O Primo Basílio

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Carla Perez sobre O Primo Basílio

  • NOTA Este artigo é um spoilers, nele contém a história de um livro (que pode estar correta ou não), qualquer reclamação, guarde para você pois eu não quero saber.

Introdução[editar]

O Primo Basílio é uma obra prima de Eça de Queirós onde ele coloca todo o realismo em prática. A obra vai dizer o quanto a sociedade burguesa é ridícula e assim como a cambada de pobres, mostra o quanto eles são sínicos e traidores, além de provar que o dinheiro não faz diferença alguma, quem não presta, não prestará de qualquer jeito, com ou sem riquezas. A personagem central Luisa comprova tudo que foi dito acima, afinal é uma moça rica, que se diz de boa família, mas que não vale nada, sai dando para o primo e ainda tenta se fingir de arrependida. Assim como Luisa, Leopoldina, também muito rica, é a moça mais rodada da cidade, o que concretiza ainda mais o tremendo puteiro que estava rodiando a burguesia dessa época. O romance também mostra o quanto os homens burgueses são cornos e lerdos, alguns mais que os outros, é claro, mas todos sempre no mesmo patamar com seus chifres.

Visão do autor[editar]

Nem Deus sabe no que Eça estava pensando quando escreveu essa grande porcaria (e grande mesmo, o livro tem umas trezentas páginas), mas o que se sabe é que ele também era um típico burguês, portanto sabia de tudo que estava rolando por essas bandas. O mais importante (ou não) era que todo mundo fica com essa história de que o autor queria fazer uma crítica, mas na verdade ele não queria nada disso, ele estava doidinho para escrever putaria, mas como não ficaria muito bem, saiu espalhando que queria mostrar os verdadeiros costumes da burguesia portuguesa (aham, sei o que ele queria).

Personagens[editar]

Cara surpreso após dormir sozinho e acordar com Leopoldina

Luisa: É uma mulher, muito gostosa que se diga de passagem e que odiava seu relacionamento sem sexo com o marido. Era muito prendada e blá blá blá...Trai o marido com o primo e depois ainda fica se fazendo de coitada. Tem fantasias sexuais explêndidas, é muito safadinha, mas tem personalidade sensível, mostra isso no fim da peça, quando morre de tanto ser atormentada pela empregada (ela tinha câncer também)

Jorge: Marido de Luisa, frouxo, se acha muito galã mas não passa de uma anta, pensa o tempo todo que está por cima, mas no fim percebe que não era mais que um corno que era traído em sua própria casa, quando estava fora. Trabalhava na construção de Brasília e se achava muito por isso (qualquer reclamação sobre a terra da ladroagem, reclame com ele). Tinha muita confiança em seu melhor amigo Sebastião, mas também não sabia que este o traiu (traído uma vez, traído sempre). Se acha muito forte, mas no final demostra seu lado rosa e sua fraca personalidade perdoando a esposa e chorando com a morte dela, mesmo sabendo que ela era uma biscate que o havia traído.

Basílio: É um moço muito discarado, cínico, enjoado e que se acha um ricardão. Seduz a prima e come a coitada (coitada nada, ela é vadia), depois a abandona ao ficar sabendo que a empregada descobriu tudo. É tão peculiar que ainda paga a prima por ter dormido com ele. O interessante é que Basílio é o que mais se dá bem na história, pois Luisa era apenas mais uma e ele estava pouco se importando, isso fica muito claro em sua última frase da peça. Luísa, morta, que pena, mas antes ela do que eu. Isso é que é cafageste.

Juliana: A empregada da casa, era feia, solteirona e morreu virgem, já era velha, mas muito vaidosa, sonhava em ser mais bonita e rica que a patroa, mas é óbvio que jamais seria, a feiura dela era tanta que nem todo dinheiro do mundo podería resolver. Juliana não era uma boa empregada, vivia reclamando, enchia o saco e além de tudo era hipocondríaca, estava sempre inventando alguma doença e nunca trabalhava direito, a única coisa que sabia fazer era passar roupa, mais nada, era uma inútil que depois que desobriu o adultério da patroa começou a clamar por sua aposentadoria, mas como pobre não sabe fazer nada, acabou morrendo sem conseguir nada do que queria.

