O Incrível Hulk (filme)

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The Incredulo Hulk
The Incredible CGI Hulk
O Porradeiro Hulk (BR)
O Clube da Luta Supervitaminado (PT)
O Incrível Hulk.png
Pôster oficial de lançamento do filme.
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
2008 • Verde • 112 min
Direção Alguém aí
Produção executiva Avi Arad, Kevin Faige e Gale Anne Hurd
Elenco Edward Norton como Bruce Banner
CGI como Hulk
Liv Tyler como uma priguete
Gênero Monstro Verde e Grande
Distribuição Marvel na Disney com uma pitada de Universal Pictures


O Incrível Hulk é uma animação em CGI produzida pela Marvel Studios e distribuída pela Universal Pictures, que conta a história de um gafanhoto gigante radioativo chamado Hulk, uma monstruosidade que habita o corpo de um cientistas com múltiplas personalidades. O filme foi estrelando por um Hulk gigante em CGI, e eventualmente também pelo renomado ator mimizento Edward Norton, que faz uma excelente interpretação de um cientista louco esquizofrênico

Enredo[editar]

Introdução[editar]

Bruce Banner era um cientista que buscava produzir as calças mais resistentes possíveis, que não rasgassem nem com a força de um Hulk, mas encontrava-se frustrado porque todos seus esforços de alfaiate no filme de 2003 foi considerado sem serventia. Para piorar a situação ainda mais, Bruce era ainda esquizofrênico, as vezes um neo-nazista com uma suástica tatuada no peito, as vezes um lutador clandestino urinando em sopa de mariscos. Tudo mudou quando ele virou um ativista do Greenpeace, assimilando bem a cultura da ONG onde passou a ser ativista, tornando-se um monstro verde, agressivo e irracional. Não bastasse tantos problemas, Bruce ainda arruma mais um problema, e se apaixona por sua colega cientista sexy, cujo sogro é o general do exército que vai passar o filme inteiro tentando "curá-lo", o que obviamente só agrava a situação.

No Rio de Janeiro[editar]

Banner escapa para o Brasil disfarçado de Shrek, lugar onde vive pacificamente envenenando bebidas guaraná com seu sangue radioativo, garantindo assim todo o sabor marcante do Guaraná Dolly. Com a ajuda de alguns professores de capoeira, Bruce aprende a se acalmar, mas sem querer esses treinos apenas acabam por torná-lo mais letal. Além disso, como sempre, um grupo de elite da CIA, comandando por um baixinho da KGB, decidem ver o Carnaval brasileiro, afinal é a única chance para eles verem algumas tetinhas, mas acabam encontrando o Hulk disfarçado de Shrek na festa e uma grande perseguição começa. Ainda sem saber como criar calças resistentes o suficiente, Hulk foge e Bruce acaba nu no pior lugar do mundo para não ter calças: Na Comunidade Pavão-Pavãozinho.

Em Nova York[editar]

Liv Tyler esperando o Hulk pra ver se consegue dar uma umazinha.

O baixinho da KBG retorna para os Estados Unidos e decide se submeter a uma nova experiência para a criação de uma cópia do Hulk, mas como o Soro do Super Soldado encontra-se desaparecido, ele precisa se contentar em consumir, com aplicação direto na veia, de algumas doses de Lico de Cair Pinto misturado com Água da Jamaica, o que lhe garante super-força e regeneração, com o discreto efeito colateral de que depois de alguns dias te transforma num monstro horrível, deformado e irracional.

Hulk, com grande dificuldade, escapa vivo da Comunidade Pavão-Pavãozinho e retorna para Nova York, aceitando mesmo a ideia de que lá é o único local no mundo para filmes de super-heróis. Em Manhattan encontra sua namorada namorando com outro, um psicólogo, mas como Betty é uma piranha, ela escapa com Bruce até serem interceptados por seu pai ciumento e mais guerra acontece. O casal consegue fugir para uma cabana, lugar onde eles definitivamente não podem transar porque para isso eles precisariam de pelo menos uns 10 frascos só de lubrificante e um par de camas extras. Além do filme ser para toda a família.

