Parque Nacional Alejandro de Humboldt

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Parque Nacional Alejandro de Humboldt é uma pseudo-reserva ambiental no leste de Cuba, e serve de fronteira natural contra invasões vindas do leste, que por sinal são pouco numerosas (quem Cuba acha que é para achar que vai ser invadido?).

Reservas[editar]

Visão panorâmica das ervas daninhas do parque.

A reserva é considerada a maior zona de proteção de ervas daninhas e parasitas do mundo.

O parque foi batizado com o nome do seu explorador, o alemão Alexander von Humboldt, um cara que não batia bem da cabeça e morreu envenenado enquanto pesquisava a área. Seus estudos botânicos até hoje são irrelevantes para a sociedade de agrônomos.

O solo do parque é totalmente envenenado e infértil, mas com o passar dos milênios algumas plantas se adaptaram à região. Hoje essas plantas são uma das mais tóxicas do mundo. Os animais que se sustentam alimentando-se dessas plantas são resistentes a toxinas e altamente venenosos. Durante muito tempo a reserva serviu de zona industrial de fabricação em escala de venenos, coisa que Fidel Castro precisava muito para exportar à União Soviética (maior comprador até hoje) e matar espiões americanos indesejáveis. A UNESCO foi comprada pelos americanos e transformaram o parque em reserva ambiental para coibir sua exploração, mas os cubanos não pararam de extrair o veneno do parque até o dia em que foi abandonado pela União Soviética.

Os principais animais do parque são os caracóis, espécies de Psittaciformes e nomes que você nem faz ideia do que significam.