Papa Sisto IV

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Cquote1.png Eu não esperava esse tipo de inquisição espanhola! Cquote2.png
Papa Sisto IV sobre Estabelecimento da Inquisição espanhola

Sisto IV com seu vaso sua linda coroa na cabeça

Cquote1.png NINGUÉM esperava pela inquisição espanhola Cquote2.png
cardeais sobre citação do papa

Sisto IV ou tio Sistuzinhu ivê (para os familiares da igreja) batizado pela sua querida mãe como Francesco Della Rovere (Vila italiana que ninguém conhece, 21 de Julho de 1414 - Roma, 12 de Agosto de 1484) foi o Papa de número 213 até o dia que morreu e por questões óbvias deixou de ser Papa, afinal, não existe Papa morto tomando conta da igreja.

O Papa Sisto IV nasceu de uma família humilde, no meio do mato, em uma vila que ninguém conhece, perto de uma comunidade italiana que também ninguém conhece em uma região da Itália que nunca ouvi falar. Ficou conhecido por ser o Papa que foi subornado, ameaçado e abusado obrigado a concordar com o estabelecimento da Inquisição espanhola, aquela inquisição que ninguém esperava por ela. Sisto IV sempre foi contra, achava as torturas da inquisição muito severas, como os ataques de travesseiros, ofensas morais como bobo, feio e cara de mamão, bater nas portas das casas e sair correndo e puxões do cabelo, torturas violentas que ficaram conhecidas durante o período da inquisição. Porém, Fernando, um sujeito que ninguém conhece também, governante de alguns reinos europeus na época convenceu alguns bispos a tentar convencer o Papa com o inicio da inquisição, Sisto IV, até o momento que Fernando disse que se caso o Papa não concordasse com ele retiraria seus soldados da Santa Sé fazendo com que o Papa ficasse com medo de dormir sozinho a noite sem a proteção militar.

Sisto IV também ficou conhecido por seu exacerbado nepotismo, enfiava seus parentes em qualquer canto da igreja, os cargos mais importantes eram destinados aos seus familiares, na maior cara de pau. Além do mais, segundos assessores da CPI dos Papas, Sisto IV tinha intrigas com uma família italiana, a familia Médicis, e em 28 de abril de 1478 misteriosamente durante a santa missa, Juliano Médicis, um zé ninguém qualquer da família morreu misteriosamente nos corredores da igreja de Roma, após uma minuciosa investigação pela equipe do C.S.I Romano o papa foi um dos principais suspeitos pela morte da vítima, que tinha marcas de feridas feitas com uma coroa gigante (vide foto) e um marcas de asfixia feitas por um terço, sem contar com a pancada na cabeça feita por aquelas bíblias colossais.

Umas das únicas coisas interessantes feitas pelo Papa na cultura da igreja católica foi mandar pintar a Capela Sistina e a abertura da biblioteca do Vaticano para que os italianos tivessem acesso a um rico acervo cheio de mentiras e papo furados da igreja de livros manipuladores de mentes educativos escrito pela Igreja.

Morreu em 1484 depois de estar mais sujo que pau de galinheiro.

Precedido por
Paulo II
Bento 16 saudando.jpg
Síndico de Deus nº 213

1414 - 1484
Sucedido por
Inocêncio VIII