Sebastião: Melhor amigo de Jorge, era lerdo, feio, solteiro e provavelmente virgem, morava sozinho e não gostava muito de pegar mulher. Tem um papel importante na história, não passa de um traidor também, mas ajuda Luisa a se livrar da empregada e não conta para o melhor amigo que ela o traiu. Apesar de tudo, Sebastião ainda é o personagem mais sensato da história, não é uma bicha igual Jorge e não se acha um galã como Basílio (será que é por isso que ele não tem mulher?). No fim das contas, com a morte de Luisa, Sebastião ainda tem de aguentar a mala sem alça do Jorge pelo resto da vida, já que este virara emo e não poderia mais morar sozinho.

Leopoldina: Amiga biscate de Luísa, era também conhecida com maçaneta já que era casada, mas traía o marido com qualquer um que tivesse pinto (nossa, parece que nunca viu). Sem dúvida, ela foi a maior influencia para Luisa trair o marido com o primo e tinha uma frase bem peculiar para todas as ocasiões. Lavou tá nova (vagabunda). Era odiada por Jorge por causa de sua má fama de moça indecente. O pior de tudo é que ele achava que sua esposa era santinha...(coitado).

Julião: Amigo de Basílio, é um personagem tão importante que nem aparece no filme, de qualquer forma, no livro Julião é para Basílio o mesmo que Leopoldina é para Luisa, um amigo que estimula o outro e o convence a comer a mulherada. Julião é um péssimo homem, invejoso, hipócrita, fala mal de tudo e de todos, é simplesmente um revoltado com a vida, é contra a situação política, é contra a oposição, é contra o centro, é contra tudo, mas quando ganha um emprego na área política fica estranhamente a favor de tudo.

Joana: É a cozinheira da casa de Jorge e Luisa, apesar de feia e solteirona, é uma boa moça, tenta defender Luisa de qualquer forma das garras de Juliana, não chega a ficar sabendo do que acontece, e mesmo quando demitida entende os motivos não explicados pela patroa (nossa, me comovi de novo).

Conselheiro Acácio: É um velho, muito esquisito e safado, mas é muito rico, é banqueiro e só não é virgem porque paga as meninas para darem para ele. Exerce um papel nenhum pouco importante na história mesmo sem conseguir comer Luisa, que não aceita ser comida nem em troca de uma fortuna (aiai, essas putas frescas que tentam manter uma pseudo dignidade).

Ernestinho: É um personagem que eu não faço idéia de quem seja que também não aparece no filme, mas de qualquer forma é o primo de Jorge. Morre de vergonha do sobrenome de ledesma por este lembrar lesma, o que é uma grande verdade, já que este é tão lerdo quanto o primo. Não tem nenhum pingo de opinião própria. É escritor romantico (está no tempo errado) mas só escreve o que os outros lhe encomendam, escreveu uma peça chamada Honra e Paixão (saberemos mais sobre ela daqui a pouco).

Resumo[editar]

Este livro mostra que conteúdo sexual também é cultura

O livro se inicia em uma forma muito chata do velho romantismo, descrevendo as coisas, nada pode ser mais chato que uma descrição de início de livro...Enfim, começamos com a amostra da vida pessoal de Jorge e Luisa, que eram casados, mas tinham um relacionamento muito morno, toda noite eles se viravam para o lado e iam dormir, olha que absurdo, nem transavam (e olha que a Luisa é gostosa). Esse relacionamento com teperaturas inferiores às do Pólo Norte, fez com que Luisa tivesse desejos sexuais cada vez mais assustadores (assustadores mesmo) e tudo isso piorava porque Jorge trabalhava no Brasil (lembrando que ele moravam em Portugal), dessa forma ficou ainda mais fácil para Luisa olhar para qualquer cafageste que fizesse sexo neste mundo. Felizmente ou não, Luisa se sentia trouxa demais para trair Jorge, por mais lerdo que ele fosse e dessa forma contnuava sua vida monótona de virgem mesmo depois de casada.

