guepardo para provar que é merecedor de comer a gostosa da Ceci
Autor Vice do Lula
País Bandeira do Brasil Brasil
Gênero Livro de índio
Editora -
Lançamento 1857


O Guarani, apesar do título, não é um livro sobre o Guarani Esporte Clube, mas sim um livro sobre um índio que fez de tudo para conseguir ter a chance de comer uma donzela portuguesa (não no sendo antropofágico dos índios aimorés), comprovando que já existia escravocetagem desde o século XVI e que esta é uma condição inerente ao ser humano, seja ele civilizado ou um índio selvagem. Esta obra de José de Alencar foi escrita inicialmente em guardanapos enquanto o autor estava em tédio num bar, mas ao perceber que estava criando um romance, embora genérico, bem apelativo, decidiu reaproveitar aqueles rascunhos e lançar um livro onde todos os personagens tem altas tendências suicidas.

Tornou-se um clássico instantâneo da literatura brasileira porque o seu autor conseguiu com maestria reunir os mais diversos clichês da literatura mundial, e apenas adaptar os personagens de modo a serem portugueses e índios. Assim temos Romeu e Julieta, Tarzan dos Macacos, Tristão e Isolda, Otelo e até Ilíada, só que trocando os personagens por portugueses, índios e um italiano filho da puta (claramente o Iago de Otelo).

Enredo[editar]

A história se passa nos primórdios do Brasil, quando D. Antônio Mariz vem para o Rio de Janeiro sem saber na roubada que ele estava se metendo. Na verdade nenhum português estava ciente da merda que estavam fazendo até 7 de setembro de 1822, enfim. Mas o que mais atormentaria a vida desse Antônio Mariz é que ele era o pai da biscate mais gostosa da cidade, uma espécie de panicat do século XVI chamada Cecília (Ceci para os íntimos, até o apelido é de putinha). Todos querem comer a Ceci (uns no sentido bíblico da palavra, outros no sentido gastronômico, como os aimorés) o que a coloca sempre no centro das atenções.

Todos personagens da trama aparecem com esse único objetivo, comer a Ceci, como o ex-frei Loredano que largou a batina na esperança de conseguir pegar essa vadiazinha, ou o índio Peri que é um escravo da família, mas Ceci, como boa safadinha que é, adora dar moral para esse homem parrudo.

Mas a merda começa mesmo quando o irmão de Ceci, D. Diogo, revoltado por ser o único da cidade que não comia Ceci, porque ela não curtia incesto, numa de suas bebedeiras mata uma índia aimoré, e ainda tem a cara de pau de tentar se defender dizendo que foi sem querer querendo. Dois aimorés tentam estuprar Ceci como revanche enquanto a donzela se banhava nua num rio, mas ambos morrem com flechadas certeiras no cu, porque Peri taradão estava escondido espiando sua donzela. Aí começa uma guerra entre a família D. Antônio e os aimorés por causa de uma índia x9 que distorceu toda história.

Enquanto aimorés e portugueses guerreiam, surge Álvaro, que é outro que quer comer Ceci, mas esse é tão baitola que desiste rapidinho, e sua participação na história foi só uma encheção de linguiça para uma cena tosca de adaptação de Romeu e Julieta sobre uma morte e um suicídio.

Peri, num ato de desespero final para acabar com essa guerra, faz a coisa mais imbecil possível que alguém pode fazer quando vai para uma guerra, ele se envenena, demonstrando assim uma completa falta de conhecimento acerca de biologia, porque sua ideia era ir para a guerra, ser morto pelos índios rivais e ao ser canibalizado o veneno seria transmitido aos aimorés. Álvaro é quem evita o amigo índio de cometer tamanha burrice e faz Peri tomar um antídoto e desistir dessa ideia de índio selvagem e burro. Mas ironicamente quem acaba morrendo é Álvaro e Isabel, sua amante se suicida por nada, só porque os personagens desse livro adoram se matar mesmo, e Álvaro decide se suicidar também.

No cerco final, D. Antônio Mariz se suicida também (mais um emo), se explodindo feito um Electrode no seu ato final. Como todo mundo morte, Ceci e Peri fogem numa piroga e vão pro meio do mato, onde finalmente poderão trepar em paz.

Protagonistas[editar]

  • Peri - Um índio bestalhão e muito tarado que sonha com o dia que possa comer sua senhora, a Ceci. Sua aparência, conforme observado nas dezenas de adaptações para quadrinhos, é uma espécie de Tarzan brasileiro, bombado e sempre só com uma tanguinha. Esse livro O Guarani só tem dois tipos de personagens masculinos: Comelões e suicidas. E como Peri é o protagonista, ele é comelão e também suicida, está sempre indo espiar Ceci tomar banho pelada no rio, mas sempre que surge a chance ele também tenta se suicidar de maneiras estúpidas. Tem um final feliz, já que todo mundo morre no final e ele fica sozinho com a sua amada Ceci.
  • Ceci - Filha de D. Antônio Mariz, aparentemente tem uma vagina feita de ouro, porque do começo ao fim do livro é perseguida por todos homens da trama, ficando meio dúbio se ela é mesmo uma virgem recatada ou se é uma biscate rodada, porque o que aparece no livro é ela dando mole para todo mundo, mas nenhuma cena de putaria é narrada, mas talvez porque esse livro não faz parte da série As Crônicas de Gelo e Fogo. Apesar de dar mole pra mundo, quem realmente a deixa molhadinha é o índio Peri, para quem Ceci só falta implorar pela rola. O casalzinho precisa passar por uma baita trama antes de poderem acabar juntos, após a morte de todo mundo.