Ontologia

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Cquote1.png Meu Deus tem um martelo. Seu Deus foi pregado numa cruz. Alguma outra questão? Cquote2.png
A ontologia viking

Cquote1.png Tu passa porrr cima dele Cquote2.png
Menina Pastora Louca usando a ontologia para passar por cima dos ateus

Ontologia é o tosco ramo da filosofia que consegue ser mais imprestável que a metafísica, pois estuda o ser e seu sentido de existir. É inútil, ninguém consegue responder isso, apenas dar uma disfarçada falando de Deus, ética, mas a verdade é que todos sabem de nada.

A ontologia busca compreender verdadeiramente o que somos como humanidade, e como tirar o máximo proveito das nossas existências, uma definição bonita, mas que por si só é falsa uma vez que para tirar o máximo de proveito de nossa existência não deveríamos desperdiçar precioso tempo refletindo sobre ontologia e muito menos lendo sobre ontologia na Desciclopédia, portanto a única utilidade da ontologia mesmo é permitir aos poucos pensadores profundos elaborarem algum tipo de perguntas irrespondíveis.

Filosofia[editar]

Platão, tinha que ser esse doido, ele tinha TOC? Era bipolar? Ou só nunca teve namorada mesmo? Porque quando o assunto é sobre alguma porra loca filosófica que não faz o mínimo sentido prático, é quase certeza que foi Platão o esquizofrênico inventor da joça, e para a ontologia não é diferente, foi Platão que em certo momento de sua vida imaginou que precisava de um coringa para embasar suas teorias malucas e aleatórias sobre a existência de um mundo paralelo da fantasia, foi assim que ele inventou a ontologia, um estudo de sei lá o que, que só serve para embasar qualquer coisa que não se encontre a razão ou motivo de ser, ou seja, a ontologia é utilizada para explicar qualquer coisa inexplicável, como:

  1. Deus e sua existência que a priori desafia as leis da física, mas que a ontologia diz que "não!!!! Deus existe sim porque cogitamos sua existência! Ohhh!);
  2. Os átomos, você já viu algum? Eu não! Será que eles existem mesmo? Chama a ontologia para embasar que essas subpartículas existem;
  3. A felicidade, mais uma subjetividade pessoal que a ontologia joga num mesmo saco dizendo que é a satisfação do ser mesmo que a felicidade de alguém seja a sua não satisfação.

Aristóteles ainda complicou as coisas mais ainda quando inventou a metafísica, uma versão menos lisérgica da ontologia, ele dizia que a metafísica é a ciência do ser na qualidade do ser, enquanto a ontologia é a ciência do ser na medida em que está a ser, entendeu a diferença, não? Nem eu, nem ninguém. É a mesma bosta porra, esse Aristóteles só foi malandro que roubou a ideia maluca do mestre Platão e desenvolveu uma para dizer que fez alguma coisa no campo do dualismo.

Epistemologia[editar]

Para a epistemologia René Descartes desenvolveu o argumento ontológico para (tentar) explicar Deus a priori. Esse genial truque de retórica utiliza a frase em latim cogito ergo sum para se fazer parecer de intelectual e assim explicar que Deus existe através da lógica do ser ser um ser que sente que é um ser que pense ser um ser que acredita ser um ser que crê em Deus.

Na psicologia, Freud falou do superego, uma forma de coletividade da ontologia como uma rede social que desmente a existência do livre-arbítrio e aceita apenas o que tua mãe te fez na sua infância para você ser esse bastardo de hoje em dia.

Monismo[editar]

Átomos segundo a ontologia.

Parmênides foi o primeiro audacioso a propor o uso da ontologia para explicar a natureza do mundo, e obviamente falhou miseravelmente porque inventou o monismo que diz que a realidade era uma só e que o ser era eterno, onde consequentemente nossas opiniões sobre a realidade são falsas desmentindo sua própria opinião sobre realidade, mas afirmando mesmo assim... Parabéns se você leu esse artigo até aqui, mas a ontologia é essa coisa completamente sem o mínimo de sentido mesmo.

O monismo ontológico foi decisivo para embasar a teoria atômica, que qualquer um sabe que a existência de átomos, elétrons, nêutrons e toda essa parafernália da química não passa de um mero chute sobre sua existência e propriedade, uma vez que não podem ser observados, mas o argumento ontológico prevê que como podem ser testados e influenciados, eles existem.

Pluralismo[editar]

Anaxágoras falou do pluralismo em seu estudo sobre a ontologia, onde defendia que a realidade do ser é um amontoado de átomos. Posteriormente, Epicuro e Lucrécio esmeraram essa ideia e criaram o atomismo (só para enrolar mesmo).