Orissa

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Orissa (Oirá: ଓଡ଼ିଶା, literalmente Oddish) é mais um inútil estado da Índia cuja capital se chama Bulbasaur.

História[editar]

Só mais um ciclone.

Em algum dia há muito tempo na pré-história um grupo de indianos brotou no fértil solo de Orissa e lá começou a se reproduzirem continuamente até atingirem o caótico número de 40 milhões de habitantes.

Na Idade Média a região de Orissa foi palco da Grande Guerra de Kalinga, quando muçulmanos e hinduístas disputaram a posse de um galinheiro cheio de ovos de galinha caipira, uma vez que o Imperados Aloka era muito peculiar em seus gostos e tinha mania de grandeza, achando que aquele quintal de Bangladesh fazia parte do seu reino, tanto que acabou virando.

Já na época do domínio britânico na Índia, Orissa ficou como porto secundário usado apenas para a exportação de feno, chop suey e outras coisas usadas no Almoço de Domingo dos galeses que vivem na Irlanda do Norte.

Geografia[editar]

Orissa está localizada no nordeste da Índia continental, portanto muito perto de Bangladesh, o que não boa coisa com certeza não significa.

Devido ás monções que são logo ali, o estado de Orissa é acostumado a ser varrido por ciclones praticamente todo ano, isso explica porque as cidades costeiras do estado são feitas só de barracos, porque os indianos não dariam ao trabalho de construir enormes prédios para caírem no ano seguinte, um barraco é fácil de remontar.

Língua[editar]

Oficialmente, se fala em Orissa a tal de língua oriá, mas um idioma trizarrésimo advindo das profundezas da Índia que usa letras em formato de ovo de páscoa e palavras que requerem o uso de 30 músculos faciais e mais 5 músculos anais para serem pronunciadas todas.

Cultura[editar]

Orissa é para a Índia mais ou menos o que o Rio Grande do Sul é para o Brasil, pois o povo local tem mania de grandeza e por algum motivo acham que sustentam o país quando na verdade é o oposto que acontece. Exatamente por isso surgiu por lá uma versão fanática de hinduístas extremistas que seguem à risca os ensinamentos de Gandhi e por isso já queimaram mais de 300 igrejas cristãs e mataram 10.000 evangélicos até hoje, mostrando que nem os serenos hindus aguentam tanta baboseira monoteísta na programação de madrugada da televisão.