Para sorte (ou azar) de Luisa, ela reencontra seu primo Basílio, um antigo amor em uma festa e bastou apenas uma mãozinha de sua amiga Leopoldina, que era a mulher mais rodada do bairro para que Luisa traisse logo a anta do marido com o primo. Lendo o livro não dá muito bem para imaginar, mas as cenas do filme que mostram as transas entre Luísa e Basílio são muito loucas chegam a ser constrangedoras, nada próximo das cenas iniciais que mostravam o quanto o casamento dela era broxante...

Bom, vamos parar de falar das cenas do sexo, e pular pra próxima, senão ficaremos a vida inteira aqui só nisso (e se quer saber de sexo vá ler hentai). Continuando, Luisa tinha uma empregada chamada Juliana, a qual tratava como se fosse uma cadela (e de fato era), mas o mais importante é que a empregada descobre que a patroa está traindo o marido e logo começa a chantagear, pede quantias milhonárias para não contar nada e aí que obriga Luisa a dar mais ainda para poder conseguir tal quantia.

Luisa percebe que dando só para Basílio não conseguirá o dinheiro, então pede ajuda para Leopoldina, que é uma mestra na arte de se vender, essa lhe arruma um banqueiro muito rico, mas Luisa é muito fresca e não aceita dar para ele em troca do dinheiro que precisava.

A situação de chantagem vai piorando, agora a empregada Juliana obriga Luisa a demitir a cozinheira Joana (briga de mulheres que são feias demais pra casar e acabam ficando pra tia, elas adoram um barraco). Assim que demite Joana sem motivos aparentes Luisa é obrigada a trabalhar e fazer todo o serviço da casa, isso claro além de seus serviços noturnos com Basílio pra ver se ele libera uma grana pra ela.

Algum tempo passa e Jorge retorna a Portugal, ele como um bom corno manso não sabe de nada (é claro) e nem percebe que Luisa está fazendo todo o serviço da casa no lugar da empregada. Com a volta de Jorge Luisa volta a ficar triste, pois havia voltado seus tempos de vida monótona e sem sexo e depois que ela já tinha virado putinha, não queria mais saber de virar para o lado e dormir.

Corno é sempre corno, e dessa forma Jorge volta para o Brasil e larga sua magnífica esposa sozinha para se "divertir", mas dessa vez, com um pé atrás, coloca seu melhor amigo Sebastião, que é uma anta assim como ele para cuidar dela e não deixá la tão solitária. Sebastião praticamente dorme na casa junto com Luisa, mas mesmo assim ela consegue sair e se encontrar as escondidas com Basílio (eu disse que o Sebastião era uma anta), ela até tenta fugir com o primo, mas este vendo que já tinha comido tudo que ela tinha mesmo, não precisaria mais se preocupar com os problemas dela, então ele viaja para comer as meninas de Paris e ainda paga Luisa por ter dormido com ele.

Sem mais a quem recorrer, Luisa pede a Sebastião que dê um jeito em Juliana, conta a verdade, fala que sua vida de casada era um saco e que Jorge broxava, por isso o traiu com o primo. Sebastião então promete não contar nada ao amigo (isso é que é amigo heim) e se livra da empregada (no livro fala que ela sumiu, mas na verdade ele matou ela mesmo), e dessa forma Luisa fica livre.

Quando tudo caminha para um final retativamente feliz, o livro mostra o se lado realista de que nada neste mundo é conto de fadas para terminar com felizes para sempre e dessa forma as coisas começam a virar uma tragédia grega. Luisa passa a ver constantemente o vulto da empregada (que veio para puxar o pé dela), e assim, mesmo com a volta de Joge, a moça fica muito doente sabe se lá porque e tudo piora quando ela recebe uma carta muito desavergonhada de Basílio, que é lida por Jorge (essa parte é boa, é quando ele descobre que era corno). Jorge mostra a carta par Luisa e ela dá um chilique danado mas mesmo assim ele diz que a perdoa (ai que emoção, estou comovido), mas já não tem mais jeito, a moça aqcaba morrendo mesmo (bem feito, bem feito) e Jorge que antes era corno, agora é viúvo e solitário.

