Olympic City

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Mapa que não leva a lugar algum!

Olympic City é a cidade virtual mais decadente e tosca já concebida para um game, no caso, Need For Creed Speed Underground. O detalhe é que momento algum do game a cidade é identificada com esse nome. Os Underlovers acham que foi a melhor cidade da série, isso porque as sequências de NFS não rodavam em seus “computadores” fraquíssimos.

Para começar, você não pode trafegar livremente por Olympic City. O “Free Roam” do menu é apenas repetição das pistas de circuito, porém sem competidores para você não perder e passar ainda mais vexame. Você só pode trafegar no espaço delimitado, pois o resto estará cercado com placas de concreto. Isso sem falar que as ruas paralelas não podem ser seguidas (apenas pelos veículos de tráfego). Ou seja, o modo corrida rápida serve para PORRA NENHUMA!

Todas as pistas possuem indicações plausíveis num mapa (obscuro), mas não dá para sair de carro e conferir pontos de dois circuitos diferentes. Isso só passou a ser possível com o Under down ground 2.

A cidade de Olympic City tem várias peculiaridades, como...

Véi do céu, tem uns mil carros destruídos no ferro-velho, sendo que não circulam nem 30 carros na cidade inteira
Torres gêmeas do NFS Underground
  • Ter não uma ponte levadiça, mas duas. Elas nunca se recolhem, nunca passa nenhum navio que justifique o uso delas e se você passar a menos de 140 km/h naquele trecho, fatalmente você cairá. Mas os trechos onde há essas pontes são precedidos por grandes retas, de modo que até uma cadeira de rodas tomaria impulso o suficiente para chegar ao outro lado. E ainda tem a noobice ajuda do Nitro. Até de ré é possível atravessar.
  • O céu NUNCA amanhece.
  • A prefeitura colocou semáforos, placas, portões e postes de isopor, com uma fina camada de metal para garantir o som metálico ao bater.
  • Aliás, os semáforos nunca indicam a preferência de ninguém, pois nunca estão verdes ou vermelhos: apenas ficam piscando a luz amarela.
  • Existem diversos carrinhos de supermercado jogados nos ferros-velhos e esgotos, muito distantes de qualquer supermercado que poderia existir.
  • Há uma ponte com dois suportes bem no meio do caminho, onde todo mundo já bateu pelo menos uma vez na vida.
  • A chuva não cai e mesmo assim existem trechos eternamente encharcados.
  • Os civis que trafegam só tinham à disposição uns cinco modelos de veículos, sem poder escolher a cor. E com vidros opacos.
  • Os carros civis podem ser atingidos a 300 km/h e não possuem dano algum. No máximo eles buzinam.
  • No menu, os carros atravessam um túnel infinito, que automaticamente ganha alguns metros quando se pensa que está saindo dele.
  • A polícia, que tanto incomodou os corredores em títulos anteriores de Need For Speed, liberou geral os rachas e consumo de drogas entre as corridas.
  • A polícia também libera quaisquer modificações feitas nos carros, incluindo instalar body-kits que parecem vindos de carrinhos da Hot Wheels.
  • Apesar das pessoas te animarem no começo das corridas, você nunca verá qualquer (outra) evidência de vida na cidade, tirando os carros de tráfego.
  • As pessoas do final da corrida fazem movimentos corporais por cinco segundos e depois ocorre o loop infinito. Sem contar que essa galerinha é feia pra [email protected]
  • Os carros de tráfego têm velocidade limitada e constante a 40 km/h. Além disso, os gráficos deles são piores do que o do primeiro NFS, de 1994.
  • Alguns atalhos são piores do que os caminhos normais.
  • Também são inúmeras as pichações.
  • TODOS os lugares possuem ao menos um grande outdoor.
  • Como é que uma cidade tão pequena e com pouco tráfego pode ter tanta carcaça de carro no ferro-velho????
  • Em algumas regiões existem muitas caixas e sacos de lixo. Ou o povo é mal-educado ou não tem mais coleta de lixo na cidade há anos.


Tudo isso embalado por uma playlist ordinária de quinta categoria, na qual nenhuma música se salva. Com todas essas noobices e uma lista de carros bem inferiores aos que afamaram Need For Speed (de McLaren F1, Ferrari F50 e Mercedes CLK-GTR, o melhor carro do jogo passou a ser um reles Skyline, que pode ser bom, mas não como os superesportivos de outrora), nem preciso dizer que Need For Speed Underground sujou a reputação e ainda difundiu a fórmula para as sequências de NFS e inspirou outros jogos.

Após ser o número 1 nas corridas Circuit, Sprint, Drag e Drifting e ter comido a Samantha e a Melissa juntas, Ryan Cooper (o player) arrumou encrenca com um tal Caleb, que resolveu atropelar seu Nissan Skyline. Em seguida, Cooper tenta reconstruir sua reputação na cidade de Bayview (outra cidade da noite eterna).

v d e h
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