Cura[editar]

Bruce e Betty vão para o Empire State onde encontram o Sr. Azul, que infelizmente não era nenhum smurf, só um nerd megalomaníaco que diz ter a cura para Bruce Banner, e não era algo sobre meditação, mas sim sobre roubar o sangue de Banner, com certeza para fins científicos vampíricos, para curá-lo e fazê-lo parar de se transformar num monstro verde e gigante. Embora curado, Banner se vê num dilema quando percebe como ele finalmente havia criado uma calça roxa hiper-resistente, mas agora não podia mais se transformar num Hulk para testar a nova invenção.

Confronto final[editar]

Para dois CGIs lutarem, é melhor esperar ficar de noite.

Até então nada parecia estar justificando um orçamento de 150 milhões, então é hora de fazer o Abominável aparecer, e Bruce Banner optar por injetar Guaraná Dolly na veia e se transformar novamente no Hulk, para uma cena de luta de CGI entre duas monstruosidades numa rua qualquer de Nova York. E o Hulk, claro, vence. No final do filme que os fanboys insistem em falar que é cena pós-créditos Tony Esterco aparece num bar perguntando para o general se ele conseguiu capturar o Hulk para formar os Vingaceiros, e ele respondeu perguntando. afinal ele tava bebido, né?

Produção[editar]

Após o sucesso de Homem de Ferro 1, a Marvel percebeu que dava para fazer coisa decentes em CGI, então apostou nesse filme do Hulk, fingindo que nenhum filme de Hulk tenha sido feito em 2003, embora usando o mesmo roteiro deste. A ideia inicial era que o diretor fosse o Ang Lee, mas como na época ele havia recentemente dirigido um filme pornô, o O Segredo de Brokeback Mountain 3: Ah! Uma cobra na minha bota!, e estava com desprestígio, o desconhecido Louis Leterrier foi chamado de última hora para ser o diretor do negócio.

A trilha sonora do filme foi escrita, arranjada e executada pela Orquestra Filarmônica do Acre em colaboração com um grupo de pessoas que não sabiam cantar, tocar ou compor, mas que estavam desempregadas e necessitavam de um trabalho na Disney Studios onde poderiam ser devidamente explorados. No final o resultado foi melhor que o esperado, ninguém importante morreu durante a gravação das faixas musicais que serviram de fundo perfeito para que não se prestasse atenção durante as cenas de ação, assim evitando críticas ao CGI do filme.

Elenco[editar]

  • Hulk (CGI): Apenas um boneco que quando surge destrói tudo ao seu redor.
  • Bruce Banner (Edward Norton): Ator que só aceitou participar caso pudesse dar pitacos no roteiro, enchendo o saco de todo mundo e mandando mais que o diretor Louis Leterrier. É graças a ele que o cientista Bruce Banner se tornou apenas um maluco psicótico que ama tomar chutes no saco e se encontra completamente estressado devido à abstinência sexual. Tentou um tratamento de choque no Brasil, o país da putaria, mas não deu certo, virou Hulk lá também.
  • Betty Ross (Liv Tyler): Embora seja difícil aceitá-la como uma cientista devido a aquele lábio operado, a verdade é que foi uma grande surpresa que Jennifer Conelly fosse considerada uma Betty Ross ainda melhor. É claro que alguns de nós não conseguem parar de imaginar o rosto de Steven Tyler no corpo de Lyv, o que para alguns fetichistas, como Bruce Banner, é uma visão estranhamente muito sexy, mas nem todos compartilham essa ideia.
  • Abominável /Emil Blonsky (Tim Roth): Antes um ex-KGB baixinho com cara de malvado, mas um viciado em Guaraná Dolly que sonha um dia ser como o Léo Stronda, mas por mais que trabalhe pra CIA não consegue deixar de ser um frango, por isso apelou pra bomba e inevitavelmente se transformou numa aberração, e rival do Hulk no final do filme.
  • Thaddeus Ross (William Hurt): Pai ciumento que deseja que a sua filha morra virgem, e fica completamente desesperado quando descobre que ela é uma pervertida que sonha ser arrombada pelo Hulk (mas só o Thor viu a tromba verde). General Ross entra em desespero e passa o filme inteiro tentando caçar o Hulk, além de esconder lubrificantes, para sua filha não poder usá-los.
  • Brasileira aleatória (Débora Nascimento): Colega de trabalho de Banner na fábrica do Guaraná Dolly.
  • Tony Stark (Robert Downey Jr.): Apareceu no final só para mostrar que esse é um filme do MCU, embora hoje quase ninguém lembra da existência desse filme.