No final, Basílio ainda volta para Portugal para saber o que aconteceu com Luisa e quando fica sabendo que ela morreu nem liga, afinal de contas ela só era mais uma, assim ele segue a vida, pegador como sempre (como eu adoro o realismo)...

Análise[editar]

Noite típica de Luisa e Jorge

A análise do Primo Basílio é como qualquer outra análise, um monte de gente falando asneiras dizendo que era aquilo que o autor queria com o livro, mas isso é pura balela. Enfim, o que realme devemos analisar é o que você deve aprender com essa história. Primeiramente, aprenda que corno é sempre corno, e quanto mais é corneado, mais pede para ser, o grande exemplo disso é Jorge, sabia que se deixasse a mulher sozinha o ricardão iria visitá la, mas mesmo assim insistiu e largou a coitada para ir trabalhar onde Judas perdeu as botas, lembrando que ele trabalhava na construção de Brasília e naquela época não tinha nada de útil para fazer aqui. Outra coisa que podemos analisar é que nunca se deve confiar a sua esposa a seu melhor amigo, principalmente se ele for uma anta assim como você...Você viu bem no que deu. Mais (e muito mais) importante que isso nós analisamos aqui o que a falta de sexo faz com uma mulher, por isso pense bem antes de broxar com ela.

Fora a parte da traição em si, um outro ponto que dá para tirar algum aprendizado, agora para as mulheres, trate sua empregada sempre muito bem, para que quando você trair o seu marido e ela descobrir ela não fique te chantageando, e mais, evite ter como melhor amiga a mulher mais rodada do bairro, não pega bem, e aprenda, o importante não é você ser fiel, é fingir que é e manter as aparências.

Curiosidades[editar]

Dia típico de Luisa e Basílio
  • No livro, a única característica física que o autor apresenta sobre Luísa é que a moça era loira (agora já sei porque todo mundo descobriu que ela traiu, tinha que ser loira mesmo), mas curiosamente, tanto no filme quanto na minissérie apresentada pela Plim plim a atriz que representava Luísa não era loira. No filme a moça era morena e na minissérie ela era ruiva, WTF, o autor deixou uma característica, apenas uma bem estipulada, e nem isso eles conseguiram seguir...
  • Jorge paga língua no final da história, lembra de Ernestinho com sua peça Honra e Paixão? Não? Faça de conta que lembra, enfim, essa peça conta a história de uma mulher que trai o marido e ele a perdoa (quanto corno nesse livro). Jorge quando fica sabendo da peça, através de seu amigo Sebastião que está indo assistir a ela, diz que isso é um absurdo, que se um dia fosse traído mataria o amante e a mulher (aham, sei).

Crítica[editar]

É claro que esta história de Eça não foi muito bem aceita pela sociedade, afinal, estava falando mal deles mesmo, todo mundo odiou e começou a andar com um pé atrás em relação ao que faziam para seus outros podres não serem denunciados em outros livros, até os maridos passaram a abrir seus olhos para vigiar mais suas mulheres que eles tanto achavam santas. Hoje esse livro é considerado uma grande obra e é mais uma das chatices que devemos ler para prestar vestibular.

Conclusão[editar]

O livro é até interessante, mas se você está pensando em ler porque ficou empolgadinho com toda a putaria apresentada, esqueça, não vai valer a pena. A liguagem do livro é muito difícil e você se esforçará tanto pensando em pensar como o autor pensou que não vai nem conseguir imaginar as putarias. Se você quer ver putaria então, recomendo que deixe o livro de lado e vá ver um hentai.

Está aí um spoilers muito interessante, se você gostou, muito bem, se não, vai se ferrar!!